sexta-feira, 20 de Novembro de 2009

Capela da Nazaré ameaça ruir e está transformada em sala de chuto











Gil Canha vai abordar a questão na próxima reunião da autarquia do Funchal

Uma capela que ameaça ruir e está transformada numa sala de chuto, a denuncia partiu do PND que esteve esta manhã na capela da Nazaré.

Gil Canha, vereador do PND na Câmara do Funchal, promete levar o caso à próxima reunião do executivo camarário onde vai propor a criação de um subsídio de urgência para a colocação de gradeamento e proceder a obras no telhado.

O PND critica os "milhões atribuídos" para a construção de novas igrejas e acusa o Governo de esquecer o património.

GF

Capela de Nossa Senhora da Nazaré














Edificada no ano de 1627 por Martim Vaz de Caires, ostenta um portal característico do século XVII e guarda no interior uma bela talha barroca e paredes forradas a azulejos figurativos azuis e brancos, do século XVIII. (Imóvel de Interesse Público), serviu de sede paroquial à PARÓQUIA DA NAZARÉ desde Janeiro de 1961 até a Dedicação da lgreja Paroquial (15 12 2002). Foi seu primeiro pároco o Revdo Padre Manuel da Encarnação Gama, a quem sucederam os Revdos Padres Eduardo de Freitas Nascimento, João Francisco Dias e José Fiel de Sousa (in solidum), João Francisco Dias, José Anastácio de Gouveia Alves e Marcos Paulo de Abreu Pinto.


Localização
Caminho Avista Navios - Funchal
9000-129 FUNCHAL
Distrito: Ilha da Madeira
Concelho: Funchal

Freguesia: São Martinho



Comentários recebidos no Política Pura e Dura sobre "EMPRESA PÚBLICA MAS QUE É UMA EMPRESA FAMILIAR."















1.º Comentário:

EMPRESA MAFIOSA TUDO ISTO É UM GRANDE VERDADE .A GORDA DA PATRÍCIA MORGADO É COMADRE DA ENGENHEIRA , CUNHAS É A VIDA . É SÓ MÁFIA E CUNHAS . OS ESCRAVOS COMO EU TRABALHAM, OS AMIGOS E CONHECIDOS FAZEM O QUE QUEREM E MUITO BEM ENTENDEM . NO FACISMO É MESMO ASSIM . DEUS AJUDE QUEM PUBLICOU ESTA GRANDE VERDADE !


2.º Comentário

ANTIGA EMPRESA QUE EXPLORAVA A ETZL ( ESTAÇÃO DE TRANSFERÊNCIA E TRIAGEM DA ZONA LESTE PORTO NOVO ) DERIGIDA PELO PEDRO JARDIM FILHO DO ALBERTO DAS FESTAS .DEIXA CALOTE NOS TRABALHADORES NÃO PAGOU AS INDEMINIZAÇÔES DE FIM DE CONTRATO NEM O SUBSÍDIO DE NATAL TODOS OS TRABALHADORES FICARAM A ARDER . A EMPRESA DE NOME TTRM ( TRIAGEM E TRANFERÊNCIA DE RESÍDUOS DE MADEIRA ) DE CONSÓRCIO DE SOMAGUES AFAS E POR AÍ DIANTE .RESUMINDO E CONCLUINDO A MÁFIA DO LIXO

PND - Túnel na Madalena do Mar tira água aos agricultores.

















A nova via de acesso em túnel da Madalena do Mar à Calheta que está a ser construído naquela zona terá contribuído para que os agricultores tenham deixado de ter água de rega que, antes, corria até às fajãs com plantação de bananeira. A denúncia foi feita pelo Partido da Nova da Democracia, cujo porta-voz nesta iniciativa, José Manuel Coelho, salientou que o problema surgiu há algumas semanas e culpa a Secretaria do Equipamento Social. "O Governo Regional, para satisfazer os interesses económicos dos grandes empresários do regime, decidiu fazer um túnel, em tempo de crise e numa zona que não era necessário, uma vez que já existia outro que servia bem a população", acusa.


(Com a devida vénia ao Diário de Notícias - Madeira)

quinta-feira, 19 de Novembro de 2009

Incidentes na inauguração reportados ao Ministério Público.











Manuel Félix tem consciência que pode incorrer na alçada disciplinar da PSP


2 de Outubro de 2009. Inauguração da via expresso para o Porto do Funchal. Confrontos obrigam à presença da BIR. Populares irritam-se com o PND. Jardim contesta inacção da PSP e acusa o Comando Regional de estar sob "o controlo de Lisboa" e de não o proteger convenientemente nos actos públicos.

14 de Outubro de 2009. O DIÁRIO dá conta que um agente, natural do continente, pediu transferência para fora da Região, por entender não haver condições para exercer as funções policiais numa Região onde o Governo ofende a honra, a dignidade e a imparcialidade dos homens e mulheres que cumprem serviço no Comando Regional da PSP.

Segundo conseguimos apurar, neste momento, a Direcção Nacional da PSP tem em mãos mais dois casos com argumentos semelhantes. Meteram 'os papéis' para a transferência e aguardam decisão cumprindo cá as suas funções. Os casos estão em apreciação, em Lisboa.

Félix de consciência tranquila

O comissário aposentado, Manuel Félix diz-se "de consciência tranquila". Até este momento não foi chamado a prestar depoimento nem ao Ministério Público (MP) nem à PSP. Tem "consciência" que pode incorrer na alçada disciplinar da PSP mas aguarda para se defender nas instâncias apropriadas.

Tem para si que não faltou ao respeito a ninguém, não agrediu ninguém, não envergonhou o nome da corporação da PSP à qual se dedicou "de alma e coração" durante 36 anos e meio e aguarda serenamente o desenrolar do processo. "O que tiver de acontecer acontece", disse.

Segundo o regulamento disciplinar da PSP, considera-se infracção disciplinar o acto, ainda que meramente culposo, praticado com violação de algum dos deveres, gerais ou especiais, decorrentes da função que exerce. E entre os deveres gerais conta-se a isenção, zelo, obediência, lealdade, correcção e aprumo.

A falta disciplinar pode consistir na acção adequada a produzi-lo ou na omissão do dever de evitá-la.

Mais diz o regulamento que o pessoal ao serviço da PSP deve actuar de forma rigorosamente apartidária, constituir exemplo de respeito pela legalidade democrática e pautar a sua conduta, no desempenho das suas funções, por critérios de imparcialidade, isenção e objectividade. E mais, deve, em todas as circunstâncias, designadamente em actos públicos, conservar rigorosa neutralidade política. O dever de correcção passa por usar de moderação e compreensão para com as pessoas que se lhes dirijam, não esquecendo, especialmente em situações difíceis, que a firmeza e a decisão não podem excluir a urbanidade e a prudência.

Manuel Félix considera que todos (inclusive o PND) têm o direito de se manifestarem livremente. O que não podem fazer é estragar uma cerimónia e uma obra (via-expresso para o porto do Funchal) que levou dois anos a ser construída com sacrif´cios para que a festa terminasse em beleza.

Revela que a associação do seu nome aos acontecimentos só aparece porque é ex-oficial da PSP e que basta analisar as imagens da RTP-Madeira para verificar que só reagiu por estar a ser "ostensivamente" filmado. "Acho que aquelas pessoas não tinham o direito de me estar a filmar ali", rematou.

Félix incorre em... 'corte' na reforma

Segundo o Regulamento Disciplinar da PSP, mesmo os polícias aposentados (caso de Manuel Félix) estão sujeitos à alçada disciplinar. O artigo 26.º diz que relativamente a funcionários e agentes aposentados: a pena de suspensão é substituída pela de multa, que não poderá exceder o quantitativo correspondente a 20 dias de pensão; a pena de aposentação compulsiva será substituída pela perda do direito à pensão pelo período de três anos; a pena de demissão será substituída pela perda do direito à pensão pelo período de quatro anos. Estas penas substituem as de repreensão verbal; repreensão escrita; multa até 30 dias; suspensão de 20 a 120 dias; suspensão de 121 a 240 dias; aposentação compulsiva; ou demissão aplicadas a agentes no activo.

'Bocas' não são, por si só, motivo válido

As 'bocas' de Jardim à PSP não são, por si só, fundamento regulamentar para os agentes pedirem transferência para outras unidades territoriais. Por mais discriminatórias que sejam não são motivo "válido", por si, para o pedido de transferência, nem tal está tipificado.

É essa a leitura do presidente do Sindicato de Profissionais de Polícia (SPP/PSP), António Cartaxo para quem os desabafos de circunstância de Jardim entram na ponderação apenas como "peso social".

As normas relativas à colocação e transferência de agentes passam pelo Departamento de Recursos Humanos da PSP que, segundo a portaria n.º 383/2008, deve "assegurar a sua aplicação uniforme em todas as unidades e subunidades de polícia".

À luz das regras internas, tais pedidos de transferência não são urgentes pelo que entram na escala ordinária das vagas disponíveis no comando territorial para o qual o agente pediu transferência.

Só são urgentes (excepcionais) os pedidos de transferência que passam pela protecção à família (caso de doença, por exemplo) ou para preencher vagas muito específicas a título logístico. E mesmo esses têm um carácter temporário podendo ser renováveis. Para todos os demais a transferência obedece à escala ordinária e estão sujeitas às vagas disponíveis.

Já o dirigente da Associação Sócio-Profissional de Polícia (ASPP/PSP), Jorge Silva reitera a censura às palavras de Jardim, porque vindas de alguém que devia ser o primeiro a dar o exemplo e contribuir para a manutenção da calma e da ordem.

Emanuel Silva

Recomenda-se este video

Obras na Assembleia são no valor de 1.800.000,00 euros.
















Hoje choveu no Conselho de Governo

Recordar é Viver




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Ilha da Madeira do Jaime Ramos, Sousas, António Henriques, AFA, Carlos Pereira (CSM) e Companhia Lda

quarta-feira, 18 de Novembro de 2009

Secretário da CEP comenta questão dos casamentos homossexuais






















Qualquer governo ou partido político tem todo o direito e autonomia para propor iniciativas que julgue mais convenientes para solucionar os problemas da sociedade, do país, para promover a justiça e a igualdade.

Parece‑me, contudo, desproporcionado que o partido do governo se fixe neste assunto dos casamentos homossexuais, quando há tantos problemas graves e gritantes na nossa sociedade actual, como seja a crise financeira e económica que está afectando gravemente as famílias e as empresas. Além do mais esta iniciativa, em vez de unir os portugueses para resolver os reais problemas do país, será seguramente um forte factor de divisão, fracturante como se diz. Dá, pois, a impressão de que se trata de uma distracção dos reais e mesmo clamorosos problemas que atingem algumas faixas sociais mais desfavorecidas.

Penso que todos nós esperamos dos partidos em geral e mais ainda do partido do governo, iniciativas que ajudem a resolver o «Inverno demográfico» por que passa a nossa sociedade, com o envelhecimento progressivo da população, dada a baixíssima taxa de natalidade; todos nós esperamos que o governo proteja a estabilidade da família e ajude a que os casais possam ter os filhos que desejam e não se sintam forçados a uma drástica limitação da natalidade por falta de ajudas sociais. Há países em que ter mais que um filho, significa quase ter um novo ordenado.

Digo isto sem nada que se pareça com discriminação em relação aos homossexuais. Todos, pelo facto de serem pessoas, merecem o nosso integral respeito e atenção, independentemente da orientação sexual, da raça, da ideologia ou do credo. A Igreja, seguindo os passos de Jesus, promove o respeito e acolhimento de todos, também dos homossexuais. Mas a justíssima causa de abolir as discriminações não pode justificar tudo. É que a nossa estrutural identidade é um valor a cultivar. A identidade não é uma questão de opção. Eu não sou homem ou mulher por escolha. Eu também sou o meu corpo e com ele devo aprofundar a minha identidade psicológica, afectiva, relacional. Parece‑me ser um grave erro antropológico equiparar uma união homossexual ao casamento e à família. A família é um património fundamental da humanidade que não pode ficar à mercê das disposições de qualquer campanha ocasional, em consonância com modas que pisam as fronteiras de algo que é não é substituível por qualquer outro tipo de relacionamento e união.

Estou‑me a recordar do caso da Inglaterra que encontrou um quadro legal para uma união estável de duas pessoas do mesmo sexo, com certos direitos por exemplo a nível dos impostos e das heranças. Fez tudo isto, mas sem dar o nome e o estatuto de «casamento» e de «família». Espero que o bom senso acabe por prevalecer, no respeito de todos, mas sobretudo da célula fundamental da sociedade que é a família, que não se pode reinventar a nosso gosto.


P. Manuel Morujão, SJ – secretário da Conferência Episcopal Portuguesa

terça-feira, 17 de Novembro de 2009

Recomenda se uma leitura ao melhor mensário sério e cruel









































































































































MAIS UMA DO ALBERTO














«Alberto João Jardim diz não estar interessado em saber o que se passa na "Sicília hispânica" quando questionado sobre o caso "Face Oculta".

"Eu estou preocupado e empenhado é com o povo madeirense e com a Madeira, o que se passa na Sicília hispânica é um problema daquela gente que eu não tenho nada com isso, nem quero saber daquilo para nada", declarou.

Alberto João Jardim fez esta observação no final de uma reunião do Governo Regional com a Câmara Municipal de Santa Cruz para programar as obras no concelho. » [Jornal de Notícias]

Parecer:
O homem mete nojo.

Despacho do Director-Geral do Palheiro:
«Vomite-se.»

Com a devida Vénia: http://jumento.blogspot.com/

Será que o PCP já investigou por que é que o PARTIDO NOVA DEMOCRACIA teve mais votos na Madeira?


Este "mercado da cidade" fechou com a entrada do Vereador do PARTIDO DA NOVA DEMOCRACIA.


Recomenda se uma leitura " As diabruras de Félix"


segunda-feira, 16 de Novembro de 2009

Alguém me consegue explicar isto?













Porque razão o PARTIDO NOVA DEMOCRACIA teve mais 796 votos que o PCP para Câmara Municipal do Funchal?


Porque razão o PARTIDO NOVA DEMOCRACIA elegeu o 7.º Vereador e o PCP o 11.º Vereador (o ultimo) para a Câmara Municipal do Funchal?


Porque razão o PARTIDO NOVA DEMOCRACIA teve mais 810 votos que o PCP para Assembleia Municipal do Funchal?


Porque razão o PARTIDO NOVA DEMOCRACIA elegeu os 8.º 19.º e 29.º Deputado Municipal e o PCP elegeu só dois o 10.º e o 22.º Deputado Municipal para Assembleia Municipal do Funchal?


Porque razão o PARTIDO NOVA DEMOCRACIA ficou a frente PCP nos resultados eleitorais para Câmara Municipal de Câmara de Lobos?


Porque razão o PARTIDO NOVA DEMOCRACIA ficou a frente PCP nos resultados eleitorais para Assembleia Municipal de Câmara de Lobos?

Porque razão o PARTIDO NOVA DEMOCRACIA elegeu um Deputado na Assembleia de Freguesia de Câmara de Lobos e o PCP não?

EMPRESA QUE DEVIA SER UMA EMPRESA PÚBLICA MAS NESTE MOMENTO E UMA EMPRESA FAMILIAR.















O QUADRO DA EMPRESA:

1º DIRECTORA DÉRCIA SANTOS

2º ENCARREGADO - VALTER SANTOS ( IRMÃO DA DIRECTORA)

3º SECRETÁRIA - PATRICIA MORGADO ( COMADRE EM GRANDE AMIGA DA DIRECTORA)

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Fonte: Cartoon do "Garajau"

domingo, 15 de Novembro de 2009

Não é o Homem que decide É DEUS quem decide quem é homem e quem é mulher Se as selvas tropicais merecem a nossa protecção,o homem merece-a muito mais





















Bento XVI

Comunicado do PGR na íntegra
















Face à divulgação pela Comunicação Social de notícias provenientes de várias fontes sobre as escutas ocorridas no processo conhecido como "Face Oculta" e tendo em conta a contínua violação do segredo de justiça e o alarme social que esta situação está a causar, impõe-se esclarecer o seguinte:

1º Em 26 de Junho e em 3 de Julho do corrente ano foram recebidas na Procuradoria-Geral da República duas certidões remetidas pelo Departamento de Investigação e Acção Penal de Aveiro, entregues pelo Procurador-Geral Distrital de Coimbra e extraídas do processo conhecido por "Face Oculta", acompanhadas de vinte e três CD's, contendo escutas;

2º Em seis das escutas transcritas intervinha o Primeiro-Ministro;

3º No despacho do Senhor Procurador Coordenador do DIAP de Aveiro e no despacho do Senhor Juiz de Instrução Criminal sustentava-se que existiam indícios da prática de um crime de atentado ao Estado de Direito;

4º Após cuidada análise das certidões, o Procurador-Geral da República, em 23 de Julho de 2009, não obstante considerar que não existiam indícios probatórios que levassem à instauração de procedimento criminal, remeteu ao Senhor Presidente do Supremo Tribunal de Justiça as certidões em causa, suscitando a questão da validade dos actos processuais relativos à intercepção, gravação e transcrição das referidas seis conversações/comunicações em causa;

5º Em 4 de Agosto foram entregues ao Senhor Presidente do STJ as referidas certidões e respectivos CD's;

6º Por despacho de 3 de Setembro de 2009 o Senhor Presidente do STJ, no exercício de competência própria e exclusiva, julgou nulo o despacho do Juiz de Instrução Criminal que autorizou e validou a extracção de cópias das gravações relativas aos produtos em causa e não validou a gravação e transcrição de tais produtos, ordenando a destruição de todos os suportes a eles respeitantes;

7º Em 24 de Julho, foram recebidas mais duas certidões acompanhadas de dez CD's, em 10 de Setembro mais duas certidões acompanhadas de cinco CD's, em 9 de Outubro uma certidão com dois CD's e em 2 de Novembro outra certidão;

8º Em 2 de Novembro foram ainda recebidas mais quatro certidões, acompanhadas de cento e quarenta e seis CD's;

9º Por despacho de 30 de Outubro, o Procurador-Geral da República enviou ao Procurador-Geral Distrital de Coimbra um despacho em que:
a) Se solicitava a remessa de informações e elementos complementares em relação às certidões recebidas;
b) Se remetia certidão da decisão do Presidente do STJ, solicitando-se a promoção de diligências para o cumprimento do despacho por ele proferido;
10º Em 13 de Novembro, pelas 18h 30m, o Procurador-Geral Distrital de Coimbra entregou pessoalmente ao Procurador-Geral da República os elementos solicitados;

11º Esses elementos complementares contêm relatórios de cento de quarenta e seis conversações/comunicações, sendo que cinco respeitam ao Primeiro-Ministro;

12º Após análise global será, até ao fim da próxima semana, proferida uma decisão;

13º Saliente-se que, contrariamente ao que alguma comunicação social tem noticiado, seguiram-se todos os procedimentos normais, sem qualquer demora (como se vê das datas referidas), e que entre o Procurador-Geral da República e o Presidente do Supremo Tribunal de Justiça existiu completa concordância no que respeita ao caso concreto;
14º O Procurador-Geral da República reafirma, tal como sempre o fez, que ninguém, designadamente políticos, poderá ser beneficiado em função do cargo que ocupa, como não poderá ser prejudicado em função desse mesmo cargo, devendo a lei ser aplicada de forma igual para todos.

" Querido..." Deixem me rir !










A estrelinha da sorte
Aquela Rafaela é uma pestezinha! Primeiro deixou pelo beicinho o padre Martins de Machico que a tratou por estrelinha.
Depois foi o caso de ter dito a plenos pulmões que as mulheres madeirenses sabiam que o casamento é para procriar.
Mais recentemente chamou querido ao deputado Lino Abreu, do CDS, em plena sessão parlamentar, deixando o adversário mais vermelho que um comunista.
Agora deu-lhe para dizer que Sócrates não tem casos amorosos porque até defende o casamento gay. Cada uma melhor que a outra.
Este Planeta nota com agrado que a deputada Rafaela está na flor da idade, cheia de sangue na guelra. Só que ainda não lhe nasceram aqueles dentinhos...

Hoje dia 15 de Novembro, celebração do Dia Mundial em Memória das Vítimas da Estrada

sábado, 14 de Novembro de 2009

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ROBERT ENKE





















CAMPEÃO
Ler também "Ganhar e Perder", pelo João Gonçalves, no Portugal dos Pequeninos. Videos aqui, n' A Bola.

António Guterres é o único português entre os 67 mais poderosos do mundo











Obama, Hu Jintao e Putin estão no topo da tabela da revista Forbes

O antigo primeiro-ministro português António Guterres, que actualmente lidera o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) é o 64.º homem mais poderoso do mundo, segundo uma lista de 67 personalidades divulgada pela revista Forbes. A nova tabela, que inclui chefes de Estado, criminosos, dirigentes religiosos, empresários e filantropos, entre outros, mede antes de mais a influência que um restrito número de pessoas tem no mundo, nos cerca de 6,7 mil milhões de habitantes do planeta, representando cada um 100 milhões de pessoas.

Os três primeiros lugares desta tabela da Forbes são ocupados respectivamente por Barack Obama, Hu Jintao e Vladimir Putin.

Na lista dos 67 mais poderosos do mundo figuram 16 europeus, entre os quais o português António Guterres, que aparece à frente de Mark John Thompson, director-geral da BBC, Klaus Schwab, fundador do Fórum de Davos e Hugo Chavez, Presidente da Venezuela.

O Presidente venezuelano, último da tabela, é um dos cinco latino-americanos seleccionados como os mais poderosos do mundo.Os outros são Carlos Slim (em sexto lugar), Lula da Silva (33) Joaquim Guzmán (41) e Blairo Maggi do império com o mesmo nome (62).

Mas quem é Joaquín Guzmán ou o que é que fez para figurar entre os mais poderosos do mundo? Denominado "El Chapo", é o chefe mais famoso do narcotráfico, líder do cartel de Sinaloa, que aparece também na lista da Forbes dos mutimilionários que têm pelo menos mil milhões de dólares.

A pesar de ter dúvidas quanto à inclusão na lista de alegados terroristas - Osama bin Laden aparece no lugar 37 - a Forbes acabou por aceitar a ideia, tendo estabelecido a lista com base em quatro parámetros: a influência de cada um em milhões de pessoas: os recursos financieros que controlam; a capacidade de poder em várias esferas e a capacidade de exercer activamente esse poder.

Na lista aparecem, por isso, políticos, empresários, banqueiros, dirigentes religiosos - o Papa Bento XVI é o número 11 - e gente ligada aos "media" (Oprah Winfrey está no lugar 45 e William Keller, director do The New York Times, em 51).

Muitos dos nomes que aparecem na lista são óbvios, mas outros nem tanto, como é o caso de Bill Clinton (31).

No entanto, o mais curioso desta lista é o lugar conseguido por cada um dos seleccionados: por exemplo, Sergey Brin e Larry Page, co-fundadores do google ocupam o quinto lugar, atrás de Ben Bernanke (4) e à frente de Rupert Murdoch (7), Bill Gates (10) e Warren Buffet (14).Entre os europeus, a maior humilhação terá sido sentida pelo Presidente da França, Nicolas Sarkozy, no lugar 56, muito atrás do primeiro-ministro italiano Silvio Berlusconi (12) , que aparece à frente de Angela Merkel (15), Jean Claude Trichet (25), Gordon Brown (29), Dmitri Medvédev e Dominique Strauss-Kahn (47).
Fonte :Lusa

sexta-feira, 13 de Novembro de 2009

Casamento homossexual ameaça a sociedade











O porta-voz da Conferência Episcopal Portuguesa acusa os proponentes do casamento entre homossexuais de levarem a cabo uma engenharia ideológica que pode abalar a estrutura-base da sociedade.

O padre Manuel Morujão afirma que é a família, enquanto instituição, que está sob ameaça e considera que esta iniciativa, alegadamente igualitária, representa uma ofensa ao verdadeiro casamento “O casamento é uma instituição única e sem parceiros a esse nível, por isso introduzir um estatuto de casamento, como ou sem possibilidade de adoptarem crianças, é uma ofensa ao verdadeiro casamento. A família é a célula estrutural da sociedade, e esta desmoronar-se-ia sem as famílias, basta olhar para a nossa experiência", avisa o Pe. Manuel Morujão.

O Porta-voz da CEP recusa ainda a ideia de esta ser uma medida inofensiva: "Sendo um ponto tão delicado, em que está em causa a estruturação da sociedade, não é uma decisão inócua, não se trata de uma causa progressista, mas há aqui uma certa engenharia ideológica que tem conclusões funestas a nível antropológico” Declarações do porta-voz dos bispos portugueses, que continuam reunidos em assembleia plenária em Fátima, onde aprovaram hoje uma nota pastoral com o título "Cuidar da Vida até á Morte”.

Um documento em que é recusada a eutanásia e que reflecte ainda sobre o chamado o testamento vital.


PND pondera queixa a Pinto Monteiro


















A reunião de vereadores da Câmara Municipal do Funchal, realizada ontem, 'aqueceu', com o PND a levantar questões sobre duas situações que ainda podem dar que falar.

O primeiro, sobre a dificuldade de acesso dos vereadores da oposição a informação camarária. O segundo, de cariz mais técnico, Gil Canha alertou o PSD, PS e CDU para não aprovarem a alteração de um loteamento em Santo António, que poderá violar o Plano Director Municipal do Funchal. Caso contrário, fará queixa no Ministério Público.

Após a reunião, Gil Canha realizou uma conferência de imprensa para falar sobre os dois assuntos. O vice-presidente da CMF, Bruno Pereira, que presidiu à sessão desta semana, aproveitou a presença da comunicação social para responder.

O vereador do Partido da Nova Democracia diz que não tem cabimento que um eleito tenha de pedir ao presidente da Câmara uma autorização, por escrito, para aceder a qualquer documentação que lhe possa servir de base aos trabalhos nas reuniões. E alega estar protegido pelo Estatuto dos Eleitos Locais.

Sobre esta questão, Bruno Pereira refere que em nenhuma outra vereação este procedimento foi posto em causa. E escuda-se na Lei 169/99 (artigo 68º, nº 1), sobre as competências do presidente da câmara, que garante um prazo de 10 dias para resposta a pedidos de informação.

Para o social-democrata, basta uma nota interna informal para requerer determinada informação. Quanto ao outro caso, Gil Canha votou contra a alteração de um loteamento que pretende construção de moradias em banda na Terra Chã, quando o PDM só permite habitações isoladas naquela zona. "Se esta alteração de loteamento vier a ser aprovada, apresentarei queixa ao MP junto do Tribunal Administrativo e Fiscal do Funchal, com conhecimento para o Procurador Geral da República", Pinto Monteiro.

Bruno Pereira argumenta que os políticos decidem com base em pareceres técnicos e jurídicos. "Neste caso, há um vereador que está a dar um passo em frente. É uma conduta que fica com quem a toma, pois é uma tentativa de judicializar o processo político. Isto é fazer queixinhas e servir de denunciador de um assunto político".

quinta-feira, 12 de Novembro de 2009

Projecto em Santo António viola PDM










Uma posição do vereador do PND que ameaça levar o caso ao Tribunal Administrativo do Funchal

O vereador do PND à Câmara Municipal do Funchal manifestou-se hoje contra as alterações ao projecto de uma urbanização em Santo António. De acordo com Gil Canha o Plano Director Municipal prevê para o local casas térreas e não a construção de casas geminadas conforme o aprovado pela autarquia.

Assumida a posição, o vereador admitiu apresentar o caso ao Tribunal Administrativo do Funchal com o conhecimento do Procurador Geral da República...
Fonte: DN Madeira

ERC considera negativa a ausência, na RTPMadeira, no programa Debate Político, de representantes de partidos com representação parlamentar - PND









Disponível para consulta:Projecto de Deliberação sobre pluralismo político-partidário no serviço público de televisão

Será que Carlos Pereira vai emprestar 5 milhões de euros ao Marítimo para pagar á AFA?

"Nunca alguma pessoal notável foi para a Cadeia"

Será que ele já deixou de estar penhorado?






















"Segundo o semanário Sol, uma das empresas que gere a Quinta do Arco não pagou uma dívida de cerca de seis mil euros de IVA às finanças e por isso foram objectivo de penhora alguns terrenos onde esta instalada essa unidade de turismo rural"

quarta-feira, 11 de Novembro de 2009

Deus é misericordioso
















ANTÓNIO BAGÃO FÉLIX

Não sou apreciador da escrita de José Saramago, mas não desconsidero a sua obra literária.Como autor e cidadão, José Saramago tem todo o direito de exprimir as suas ideias sobre tudo e mais alguma coisa.E, naturalmente, de expressar com clareza, frontalidade e liberdade o seu ateísmo militante. Seja nos seus livros, seja nos seus ditos.Mas para se ser respeitado nas suas opiniões, é preciso ter-se a inteligência, a razoabilidade e a prudência de se dar ao respeito.Uma coisa é Saramago defender o seu pensamento livre. Outra é o modo como o faz. Com acidez arrogância, intolerância e sectarismo extremos.Pretensamente auto-dotado de uma superioridade intelectual e moral desde que foi galardoado com o Nobel acha-se pateticamente acima dos outros. Por isso, não argumenta, agride. Não opina, sentencia. Não confronta, insulta. Não esclarece, obscurece. Não convoca, provoca. Não fundamenta, opta pelo fundamentalismo.O curioso é que, depois de tudo o que diz e escreve com a liberdade de que, aliás, felizmente dispõe, estranha as posições de quem o confronta. Nada que me espante, sabendo-se do modo como tratava os "delitos de opinião", por exemplo, quando foi director de um jornal...José Saramago é um paradoxo: é religiosamente anti-religioso. O seu proselitismo é a expressão de uma nova moda religiosa: o ateísmo pretensamente humanista.Saramago acaba de editar mais um livro e aproveita a ocasião para um diktat gratuito tão ao seu gosto pessoal. A Deus tudo culpa, a Deus chama tudo o que de mal possa haver, ao mesmo tempo que diz não existir. Em que ficamos??A Bíblia, para ele, é um manual de maus costumes e um catálogo de crueldades, num recorrente certificado de menoridade antropológica do próprio homem. Não percebe que a Bíblia (e sobretudo o Antigo Testamento) é também a história da condição humana feita de luz e de sombras, do bem e do mal que coexistem por conta da liberdade humana. Deus não nos fez robots. Logo a seguir a Caim e Abel, Deus diz "Meu espírito não se responsabilizará indefinidamente pelo homem" (Génesis 6,3).Saramago olha para a Bíblia e interpreta-a rudemente à letra, sem contextualização, como se estivesse a ser escrita agora. Só lhe falta um Deus a comunicar por telemóvel.Saramago odeia visceral e mefistofelicamente a ideia de Deus e dos Livros Sagrados. Está no seu direito. Mas revê-se no estalinismo, nos seus gulags e pogroms, para ele, por certo, ícones dos bons costumes e das boas práticas.Saramago é um incompreendido. Nega um Deus (que, apesar de não existir, é a causa de todos os males...) que, todavia, não é capaz de esquecer. Deus não existe mas não lhe sai do pensamento. Estranho, não é? À conta deste pesadelo, decreta impositivamente um atestado de quase insanidade sobre os que, para si incompreensivelmente, crêem em Deus. Saramago procura chamar à realidade milhões e milhões de pessoas que, ao longo dos tempos, vivem nas trevas, sem inteligência e discernimento, manipuladas por um Deus menor. Cautelosamente, o Deus menor da Bíblia que não o do Corão ...Enquanto católico, não sou nem mais nem menos pessoa do que Saramago. Mas tenho o direito à defesa dos valores em que acredito. Não me revejo nos arautos da atitude política e religiosamente correcta que, com calculista "respeitinho" pelo Nobel, se remetem a uma espécie de coligação do silêncio.Como também não perfilho a ideia da indiferença ou da contrafacção da religião. A fé é um acto de liberdade porque sem liberdade não haveria qualquer mérito em crer.Que esta polémica de puro marketing tenha pelo menos a vantagem de levar mais cristãos a ler ou reler a Bíblia. Só por isso agradeço a Saramago.Quanto ao resto, a publicidade não é uma medida divina. Deus é misericordioso e perdoa a Saramago.


Fonte:http://www.jornaldamadeira.pt/not2008_12.php?Seccao=12&id=137782&sup=0&sdata=2009-11-11

Os três Duques do Povo Superior

Recomenda se uma leitura ao artigo de opinião do Dr. José A. Roque Martins publicado hoje no Diário Cidade

Visite e divulge http://victorfreitas2009.blogspot.com

Lino abreu, braço-direito do Jaime Ramos no Conselho Empresarial da Madeira é deputado do CDS/PP

terça-feira, 10 de Novembro de 2009

SUICÍDIO - UM DESABAFO!













Ainda a semana passada tive conhecimento de um suicídio de um empresário com formação superior. Hoje, pela manhã, comunicaram-me outro, também empresário e com formação superior. Pessoas socialmente conhecidas e que chegam, rapidamente, ao nosso conhecimento.
Outros, nem deles se sabe, jovens e menos jovens, e quantos, pergunto, são salvos nos serviços de urgência. Esta auto-destruição da vida aflige-me e, certamente, aflige todos os que amam a vida. E o que é sensível por aí é o silêncio sobre este arrepiante drama, certamente, porque tem muito que se lhe diga.
A depressão, a melancolia, a grande tristeza, a desesperança e o pessimismo, entre múltiplas causas que aos especialistas compete identificar, deveriam ser motivo de análise e debate aberto, face a um quadro que me parece ser muito preocupante. Quem o comete está, obviamente, em grave e profunda depressão e, por isso mesmo, deveria estar sob vigilância, até porque os sinais ou tendências suicidas não surgem dia um dia para o outro. Mas a sociedade pouco se rala, individualista que é, tampouco quem governa entende serem necessárias adequadas políticas. Escreveu Morpheu: "(...) o suicídio é muitas vezes uma solução patológica para um angustiante problema que a pessoa considera intransponível, como o isolamento social, as dolorosas injustiças, ingratidões, maus tratos, violências psíquicas a vários níveis, um lar que se desfez durante a infância, situação altamente traumatizante, cuja ferida se arrasta numa dor insuportável e culmina mais tarde numa depressão gravemente patológica que conduz ao terminus da vida. É ainda, a consequência de uma doença física grave, o desemprego, a toxicodependência, o envelhecimento que não se aceita, etc.
Li que "90% dos suicídios se verificam em resultado de múltiplas doenças psíquicas ou psiquiátricas. Cerca de 15% dos suicidas sofrem de depressão, em que a desmotivação de vida é insuportável, e torna-se imbatível o não querer viver. Dir-se-á que a pessoa perdeu toda a capacidade energética e a vida deixou de ter o mínimo sentido ou interesse. Cerca de 7% sofre de dependência alcoólica".
Naqueles 15%, é convicção minha, encontram-se muitos que são a consequência da sociedade que estamos a construir. A sociedade do ter antes do ser, a sociedade da ambição sem limite, a sociedade das aparências, das festas, da vergonhosa ostentação, da competição com o outro embora sem meios para tal, a sociedade que também relega, não olha, castiga o eventualmente mais fraco atirando-o para a prateleira dos desprotegidos. É esta a sociedade que, de olhos vendados, constrói, alegremente, as armas da sua auto-destruição. E nem conta dá do tortuoso caminho que está a percorrer. É esta louca correria em que muitos embalam, sem o sentido da responsabilidade, do bom senso, da honradez, do passo de acordo com a perna, que conduz, paulatinamente, às insónias, a ansiedade, à angústia, às drogas sejam elas de que tipo forem e, finalmente, deduzo, à desesperança.

A este tipo de organização social digo, com firmeza, NÃO, OBRIGADO!
O desenvolvimento não é isto nem é para dar nisto. O desenvolvimento tem a ver com três dimensões inter-relacionadas:
a) Com uma dimensão económica, ligada à produção e distribuição dos bens;
b) Com uma dimensão social, ligada às condições de vida e com as desigualdades;
c) Com uma dimensão cultural, ligada, fundamentalmente, com o património num sentido lato, enquanto conjunto de capitais (capital social, económico, cultural e o simbólico).
Isto implica que a palavra desenvolvimento deva ser enquadrada no sentido endógeno e integrado, como resultado de considerações de ordem filosófica, ideológica e metodológica. São estes factores que entendo como os pressupostos que devem conduzir à contextualização do desenvolvimento.
Ora, não é isto que está a acontecer na nossa sociedade. Há uma clara inversão nas prioridades que começa no exemplo de quem governa (desperdício) e termina na família (apenas um exemplo) onde o carro topo de gama está primeiro que a casa enquanto abrigo. Um pouco por tudo isto, escrito ao correr do pensamento, temos a população idosa desesperada e sem alegria de viver (quandos deambulam pelos corredores dos hospitais e quantos acamados por aí andam sem condições mínimas de higiene, alimentação e de carinho), o promotor imobiliário aflito porque a sua aventura não encontra mercado, o empresário às voltas com os impostos e com a falta de receitas para os poder pagar, os desempregados onde cada mês falta mais mês, a violência doméstica a disparar, os jovens a desertar da sua terra, enfim, o que me aflige é que perante um quadro de extrema preocupação, não veja quem alerte, quem proponha a discussão, quem aponte caminhos, quem respeite a dignidade dos outros e quem trave esta onda de depressão colectiva em que aos poucos estamos a mergulhar.
Apenas um desabafo, porque desta matéria nada sei. Tão somente me preocupa!