
O Sindicato dos Jornalistas (SJ) considerou hoje, em comunicado, que o despedimento colectivo na Empresa do “Diário de Notícias” da Madeira “não se justifica” porque o Grupo Blandy possui “capacidade para sanear a empresa”.
A empresa, a 30 de Julho, iniciou um processo de despedimento que abrange uma dezena de jornalistas e outros três trabalhadores.
Face a esta decisão, o Sindicato apela “à opinião pública madeirense, aos actores sociais, políticos e económicos da Região para que se manifestem contra esta opção errada da empresa”.
Para o Sindicato dos Jornalistas, a medida “não tem fundamento porque as dificuldades económico-financeiras invocadas podem ser facilmente supridas”, exemplificando que a “redução de custos obtida com medidas já implementadas ultrapassa largamente os resultados negativos verificados no ano passado”.
O Sindicato considera que “os accionistas, especialmente o Grupo Blandy (maioritário), possuem capacidade para sanear a empresa sem sacrificar postos de trabalho, sendo legítimo exigir que assumam a responsabilidade de injectar capital quando não deixaram de, em exercícios anteriores, proceder à distribuição de dividendos”.
Realça ainda o Sindicato que a medida “será prejudicial para a empresa e afectará a qualidade do jornal, porque se traduz na dispensa de praticamente um quarto da redacção do DN-Madeira, ou seja, 22,2 por cento do seu quadro redactorial no activo e chega ao absurdo de pretender encerrar a secção de reportagem fotográfica”.
A Direcção Nacional do Sindicato “reitera a sua solidariedade para com os jornalistas abrangidos e para com a Direcção Regional do Sindicato dos Jornalistas e apela aos jornalistas e outros trabalhadores da empresa para que se mantenham unidos e não permitam a consumação do despedimento colectivo”, conclui o comunicado.
EC.
A empresa, a 30 de Julho, iniciou um processo de despedimento que abrange uma dezena de jornalistas e outros três trabalhadores.
Face a esta decisão, o Sindicato apela “à opinião pública madeirense, aos actores sociais, políticos e económicos da Região para que se manifestem contra esta opção errada da empresa”.
Para o Sindicato dos Jornalistas, a medida “não tem fundamento porque as dificuldades económico-financeiras invocadas podem ser facilmente supridas”, exemplificando que a “redução de custos obtida com medidas já implementadas ultrapassa largamente os resultados negativos verificados no ano passado”.
O Sindicato considera que “os accionistas, especialmente o Grupo Blandy (maioritário), possuem capacidade para sanear a empresa sem sacrificar postos de trabalho, sendo legítimo exigir que assumam a responsabilidade de injectar capital quando não deixaram de, em exercícios anteriores, proceder à distribuição de dividendos”.
Realça ainda o Sindicato que a medida “será prejudicial para a empresa e afectará a qualidade do jornal, porque se traduz na dispensa de praticamente um quarto da redacção do DN-Madeira, ou seja, 22,2 por cento do seu quadro redactorial no activo e chega ao absurdo de pretender encerrar a secção de reportagem fotográfica”.
A Direcção Nacional do Sindicato “reitera a sua solidariedade para com os jornalistas abrangidos e para com a Direcção Regional do Sindicato dos Jornalistas e apela aos jornalistas e outros trabalhadores da empresa para que se mantenham unidos e não permitam a consumação do despedimento colectivo”, conclui o comunicado.
EC.
Fonte: http://www.lusa.pt/
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