quarta-feira, 11 de Novembro de 2009

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Lino abreu, braço-direito do Jaime Ramos no Conselho Empresarial da Madeira é deputado do CDS/PP

terça-feira, 10 de Novembro de 2009

SUICÍDIO - UM DESABAFO!













Ainda a semana passada tive conhecimento de um suicídio de um empresário com formação superior. Hoje, pela manhã, comunicaram-me outro, também empresário e com formação superior. Pessoas socialmente conhecidas e que chegam, rapidamente, ao nosso conhecimento.
Outros, nem deles se sabe, jovens e menos jovens, e quantos, pergunto, são salvos nos serviços de urgência. Esta auto-destruição da vida aflige-me e, certamente, aflige todos os que amam a vida. E o que é sensível por aí é o silêncio sobre este arrepiante drama, certamente, porque tem muito que se lhe diga.
A depressão, a melancolia, a grande tristeza, a desesperança e o pessimismo, entre múltiplas causas que aos especialistas compete identificar, deveriam ser motivo de análise e debate aberto, face a um quadro que me parece ser muito preocupante. Quem o comete está, obviamente, em grave e profunda depressão e, por isso mesmo, deveria estar sob vigilância, até porque os sinais ou tendências suicidas não surgem dia um dia para o outro. Mas a sociedade pouco se rala, individualista que é, tampouco quem governa entende serem necessárias adequadas políticas. Escreveu Morpheu: "(...) o suicídio é muitas vezes uma solução patológica para um angustiante problema que a pessoa considera intransponível, como o isolamento social, as dolorosas injustiças, ingratidões, maus tratos, violências psíquicas a vários níveis, um lar que se desfez durante a infância, situação altamente traumatizante, cuja ferida se arrasta numa dor insuportável e culmina mais tarde numa depressão gravemente patológica que conduz ao terminus da vida. É ainda, a consequência de uma doença física grave, o desemprego, a toxicodependência, o envelhecimento que não se aceita, etc.
Li que "90% dos suicídios se verificam em resultado de múltiplas doenças psíquicas ou psiquiátricas. Cerca de 15% dos suicidas sofrem de depressão, em que a desmotivação de vida é insuportável, e torna-se imbatível o não querer viver. Dir-se-á que a pessoa perdeu toda a capacidade energética e a vida deixou de ter o mínimo sentido ou interesse. Cerca de 7% sofre de dependência alcoólica".
Naqueles 15%, é convicção minha, encontram-se muitos que são a consequência da sociedade que estamos a construir. A sociedade do ter antes do ser, a sociedade da ambição sem limite, a sociedade das aparências, das festas, da vergonhosa ostentação, da competição com o outro embora sem meios para tal, a sociedade que também relega, não olha, castiga o eventualmente mais fraco atirando-o para a prateleira dos desprotegidos. É esta a sociedade que, de olhos vendados, constrói, alegremente, as armas da sua auto-destruição. E nem conta dá do tortuoso caminho que está a percorrer. É esta louca correria em que muitos embalam, sem o sentido da responsabilidade, do bom senso, da honradez, do passo de acordo com a perna, que conduz, paulatinamente, às insónias, a ansiedade, à angústia, às drogas sejam elas de que tipo forem e, finalmente, deduzo, à desesperança.

A este tipo de organização social digo, com firmeza, NÃO, OBRIGADO!
O desenvolvimento não é isto nem é para dar nisto. O desenvolvimento tem a ver com três dimensões inter-relacionadas:
a) Com uma dimensão económica, ligada à produção e distribuição dos bens;
b) Com uma dimensão social, ligada às condições de vida e com as desigualdades;
c) Com uma dimensão cultural, ligada, fundamentalmente, com o património num sentido lato, enquanto conjunto de capitais (capital social, económico, cultural e o simbólico).
Isto implica que a palavra desenvolvimento deva ser enquadrada no sentido endógeno e integrado, como resultado de considerações de ordem filosófica, ideológica e metodológica. São estes factores que entendo como os pressupostos que devem conduzir à contextualização do desenvolvimento.
Ora, não é isto que está a acontecer na nossa sociedade. Há uma clara inversão nas prioridades que começa no exemplo de quem governa (desperdício) e termina na família (apenas um exemplo) onde o carro topo de gama está primeiro que a casa enquanto abrigo. Um pouco por tudo isto, escrito ao correr do pensamento, temos a população idosa desesperada e sem alegria de viver (quandos deambulam pelos corredores dos hospitais e quantos acamados por aí andam sem condições mínimas de higiene, alimentação e de carinho), o promotor imobiliário aflito porque a sua aventura não encontra mercado, o empresário às voltas com os impostos e com a falta de receitas para os poder pagar, os desempregados onde cada mês falta mais mês, a violência doméstica a disparar, os jovens a desertar da sua terra, enfim, o que me aflige é que perante um quadro de extrema preocupação, não veja quem alerte, quem proponha a discussão, quem aponte caminhos, quem respeite a dignidade dos outros e quem trave esta onda de depressão colectiva em que aos poucos estamos a mergulhar.
Apenas um desabafo, porque desta matéria nada sei. Tão somente me preocupa!


PREÇO DE TABELA















Anda um número misterioso, cabalístico, no ar: 10.000 euros. Um saco de 20.000 de Godinho para Vara, agora, um cheque de 20.000 de Godinho para o CDS ( o Jacinto Leite Capelo Rego deve saber em que prateleira estão as notas...). É, pois, mister, procurarem, senhores agentes, molhos de dez, maços cintados de 20 com separador central, ou caixinhas de plástico nos supermercados, daquelas de tara fixa.

Na Escola Jaime Moniz A vencedora foi a Lista C que ganhou com uma diferença de 27 votos.


Na Escola Francisco Franco Lista D ganhou por maioria absoluta. Lista D – 254 votos, Lista B – 94votos e Lista A – 29 votos.





























A "face visível"


Ainda fico parvo como há gente que vota do Paulo Portas, deixam-se enganar com falinhas mansas e jogadas políticas.


Pecados Capitais






















ANTÓNIO CRUZ
ABCRUZ291@GMAIL.COM

Perdi-me completamente do meu país!
Já não reconheço o Portugal que me foi ensinado nas carteiras de madeira da escola primária que frequentei com brio e vontade de aprender.
Aprender os rios (onde hoje correm águas escuras e poluídas).
Aprender as serras (que hoje se apresentam queimadas pela ganância).
Aprender as cidades (que hoje pouco mais são que um aglomerado de cimento, criminalidade, insegurança, entrepostos de droga, caos e falta de identidade).
Aprender as ramificações ultramarinas que enchiam (tantas vezes mal) o orgulho do nosso povo e os cofres do Estado Novo.
Aprender o português.

Que hoje é gramaticalmente adulterado por imposição do “(des)acordo ortográfico para o qual não foi chamada a minha opinião, nem a de milhões de portugueses.
Confesso que hoje tenho dificuldade em reconhecer o meu país.
Não sei o que é feito do Zeca Afonso, do José Mário Branco, do Ary dos Santos. Porque não voltaram outros como eles.
Não sei o que é feito de Sá Carneiro, de Álvaro Cunhal, de Mário Soares. Porque não voltaram outros como eles.
Não sei o que é feito da Sophia Mello Breyner ou da Natália Correia. Porque não voltaram outras como elas.
Não sei o que é a selecção nacional de futebol. Porque está cada vez mais internacionalizada.
Já não me lembro do que é o escudo, essa moeda que representava tanta da História do meu Portugal.
Algures na década de 80 Portugal perdeu-se a caminho de um profundo e inevitável abismo. Por mor do cavaquismo, do guterrismo, do novo-riquismo.
Perdeu a capacidade de intervir. Perdeu a capacidade de ser autónomo e independente. Perdeu a capacidade de influenciar, se é que algum dia a teve…
Perdeu-se nas malhas dos interesses europeístas que não olham a meios para atingir fins.
Perderam-se os ideais cantados ao vento, que já não me traz boas notícias.
Já quase ninguém é solidário. Já quase ninguém põe os “pontos no iis”.
Já quase ninguém é corajoso e faz dessa arma uma bandeira de revolta, inquietude ou irreverência.
Portugal acomodou-se, abandonou-se e prostitui-se.
Entrou em apoplexia cívica, ética e moral.
Hoje já não existem políticos que galvanizem, que provoquem multidões, que sejam de esquerda ou de direita. É quase tudo ao centro…
Hoje impera o ciúme, a inveja, a desonestidade, a pasmaceira, o crime de colarinho branco-rosa-lilás.
Os portugueses afastaram-se de Portugal. Afastaram-se do humanismo, do altruísmo, do amor pelo próximo, da sensibilidade, do saber observar, do saber ouvir, do saber falar.
Hoje, o resultado, mostra-nos gente egoísta, gente insensível, gente desumana, gente indiferente.
Que carrega o infortúnio de ter nascido neste pedaço de terra. O tal jardim à beira-mar plantado. Hoje transformado em lixeira ou vazadouro de princípios. Tantas vezes escarrador de ocasião.
É por isso que Portugal é hoje um país maioritariamente de maus profissionais. De gente desalentada, desencantada, desajeitada, desconfiada, deseducada, desinformada.
É por isso que Portugal é hoje um país doente e podre na essência da sua raça.
É por isso que Portugal é hoje um país sem futuro.
Cujo desgraçado curriculum ostenta uma Casa Pia, um Apito Dourado, um Freeport, uma Face Oculta e tantos outros nomes feios que continuarão a surgir.
Porque está-nos na essência sermos assim. Desonestos, inimputáveis, arrogantes, soberbos, teoricamente maus! Definitivamente pobres de espírito.
Mas cada povo tem o que merece: políticos corruptos, empresários corruptos, dirigentes desportivos corruptos, religiosos corruptos, desportistas corruptos, profissionais de justiça corruptos, profissionais das forças policiais corruptos.
É esta a herança que irei deixar à pobre da minha filha.
Que continuarei a educar no sentido de deixar para trás este triste fado que foi o de nascer em Portugal. E de nele crescer.
E assim como eu existem tantos a educar as próximas gerações para a debandada geral.
Porque neste país já ninguém acredita. Apenas os que ainda sentem, porque afinal são filhos de boa gente!
Essa gente Lusitana que já os romanos diziam ser um povo ingovernável.

A Anedota do dia!

O secretário-geral do CDS, João Almeida, disse ao “Correio da Manhã”: “já falámos com a distrital de Aveiro e não conseguimos localizar os cheques”.


Será que o CDS/PP tem água para se lavar?


Por isso é que o Portas está tão caladinho.

‘Face Oculta’: Manuel Godinho financiou CDS-PP























Manuel Godinho, empresário no centro do processo face oculta, terá financiado o CDS quando Paulo Portas era líder do partido e candidato à Câmara de Lisboa, em 2001, com 20 mil euros, uma verba superior ao permitido na altura.


A notícia é avançada hoje pelo “Correio da Manhã” e pelo “Jornal de Notícias”, com os dois jornais a darem conta de que a “Face Oculta” chegou ao CDS.


A Polícia Judiciária de Aveiro, durante a investigação do ‘Face Oculta’, encontrou dois cheques oriundos da conta de Manuel Godinho, empresário que se encontra em Prisão Preventiva. Segundo o CM, estes totalizam cerca de 20 mil euros e foram enviados para o CDS-PP em Novembro e Dezembro de 2001, altura de eleições legislativas e quando Paulo Portas era candidato à Câmara de Lisboa e presidente do partido.


O mesmo jornal dá conta que há ainda um outro cheque de 10 mil euros para um então dirigente do CDS, Narana Coissoró, que já assumiu em entrevistas públicas ter sido advogado do empresário da sucata, após o negócio da Expo’98. “As autoridades põem tudo, no entanto, no mesmo rol e fazem a ligação ao partido em ambos os casos”, refere o CM.


O “Jornal de Notícias” dá conta que em 2001 as pessoas singulares só podiam dar, a cada partido, até 10 mil euros por ano.



O Vereador do PND tem razão quando defende a criação de mais parques de estacionamento para motas.







O quiosque que era famoso agora esta abandonado. Porque será?

segunda-feira, 9 de Novembro de 2009

Muro de Berlim em Portugal













Na entrada do Santuário, do lado sul, encontra-se um monumento constituído por um módulo de betão do Muro de Berlim (começado a construir na noite de 12 para 13 de Agosto de 1961 e demolido a partir de 9 de Novembro de 1989).

Esse bloco foi oferecido por intermédio do emigrante português na Alemanha, Sr. Virgílio Casimiro Ferreira, e aqui colocado como grata recordação da intervenção de Deus, prometida em Fátima, na queda do comunismo.

Pesa 2.600 quilos, mede 3,60m de altura e 1,20 metros de largura. O arranjo do monumento é do arquitecto J. Carlos Loureiro. Foi inaugurado em 13 de Agosto de 1994.

A razão de um dos dias mais bonitos do Século XX. A queda do muro de Berlim




domingo, 8 de Novembro de 2009

O contributo de João Paulo II para a queda do Muro de Berlim















Foi profética e providencial a eleição de um Papa polaco para a transformação da Europa e do mundo, diz reitor da Universidade Católica Portuguesa a propósito da passagem dos 20 anos da queda do Muro de Berlim.

João Paulo II não visava no seu pontificado a instauração de novos regimes, mas a salvaguarda da liberdade e da expansão livre da sociedade civil, sustenta Manuel Braga da Cruz, em entrevista à Renascença.



“O papel do Papa foi decisivo para que o movimento de resistência na Polónia não só aguentasse, mas crescesse”, afirma o historiador.


“O próprio Papa teve um papel decisivo porque, quando este movimento começou a tomar expressão, há claras ameaças de intervenção militar na Polónia e o Papa chega a ameaçar ir viver para a Polónia, no caso de haver uma intervenção militar soviética”, recorda.

Manuel Braga da Cruz enaltece o papel da Igreja Católica na resistência às ditaduras existentes na Europa de Leste, mas sublinha que “foi a própria sociedade desses países que começou a não conseguir viver naquele espartilho de forças que era o regime ditatorial em vigor nesses países”.


“A queda do muro de Berlim ocorre depois de importantes transformações dentro do bloco soviético, mas também noutras partes do mundo. Nós estávamos a assistir a sucessivas ondas de democratização no mundo e o que estava a acontecer no bloco soviético, nas sociedades de leste, era um processo de implosão política por desenvolvimento das sociedades”, diz o reitor da Universidade Católica Portuguesa.

A DEMOCRACIA. A CRISE E AS CRISES. ENFRENTAR A INDIFERENÇA














De regra aceitamos que o discurso de Péricles, pronunciado à beira do túmulo de um soldado da Guerra do Peloponeso, é a matriz do conceito da democracia ocidental. Todavia, Tucidedes, ao assegurar a memória do discurso do rival, afirma que de facto o governo de Atenas era o governo de um homem só. Ficou para sempre o conflito entre o princípio do governo de todos e a defesa da sede do poder. Esta defesa inspirou as exclusões, que na Declaração de Filadélfia se traduziram em excluir do direito à felicidade (Jefferson), os nativos, os escravos, os trabalhadores, as mulheres. A modelação do conceito de todos e da maioria levou à distinção entre: democracia – governo do povo, pelo povo, e para o povo (Lincoln); democracia popular – governo em favor da maioria de interessados pelo centralismo (soviético); democracia autoritária – governo dos interesses maiores, que unem as gerações passadas, presentes, e futuras. Foi o primeiro conceito que obteve supremacia na Carta da ONU e na sua Declaração de Direitos Humanos; a diversidade de regimes dos Estados membros levou à tolerância com os desvios e contradições, inspirados pela defesa da sede do poder (China). Esta defesa da sede do poder, na área directamente inspirada pelo discurso de Péricles, desviou para uma progressiva contra-democracia em curso, com quebra do valor da confiança na relação entre povo e aparelhos de governo. O respeito efectivo pelos Direitos Humanos tende para ser o padrão de referência e avaliação da distância entre a democracia e a realidade, inspirando acções correctoras da indiferença.

sábado, 7 de Novembro de 2009

A frase do dia.

"Dá me grande gozo saber que, por causa do PND Madeira, muitos andam a deitar-se e a levantar-se mal dispostos desde das Eleições Regionais de 2007"

Tomás Freitas - Fundador do Partido Nova Democracia

Recomenda-se vivamente uma leitura a esta entrevista de Gil Canha















































































sexta-feira, 6 de Novembro de 2009

Hoje dia 6 de Novembro. Santo do dia. BEATO ÁLVARES PEREIRA

O que ele disse ao DN-Madeira no dia 1 de Janeiro de 1996






"Tenho de reconhecer que o Dr. Baltasar Gonçalves deu uma identidade e uma doutrina ao CDS local. A partir de então. O CDS não tem sido mais do que o MDP/CDE do Partido Socialista"

PND propõe mais parques para motos










Gil Canha quer reforçar o estacionamento para motos.

O vereador eleito pelo PND à Câmara Municipal do Funchal defende a criação de mais parques de estacionamento para motas. A proposta foi ontem apresentada por Gil Canha na reunião ordinária da CMF e visa responder ao aumento do número de motos até 125cc que começaram a circular na cidade desde a entrada em vigor da nova lei que permite aos automobilistas com carta de condução da 'Categoria B' poderem conduzir veículos de duas rodas até 125cc ou 11Kw de potência.

Na opinião de Gil Canha a nova lei vem de encontro ao que tem sido defendido por vários países europeus e permite uma redução da poluição dentro das cidades. Contudo, sublinha Canha, "é preciso criar mais locais de estacionamento" na cidade de forma a evitar situações abusivas como as que se verificam nalguns pontos da cidade do Funchal, como o passeio junto ao Edifício 2000.

Nesse sentido Gil Canha defende a realização de um estudo que defina quais os locais onde devem ser criadas novas zonas de estacionamento. A proposta, segundo Gil Canha, mereceu alguma receptividade, daí estar esperançado na sua aprovação.

Óscar de Freitas Branco

Fonte: http://www.dnoticias.pt/Default.aspx?file_id=dn04010105061109&id_user==

quinta-feira, 5 de Novembro de 2009

É assim o Movimento Partido da Terra (Partido satélite do PPD/PSD Madeira)










José Gomes Nóbrega
Candidato pelo MPT à Junta de Freguesia de São Gonçalo

Porque razão o ex 34.º Deputado do PPD/PSD e Vereador pelo MPT em Câmara de Lobos continua a violar o Plano Director Municipal?







quarta-feira, 4 de Novembro de 2009

Procura-se legenda para esta foto.


Existem 60 sem-abrigo na Região? E os 1,8 milhões de euros que vão gastar com reformas e subsídios a ex-deputados.


É assim no regime jardinista!


o custo aproximado do Jornal da Madeira por leitor roda os 537,16 euros. E serve para isto!




terça-feira, 3 de Novembro de 2009

Recomenda-se este video


Fantochada















A sensação de ser dador de sangue






















Quero aqui deixar o meu testemunho real, que aliás começou por uma causa muito conhecida entre nós madeirenses, de um filho da nossa terra, o menino "Rodrigo", e aproveito para apresentar o meu pesar e o meu bem haja à luta diária, à força e dedicação dos seus pais pela sua sobrevivência, mas que muitas vezes essa luta tem um final menos feliz, mas que foi sem dúvida de louvar todo o empenho e esforço desses GRANDES PAIS.

O meu testemunho vem na sequência deste conhecido caso, quando pela primeira vez me inscrevi no Centro de Histocompatibilidade do Sul para dador de medula óssea, em Março de 2009. Este meu percurso começa no dia 29 de Maio de 2009, quando no Centro Hospitalar do Funchal pelas 9h30 da manhã me dirigi ao banco de sangue, onde encontrei duas enfermeiras extraordinárias, que vieram ao meu encontro, pois iria efectuar a recolha de sangue para efectuar as análises de caracterização da medula óssea e quando de repente me deparei com a sala de dadores de sangue.

Uma vez que me "tocou" todo aquele funcionamento e o porquê de existir este serviço (se assim se pode chamar), pois como é do conhecimento de todos, o sangue não se fabrica artificialmente, só o Ser Humano o pode dar. Como tal, o sangue existente nos serviços de sangue dos Hospitais depende diariamente de todos os que decidem dar sangue, de forma benévola e regular, partilhando um pouco da sua saúde com quem a perdeu.

De imediato pedi para me mostrarem as instalações, o seu funcionamento, os direitos e deveres de um dador, e logo de seguida uma enfermeira disponibilizou-se para me mostrar a sala, a pequena copa de apoio, o que realmente me impressionou, a sua comodidade e conforto que é dado aos utentes que estão ali a dar só cerca de 450ml de sangue o que poderá ajudar em muitas causas que um dia poderá servir também para nós ou algum nosso familiar.

Vendo o meu entusiasmo, a enfermeira que me acompanhava perguntou: " Não quer dar sangue?".

De imediato e quase sem hesitar, prontifiquei-me a ser "Dador de Sangue".

Quero aqui dizer que, desde o primeiro dia, tenho sido muito acarinhado por todos os profissionais de saúde que ali estão, desde médicos, enfermeiros, auxiliares e administrativos pela sua simpatia e carinho que nos transmitem, cada vez que vamos doar aquela pequena porção de sangue que para nós é pouco mas que será uma grande dádiva para muitos.

Sem dúvida que ganharam um dador que cada vez que se apresenta neste serviço do nosso Hospital sente uma enorme satisfação em fazê-lo, e tenho conseguido através da divulgação deste grande serviço levar outras pessoas até lá a fazerem o mesmo que eu fiz.

É uma sensação inexplicável, quando saímos do banco de sangue, a nossa auto-estima fica mais valorizada, devido à causa nobre que ali viemos fazer.

Este reconhecimento serve para evidenciar, junto da população em geral, o valor social e humano da dádiva de sangue, estimulando a sua prática e tornando mais conhecida a sua imprescindibilidade.

Um dador.

Carlos Bruno França Vasconcelos

Fonte:http://www.dnoticias.pt/Default.aspx?file_id=dn04010502031109&id_user=

segunda-feira, 2 de Novembro de 2009

Sindicato dos trabalhadores da contrução recebe dinheiro dos sócios para protecção jurídica só que depois manda os sócios para a Segurança Social



PND MADEIRA DEFENDE TRABALHADORES FRENTE AO TRIBUNAL DE TRABALHO

Lista D. A lista vencedora na Escola Francisco Franco




sexta-feira, 30 de Outubro de 2009

Recomenta se uma verdadeira leitura.




































































































































quinta-feira, 29 de Outubro de 2009

O que fazia o Jacinto "sem cinto" ao telemovel na altura da votacão da LFR?


Vitor Freitas era um verdadeiro Lider parlamentar. O actual é um " Palhaço".






















Os socialistas Carlos Pereira, Jaime Leandro e Luísa Mendonça abandonaram a sala antes da votação final global da proposta de alteração da lei das finanças das regiões autónomas.

Um gesto que traduz as grades divergências que este diploma criou na bancada do PS-M.

O deputado Bernardo Martins faltou ao plenário e Jacinto Serrão estava no exterior da sala a falar, ao telemóvel, com Bernardo Trindade. Serrão faz questão de referir que, se estivesse na sala, votaria a favor da lei. Assim, apenas João Carlos Gouveia e André Escótrico votaram.

A lei foi aprovada, com votos a favor de PSD, PS, PCP, CDS e MPT, abstenção do BE e voto contra do PND.

O PSD solicitou que seja feito o agendamento potestativo do diploma na Assembleia da República.

Para entrar em vigor em 2010, a lei das finanças regionais tem de ser aprovada antes do próximo Orçamento de Estado.

Deputado Municipal do Funchal eleito pela NOVA DEMOCRACIA é o mais novo da Madeira. Marco Tavares