quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Câmara do Funchal nega acusações do outro e avança com queixa na Justiça


COMUNICADO CMF - Sessão da Assembleia Legislativa Regional de 4 de janeiro

A Câmara Municipal do Funchal vem, por este meio, condenar, de forma veemente, as graves acusações e mentiras grosseiras proferidas hoje, em plenário da Assembleia Legislativa Regional, pelo deputado Gil Canha, segundo o qual o Município estaria a desviar verbas solidárias para fins de propaganda política.

A Câmara Municipal do Funchal vem repudiar formalmente estas declarações vergonhosas da parte de um deputado eleito, porque chegou a um ponto de dizer basta. Em Democracia não pode valer tudo e o que se tem assistido nos últimos meses na Assembleia Legislativa Regional, com acusações gratuitas, falsas e constantes à Autarquia, sem possibilidade de qualquer contraditório, atingiu hoje um limite. 

A Câmara Municipal do Funchal esclarece que, tal como já é do conhecimento público há alguns meses, foi aprovado um regulamento público para a distribuição dos donativos de pessoas e empresas à Conta Solidária do Município, criado no rescaldo imediato dos incêndios de agosto. A fórmula encontrada para ceder as verbas, e aprovada em Reunião de Câmara por unanimidade, passou por dividir o total de 170 mil euros em duas partes iguais: metade distribuída consoante a dimensão dos agregados familiares e outra metade consoante o seu rendimento per capita. 

O valor que serve de base para o cálculo do montante a atribuir a cada agregado familiar foi obtido com a divisão do valor pelo número total de 214 agregados afetados. Cada agregado receberá, assim, o valor correspondente ao seu rendimento per capita, acrescido do valor correspondente ao número de pessoas incluídas nesse mesmo agregado. Trata-se de um processo perfeitamente transparente, que já está em andamento e que vai assegurar a distribuição integral das verbas da Conta Solidária.

A Câmara Municipal do Funchal reitera que o apoio aos funchalenses que sofreram com os incêndios do passado Verão é uma questão verdadeiramente sensível, que todos os colaboradores na Autarquia levam muito a sério, e que a CMF está muito agradecida a todos aqueles que, de acordo com as suas possibilidades, muito ou pouco, quiseram ajudar. Não admitimos que esta questão se torne alvo de chicana eleitoral ou de qualquer jogo político baixo.

Dito isto, face às afirmações gravemente atentatórias do bom nome, honra e dignidade do Município do Funchal, bem como da credibilidade da Instituição perante os particulares e empresas afetadas, perante todos aqueles que contribuíram para o mitigar da situação, não restará outra alternativa senão proceder perante as instâncias judiciais criminais e cíveis competentes.

Gabinete de Apoio à Presidência da Câmara Municipal do Funchal

4 de janeiro, 2017

Não há navios para substituir o Lobo Marinho em janeiro mas governo promete intervir se houver necessidade. O mesmo Blá, blá e blá de sempre. Afinal o que mudou com a renovação do PPD/PSD Madeira?


quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

É assim que a Madeira é promovida pela TAP…






Nas ligações com a Madeira, A TAP cobra mais 50%, do preço que cobra nas viagens para os Açores! Somos assim tão especiais para ter que pagar assim tanto, TAP??
Somos assim tão ricos para nos chulares desta maneira? A Madeira deixou de fazer parte do território português, para as viagens serem tão caras? Ter que pagar 500€ por uma viagem de 1000km, quando uma de 1500km fica a metade do preço!?
Ter que pagar o dobro do preço de algumas viagens internacionais?????

terça-feira, 29 de novembro de 2016

13 .... apenas 13 deputados do PSD tiveram a ombridade e a coragem política de votar contra os votos de pesar pela morte de um crápula e de um assassino. Apenas 13 .... Os meus parabéns ao CDS que votou contra, com a excepção do Helder Amaral, claro, como sempre nestas coisas. Na foto em baixo o crápula na sua primeira fase, quando ainda assassinava artesanalmente


Que raio de partido é este PPD/PSD que não tem um candidato próprio...

Miguel Albuquerque anuciou que vai propor ao PSD/M que apoie a recandidatura do atual presidente da Câmara Municipal de São Vicente nas eleições autárquicas de 2017.

Um monstro chamado Fidel Castro. por Sebastião Bugalho

Vamos parar com a fantochada ou não? Fidel Castro não era um "comandante", um "líder", um "ícone" ou um "histórico". Era um ditador. Um tirano que prendia quem discordava dele e que se manteve no poder durante cinco décadas sem eleições.
O governo português do Partido Socialista diz que "devemos lamentar a morte" e que é "a História" que o julgará. O nosso ministro dos Negócios Estrangeiros diz que há "méritos e deméritos" em Fidel Castro. Aqui entre nós, adorava que ​o PS também conseguisse escapar ao maniqueísmo quando fala de política interna. Podia ser que Pedro Passos Coelho ​deixasse de​ ser​ um "neo-liberal austeritário" que destrói bancos.
Mas o espetáculo de hipocrisias proporcionado pela morte de Fidel Castro não ficou por aí. O Bloco de Esquerda considerou-o um "grande estadista". É inacreditável que​ a esquerda portuguesa, que gosta tanto de se promover como amiga da comunidade LGBT, venha ​louvar um senhor que enviou homossexuais para campos de reeducação forçada durante vinte anos. Foi isso mesmo que leu, caro leitor. Campos de reeducação forçada. Mas cá no burgo, somos todos arco-íris.  
O Partido Comunista Português lembrou Fidel pela sua "vida inteiramente consagrada aos ideais da liberdade, da paz e do socialismo". Bem, não se pode dizer "inteiramente", tendo em conta o íate, a ilha privada, os Rolex e a lagosta diária ao almoço. Gostava muito de ouvir Jerónimo Sousa tecer tamanhos elogios ao político português que ostentasse este estilo de vida. Talvez se Ricardo Salgado crescer uma barba consiga ​mais simpatias, ​não sei.
​Pior que a hipocrisia, é o à vontade com que se normalizam as homenagens ao que é anti-democrático. Em Inglaterra, o líder trabalhista Jeremy Corbyn elogiou Fidel por ter permanecido líder durante os mandatos de vários presidentes americanos. Ninguém deve ter explicado ao sr. Corbyn que na América os presidentes mudam devido ao facto de irem a votos.
Sobre os alegados feitos de um sistema de educação e saúde gratuitos, é interessante ver que do ano da revolução cubana até 1999 o PIB per capita mal cresceu e os níveis de bem-estar permaneceram ao nível do leste soviético. As taxa de literacia aumentou, é certo, ao contrário da possibilidade de escolher o que ler.
O que me intriga realmente é que a esquerda democrática – do menino bonito Trudeau, no Canadá, ao senhor pragmático Costa, em Portugal – insista em ignorar as atrocidades de Fidel, estando ao mesmo tempo tão incomodada com a eleição democrática de Donald Trump. Com que moral criticam o populismo de Trump se são incapazes de reconhecer um tirano como Castro?
A ironia suprema é o cubano ter falecido no nosso 25 de Novembro. O dia que este governo se recusa reconhecer como salvaguarda das liberdades e das instituições que permitem, entre outras coisas, que ele governe como governa. 
O PS de Mário Soares não esquecia o 25 de Novembro e certamente não se vestia de preto por um ditador comunista. O​ PS contemporâneo​, por outro lado, fez precisamente isso.
Hoje, não estou de luto por Fidel Castro. Estou de luto pela liberdade que os nossos representantes insistem em esquecer. 
Em Miami, centenas de famílias que fugiram do regime cubano saíram à rua para gritar Liberdade. Um correspondente escreve que "choram de alegria". Leio muita gente que devia fazer aqueles 145 quilómetros num bote. A ver se percebiam a diferença.​
 Fonte I

ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS DE 2009 – FUNCHAL (MADEIRA)