
Vaticano – O Papa, Bento XVI, apelou ontem em discurso na Cúria, a uma «ecologia do homem», mais necessária do que «As florestas tropicais merecem a nossa protecção. Mas os homens não merecem menos do que isso», frisou, aludindo a homossexualidade e transexualidade. |
No discurso, de balanço à Cúria, a administração central do Vaticano, Sala Clementina no Palácio apostólico do Vaticano, Bento XVI, defendeu que a Igreja, além da natureza, «também deve proteger o homem da destruição de si próprio», referindo que os comportamentos que vão além das relações heterossexuais são «a destruição do trabalho de Deus». «Não é metafísica superada se a Igreja fala da natureza do ser humano como homem e mulher e pede que esta ordem da criação seja respeitada», afirmou o Sumo Pontífice, defendendo o direito de a Igreja «falar sobre a natureza humana como homem e mulher, e pedir que esta ordem da criação seja respeitada». O líder dos católicos criticou as teorias do género que se impuseram nas ciências sociais na Europa e nos EUA e estabelecem uma diferença entre a pertença a um determinado sexo, a identidade biológica, e o papel que a sociedade atribui aos indivíduos, a forma como cada um vive. São, segundo o Papa teorias que aceitam a homossexualidade e a transcendentalidade e, assim, afastam os homens da «obra do criador». As declarações de Bento XVI acontecem após a recusa do Vaticano de se associar à petição pela descriminalização universal da homossexualidade lançada no dia 18 de Dezembro por 66 países na ONU. Em Outubro um alto responsável da Igreja Católica classificou a homossexualidade como «um desvio, uma irregularidade, uma ferida». |
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