domingo, 13 de fevereiro de 2011

Portugal deve ter vergonha de politicos como Francisco Louçã


O líder do BE começa a evidenciar sintomas de decadência e começa a recordar os gloriosos líderes comunistas quando deixam de entender a realidade, Louçã nunca recuperou da humilhação sofrida no debate eleitoral frente a Sócrates e desde então deixa-se condicionar pelo ódio. É compreensível, para um grande líder do proletariado é inaceitável ser derrotado nos argumentos pelo primeiro-ministro de um governo da burguesia e isso é uma nódoa inaceitável na vaidade de Francisco Louçã.
Apresentou uma moção de censura para derrubar o governo do PS e ajudar a direita a chegar ao poder para horas depois o seu número dois vir pedir ao PSD para não votar a moção, agora diz disparates próprios de um louco comparando Portugal ao Egipto e dizendo que está a representar metade dos portugueses.

Por este andar Louçã vai ter o mesmo destino de muitos líderes comunistas falhados, o manicómio, só que no seu caso não será a liderança do BE a decidi-lo, é mais provável que sejam mesmo os médicos.

Nota: BE nasceu em 1998 da fusão de três forças políticas: a União Democrática Popular (marxista), o Partido Socialista Revolucionário (trotskista mandelista) e a Política XXI, às quais posteriormente se juntaram vários outros movimentos.

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