sexta-feira, 31 de maio de 2013

O caminho que resta para sair da crise!


E se o titulo fosse. Alberto João Jardim, onde estás?


Fonte DN Madeira

"Não paguem as multas dos parquímetros do Funchal até Abril" Apelo do vereador Gil Canha (PND)



O vereador Gil Canha (PND) congratulou-se, esta manhã, em conferência de imprensa, com a regularização do sistema de parquímetros das ruas do Funchal, designadamente com a alteração dos períodos mínimos de cobrança para 15 minutos, na sequência de uma deliberação da Assembleia Municipal e tal como prevê a lei.
No entanto, aconselhou os munícipes do Funchal que tenham sido multados até Abril, quando o sistema explorado pela SEP tinha períodos mínimos muito superiores ao previsto na lei, para que não paguem essas sanções. Segundo o autarca, nalgumas zonas do concelho, os automobilistas tinham de pagar 30 minutos de parqueamento, isto mesmo que apenas necessitassem de parar por 5 ou 10 minutos. Aliás, Gil Canha anunciou que na próxima reunião camarária vai apresentar uma proposta no sentido de oficiar a PSP, a Direcção Regional dos Transportes Terrestres para que “os munícipes da cidade do Funchal sejam ‘amnistiados’ e não tenham de pagar essas multas e processos de contra-ordenação”. “Não parguem as multas dos parquímetros do Funchal até ao mês passado, porque esses equipamentos estavam completamente ilegais”, justificou o autarca do PND.
A deliberação da Assembleia Municipal foi tomada na sequência de proposta de Gil Canha.
Fonte: DN Madeira

Outro que nunca fez nada na vida, graças ao CDS/PP Madeira e as suas ligações ao PPD/PSD Madeira


J.Manuel.Rodrigues2EF
José Manuel de Sousa Rodrigues, nasceu no Funchal no dia 13 de Julho de 1960.

Possui o 12º ano e dedicou a sua actividade profissional ao jornalismo.

Abraçou a área política, pelo CDS/PP, sendo deputado na Assembleia da República, mandato que interrompeu para voltar ao Parlamento Madeirensa, lugar que ocupa desde o dia 22 de Outubro de 2012.

José Manuel Rodrigues é Presidente do CDS/PP na Madeira.

O que seria deste se não fosse o PPD/PSD Madeira e o Governo do PPD/PSD Madeira?



Bruno Miguel Camacho Pereira
40 anos – 10/12/1972
Casado, tem 3 filhos
• Formação Académica e Profissional
Licenciado em Relações Internacionais Económicas e Políticas pela Universidade do Minho, 1990/5
Curso de formação em “Comércio internacional”, World Trade Center – Lisboa, 1996
Curso de Formação de Formadores do CELFF, Centro de Estudos, Línguas e Formação do Funchal, 2000
• Experiência profissional
Vice-Presidente da Câmara Municipal do Funchal, desde Novembro de 2005 até Setembro de 2012;
Estagiário do Grupo “Pestana Hotels; Resorts”, Departamento Comercial, Departamento de Comidas e Bebidas (Casino da Madeira) - 1996/7;
Técnico superior da Direcção Regional de Turismo, na Direcção de Serviços de Promoção Turística, 1997/2000;
Docente responsável pela cadeira de “Gestão de Pessoal” do curso de Gestão de Empresas, no ISAL – Instituto Superior de Administração e Línguas da Madeira”, anos lectivos 1997/98, 1998/99;
Director Regional de Turismo da Região Autónoma da Madeira (2000/5);
Vice-Presidente do Conselho Regional de Turismo (2000/5);
Vice-Presidente do Conselho de Administração da ADERAM – Agência de Desenvolvimento da Região Autónoma da Madeira (2000/5);
Vogal da Direcção da Associação de Promoção da Região Autónoma da Madeira (2004/5);
Foi Membro do Conselho Económico e Social da Região Autónoma da Madeira;
Foi Representante da Região Autónoma da Madeira nas Assembleias-gerais da Organização Mundial de Turismo;
Foi Membro do Conselho Estratégico de Promoção Turística de Portugal;
• Outras Actividades:
É Membro da Comissão Política Regional do Partido Social Democrata – Madeira;
É Vice-Presidente da Assembleia Geral da Federação dos Bombeiros da RAM
É Membro do Rotary Club do Funchal
É presidente do PAC – Political Advisory Comitee / Comité de Aconselhamento Político - do Vice-presidente da Comissão Europeia, para a área dos Transportes e Mobilidade Urbana, desde Outubro de 2011.

Os "Encontros com o Funchal"


Cidadania, Confiança e Compromisso são os pilares da Candidatura de Paulo Cafôfo à Câmara Municipal do Funchal, pela Coligação Mudança.

Os "Encontros com o Funchal", é uma série de debates temáticos que pretende reforçar a participação e envolvência dos cidadãos na tomada de decisões, pensando um programa e projectos que devolvam a esperança às pessoas.

AMBIENTE E SUSTENTABILIDADE

Neste projecto, em que as pessoas estão em primeiro lugar, pretende-se implementar políticas ambientais com maior determinação e consistência, promovendo a eficiência energética, tornando o Funchal numa cidade exemplar no aproveitamento das energias renováveis, bem como uma correcta defesa do património natural, capaz de articular a diversidade das várias entidades envolvidas.

Fazer do Funchal um concelho com resposta adequada aos principais desafios ambientais dos nossos dias, defendendo o equilíbrio entre os espaços naturais e urbanizados.

Local: Auditório da Reitoria da Universidade da Madeira (entrada pela Rua do Castanheiro)

Dia/hora: Sábado, 1 de Junho, 10:00h

Nem esta!




Seguramente não é esta "gentinha" que você quer para liderar o futuro da Cidade do Funchal




quinta-feira, 30 de maio de 2013

Hoje não há brigas no PPD/PSD Madeira?


E na Madeira?

Lembre-se dos comunistas alemães que, no tempo de Hitler, atacavam os social-democratas. Ambos, comunistas e social-democratas, morreram nos campos de concentração.


Somos solidários com Miguel Sousa Tavares


Lembrou-se cedo!


Augusto Mateus: “Não é possível continuar a fazer infra-estruturas que não servem para nada”

"A desobediência civil é um direito intrínseco do cidadão. Não ouse renunciar, se não quer deixar de ser homem. A desobediência civil nunca é seguida pela anarquia. Só a desobediência criminal com a força. Reprimir a desobediência civil é tentar encarcerar a consciência." Mahatma Gandhi


quarta-feira, 29 de maio de 2013

“Eleições são o barómetro da inteligência da população” Ex-deputada acredita que os madeirenses não são inocentes e “têm o que merecem”




Como começou a sua participação política, como entrou para esta aventura? Verdade, verdadinha... precisavam de mulheres para preencher a quota na listas. Eu andava ali juntos deles, porque era a sua advogada e puseram lá o meu nome.

Ou seja, o PND pôs a sua advogada na lista porque precisava de mulheres. Foi assim?Exacto. Eu andava dentro dos assuntos, porque tinha os processos deles nas mãos e comecei a interessar-me. É revoltante estar dentro dos processos, saber o que se passa por detrás disto tudo e não poder fazer nada.

Foi por essa empatia que entrou na vida política? Eu acho que é assim que as mulheres entram na política e na administração pública, porque estão muito afastadas das coisas. Perguntaram-me se queria entrar na lista e eu disse que sim.

Contava, sendo a terceira da lista, ir logo para a Assembleia? Claro que não, mas quiseram usar o elemento surpresa e funcionou assim. Não fui eu que acordei um dia e disse que queria ser deputada, não tinha esse sonho nem essa pretensão.

Foi uma presença na Assembleia diferente do habitual. Ainda bem, porque aquilo é uma promiscuidade gigantesca. Se foi diferente, fico feliz.

Para alguém que não tinha qualquer experiência política, a impressão que fica é a de que se adaptou rapidamente. Foi assim? Não foi fácil. Eu ia lá fazer uma coisa e logo no segundo plenário mudou tudo completamente. Eu ia para lá com as minhas utopias, com os meus ideais e ideologias e logo no segundo plenário percebi que afinal não ia lá fazer diferença nenhuma.

Era um voto em 47? Exactamente. Isso fez um ‘click’ na minha cabeça e percebi que tinha de mudar imediatamente a estratégia.

Essa estratégia que envolvia algum humor. Sim porque temos de prender a atenção das pessoas. O discurso redondo não funciona. 

É utópico pensar que se pode mudar a opinião da maioria? Não vamos mudar e eu percebi isso rapidamente. Percebi que tinha de prender a atenção das pessoas e isso faz-se com ‘manchetes’. Também percebi que tinha muito pouco tempo de intervenção e não valia a pena estar a fazer discursos e ter a comunicação social a apanhar apenas o que queria. Tinha de usar chavões. O namoro com a comunicação social é muito perigoso e tinha de ser eu a passar a mensagem. Tive pouco tempo para aprender e tive de rentabilizar essa aprendizagem.

Isso foi uma coisa de semanas, porque passou a ter intervenções em todos os plenários.Mais uma vez, tinha de escolher uma intervenção por plenário, para tentar que fosse o que era aproveitado.

É ingrato para um deputado que fica sozinho numa Assembleia? Não, porque, em primeiro lugar, nunca me senti sozinha. Nós somos uma equipa. Somos um partido muito pequeno que tem a vantagem da proximidade entre as pessoas e em que é mais fácil atingir a unanimidade das opiniões. Isso também me aproximou de outros partidos pequenos, a chamada Faixa de Gaza.

Explicando aos leitores, PTP, PND, PCP, MPT e PAN ficam na última fila do plenário e por isso são a ‘Faixa de Gaza’. Exactamente. Nunca me senti realmente sozinha, porque tinha boas relações com esses deputados.

Teve um ano complicado na Assembleia, até foi alvo de insultos. Sim, mas a vida é tão engraçada... antes de entrar no parlamento estive com uma pessoa que é um mentor na minha vida que me deu o conselho mais sábio que recebi. Disse-me que uma senhora não tem ouvidos.

No seu caso foi preciso não ter, mesmo, ouvidos, porque foi alvo de insultos vindos da bancada da maioria. Todos os dias no parlamento usei aquele conselho. Eu saí e curiosamente alguns dos senhores que me insultavam continuam a insultar, dada a sua natureza, mas, agora, dentro do próprio partido. Estão a provar do próprio veneno. Agora até com queixas-crime.

Como vê tudo isso do lado de fora? Vejo isto e penso: bem feito! É tão bonito! O karma é uma coisa que também funciona na política.

Foi preciso ter uma carapaça forte para aguentar? Sim, mas quando consegues ter essa frieza é muito gratificante.

Uma das propostas que apresentou, um voto de louvor à rainha de Inglaterra, foi votada um ano depois. Aquilo surgiu de quê? Foi muito bem encaixado porque a senhora fez 60 anos de reinado e mereceu o voto (risos). Ironicamente, o presidente da Assembleia achou que deveria ir beber um cházinho [durante a votação]. E isso até pegou moda. Começou com o presidente do Governo que abandona o plenário quando lhe dá na cabeça, os secretários abandonam o plenário porque o presidente abandonou e a oposição também começa a abandonar o plenário. Agora, o presidente da Assembleia abandona o plenário quando nós apresentamos um voto à rainha de Inglaterra. O que era para ser engraçado passou a ser muito engraçado. Mais uma vez, a vida tem destas coisas. Ele poderia ter ficado lá dentro, até poderia ter brincado com a coisa, mas sai e dá a conotação irónica ao voto. Se não tivesse saído não tinha tanta graça.

Esse estilo de humor e guerrilha do PND tem resultados práticos? Sinceramente, gostava de dizer que sim, que o humor é a melhor forma de passar a mensagem.

Mas o humor não obriga a que o receptor seja inteligente? É mesmo isso que quero dizer, implica que o receptor tenha capacidade de receber a mensagem. Acho que vivemos num mundo em que as pessoas não querem receber informação. As pessoas têm a informação disponível e não querem recebê-la. Por isso, temos o que merecemos. As pessoas daqui têm o que merecem.

Ao fim de quase 40 anos, os madeirenses têm o que merecem? Têm o que merecem, sim. Não são inocentes, mas também não são inteligentes. O humor seria uma forma efectiva de passar a mensagem, mas não passa porque as pessoas não conseguem descodificar.

Qual é a razão para isso? Acho que o sistema embrutece as pessoas. Vão votando nos mesmos que mantêm as pessoas embrutecidas e fica tudo na mesma.

Isso não acaba quando acaba o dinheiro? Não acaba quando já não há nada para oferecer? Não sei, porque acho que isto já está enraizado como clubismo. Independentemente de haver dinheiro, ou não, independentemente do jogador, é cor de laranja e acabou.

Como é que se pode contrariar essa situação? Isto só parava com uma injecção na Educação. E isto é ao nível nacional. Pode parecer um lugar comum, mas acho que só vai por aí. Custa-me saber que a Educação é um sector onde podemos pensar em poupar ou gastar dinheiro, mais nada. Passa tudo por aí.

Voltando ao PND, como foi gerida a questão José Manuel Coelho? Sentiram-se traídos?Eu não posso falar pelo PND, eu representei o partido mas sempre como independente e até entrei depois de o José Manuel Coelho sair. Daquilo que posso perceber, as relações entre ele e o PND continuam a ser boas.

Admite voltar à Assembleia? Tenho muitas saudades de rir. Em todos os plenários ria até chorar. Mas é preciso ver que nenhum dos deputados do PND reincidiu, por isso não sei se vou voltar.

Naquele ano de Assembleia conseguiu um bom relacionamento com muitos deputados.Sim, as pessoas têm uma imagem muito negativa dos políticos, como têm dos advogados - eu estou nos dois lados - mas ao longo da minha curta vida política também conheci boas pessoas, bem intencionadas. Na administração pública não há só ladrões. Fiz boas amizades, inclusive no PSD. Na generalidade, há muita gente que está na vida política para controlar o dinheiro público, mas acredito que há excepções.

Como vê o momento actual da política regional, num ano de eleições autárquicas em que há quem admita que o PSD pode ter um mau resultado? Acredito que estas eleições vão ser um barómetro, não de popularidade dos candidatos para as eleições de 2015, mas um barómetro do QI da população. Estão a levantar uma falsa questão da popularidade dos candidatos e ouve-se muito falar, por exemplo, que o Paulo Cafôfo não é conhecido e que isso é mau. Isso é uma estupidez. O facto de não ser conhecido é uma mais-valia.

Por não estar comprometido? Por não ter rabos presos. Ninguém lhe vai pedir cunhas na câmara. Este candidato, para fazer as listas, está apenas condicionado a currículos e mais nada. Porque é que uma pessoa tem de ser conhecida, ter negócios e ser grande para cuidar da administração pública? Porque é que não pode ter raiz humilde?

É isso que vai estar em jogo? Sim, o que vai estar em jogo é escolher entre o grande, o conhecido, mas vazio por dentro e aquele que vem de baixo. Por isso acho que o que vai estar em análise é o QI do eleitor.

E o que espera que aconteça, os eleitores vão conseguir os mínimos nesse teste de QI? O problema é esse e tenho medo de ter razão e que tenhamos falhado na educação das pessoas este tempo todo. Mas a esperança é a última a morrer e eu tenho esperança nas pessoas.

Estas questões internas do PSD podem ajudar? Sempre me disseram que o PSD, se partisse era por dentro, porque a oposição nunca tinha estado unida. Agora temos, pela primeira vez, duas vantagens que é o PSD estar partido e a oposição estar, pela primeira vez, unida. Vamos ver se estas duas condicionantes juntas trazem uma Primavera.

Não receia que essa Primavera, usando a expressão internacional do momento, não poderá ser uma evolução dentro do PSD? Se for o PSD a ganhar as eleições, a evolução será na continuidade, não obstante acho que não há ninguém dentro do PSD tão esperto como Alberto João Jardim. Por isso, a minha preocupação diminui um bocadinho porque para mim o inimigo maior da democracia é, definitivamente, essa figura. É o político mais experiente no activo. 

É isso que a preocupa? Eu não tenho nada contra o PSD, até acho que sociais-democratas somos todos um pouco. Preocupa-me é a falta de educação das pessoas. Venha quem vier, se não educar as pessoas, é um potencial inimigo da democracia. A evolução na continuidade só é um problema nesse sentido.

A oposição já deu garantias de confiança ao eleitorado? Já mostrou ter capacidade de governar? Antes de mostrar que tem capacidade de governar, está a mostrar capacidade de compromissos. A capacidade de governar tem de vir daí.

O PCP e o CDS ficaram de fora. O problema do PCP foi agarrar-se muito ao passado e mesmo assim houve uma grande divisão interna, mas ganhou o ‘não’. O CDS acho que está a testar a popularidade do José Manuel Rodrigues para as eleições de 2015. Acho que foi um egoísmo muito grande, não era altura para testar a popularidade de ninguém e acho que vão pagar por isso. Espero que paguem. Acho que uma coligação com o CDS e o PS ganhava. O CDS está a ser ganancioso e isso, em todas as religiões, é pecado. Na política também será.

Entrar para a política, mesmo reconhecendo que foi porque o PND precisava de mulheres, tornou-a uma figura pública. Estava preparada para isso? Teve algumas consequências. Estou condicionada a um sector muito pequeno de mercado, porque sou advogada. Segunda consequência, por estar no PND sou vista como uma fascista (risos). Tenho os meus bens materiais, que são poucos e se resumem a uma mota, danificados. A minha mãe preocupa-se muito com a vida dos meus irmãos porque acha que vão sofrer as represálias daquilo que estou a fazer. Quinta consequência, durmo tão bem com a minha consciência todos os dias. É a única que me preocupa. Sei que estou a fazer a coisa certa, que se lixem as outras consequências.


sábado, 25 de maio de 2013

O Zé foi à cidade. Por: Rubina Sequeira



Começaram os treinos para o corta mato eleitoral das legislativas regionais de 2015. Sim caro leitor, leu muito bem, LEGISLATIVAS REGIONAIS DE 2015.
Lamentavelmente, percebi que a câmara municipal, a junta de freguesia, a assembleia municipal e a assembleia de freguesia – órgãos executivos e deliberativos das autarquias locais que deviam funcionar por elegerem cidadãos próximos e mais atentos às necessidades do espaço circunscrito – transformaram-se, afinal, em autênticas fortalezas políticas projectadas para a guerra defensiva do governo regional. 
Por miúdos: quem quer ganhar o governo tem de ganhar as câmaras. E a que fica mais perto da Quinta Vigia é Câmara Municipal do Funchal…
A fim de resgatar a administração do Município do Funchal dessa promiscuidade, e devolvê-la à competência dos cidadãos, os partidos da oposição reuniram forças e decidiram apoiar, em uníssono, um candidato independente. Todos, menos a CDU que foi ao passado pedir licença (e ficou por lá), e o CDS que decidiu utilizar as eleições autárquicas como barómetro de popularidade do candidato democrata cristão…
E é vê-lo nos cartazes, pelas ruas da cidade. Qual diva do cinema mudo na sua camisa azul bebé (indicador de que todas as fotos foram tiradas na mesma tarde). Posou com o taxista, posou com a florista, posou com a veterinária, posou e posou e posou… Devia era ter pousado o avião aqui na Madeira uns dias antes da sessão fotográfica! É que, o “Zé”, antes de vir à cidade, dar um ar de quem se preocupa, e esbanjar o charme que herdou da Catherine (Portas) Deneuve, andou perdido para os lados de Lisboa… 
Mais! Esteve um ano na Assembleia da Republica, como deputado de um dos partidos que governa o país, e nunca foi capaz de tomar uma atitude que se visse face à chafurdice politica que se vive na Madeira. E agora, Zé-Ninguém retornado, e maquilhado, vem iniciar a pré-campanha dizendo (sobre as obras da frente-mar e das ribeiras) que “É preciso que alguém diga basta a esta atitude persecutória e arrogante do Governo Regional”?!
…(estou a rir)
…(continuo a rir)
…(não consigo parar de rir)
…(vou fazer um chá de tília).


Fonte: DN Madeira

Não, não temos um Tiririca!



«Pessoa que provoca o riso ou não pode ser levado a sério.»
Dicionário Houaiss

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Como gosto tanto deste burro e como acho injusto o chamar-se burro a quem não exerce a inteligência.


Façam GOSTO na página oficial de Paulo Cafôfo e acompanhem a MUDANÇA.


Faça gosto

O CDS não tem um vereadores na CMF? Se tem o que esteve a fazer na câmara este tempo todo é que não se houve o sr José Manuel Rodrigues a falar do trabalho do seu partido ao longo 4 anos. E vê-se que o seu partido conhece pouco o Funchal teve de tirar um mês e meio para conhecer, fala de pobreza nas não diz queo seu o seu partido faz parte de um governo que tirou o abono as criança reduzio o tempo e os montante do subsidio de desmprego e que depois de um golpe de teatro aprovou mais cortes nas reformas e nas pensões. E já agora será que o sr José Manuel Rodrigues se for eleito vereador vai assumir o mandato?


Será que ele defende isto?


O pior que eu vejo aqui é os 68.800 euros mensais, que o CDS/PP Madeira recebe da Assembleia Legislativa da Madeira, cujo dinheiro é dos nossos impostos.


Candidato do CDS vê “o melhor e o pior” no Funchal

Actualizado há 29 minutos
Etiquetas
CDSCMF
Interessante
Achou este artigo interessante?
 
Ao fim de 30 dias, de um périplo de 45, pelo concelho do Funchal, José Manuel Rodrigues diz já ser possível adiantar uma conclusão: “Tem o que é de melhor e o que é de pior”.
Hoje de manhã, o candidato do CDS à CMF esteve na zona da Penteada, uma área que ilustra o que afirmou. A par das piscinas de primeiro mundo, no Beco dos Álamos, viu uma ilha de pobreza.
José Manuel Rodrigues diz que pode faltar o dinheiro para tudo, menos para garantir dignidade às pessoas. Por isso, a CMF tem ade apoiar as famílias que se encontram em situações de pobreza como aquela.
O candidato propõe a criação de um Plano de Requalificação de Zonas Altas e Intermédias. Aliás, a reconstrução habitacional é uma “urgência” na cidade.
É necessário acabar com o contraste entre “a cidade de baixo”, alindada e para o turismo, e “a cidade das zonas intermédias e altas”, com ilhas de pobreza.
Fonte:DN  Madeira

O "cãozinho" do Jornal da Madeira anda assanhado

Fonte: MMM

Cenas dos próximos capítulos.


José Pedro Pereira cria Associação de Jovens

Projecto do Ex-líder da JSD avança ainda este mês. vai dar ajuda social e discutir política


É um novo projecto que repousa em várias áreas da sociedade madeirense. A Associação de Jovens da Madeira, cuja formalização da escritura será feita ainda este mês, assume-se como um movimento para a juventude madeirense que vai procurar actuar de forma transversal. O objectivo é dar voz aos mais novos fora do âmbito partidário mas com uma acção marcadamente política. A ideia é apresentada por José Pedro Pereira, actual deputado do PSD-Madeira. O polémico ex-líder da JSD regional, renasce assim para uma participação política mais activa mas sem a protecção directa do partido. O projecto, que entusiasma o jovem político e contagiou alguns dos seus principais colaboradores, está pronto para avançar. Ainda este mês, será depositada a escritura que cria o novo movimento e serão conhecidos os principais sócios fundadores. José Pedro fala numa centena de jovens que vão assinar a constituição da nova associação. “É um projecto social, cultural, desportivo e político”, define José Pedro Pereira. Em declarações ao DIÁRIO o deputado, que perdeu a confiança política da actual liderança da JSD, afirma que o projecto é apartidário mas não apolítico. Ou seja, sem se resguardar sob a protecção do Partido Social Democrata, o fundador do futuro movimento de jovens também não nega o desejo de uma efectiva participação na vida política regional. E não esconde a sua filiação no PSD de Jardim e de Sá Carneiro, como gosta de sublinhar, reconhecendo um significativo peso de jovens social-democratas mas adiantando desde já que na Associação estarão também elementos da Juventude Popular e da Juventude Socialista. O movimento está aberto a várias correntes políticas. O importante, enfatiza José Pedro Pereira, é despertar os mais novos para a participação, para uma cidadania activa, para a causa da autonomia, para pensar a Madeira, praticar solidariedade e proporcionar actividades aos jovens nas mais diversas áreas. Apesar da abrangência do novo movimento, o principal eixo de acção será ao nível político. O deputado do PSD defende que é preciso pensar a Autonomia da Madeira de forma a reforçar o conceito. Se correr como previsto, a nova associação rapidamente estará no terreno. Ainda sem revelar exactamente como e com que apoios conta para executar o projecto a que agora se compromete, José Pedro Pereira revela o modelo organizativo. E diz que pretende uma plataforma com raízes em todos os concelhos. Além de uma direcção regional, que deverá ter uma sede no Funchal, a Associação pretende ter ainda várias direcções concelhias. Ao todo, entre dirigentes regionais e concelhios, a ideia é criar um núcleo de 800 dirigentes. As inscrições, depois dos sócios fundadores, são reservadas a jovens com idade inferior a 35 anos.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Miguel de Sousa deve ou não passar a independente?


José Pedro Pereira ainda é Presidente da JSD Madeira?


Fonte: http://www.gp-psdmadeira.com/

"Madeira Nova", a teia.

Em política, disse Salasar, o que parece é. Na Madeira de Jardim, velho admirador dp ditador, é igual: também o que parece é. Ou o que é, parece. Umas tantas famílias tomaram conta da administração pública regional. São todas ligadas ao PSD Madeira. Parece uma teia.

Hoje, às 19h, entrevista do Candidato da Coligação Mudança à Câmara Municipal do Funchal, Paulo Cafôfo, na RDP Madeira, Antena 1, no programa Conversa Política.


É preciso não esquecer que Bruno Pereira é o Candidato a Câmara do Funchal escolhido pelo Alberto João Jardim.


O que disse Ismael Fernandes



A origem de tanta azedume no grupo parlamentar do PSD reside nas declarações do autarca na entrevista que concedeu ao DIÁRIO e que foi publicada na edição de sábado. 
Bastante frontal, Ismael, afirmou, quando questionado pelo jornalista, que não estava interessado em seguir a carreira parlamentar depois de deixar a Câmara. E deu uma razão simples para o facto: ser deputado é, para o autarca, um cargo inferior ao de presidente da Câmara. 

“Ser autarca não tem nada a ver com ser deputado”, disse Ismael Fernandes, que deixa em Outubro 20 anos de actividade política ao nível do poder local. “Basta ver as responsabilidades que recaem em cima de um e outro. Basta ver a carga de trabalho de ambos. Basta ver as férias que um e outro usufruem. Basta ver a imunidade que o deputado tem e quase a forma pidesca como o autarca é visto”.

Na mesma entrevista, Ismael Fernandes deixou outros reparos sobre a forma como os autarcas são esquecidos de uma forma geral por outros níveis de poder. 

Apesar da forte contestação da parte dos deputados do PSD, Ismael também deixou bem claro o seu apoio ao partido e evitou divergências, nomeadamente sobre o processo autárquico. E frisou as qualidades do candidato indicado pelo PSD para o suceder.

Fonte: DN Madeira

Neste pasquim ontem veio 15 fotos do U I, hoje vem 7 fotos. Culpa da Madeira Velha!


terça-feira, 21 de maio de 2013

Marina Rodrigues, uma miss que tem o FC Porto no coração








Fonte: O Jogo

Será que a Madeira só tem três desempregados licenciados em artes Plásticas? Porque este já tem tacho.

Fonte: DN Madeira

O Artista



O candidato deve ter 47 anos, medir 1,78 m, cerca de 80 kg de peso, ter nascido no Monte, residir na Sé e o primeiro nome começar pela letra ‘J’, acabar em ‘E’ e ter um 'R' e um ‘G’ no meio. Se aparecerem dois ou mais que cumpram estes requisitos, é escolhido o que segue em anexo e tem a foto ao lado deste texto.
Foi mais ou menos assim que a Assembleia Legislativa da Madeira abriu concurso para um consultor parlamentar que terá como missão – pelo menos é o que consta do procedimento publicado no JORAM – acompanhamento, assessoria técnica especializada, investigação, estudo, planeamento, programação, concepção, adaptação e aplicação de métodos científico-técnicos que fundamentem e preparem a decisão de apoio à actividade parlamentar. Até aqui tudo bem, não fosse um pequeno pormenor do procedimento: o ideal, segundo a Assembleia, para exercer estas funções é alguém com formação em... Artes Plásticas. Não é anedota, é verdade, até já foi notícia. Não é para tratar da decoração do parlamento ou do inventário do património artístico, nem sequer para procurar as pratas que desapareceram há muitos anos, é mesmo para aquelas funções.
Mais caricato, ainda, é que além do candidato previsível ao lugar, o actual chefe de gabinete da Assembleia que é licenciado em Artes Plásticas, apareceram... mais três!!! Sim, gente bem intencionada e, talvez por ser jovem, ingénua que acredita que isto é um concurso. Assim como os da televisão em que quem ganhar uma prova qualquer é escolhido. Era bom que explicassem que estão a perder tempo.
Agora a sério – porque isto é muito sério e mexe com o nosso dinheiro -, não está em causa a escolha do chefe de gabinete de Miguel Mendonça. É um cargo da maior confiança política e cada um escolhe quem quer e em quem confia. Podia ter escolhido alguém com outra profissão qualquer, da agro-pecuária à aeronáutica ou à culinária, que ninguém tinha nada com isso. Nem se coloca em causa a competência do actual chefe de gabinete, um jovem que ainda não teve tempo para mostrar serviço e herda um lugar que ficou muito marcado pelo seu antecessor, um quadro político de topo do PSD-M. O que se questiona é a forma como as coisas foram (são) feitas, o descaramento colocado num documento oficial.
Este ‘procedimento’ para provimento de um lugar na Função Pública – o contrato é sem termo, o que quer dizer que quem entra já não sai - deve ser motivo de reflexão. Podem dizer que se faz assim em todos os serviços, mas não deixa de ser uma vergonha. No caso da Assembleia ainda maior, porque é o topo Autonomia e de onde deveriam partir os exemplos de transparência e boas práticas, políticas e administrativas. A mesma Assembleia que se queixa de ser maltratada por todos, sobretudo pela comunicação social a quem acusa de não reconhecer os seus méritos.
A outro nível, está em causa a verdade dos próprios concursos para provimento de lugares na administração pública, porque se é possível dizer e escrever que a melhor formação académica para desempenhar funções de ‘assessoria técnica parlamentar’ é em Artes Plásticas, então é permitido tudo, até contratar motoristas sem carta.
Fonte: DN Madeira

Este fala mesmo madeirense!