

O livro coordenado pelo historiador madeirense José Eduardo Franco, da Universidade de Lisboa, e intitulado 'Dicionário Histórico das Ordens e Instituições Afins em Portugal', foi ontem lançado no Arquivo Regional da Madeira, com a apresentação a cargo do professor universitário Marcelo Rebelo de Sousa.
Este não poupou elogios à obra: em declarações aos jornalistas, considerou a obra (à qual já antecipadamente fizemos referência em artigo publicado em Agosto), considerando-a "única, pela extensão, pela importância, pelo significado nacional, pela dimensão histórica".
Marcelo Rebelo de Sousa enfatizou o amplo enfoque do livro, no qual participaram numerosos colaboradores, e que aborda "a história das ordens religiosas em Portugal, das ordens religiosas militares, de outras instituições religiosas similares, e ainda das ordens não só católicas, como protestantes, evangélicas". A obra fala-nos também das ordens esotéricas, das ordens maçónicas, dos templários, dos neo-templários e dos místicos... E, realçou Marcelo, junta a tudo isto a abordagem às ordens profissionais, dos médicos, economistas, engenheiros, etc.
"Está lá toda a história, desde a fundação de Portugal até aos dias de hoje, dessas ordens, que têm o nome em comum, mas que são formas diferentes de organização da sociedade portuguesa", declarou.
"Não há aluno do Básico, do Secundário, do Politécnico, da Universidade, curioso, estudioso, jornalista, cientista, político, economista que possa fazer um trabalho sério sobre um destes temas sem consultar este dicionário, que é uma obra verdadeiramente monumental".
Por seu turno, o coordenador, José Eduardo Franco referiu que o livro "nasceu para responder a uma carê ncia que havia na cultura portuguesa, e que consistia na ausência de um instrumento sistemático de conhecimento daquilo que é uma realidade sócio-institucional importante, e que são as ordens e instituições afins em Portugal, e que abrangem boa parte do tecido sociológico do nosso país".
Este não poupou elogios à obra: em declarações aos jornalistas, considerou a obra (à qual já antecipadamente fizemos referência em artigo publicado em Agosto), considerando-a "única, pela extensão, pela importância, pelo significado nacional, pela dimensão histórica".
Marcelo Rebelo de Sousa enfatizou o amplo enfoque do livro, no qual participaram numerosos colaboradores, e que aborda "a história das ordens religiosas em Portugal, das ordens religiosas militares, de outras instituições religiosas similares, e ainda das ordens não só católicas, como protestantes, evangélicas". A obra fala-nos também das ordens esotéricas, das ordens maçónicas, dos templários, dos neo-templários e dos místicos... E, realçou Marcelo, junta a tudo isto a abordagem às ordens profissionais, dos médicos, economistas, engenheiros, etc.
"Está lá toda a história, desde a fundação de Portugal até aos dias de hoje, dessas ordens, que têm o nome em comum, mas que são formas diferentes de organização da sociedade portuguesa", declarou.
"Não há aluno do Básico, do Secundário, do Politécnico, da Universidade, curioso, estudioso, jornalista, cientista, político, economista que possa fazer um trabalho sério sobre um destes temas sem consultar este dicionário, que é uma obra verdadeiramente monumental".
Por seu turno, o coordenador, José Eduardo Franco referiu que o livro "nasceu para responder a uma carê ncia que havia na cultura portuguesa, e que consistia na ausência de um instrumento sistemático de conhecimento daquilo que é uma realidade sócio-institucional importante, e que são as ordens e instituições afins em Portugal, e que abrangem boa parte do tecido sociológico do nosso país".
Fonte: DN - Madeira
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