Rejeitamos a cultura da pedincha, do "lambebotismo" e da promoção dos mediocres, incentivada e formentada por um regime, em que as ligações familiares e a força do cartão partidário ditam a lei.
A Madeira é o seu povo, a sua língua, a sua tradição, a sua cultura, a sua história. A universalidade de cada Madeirense construiu a nossa identidade. É aí, de volta às nossas raízes, que se percebe o caminho do futuro.
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