sábado, 17 de outubro de 2009
Que tripla!
Parabéns José Manuel Coelho

Nestas últimas eleições de 11 de Outubro de 2009, os resultados foram distintos, o PSD pela primeira vez obteve um resultado inferior a 50 % (45,82%) e elegeu 4 vereadores, contra 3 da oposição (1do PS; 1do MPT e 1do CDS).
No que concerne ao candidato do PND, José Manuel Coelho, este obteve 5,59% dos votos e, apesar de não ter sido eleito como vereador, multiplicou por 5 os resultados obtidos pelo PND no concelho de Câmara de Lobos em 2007, nas Eleições Legislativas Regionais.
Tratou-se, a nosso ver, de um resultado bastante positivo, por diversos factores:
1º - Foram as primeiras eleições autárquicas em que o Partido da Nova Democracia concorreu ao concelho de Câmara de Lobos;
2º - Os resultados obtidos pelo PND foram superiores aos da CDU e BE (com mais de 30 anos de actividade política);
3º - Caso o PND não tivesse concorrido, os seus votos poderiam ter sido depositados nas candidaturas do PSD ou do MPT o que a verificar-se significaria, no primeiro dos casos, a existência de mais um vereador para o PSD e nenhum para o CDS; no segundo dos casos, a existência de mais um vereador para o MPT e nenhum para o CDS.
Infere-se assim que a candidatura do PND ao Concelho de Câmara de Lobos, encabeçada por José Manuel Coelho, está de parabéns, o que se fica a dever principalmente ao empenho, dedicação e coragem extraordinários de José Manuel Coelho que, apesar de não ser natural do Concelho, assumiu, enquanto cidadão democrático preocupado, uma verdadeira postura de denúncia face às negociatas existentes entre órgãos autárquicos e algumas moreias e tubarões câmaralobenses.
José Manuel Coelho merece um louvor, pois assumiu-se como um verdadeiro “Procurador do Ministério Público” para defender os reais interesses dos cidadãos de Câmara de Lobos, e ainda que o desprezível caciquismo não tenha permitido a eleição do candidato, a verdade é que este será lembrado no futuro como o Homem que iniciou o desmoronamento dessa abjecta praga (o caciquismo) da sociedade madeirense.
Temos a certeza que mesmo não tendo sido eleito, a sua batalha contra os discípulos do regime continuará, pois José Manuel Coelho é um Homem com um sentido apurado do que é um Estado de Direito, um verdadeiro democrata.
Muito obrigado José Manuel Coelho!
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Cuida da tua vidinha e deixa o Partido Socialista em paz!

Vejam esta palhaçada que este cromo escreve no jornal do sistema: http://www.jornaldamadeira.pt/not2008_12.php?Seccao=12&id=135797&sup=0&sdata=2009-10-16
Hoje dia 16 de Outubro de 2009 é assim
Dziwisz, que está em Roma para homenagear João Paulo II no quarto aniversário de sua morte, fez a revelação à rede de TV por satélite "Sky TG24".
O cardeal evitou se referir ao caso como um "milagre", ao lembrar que foi testemunha pessoal "das muitas graças" concedidas por intercessão de João Paulo II, "especialmente a doentes de câncer", e que ele nunca falou delas como "milagres".
Segundo Dziwisz, há poucos dias, um menino polonês de 9 anos, que devido a um tumor no rim é obrigado a se locomover em cadeira de rodas, foi levado por seus pais ao túmulo de João Paulo II.
Após rezar diante da sepultura do falecido papa, localizada na cripta da Basílica de São Pedro, o menino, natural da cidade de Gdank, deixou a basílica.
Já no lado de fora do templo, ele disse a seus pais que queria caminhar.
"'Quero caminhar', disse a criança, que se levantou da cadeira e começou a andar", afirmou o purpurado.
Relembrar João Paulo II

O conclave que se sucedeu ao inesperado falecimento do Papa João Paulo I, foi dominado por duas correntes que tiveram como candidatos o conservador arcebispo de Génova Giuseppe Siri, e o mais liberal arcebispo de Florença Giovanni Benelli. Crê-se que a eleição de Karol Wojtyła tenha sido uma solução de compromisso e que constituiu uma surpresa.
Adoptou o nome de João Paulo II em homenagem ao seu antecessor e rapidamente colocou-se do lado da paz e da concórdia internacional, com intervenções frequentes em defesa dos direitos humanos e das nações.[parcial]
Foi o Papa mais novo desde o Papa Pio IX porque eleito na época com 58 anos. No entanto, tornou-se o Papa cuja acção foi mais decisiva no século XX: as suas viagens ultrapassaram em número e extensão as de todos os antecessores juntos, reunindo sempre multidões; para muitos tinha o carisma do Papa João XXIII; participou em eventos ecuménicos (foi o primeiro a pregar numa igreja luterana e numa mesquita, o primeiro a visitar o Muro das Lamentações, em Jerusalém); procedeu a numerosas beatificações e canonizações; escreveu 14 encíclicas.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Papa_Jo%C3%A3o_Paulo_II
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
PND aguarda actuação do Ministério Público

Baltasar Aguiar avança com queixas sobre tudo, excepto a agressão
O PND e Baltasar Aguiar não apresentaram nem vão apresentar queixa no MP - Ministério Público, sobre a queixa que o deputado sofreu por ocasião da inauguração das estradas da expansão do Tecnopolo.
Baltasar Aguiar e outros membros do PND, candidatos autárquicos, pretendiam aceder ao local da cerimónia de inauguração, mas o acesso foi-lhes vedado por trabalhadores da empresa, com a polícia presente.
Perante a insistência, Baltasar Aguiar foi agredido, o que em seu entender, tratou-se de um crime público. Por isso, aguarda "pacientemente" que o MP actue. O deputado justifica: "O MP tem olhinhos para ver o que viu e vai actuar, se quiser." Baltasar Aguiar parafraseia uma declaração recente: "Os magistrados do MP são maiores e vacinados, eles que actuem".
Esta posição do PND aplica-se apenas à agressão de que foi alvo o deputado. Todas as outras situações ocorridas durante as campanhas vão ser analisadas e haverá queixas quando for entendido que existem razões para isso.
Baltasar Aguiar diz que vai actuar nos casos de crimes particulares, públicos e semi-públicos. Injúrias, violações da Lei Eleitoral, agressões a outros candidatos, bloqueamento de estradas, atitude da empresa na inauguração referida, tudo vai ser analisado pelo PND.
Instado a dar alguns exemplos concretos, o responsável do PND lembra os cartazes "considerados injuriosos", exibidos na referida inauguração. Haverá procedimento criminal contra quem os exibiu e com o autor moral. Baltasar Aguiar diz que, "com base nas imagens" parece que esse autor é Alberto João Jardim, pois terá afirmado "eu é que mando".
O PND marcou as duas campanhas eleitorais recentes pela irreverência e pela presença em várias inaugurações. Além do episódio na inauguração referida, outro aconteceu uns dias antes em idêntico acto inaugural.
Na abertura da via entre o Porto do Funchal e a zona da Cruz de Carvalho, o PND também marcou presença e exibiu um cartaz a considerar eleitoralismo as inaugurações em período de campanha.
Os ânimos azedaram e houve agressões várias, com o PSD a ter de recorrer à Brigada de Intervenção Rápida para controlar os acontecimentos. No sentido de manter a ordem pública, a PSP teve de proteger os poucos elementos do PND com os números populares, o que provocou a ira de Jardim.
O presidente do PSD que o é também do Governo Regional, nesta qualidade proferiu palavras contra a actuação da polícia e disse dispensar a protecção da mesma, a partir daquele momento.
Mais tarde veio dizer que não era bem assim. O problema viria dos comandantes que não são madeirenses e não os polícias de cá. Acrescentaria que há anos trabalhava com alguns deles, com quem até tinha relações de amizade.
Élvio Passos
Fonte: http://www.dnoticias.pt/
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
'Bocas' de Jardim provocam saída de agente da PSP

As declarações do presidente do Governo Regional nas inaugurações da semana passada, que antecederam as eleições autárquicas, 'feriram' muitas sensibilidades em praticamente toda a hierarquia do Comando.
Alberto João Jardim deixou claro que não pretendia cá polícias continentais e criticou com alguma dureza a isenção e imparcialidade da PSP, considerando que esta não o protegeu convenientemente nos actos públicos onde marcaram presença militantes do PND, numa contramanifestação que denunciava as "inaugurações eleitoralistas". A crispação política fez 'estalar o verniz' desde as altas patentes até às bases da PSP. Sobre este assunto, o porta-voz do Comando da Madeira, comissário Roberto Fernandes, já esclareceu que a instituição policial não se pronuncia sobre opiniões de entidades governamentais ou partidárias, mas isso não abafa o mal estar evidente e a indignação em praticamente todos os elementos das forças de segurança.
O agente que está de partida "é um excelente profissional que trabalha nesta região há mais de um década", refere o presidente da delegação regional da Associação Sindical dos Profissionais de Polícia (ASPP). A 'gota de água' chegou com as declarações polémicas de Alberto João Jardim. "Conheço o agente muito bem, ele decidiu sair depois do presidente ter dito que não queria cá polícias do continente", confirma Jorge Silva.
Embora não se possa generalizar a origem, este não é um caso único. Segundo o DIÁRIO apurou, no último ano, seis polícias destacados nas esquadras da Madeira foram transferidos, por sua manifesta vontade, para fora da Região.
23 novos não cobrem 28 saídas
Os 23 novos agentes que ontem entraram ao serviço do Comando Regional da PSP - ao abrigo do concurso nacional de reforço dos comandos do país mais carenciados - não chegam para cobrir a saída de 28 quadros do Comando da Madeira, a maioria dos quais por pré-aposentação e aposentação.
"É por isso que temos dito que 23 é um número insuficiente. São poucos para colmatar as saídas", sublinha Jorge Silva, que faz as contas: "para pré-reforma foram 14 elementos no último ano, mais algumas idas para o continente e transferências de livre vontade, dá 20. Como outros oito foram para a pré-reforma, percebe-se logo que o saldo é negativo". Por isso, diz que é um erro falar em reforço policial quando efectivamente não são contabilizadas as saídas. No espaço de um ano, o Comando Regional perdeu 28 polícias. Ontem, abriu as portas a 23 novos agentes.
A ASPP defende um plano de transferência em massa "de uma vez por todas" e não em 'conta-gotas', recordando que há ainda 79 polícias madeirense à espera de colocação por concurso. É neste contexto, onde todos são importantes, que Jorge Silva se sente agastado ao ver que há colegas seus que partem por razões ou influências externas.
ASPP aplaude actuação policial "numa fase terrível" da democracia
A ASPP não se pronunciou na semana passada (vésperas de eleições), mas vem agora a terreiro aplaudir "a actuação isenta e apartidária dos elementos da PSP que foram empenhados nas inaugurações". "A ASPP mais uma vez esteve de corpo e alma com os nossos oficias, chefes e agentes, que numa fase terrível desta jovem democracia, apresentaram-se no terreno bem preparados, mentalmente e fisicamente, mesmo depois das palavras insultuosas, vindas de alguém que devia ser o primeiro a dar o exemplo e contribuir para a manutenção da calma e da ordem", reitera Jorge Silva. À "provocação" de Alberto João Jardim, que, em comunicado, disse não reconhecer o direito ao sindicalismo às forças de segurança, Jorge Silva questiona-se se o presidente manterá a mesma opinião em relação à Polícia judiciária, uma força também ela armada. "São declarações infelizes, antidemocráticas, e aceitáveis só em outros regimes que não o nosso", classificou.
Ricardo Duarte Freitas












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