quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Não perca hoje na SIC - 20:00 Jornal da Noite














































Recomenda-se uma leitura


Aguiar, Welsh, Canha e Coelho exibir faixa com pedido de dinheiro para os madeirenses, mas não para o líder do executivo regional











Os dirigentes do PND-M, Baltazar Aguiar, Eduardo Welsh, Gil Canha e José Manuel Coelho vão manifestar-se esta tarde junto à residência oficial do Presidente da República por altura da reunião do Conselho de Estado.

Em declarações à TSF, Baltazar Aguiar adiantou que será empunhada uma faixa pedindo dinheiro para os madeirenses, mas não para o líder do executivo madeirense.

Nesta acção, os líderes do PND-M intitulam-se “os quatro cavaleiros do apocalipse”.

PND-Madeira manifesta-se à porta do Conselho de Estado















Os quatro dirigentes do PND-Madeira – os dois deputados, Baltazar Aguiar, José Manuel Coelho, o vereador eleito na câmara do Funchal, Gil Canha, e Eduardo Welsh - deslocaram-se hoje a Lisboa para uma acção de rua.

Os políticos vão ficar em frente do Palácio de Belém, onde vai começar, dentro de minutos, a reunião do Conselho de Estado convocada pelo Presidente da República.Na acção que prepararam, vão abrir uma faixa apelando a Cavaco e ao Governo que «ajudem os madeirenses mas não dêem dinheiro» a Alberto João jardim.

Os dirigentes do PND-Madeira fizeram questão de não anunciar previamente esta iniciativa. Vieram a Lisboa de surpresa e, tal como nas suas acções de propaganda na Madeira, esperam ter, por isso, ainda maior visibilidade.

Baltazar Aguiar vai aproveitar o momento para explicar os motivos desta iniciativa. Segundo explicaram ao SOL, os dirigentes do PND-Madeira querem propor que, em vez do financiamento da região ser feito directamente para o Governo de Alberto João Jardim, que o dinheiro seja destinado a projectos concretos e só possa ser gasto neles, como é o caso da construção do novo hospital no Funchal. «Só assim se evitará continuar a financiar os lobbies, a propaganda jardinista, os clubes de futebol e os sempre os mesmos grandes grupos económicos», disse Gil Canha ao SOL a este propósito. O PND-Madeira tem caracterizado a sua acção política com iniciativas inéditas de propaganda, sempre misturando a provocação, a ironia e a forte crítica a João Jardim, ao Governo regional e ao PSD madeirense.


(Com a devida vénia ao Semanário Sol)

C. M. F a espera de reclusos do Estabelecimento Prisional do Funchal para limpar a zona do balão.







Cartoon de hoje dedicado ao Jornal da Madeira


Quem fez mal Sócrates? Dois meses depois da eleição do primeiro-ministro, já jardim falava num conflito









Palavra de Jardim


2005

"Eles, no continente, têm a mania do socialismo, mas não sabem o que é (...).

Socialista sou eu que peguei nos recursos públicos e distribui, fazendo estas coisas todas para os que não tinham".

"Comigo, estão enganados. Querem conflito, vão ter conflito".


2006

"A mentira... persiste com a qualificação de 'empréstimo' a uma cessão de créditos, uma manobra de diversão e para dificultar a vida à Madeira social-democrata".

"O país irá mais para o fundo (...) os culpados desta situação têm rosto e nome (...) um é o senhor José Sócrates, que exerce as funções de primeiro-ministro; o outro é o senhor [Teixeira dos] Santos que exerce as funções de ministro das Finanças".


2007

"Nunca, depois do 25 de Abril, o separatismo teve um aliado tão grande como o senhor Pinto de Sousa", acusou.

"Parece que, em Portugal, não há testículos para se dizer que o referendo acabou por ser um fracasso do regime político. O referendo não é vinculativo, não tem qualquer valor jurídico".


2008

"Esse indivíduo, o grande inimigo da Madeira, pensou que nos podia destruir, pensou que íamos parar com o desenvolvimento roubando-nos dinheiro. Esse indivíduo faz o que há de menos ético num Estado democrático, usou o Estado para fazer combate político".


2009

"Todos sabem a pouca vergonha, quão miserável foi a actuação do Governo Sócrates para com a Madeira".

"Com esta gente, com este bando que tomou conta do Governo de Portugal (...) pegou-se no Estado e fez-se dele um instrumento do PS para afogar o povo madeirense".

"Num país democrático, o primeiro-ministro não pode andar nas bocas do mundo como andou José Sócrates neste mandato".

"Tirou-nos o dinheiro que era nosso e foi entregar aos Açores. Fê-lo por vingança política".

"A Madeira não pode aceitar um governo de Lisboa que tenha comunistas no governo".


2010

Uma guerra que não se resume apenas à obsessão pessoal e doentia do primeiro-ministro, José Sócrates, em relação à Madeira.

"Parece haver uma obsessão face à única parcela do território nacional que nunca se entregou ao socialismo".
Patrícia Gaspar

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Estes jogadores são do Clube Futebol União ou do Club Sport Maritimo ?


Um comentario dedicado ao CDS/PP

Anónimo : Actualizado: 02-02-2010 20:36:16
Abaixo o PP:
Pensava eu que só o ps era traidor para a madeira mas enganei-me o pp é farinha do mesmo saco.
MADEIRENSES EM 2011 castigaremos este partido que votou na assembleia legislativa da madeira a favor desta nova lei das finanças regionais e agora baixa os valores estipulados.
Oh sr Paulo Portas tem medo do socrates case com ele.
O José Manuel Rodrigues és um lambe botas tem vergonha demite-te...

Carlos César lança alerta. Aprovar Lei das Finanças Regionais "despesista" é perigoso





















O presidente do Governo Regional dos Açores, Carlos César, alertou hoje, em Ponta Delgada, para o perigo de se aprovar uma revisão da Lei das Finanças Locais "despesista", numa altura em que se defende a necessidade de contenção orçamental. "Se continuarem a persistir numa tendência para exponenciar os apoios do Estado, em contraciclo com a necessidade de contenção da despesa pública, o mais certo é que apareça uma lei de estabilidade orçamental que arrume na gaveta a Lei das Finanças Regionais e permita ao governo fazer o que quiser, inclusivamente retirar meios financeiros às regiões autónomas", afirmou Carlos César.

"Mais vale o que temos, do que aquilo que almejamos em demasia, para depois termos menos do que hoje temos", defendeu.

Para o presidente do executivo açoriano, "é importante salvaguardar uma Lei das Finanças Regionais que tenha perenidade, que seja sustentável no futuro, que não seja amanhã um argumento para tirar dinheiro às regiões autónomas".

"Esse é um risco que corremos, num momento em que a tendência generalizada é sempre no sentido da contenção ou diminuição da despesa pública", afirmou. Nesse sentido, considerou que a proposta de revisão apresentada pela Madeira "acaba por passar uma imagem de regiões insulares despesistas, o que não é justo, e convoca a opinião pública nacional contra as regiões insulares, o que também não é justo". Carlos César comentou ainda a acusação feita pelo seu homólogo da Madeira, Alberto João Jardim, relativamente a uma alegada quebra de solidariedade insular, frisando que "cada região tem o seu próprio percurso e só são solidárias no que é possível e adequado". "Não me recordo da solidariedade de Alberto João Jardim quando discutimos há poucos meses o Estatuto dos Açores e quando o Tribunal Constitucional e o Presidente da República tomaram a posição que tomaram sobre o Estatuto", afirmou o presidente do governo açoriano.

Recomenda-se uma leitura pormenorizada Auditoria à APRAM - Administração dos Portos da RAM, S.A.





Mais de uma dezena de estradas encerradas











Como "medida de precaução" está interdita a circulação em dezasseis troços de estrada da Madeira.

O mau tenpo que assolou a região originou algumas derrocada.

Em comunicado a Secretaria Regional do Equipamento Social assegura que os técnicos da 'Estradas da Madeira' estão no terreno no sentido de normalizar a situação.

Troços encerrados:

E.R. 101 – Entre a Santa e as Achadas da Cruz

E.R. 101 – Entre a Ponta Delgada e a Boaventura

E.R. 101 – Entre a Boaventura e Arco de São Jorge

E.R. 219 – Acesso à freguesia da Ilha

E.R. 213 – Entre Faial e Santana

E.R. 103 – Sítio do Cabouco, São Roque do Faial

E.R. 217 – São Roque do Faial

E.R. 102 – Entre o Porto da Cruz e os Moinhos

E.R. 102 – Entre a Portela e a Referta

E.R. 236 – Nos Maroços – Machico

E.R. 238 – Entre o Santo e a Fonte de St.º António

E.R. 205 – Entre Vale Paraíso e Palheiro Ferreiro

E.R. 201 – Caminho dos Pretos

E.R. 107 – Courelas e o Curral das Freiras

E.R. 230 – Campanário – Ramo de saída da VR.

GF

Lei da Finanças Regionais + CDS/PP,PCP,BE = Alberto João Jardim

Veja como o Diário faz fretes ao CDS/PP Madeira

Fotos do dia I

























































































































Pergunte aos portugueses?

"Não sei quem, fez mal ao homem, nem quando, nem como, nem porquê"














Alberto João jardim
2 de Fevereiro de 2010 - Jornal da Madeira

Cartoon do dia

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

O Alberto João Jardim que vá à bardamerda

















Estou farto, estou mesmo muito farto de aturar o Alberto João Jardim, de o ouvir ofender a maior parte do país quando quer, de ofender a democracia portuguesa quando lhe apetece, de fazer chantagem permanente sobre os portugueses. Estou farto do esquema proxeneta que o PSD instalou numa Madeira liderada por gente com o estofo ético de um Jaime Ramos ou de um Alberto João.

Sou algarvio, o Algarve sempre foi a região do país com maior especificidades, poderia apelar ao seu passado história eu vai muito para além da reconquista, poderia evocar os seus poetas árabes, podia lembrar a gandeza do El Andaluz. Mas o Algarve sempre foi português, sempre foi uma importante fonte de divisas e durante década nunca recebeu nada em troca, muitos pagaram com a vida o estado miserável das suas estradas, e mesmo a Via do Infante não passa de uma auto-estrada de segunda qualidade.

No tentanto, a nenhum líder político algarvio passou pela cabeça ofender o país, a sua democracia ou as suas instituições, nunca os algarvios exigiram contrapartidas pelas receitas geradas no turismo, nunca alguém ousou usar a ameaça chantagista com objectivos proxenetas. Aliás, não sucede nada disso no Algarve, como não sucede nos Açores, em Trás-os-montes ou em ualuer das regiões que têm recebido emnos dinheiro dos contribuintes do Continente do que a Madeira.

Estou tão farto do Alberto João que depois de lhe ouviar mais uma ameaça chantagista só me apetece dizer o que uma vez disse o Almirante Pinheiro de Azevedo, que vá à bardamerda. Já não tenho paciência para políticos oportunistas, políticos que à sombra de um partido sem princípios montou uma democracia de opereta onde quem não é do partido é excluídos. Pois, a exclusão não se deve apenas a fenómenos económicos, na Madeira há gente que é excluída do acesso a cargos públcios a negócios e mesmo da tranquilidade.

Estou tão farto das ameaças separatistas de Alberto João que acho que quem deveria equacionar a hipótese de se tornarem independentes de gente como o Alberto joão são osm portugueses que não têm vergonha de o ser e se assumem como nação, estou a referir-me, pois claro, aos que vivem no Continente e nos Açores.

Enquanto o Alberto João vai fazedno as suas ameaças chantagistas é tempo de o país se assumir como nação e dizer não ao proxenetismo nacional, de consultar os portugueses dos Açores e do Continente sobre se querem ou não que a Madeira continue a ser Portugal ou se devemos declarar a independência de Portugal em relação à Madeira e aos seus proxenetas. Começa a ser hora de mandar o Alberto João à bardamerda.

Porque não votarei em Manuel Alegre

















Se tivesse dúvidas em relação à candidatura de Manuel Alegre tê-las-ia desfeito com a sua intervenção no jantar realizado este fim de semana no Porto, quando decidiu investir contra os que tendo menos anos do que ele de militância no seu partido “ousam” criticar a sua candidatura. É inaceitável vir a ter um Presidente da República que avalie os cidadãos em função da barricada em que estavam nesta ou naquela ocasião, ainda por cima só usa este critério para desvalorizar os que não o apoiam, de que lado estavam os rapazes do PSR e da UDP? Tanto quanto me recordo muito dos seus apoiantes até criticavam o PCP por ser revisionista, porque não exibia Estaline como um grande ideólogo do marxismo-leninismo.

Esta arrogância muito pouco republicana de Manuel Alegre irrita-me, julga-se dono do votos que recebeu nas últimas presidenciais, está convencido de que o seu percurso político lhe dá direito a ter uma golden share na democracia portuguesa. Alguém que diga a Manuel Alegre que neste país há milhares de portugueses que lutaram contra a ditadura, que sofreram muito mais do que ele e que nada cobram aos portugueses, não se sentem com mais direito de que outros a cargos político. Quanto à sua militância no PS, a que aderiu depois do 25 de Abril, só lhe tenho a dizer que não sendo militante do seu partido admiro muitos que o fundaram ou a ele aderiram depois e que tudo dando pelo seu partido e pela democracia nunca se sentiram no direito de exigir o que quer que fosse em troca ou de se considerarem acima dos outros.

Não votarei num candidato que há poucos meses alinhava com todos os movimentos populistas, designadamente, no sector da saúde, chegando ao ridículo de alinhar e promover nacionalismos bacocos em relação à possibilidade das mulheres de Elvas irem fazer partos a Badajoz. Curiosamente quando conseguiram levar Correia de Campos, que foi um dos ministro mais competentes do governo anterior, fosse substituído por uma ministra “alegrista” nunca mais se ouviu uma voz, o que importa é que tudo fique na mesma, mesmo que para isso se mobilize a ignorância contra toda e qualquer reforma.
Não votarei num candidato que está fora do seu tempo, sem ideias e sem projectos, sempre disponível a surfar em vagas populistas e que nos últimos anos actuou mais em função da vaidade pessoal do que a pensar no país. As suas presenças ou ausências foram pautadas em função da projecção da sua imagem, apareceu quando lhe convinha, desapareceu quando lhe deu jeito.

O país carece de reformas, de uma revolução feita com gente deste tempo, gente que não sonha resolver os problemas do país com utopias e romantismos, gente que está disponível para compreender o mundo que nos rodeia em vez viver à espera que a desgraça colectiva dê razão de ser às suas utopias herdadas do século XIX.

Não votarei Cavaco Silva nem Manuel Alegre, são dois candidatos que insistem em que o país deve estar condicionado às suas ambições, um à direita e o outro à esquerda consideram que o povo e o país está em dívida com eles. São dois candidatos presidências que se esqueceram de se reformar e insistem em que o país seja gerido com base em princípios velhos, herdados das lutas de que foram grandes protagonistas, não perceberam que o mundo mudou, que as novas gerações não se reconhecem nos seus discursos.

O país carece de gente nova, de novos protagonismos, de novos ideais, de novos desafios. É preciso deixar que sejam as novas gerações a protagonizar a luta política, pondo fim a debates fora do tempo.

Como gastar o dinheiro da lei das finanças regionais na ilha da Madeira e do Porto Santo


Finalmente quem fazia figuras ridiculas saiu dos idolos 2009 portugal sic


No PPD/PSD Madeira em sempre assim! Tudo em Família!


E assim vai a liberdade no nosso Portugal










O Fim da Linha

Terça-feira dia 26 de Janeiro. Dia de Orçamento. O Primeiro-ministro José Sócrates, o Ministro de Estado Pedro Silva Pereira, o Ministro de Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão e um executivo de televisão encontraram-se à hora do almoço no restaurante de um hotel em Lisboa. Fui o epicentro da parte mais colérica de uma conversa claramente ouvida nas mesas em redor. Sem fazerem recato, fui publicamente referenciado como sendo mentalmente débil (“um louco”) a necessitar de (“ir para o manicómio”). Fui descrito como “um profissional impreparado”. Que injustiça. Eu, que dei aulas na Independente. A defunta alma mater de tanto saber em Portugal. Definiram-me como “um problema” que teria que ter “solução”. Houve, no restaurante, quem ficasse incomodado com a conversa e me tivesse feito chegar um registo. É fidedigno. Confirmei-o. Uma das minhas fontes para o aval da legitimidade do episódio comentou (por escrito): “(…) o PM tem qualidades e defeitos, entre os quais se inclui uma certa dificuldade para conviver com o jornalismo livre (…)”. É banal um jornalista cair no desagrado do poder. Há um grau de adversariedade que é essencial para fazer funcionar o sistema de colheita, retrato e análise da informação que circula num Estado. Sem essa dialéctica só há monólogos. Sem esse confronto só há Yes-Men cabeceando em redor de líderes do momento dizendo yes-coisas, seja qual for o absurdo que sejam chamados a validar. Sem contraditório os líderes ficam sem saber quem são, no meio das realidades construídas pelos bajuladores pagos. Isto é mau para qualquer sociedade. Em sociedades saudáveis os contraditórios são tidos em conta. Executivos saudáveis procuram-nos e distanciam-se dos executores acríticos venerandos e obrigados. Nas comunidades insalubres e nas lideranças decadentes os contraditórios são considerados ofensas, ultrajes e produtos de demência. Os críticos passam a ser “um problema” que exige “solução”. Portugal, com José Sócrates, Pedro Silva Pereira, Jorge Lacão e com o executivo de TV que os ouviu sem contraditar, tornou-se numa sociedade insalubre. Em 2010 o Primeiro-ministro já não tem tantos “problemas” nos media como tinha em 2009. O “problema” Manuela Moura Guedes desapareceu. O problema José Eduardo Moniz foi “solucionado”. O Jornal de Sexta da TVI passou a ser um jornal à sexta-feira e deixou de ser “um problema”. Foi-se o “problema” que era o Director do Público. Agora, que o “problema” Marcelo Rebelo de Sousa começou a ser resolvido na RTP, o Primeiro Ministro de Portugal, o Ministro de Estado e o Ministro dos Assuntos Parlamentares que tem a tutela da comunicação social abordam com um experiente executivo de TV, em dia de Orçamento, mais “um problema que tem que ser solucionado”. Eu. Que pervertido sentido de Estado. Que perigosa palhaçada.

Mário Crespo

Nota: Artigo originalmente redigido para ser publicacado hoje (1/2/2010) na imprensa.

Cartoon do dia.


Você sabia que?















O Governo Regional da Madeira não transferiu para a Câmara Municipal de Santa Cruz 9.725.277,64 euros de contratos-programa relativos a obras municipais, entre os anos de 2002 e 2008?

Você sabia que?
















O Governo Regional da Madeira não transferiu para a Câmara Municipal da Ribeira Brava 4.070.911,78 euros de contratos-programa relativos a obras municipais, entre os anos de 2002 e 2008?

O deputado do PSD, Guilherme Silva, disse à Lusa “um sinal de boa vontade do Governo para uma aproximação séria e de boa fé”.