sexta-feira, 1 de março de 2013

Os crimes do comunismo IV



Crianças numa prisão de distrito

O que tais nos comovia era a sorte de vinte crianças, sobretudo filhos de pessoas deportadas depois de 17 de Abril de 1915. Estas crianças roubaram porque tinham muita fome. Estavam presas não para serem punidas, mas para serem mortos de uma forma particularmente selvagem:
- Os guardas de prisco batiam-lhes ou davam-lhes pontapés até à morte;
            - Faziam delas brinquedos vivos; amarrootam-nos pelos pés, suspendiam-nas das traves do tecto, balouçavam-nos e depois tentavam estabiliza-las aos pontapés;
            - Perto da prisão havia um pantano: os carrascos atiravam pare lá os pequenos prisioneiros, empurravam-nos para o fundo com os pés, e quando os desgraçados eram atacados por convulsões, deixavam a cabeça emergir, pare recomeçarem de imediato a mergulhá-los à força na água.
Nós, os outros prisioneiros e eu próprio. chorávamos em segredo o sorte destas pobres crianças que tinham abandonado este mundo de um modo 1-ao atroz. Navio oito carrascos guardas de prisão Bun, o chefe, e Lân (só retendo na memória estes dois nomes) eram os mais selvagens, mas todos participaram resta tarefa ignóbil, todos rivalizaram em crueldade para fazer sofrer os seus compatriotas.
testemunho de um antigo funcionário in Kên Khun

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