sábado, 2 de março de 2013

Os Irlandeses sofreram mais que nós…e não fazem as tristes figurinhas de muita gente por cá!!!

Fonte: DN Madeira

Nova Democracia defende criação de Gabinete de Apoio ao Agricultor para Assuntos Fiscais



Produção agrícola deixa de estar isenta de IVA e a contabilidade agrícola, além da emissão obrigatória de faturas, implica informação mensal às finanças.

O Diretor Regional dos Assuntos Fiscais referiu ontem no telejornal da RTP-Madeira que os agricultores isentos de IVA, por possuírem um volume de faturação anual inferior a 10 mil euros, não estão obrigados a emitir faturas nem a comunicá-las mensalmente às finanças. NADA MAIS FALSO! De acordo com as novas regras, TODOS os agricultores estão obrigados a emitir faturas sobre as suas transações e a comunicá-las mensalmente às finanças, mesmo que estejam isentos de cobrar IVA.

Com a aprovação do Orçamento do Estado para 2013, os produtos e a atividade agrícola passaram a estar sujeitos à taxa reduzida de IVA (sempre que o volume de vendas ultrapasse os 10 mil euros anuais) e os agricultores são obrigados emitir faturas e a comunica-las mensalmente às finanças. No decorrer da última semana, têm vindo a ser noticiadas as consequências destas novas obrigações em relação aos produtores de banana mas, na verdade, estas alterações afetam qualquer atividade agrícola, com destaque particular, face à sua importância comercial, para a produção de anona e outros frutos tropicais, assim como na produção de uva e cana-de-açúcar, entre outros.

Estas novas obrigações fiscais apanharam os agricultores madeirenses desprevenidos, em particular os que trabalham pequenas explorações e que possuem rendimentos mais baixos. O Governo Regional da Madeira, e em particular a Secretaria Regional do Ambiente e Recursos Naturais, conhecedor já há vários meses destas novas obrigações (desde que o Orçamento do Estado para 2013 era ainda uma proposta) não tomou as necessárias providências para preparar e acompanhar os agricultores face a estas novas obrigações em matéria de contabilidade agrícola. 
Agora, com prazos mensais a decorrer para comunicar às finanças os elementos das faturas emitidas (até ao dia 25 do mês seguinte ao da emissão da fatura), procedimento que implica a utilização de ferramentas informáticas e o preenchimento de formulários com os quais os lavradores não estão familiarizados, os agricultores da Madeira e Porto Santo arriscam-se a entrar em incumprimento com as finanças e virem a ser penalizados por isso. 

Assim, considerando que o nosso sector agrícola é maioritariamente constituído por explorações agrícolas de pequena dimensão e com baixos rendimentos; considerando que a maior parte dos agricultores não têm condições económicas para aceder aos serviços dos gabinetes de contabilidade existentes no mercado; considerando que o sector agrícola madeirense possui atividades cuja valorização comercial dos respetivos produtos implicam a satisfação das obrigações fiscais acima enunciadas; considerando que, ao longo do tempo, os agricultores da Madeira e Porto Santo não foram encaminhados e orientados pelo Governo Regional da Madeira num processo de formação, integração e adaptação relativamente às crescentes responsabilidades fiscais; 

A Representação Parlamentar da Nova Democracia apresentou na Assembleia Legislativa da Madeira um projeto de resolução que recomenda ao Governo Regional da Madeira a criação de um Gabinete de Apoio ao Agricultor para Assuntos Fiscais, o qual deverá estar dotado dos necessários recursos humanos e materiais para garantir, para além dos esclarecimentos solicitados, apoio personalizado no acompanhamento e encaminhamento dos agricultores junto das respetivas secções de finanças e no cumprimento das suas obrigações em matéria de contabilidade agrícola.

Jardim tem condições para continuar a ser presidente do Governo?


Põe a Madeira em marcha, a caminho da sopa do Cardoso,da miséria e da fome.

Viva a restauração no Funchal e o PPD/PSD Madeira



Almoço combinado ali para os lados de São Pedro. Chego. Restaurante faliu. Combino para rua das Pretas. Restaurante faliu . Acabo no pátio. Restaurante aberto mas vazio. Aberto não por muito tempo. Calculo.

E eu a pensar que iam chegar aos 700 manifestantes! lol


Gosto de gente esperta mesmo quando se intitulam "burros" para disfarçar e enganar o pagode



Em 29 de Janeiro de 1983, se bem me lembro,
estávamos em vésperas de 2ª intervenção do FMI no pós-25 de Abril (a primeira tinha sido em 1978). O bom povo de esquerda já então cantava patrioticamente o "Grândola", à espera de melhores dias.
30 anos depois, "eles" estão cá outra vez. Para quê? Para nos emprestar dinheiro e ver se o não gastamos mal gasto, como de costume...fdp dos da troika. Emprestam as pesetas e querem saber onde é que as vamos gastar... onde é que já se viu semelhante coisa... gfdp...
Relativamente aos camaradas canhotos, como muito bem dizia a Sra. Thatcher: "Problem with socialism is that eventually they ran out of other´s people money". Aqui, o "Engº" Sócrates esgotou o pilim e o crédito em 2011 - com os resultados que se conhecem. (parece que levou alguns milhões na algibeiraa)
Se fôssemos para a inteligente solução do PC e do BE, de não se pagar toda ou parte da dívida, até os nossos bisnetos haveriam de ter de se desenrascar sem qualquer financiamento externo - gato escaldado, da água fria tem medo.  Isto é, para esta esquerda, o bonito é viver na miséria ao som da vila morena...

Como sempre a Quinta Vigia ficou de fora. Mentes brilhantes...

Fonte: DN Madeira

Que se lixe esta corja de (salada russa do povo superior)!

Fonte: DN Madeira

Procura-se a verdadeira carta de condução!

Fonte: http://pravdailheu.blogs.sapo.pt/2013/02/?page=6

Sindicatos juntos contra comissário Entrevista com Dionísio Câmara, líder do Sindicato Independente dos Agentes de Polícia (SIAP)




Dionísio Câmara é madeirense e presidente nacional do SIAP. O polícia dá conta da degradação dos meios materiais ao serviço da PSP e da perda de direitos da classe, numa altura em que o Governo fala no aumento da idade para passagem à reserva.
Na Madeira, a falta de condições das viaturas e o ‘caso Roberto Fernandes’, condenado por crimes de favorecimento pessoal e falsificação de documentos, lideram as preocupações do sindicato que tem entre mãos várias diligências para exigir a abertura de um processo disciplinar.

O país enfrenta uma conjuntura bastante complexa. Quais são os principais problemas que afectam a polícia? 
Neste momento, os meios materiais. As viaturas têm sido um grande problema aos níveis nacional e regional. Ao nível nacional, há falta de viaturas para os agentes poderem executar um serviço digno à população.
Há risco de pôr em causa a segurança pública?
Não. Há sempre um esforço da direcção nacional para resolver os casos das viaturas avariadas e devolvê-las o mais rápido possível às esquadras.
A situação é pior, hoje?
Completamente. Piorou ao nível material, o que dificulta a eficácia dos agentes em resolver os problemas.

Na Madeira foi notícia, esta semana, o mau estado das antenas dos rádios intercomunicadores usados pelos polícias. Isto é sintomático de carências consideradas básicas?

Sim.

Outro dos assuntos na ordem do dia é o caso ‘Roberto Fernandes’.  O que é que motivou este processo?
A desigualdade com que o Comando Regional tem tratado este processo. Não está a ser exercido o regulamento disciplinar que tem de ser aplicado a todas as forças de segurança, desde a classe de oficiais, à classe dos chefes e à classe dos agentes. Não é o que se passa com o caso do comissário Roberto Fernandes. Eu digo comissário mas, se olharmos ao processo, ele deveria ser subcomissário porque  subiu a comissário com o processo já a decorrer no tribunal.
É bom que isto fique claro.
E pode ser despromovido?
Segundo a advogada deste sindicato, o comissário poderá ser despromovido. Nós vamos fazer tudo para que isso venha a acontecer.
Tanto quanto foi noticiado, o Comissário já foi alvo de um procedimento disciplinar. Pode haver novo processo?
Pode haver. E quanto a esse processo disciplinar, ele é desconhecido pelos sindicatos.
A Direcção Nacional da Polícia adiantou, hoje, que o processo disciplinar foi arquivado por falta de matéria disciplinar e que não existe ligação entre a infracção disciplinar registada e a pena a aplicar. O que significa isto?
Essa explicação da direcção nacional está completamente errada. Essas declarações não coincidem com a realidade porque se o Tribunal provou o crime que ele cometeu, automaticamente a direcção nacional tem, através do seu regulamento disciplinar, de provar o mesmo.
Essa  acção é obrigatória?
Completamente obrigatória.
Então porque é que ainda não houve processo?
Eu penso que o comissário Roberto Fernandes tem um anjo da guarda que o protege. Ainda não entendi é quem é esse anjo da guarda. Se formos a ver, estas coisas só acontecem no comando regional da Madeira e em relação ao comissário Roberto Fernandes.
Há um regime de excepção na Madeira?
Completamente. Esta situação é, actualmente, motivo de revolta ao nível nacional. Tenho recebido telefonemas de oficiais a admirar a coragem deste sindicato em denunciar este caso.
Um novo processo depende, então, da direcção nacional. Há vontade para isso?
Acho que não. Já escrevi para a direcção nacional. Já fui recebido pelo sr. ministro quando recebeu a pasta. Expliquei-lhe a situação e até hoje não houve resposta.
Não há, aqui, uma espécie de perseguição pessoal ao comissário Roberto Fernandes?
Não. Eu nem o conheço pessoalmente. O que queremos é que haja igualdade de tratamento para todos os polícias. O regulamento disciplinar tem de ser aplicado a todas as classes.
Essa reivindicação é legitimada pela confirmação do Tribunal da Relação à sentença atribuída pela Vara Mista do Funchal a Roberto Fernandes?
Exactamente. Isso dava automaticamente expulsão da PSP, comparando com outras situações.
Essa é a convicção do SIAP?
E não só. Neste momento, são vários os sindicatos que se querem juntar a esta luta.
Esta falta de consequência para Roberto Fernandes põe em causa a estabilidade interna  e a imagem da polícia? 
Isto é uma vergonha. Os polícias da Madeira estão de costas voltadas para o comissário Roberto Fernandes. Têm é medo de falar e de represálias. Eu recebo várias mensagens em Lisboa a solicitar o sindicato, a dar os parabéns pelo trabalho que está a ser feito e pedem que não se deixe cair isto em ‘saco roto’.
O SIAP  impugnou o concurso para promoção a subintendente, devido à candidatura de Roberto Fernandes. A promoção vai adiante?
Se a lei funcionar como deve ser, o curso está automaticamente impugnado.
Quando fala em expulsão, há outros casos paralelos?
Temos um caso muito parecido do comissário Marinheiro que exercia no comando de Vila Real e cuja pena foi a expulsão. Depois, mais tarde, é que lhe foi aplicado dias de multa e depois a transferência para o Comando de Ponta Delgada, nos Açores.
A que se deveu essa diminuição de pena? Isso não tira alguma razão ao sindicato?
Sim. Aliás, estamos revoltados, mas isso tem a ver com o comandante que saiu há pouco tempo, Guedes da Silva, que achou de lhe atribuir esta pena. Pedimos explicações. Até hoje não nos responderam.
Na Madeira, há outros casos de expulsão, nomeadamente um que diz respeito à utilização endivida de dinheiro da PSP?
Sim. Temos um elemento que foi, infelizmente, embora. A polícia em vez de o ajudar e tentar compreender o que ele fez e que sabemos que não é legal... Abasteceu a viatura pessoal com o cartão da instituição. Houve processo crime e, automaticamente, processo disciplinar. Neste caso, houve expulsão.
Há uma diferença de tratamento para agentes e oficiais?
Eu chego à conclusão que os srs. oficiais são imunes ao regulamento disciplinar.
O que está a dizer em relação a Roberto Fernandes é algo bastante grave. Essas acusações estão documentadas e provadas?
Completamente. O que o comissário Roberto Fernandes fez não lhe dá outra hipótese, senão a expulsão da PSP.
Está a referir-se à falsificação de documentos para benefício de familiares?
Exactamente e temos outras situações graves. Tenho provas de que ele andou com a viatura descaracterizada da PSP. Andou a passear com a família pela Praia Formosa, pelo pico do Areeiro, levou os filhos à escola, utilizando a cadeirinha de bebés no carro descaracterizado das brigadas. Nessa altura, recebi  indicações, por fax, das brigadas a dar conta que não tinham viatura para o serviço.
O SIAP tem provas do que diz?
Exactamente. Temos provas por escrito, provas documentais. Tenho uma carta com toda a documentação que prova tudo isso.
Isso não daria azo a um novo processo?
Completamente. O comando regional abriu o processo, o caso foi para o tribunal que pediu explicações e o comando regional explicou o que quis e entendeu. O que é de lamentar é que o tribunal do Funchal não chamou o sindicato para ser ouvido sobre esta matéria. É mais um processo que vamos querer abrir porque o sindicato tem de ser ouvido. Alguns agentes do comando regional estão dispostos a prestar declarações sobre o carro descaracterizado que ele usou. Se formos a ver, o combustível também foi pago pelos contribuintes.
Então este crime é mais grave do que o praticado pelo agente expulso?
Completamente. Eu vi e tenho testemunhos. Vimos o comissário a sair da sua residência com a viatura descaracterizada, com o filho sentado na cadeirinha, a ir leva-lo à creche chamada ‘Os reguilas’. Eu e três colegas estivemos, desde as seis da manhã, à porta da casa dele, para ver e para fotografar tudo isto. O comando regional manteve-se até hoje em silêncio.
Quando é que o sindicato pensa dar início a este processo?
Na próxima segunda-feira, vou reunir com outros sindicatos e vamos tomar uma posição conjunta. Há a ideia de virmos todos à Madeira para, à frente do comando regional cantar a música de Zeca Afonso ‘Grândola, Vila Morena’ e exigir a abertura do processo disciplinar do comissário Roberto Fernandes. Várias pessoas da Madeira estão dispostas a nos acompanhar porque acham que isto é uma grande injustiça.
O SIAP mandou cartas ao Ministério da Administração. Teve algum ‘fedback’?
Até hoje não obtívemos resposta nenhuma. Só quem nos contactou, através de ofício, foi o sr. procurador-geral da República que confirmou ter dado conhecimento à direcção nacional, ao MAI e ao comando regional do processo de Roberto Fernandes. O mais grave é que eu entreguei esse ofício ao novo director nacional. Ora, já passou mais de um ano e não houve resposta.
Já há resposta à audiência pedida ao Ministro da Administração Interna e à direcção nacional da PSP?
Ainda não me responderam.
Segundo Ricardo Vieira, advogado de Roberto Fernandes, a decisão judicial  não pode influenciar negativamente  a carreira do comissário. Como comenta esta afirmação?
Eu acho que esse senhor desconhece o regulamento disciplinar da PSP. Acho que foi vergonhoso ele ter dito isso e se vir lamentar a um meio de comunicação, dizendo que o comissário não pode ser punido duas vezes pelo mesmo crime. Ele sabe perfeitamente que, sempre que há um processo crime, o tribunal informa o Comando e este tem que abrir um processo disciplinar. Acho que ele devia estudar um pouco o regulamento disciplinar da PSP.
O que diz o dr. Ricardo Vieira é que  o comissário foi sujeito “não uma, mas duas vezes ao poder disciplinar exercido”...
Toda a gente diz que esses processos foram abertos. Eu já pedi o número do processo ao comando regional. Até hoje, nunca me informou sobre o número do processo, o dia, o mês ou o ano... Se bem sei, de uma fonte do Núcleo de Deontologia do Funchal, nunca foi aberto processo disciplinar.
Houve crime sem castigo?
Exactamente. E isso não pode acontecer. Se o comissário Roberto Fernandes não for punido, haverá uma grande revolta aos níveis nacional e regional.
Há aqui algo de muito estranho...
É um caso único na PSP e isto só vem denegrir a imagem da instituição

Actualmente, há também decisões políticas que estão a afectar a polícia. Como é que o sindicato reage à notícia de que o Governo quer aumentar a idade de passagem à reserva dos agentes da PSP?

Não estamos a ver um homem com 57 anos andar a fazer patrulha. Todos os sindicatos estão contra isto. A nossa profissão é desgastante. Eu até sou da opinião que os polícias deviam partir para a aposentação aos 50 anos (...)  O Governo devia olhar para a polícia de uma forma diferente, por exemplo, de como olha para os funcionários públicos que têm um horário das 9 às 17 horas. Os nossos turnos são rotativos, fazemos 3 ou 4 noites seguidas e é muito desgastante.
A austeridade também chegou à PSP...
Sim. O que revolta é que o Governo considera os agentes da PSP como  funcionários quando é para pagar. Quando se trata de direitos, a resposta que nós dão é que temos de seguir o estatuto policial.
Há atrasos no pagamento de gratificados?
Sim. Até que aqui na Madeira os centros de saúde deixaram de ter polócia. Foi retirada em Câmara de Lobos, Machico  e Ribeira Brava, salvo erro, porque há vários anos que o Governo não paga os gratificados. Isto põe em causa a segurança dos médicos. Nunca se sabe quem é que poderá entrar nos centros de saúde às 3 ou às 4 horas da manhã.
Que opinião tem do actual comandante regional?
É uma pessoa exemplar (...) Penso que se estivesse no Comando regional em 2004 o comissário Roberto Fernandes tinha tido um processo disciplinar.
E agora não poderia ter um papel activo?
Penso que ele vai fazer tudo por tudo para isso acontecer.
Isso quer dizer que vai exigir responsabilidades ao anterior comandante?
Vou exigir responsabilidades ao sr. comandante Guedes da Silva que nessa altura esteve cá, ao sr. Oliveira Martins que exerceu funções de comandante regional e que se manteve sempre em silêncio, ainda mais questionando a representatividade do nosso sindicato, num meio de comunicação social.
Quando fala em protecção refere-se a estas entidades?
Exactamente.
Por falar em sindicato, como é que as estruturas nacionais viram a integração recente de Roberto Fernandes numa delegação regional?
É verdade. Ele entrou para o sindicato dos Oficiais depois tanto criticar os sindicatos. Ele entrou para o sindicato porque há um artigo que protege os delegados e os dirigentes sindicais que não podem ser transferidos de Comando sem o consentimento do presidente do sindicato (...) é bom que se explique que o ministro da Administração Interna tem poderes acima deste artigo.  A maior vitória dos agentes do comandanto regional era ver o comissário Roberto Fernandes ser transferido para o Continente.
O tempo empregue na vida sindical vale a pena?
Vale muito a pena lutar por esta instituição (...) mas também tenho tido os meus problemas ao nível interno. Só o sr. comissário Roberto Fernandes já apresentou três queixas crime contra mim. Uma foi arquivada e espero que as outras também.
Como vê estas manifestações quando a PSP tem razões para se manifestar?
Quantos homens estavam na Assembleia da República com o seu coração desejo de estar do outro lado... oxalá não chegue ao dia em que esses homens não se junte ao povo para lutar também pelos seus direitos.
Insegurança: SIAP diz que viaturas sem condições prejudicam trabalho das patrulhas
A falta de condições das viaturas colocadas ao serviços dos agentes da PSP-Madeira  pode pôr em causa a eficácia da acção policial, denuncia o líder nacional do SIAP.
"Nós temos viaturas com pneus completamente carecas. Às vezes os piscas não funcionam, isto quando as viaturas da PSP devem dar o exemplo", afirma Dionísio Câmara.
O sindicalista lembra que a polícia perde legitimidade de  "chamar a atenção dos condutores"  se é a própria instituição a utilizar carros sem  condições.
Segundo o sindicalista, outro dos motivos de queixa dos agentes madeirenses passa pela atribuição das  "melhores viaturas aos senhores comandantes".  Os carros em pior estado são colocados, de acordo com Dionísio Câmara, ao serviço dos agentes.
"As melhores viaturas deviam estar ao serviço dos homens para resolver os problemas da Região", insiste.
Ao nível nacional, o líder do SIAP dá conta da falta de carros e acusa o  IGAE  de passar mais tempo "fechado  num gabinete do que  a vir ao exterior saber e ver a realidade dos problemas da instituição policial".
Fonte: DN Madeira

sexta-feira, 1 de março de 2013

Amanhã, temos todas as razões para sair à rua e censurar aqueles que foram deputados da ALRAM e estão a ganhar uma reforma choruda como...

Fonte: DN Madeira

E aqui vai mais um artigo de opinião encomendado por um gabinete da rua da Alfândega, 71 - 1.º

Fonte: DN Madeira

Amanhã veremos...



Requisitos mínimos para se pertencer à esquerda enérgica: 
Nunca usar gravata
Falar sempre com as sílabas muito abertas e bem soletradas
Abrir muito os olhos
Dizer sempre companheiras e companheiros, homens e mulheres, pessoos e pessoas
Utilizar sempre superlativos de quantidade
Acentuar BANca, BANQUEIros, capiTAL, eNORme, esQUERda
Ter muitos dentes na boca
Induzir envelhecimento precoce a quem ouvir a militância

A estratégia da raposa


...exactamente o mesmo que ajudaste a eleger


Finalmente a Protecção Civil acordou...

Fonte: DN Madeira

A falta de vergonha...






... não tem mesmo limites.

Governo fantasma


Considero totalmente inaceitável "queselixetroika". O que estamos a cercar, de uma forma irracional e irresponsável, é o próprio regime democrático.


É muito interessante observar os músicos numa orquestra, enquanto estão a tocar.

Os crimes do comunismo XI





A pazada

Quem se encarrega das execuções? A escolha é deixada ao critério dos agentes de Segurança, que fuzilam quando não querem sujar as mãos, ou matam lentamente se pretendem acompanhar a agonia. Assim, tive conhecimento de que se pode matar à paulada, à pedrada ou com uma pá.
            Chegou-se ao ponto de matar os prisioneiros como se de um jogo se tratasse, organizando um concurso de tiro em que eles servem de alvos. Também aconteceu forçar os supliciados a baterem-se entre si e a despedaçarem-se mutuamente. [...] Vi várias vezes com os meus próprios olhos cadáveres atrozmente trucidados: as mulheres raramente morrem em paz. Vi seios rasgados à facada, partes genitais dilaceradas por um cabo de pá. nucas despedaçadas à martelada [...] No campo, a morte é algo muito banal. E os «criminosos políticos» batem-se como podem para sobreviver. Fazem o que quer que seja para conseguir mais milho e banha de porco. Todavia, apesar desta luta, morrem diariamente no campo, em média, quatro ou cinco pessoas, de fome, por acidente ou... executadas.

É praticamente impensável fugir de um campo. Um guarda que prende um fugitivo pode esperar entrar para o Partido e depois frequentar a Universidade. Alguns obrigam prisioneiros a trepar vedações de arame-farpado. Nessa altura, disparam e fingem tê-los detido.
Além dos guardas, há cães a vigiar os criminosos políticos. Servem-se destes terríveis animais, muito bem treinados, como máquinas de matar. Em Julho de 1988, no campo n13, dois prisioneiros foram atacados pelos cães. Dos seus corpos só restaram os ossos. Também em 1991, dois rapazes de quinze anos foram, devorados por esses cães.

In O Livro Negro do Comunismo, 1998, Quetzal Editores

Os crimes do comunismo X



Sobreviver ao horror

Pelo crime de falar inglês, fui preso pelos Khmers Vermelhos e levado, de corda no pescoço, coxeando e titubeando, para a prisão de Kach Roteh, perto de Battambang. Era apenas o começo. Fui acorrentado com todos os outros prisioneiros, com ferros que me cortavam a pele. Os meus tornozelos ainda conservam as marcas. Torturaram-me repetidamente, durante meses. O meu único alívio era quando desmaiava.
Todas as noites, os guardas irrompiam nas celas e chamavam os nomes de um, dois ou três prisioneiros. Levavam-nos, e não os voltávamos a ver - eram assassinados por ordem dos Khmers Vermelhos. Que eu saiba, sou um dos raríssimos prisioneiros a Ter sobrevivido em Kach Roteh, um verdadeiro campo de tortura e de extermínio. Só sobrevivi graças ao meu jeito para contar as fábulas de Esopo e contos clássicos animalistas khmers aos adolescentes e às crianças que eram os nossos guardas.
Kassie Neu, director do Instituto Cambojano dos direitos Humanos, 20 de Setembro de 1996.

Os crimes do comunismo IX



Prisões nazis e prisões comunistas

1.            Nyeste, húngaro e residente, dirigia depois da guerra uma organização de jovens; recusou-se a aderir ao PC. Condenado depois de processo, cumpriu a sua pena no campo de trabalho de Resz, onde permaneceu até ao ano de 1956; testemunhou que os detidos passavam doze horas por dia no Inverno, e dezasseis no Verão, o partir pedra. O mais difícil de suportar era no entanto a fome:
«A diferença entre a polícia secreta comunista e a dos nazis - sou um dos felizes eleitos a Ter experimentado ambas - não reside nos seus níveis de crueldade e de brutalidade. O local de tortura de uma masmorra nazi era idêntico ao de uma masmorra comunista. A diferença não está aí. Se os nazis o prendiam como dissidente político, queriam geralmente saber quais eram os suas actividades, quem eram os seus amigos, quais eram os seus planos e assim por diante. Os comunistas não perdiam tempo com isso. Sabiam já, ao prendê-lo, que tipo de confissão iria assinar. Mas o senhor não sabia. Eu não podia imaginar que me ia transformar num «espião americano!»

(Entrevista para a emissão «The Other Europe», Janeiro de 1988, citada in Jacques Rupnik, l’autre Europe. Crise et fin du communisme,
Paris, Odile Jacob, 1990, p. 147)

Os crimes do comunismo VIII



 O inferno de Pitesti

A Securitate, a polícia política romena, utilizou durante os interrogatórios os instrumentos «clássicos» de tortura: espancamentos, pancadas nas solas dos pés, com a cabeça para baixo. Em Pitesti a crueldade da tortura ultrapassou em muito estes métodos: foi praticada toda o gama - possível e impossível - de suplícios. O corpo era queimado com cigarros; partes do corpo de alguns prisioneiros começavam a gangrenar, caíam como as dos leprosos; outros eram obrigados a ingerir excrementos e, se os vomitassem, o vómito era-lhes enfiado pela garganta abaixo.
A imaginação delirante de Turcanu encarniçava-se sobretudo com os estudantes crentes, que recusavam renegar Deus. Alguns eram «baptizados» todas as manhãs da seguinte maneira: enfiavam-lhes a cabeça numa tina cheia de urina e fezes enquanto os outros presos recitavam em volta a fórmula do baptismo. Para que o torturado não asfixiasse, levantavam-lhe de tempos a tampos a cabeça do tina para respirar e de novo a mergulhavam no magma repugnante. Um dos que sistematicamente sofreram esta tortura criara o seguinte automatismo, que durou cerca de dois meses: era ele próprio que todas as manhas imergia a cabeça na tina, para grande chacota dos reeducadores.
Quanto aos seminaristas, Turcanu obrigava-os o oficiar nas missas negras que ele próprio encenava, sobretudo durante a Semana Santa, na vigília pascal. Alguns desempenhavam o papel de meninos de coro, outros de padres. O texto litúrgico de Turcanu era, evidentemente, pornográfico e parafraseava de forma demoníaco e original. A Virgem Maria era referida como «a grande prostituta» e Jesus «o imbecil que morreu na cruz». O seminarista que desempenhava o papel de padre devia despir-se completamente, sendo depois envolvido por um lençol sujo de excrementos e pendurado ao pescoço, um falo confeccionado com sabão, miolo de pão e pulverizado com DDT. Na noite que antecedeu a Páscoa de 1950, os estudantes em curso de reeducação foram obrigados a passar diante do «padre» e a beijar o falo, dizendo: «Cristo ressuscitou.»

(V. Ierunca, op. cit, pp. 59-61.)

O crimes do comunismo VII




Testamento dos prisioneiros patriotas do Vietname (excertos)

Temos de insistir na denúncia das condições de detenção absolutamente inimagináveis. Na prisão de Chi Hoa, a prisão oficial de Saigão, havia cerca de 8000 pessoas encarceradas sob o Antigo Regime, e este facto era severamente criticado. Hoje, esta mesma prisão encerra mais de 40000 pessoas. Com frequência, os prisioneiros morrem de fome, de falta de ar, sob tortura ou suicidam-se. [...]
Há duas espécies de prisões no Vietname: as prisões oficiais e os campos de concentração. Estes últimos estão perdidos na selva, o prisioneiro é ali condenado perpetuamente a trabalhos forçados, nunca é julgado e nenhum advogado pode assumir a sua defesa.[...]
Se é verdade que a humanidade actual recua com temor face ao desenvolvimento do comunismo, e principalmente da pretensa «invencibilidade» dos comunistas vietnamitas que «venceram o todo-poderoso imperialismo americano», então nós, prisioneiros do Vietname, pedimos à Cruz Vermelha Internacional, às organizações humanitárias do mundo, aos homens de boa vontade que enviem com urgência a cada um de nós um comprimido de cianeto a fim de que possamos por fim ao nosso sofrimento e à nossa humilhação. Queremos morrer imediatamente! Ajudem-nos a realizar este acto: ajudem-nos a morrer imediatamente. Ficaremos imensamente reconhecidos.

feito no Vietname, do mês de Agosto de 1975 ao mês de Outubro de 1977

Os crimes do comunismo VI




Relatório do adjunto do chefe do departamento operacional do Gulag sobre o estado dos campos de Siblag. 2 de Novembro de 1941.

Segundo as informaç5es recebidas pelo Departamento operacional do NKVD da região de Novossibirsk, verificou-se um forte crescimento da mortalidade entre os detidos nos departamentos de Akhlursk, de Kuznetsk e de Novossibirsk do Siblag...
A causa desta elevada mortalidade, coincidente com um alastramento maciço dos doenças entre os detidos, é incontestavelmente um emagrecimento generalizado devido o uma carência alimentar sistemática em condições de trabalho físicas penosas, acompanhado de pelagra e um enfraquecimento da actividade cardíaca.
            O atraso nos cuidados médicos prestados aos doentes, a penosidade das trabalhos efectuados pelos detidos, com alongamento do horário de trabalho e ausência de alimentação complementar, constituem um outro conjunto de causas que explicam as fortes taxas de morbilidade e mortal idade...
Verificaram-se numerosos casos de mortalidade, de magreza pronunciada e de epidemias entre os detidos remetidos pelos diferentes centros de triagem para os campos.
Nestes últimos tempos, têm sido descobertas, nos campos do Siblag, numerosas sabotagens por parte do pessoal médico formado por detidos. Um grupo de quatro detidos encarregado de sabotar a produção enviavam detidos doentes para os trabalhos mais duros, não os tratando atempadamente, esperando desse modo impedir que o campo cumprisse as suas quotas de produção.

O chefe-adjunto do Departamento Operacional do Gulag, Capitão das forças de Segurança, Kogenman

Os crimes do comunismo V



Extractos do corto enviada por Mikhaíl Cholokbov a Estaline, em 4 de Abril de 1933.

Camarada Estaline !

Em dezembro último, o Comité regional do Partido enviou, paro «acelerar» a campanha de colecto de cereais o camarada Ovtchinnikov. Quando as requisições se iniciaram, os camponeses começaram a esconder e a enterrar o trigo. Agora, algumas palavras acerca dos resultados quantificados de todas estas requisições. Cereais «encontrados»: 5930 quintais... E eis alguns métodos utilizados para obter estas 593 toneladas desde 1918!
O método do frio.., despe-se o kolkhoziano e coloca-se o indivíduo «ao frio», todo nu, num telheiro.
O método do quente. Rega-se os pés e os bordos dos saias das kalkhazianas com petróleo e pega-se-lhes fogo. depois apagam—se as chamas e recomeça-se...
No kolkhoze Napolavsky, um certo Plotkine, «plenipotenciário» do Comité do distrito, forçava os kolkhozianos interrogados o estenderem-se sobre um fogão aquecido ao rubro. Seguidamente «esfriava-os» fechando-os nus num telheiro...
No kolkhoze Lebiajensky, alinhavam-se os kolkhozianos ao longo de uma parede e simulava-se uma execução...
Podia multiplicar até ao infinito este género de exemplos. Não são «abusos», não, é o método corrente de colecta de trigo...
            Se lhe parecer que a minha carta é digna de merecer o atenção do Comité Central, envie para aqui verdadeiros comunistas que tenham a coragem de desmascarar todos os que neste distrito deram um golpe mortal à construção kolkhoziana... O camarada é a nosso única esperança

Seu Mikhail Cholokhov
(Arquivos presidenciais 45/1/827/7-22)

Os crimes do comunismo IV



Crianças numa prisão de distrito

O que tais nos comovia era a sorte de vinte crianças, sobretudo filhos de pessoas deportadas depois de 17 de Abril de 1915. Estas crianças roubaram porque tinham muita fome. Estavam presas não para serem punidas, mas para serem mortos de uma forma particularmente selvagem:
- Os guardas de prisco batiam-lhes ou davam-lhes pontapés até à morte;
            - Faziam delas brinquedos vivos; amarrootam-nos pelos pés, suspendiam-nas das traves do tecto, balouçavam-nos e depois tentavam estabiliza-las aos pontapés;
            - Perto da prisão havia um pantano: os carrascos atiravam pare lá os pequenos prisioneiros, empurravam-nos para o fundo com os pés, e quando os desgraçados eram atacados por convulsões, deixavam a cabeça emergir, pare recomeçarem de imediato a mergulhá-los à força na água.
Nós, os outros prisioneiros e eu próprio. chorávamos em segredo o sorte destas pobres crianças que tinham abandonado este mundo de um modo 1-ao atroz. Navio oito carrascos guardas de prisão Bun, o chefe, e Lân (só retendo na memória estes dois nomes) eram os mais selvagens, mas todos participaram resta tarefa ignóbil, todos rivalizaram em crueldade para fazer sofrer os seus compatriotas.
testemunho de um antigo funcionário in Kên Khun

Os Crimes do Comunismo III




Testemunho de Stanislaw Swianiewiz, Sobrevivente do massacre de Katyn.

«Apercebi-me de uma abertura no tecto, pela qual conseguia ver o que se passava lá fora [...]. À nossa frente via-se um terreno coberto de erva [...]. Estava rodeado por um cordão de elementos do NKVD, de baioneta calada.
            Era uma experiência nova. Mesmo na frente de batalha, logo depois de termos sido feitos prisioneiros, os forças que nos escoltavam não colocavam as baionetas nas espingardas [...]. Ao local chegou um simples autocarro. Era pequeno, sobretudo se comparado com os autocarros que se vêem habitualmente nas cidades ocidentais. As janelas estavam tapadas com cal. Devia ter capacidade para cerca de trinta passageiros e a entrada fazia-se pela parte de trás do veículo.
Perguntámo-nos porque é que as janelas tinham sido tapadas. Ao recuar, a carrinha aproximou-se o suficiente do vagão vizinho por forma a que os prisioneiros pudessem entrar directamente nela, sem descerem do vagão. Os soldados do NKVD, de baioneta calada, montavam guarda à entrada dos prisioneiros pelos dois lados do veículo [...]. De meia em meia hora a carrinha regressava, para carregar um novo grupo. Em consequência, o local para onde os prisioneiros eram transportados não ficava longe [...].
O coronel do NKVD, um homem muito alto, que me tinha tirado do vagão, estava de pé no centro do local, mãos nos bolsos do capote [...]. Era evidente ser ele a controlar a operação. Mas, em que consistia ela? Devo confessar que ria altura, iluminado por um belo dia de Primavera, a ideia de execuções não me passou sequer pela cabeça [...]».

A l‘ombre de Katyn, Institut Iittéraire, 1976

Os Crimes do Comunismo II




Os «Malgré-Nous»

Um ditado que circulava nos campos é bem demonstrativo da diversidade de origens da população concentracionária: «Se um país não está representado no Gulag, é porque não existe». Também a França teve os seus prisioneiros no Gulag, prisioneiros que a diplomacia não fez grandes esforços para proteger e recuperar.
A Alsácia-Lorena foi anexada, germanizada e inclusivamente nazificada. Muitos dos jovens moselenses e alsacianos, que não tinham o menor desejo de servir sob o uniforme alemão, tentaram escapar a esse «privilégio». Até ao final da guerra, foram feitas 21 mobilizações na Alsácia e 14 no Mosela, num total de 130000 jovens. Enviados na sua maioria, para a frente russa, 22000 «Malgré-Nous» tombaram em combate. Os Soviéticos, informados pela França Livre desta situação peculiar, apelaram à deserção, prometendo o regresso às fileiras da França combatente. Na realidade, e quaisquer que tenham sido as circunstâncias, 23000 alsacianos-lorenos foram feitos prisioneiros. Grande parte deles foi agrupada no campo 188, de Tambov, à guarda do MGB em condições terríveis de sobrevivência:
subalimentação, trabalho forçado nas florestas, alojamentos primitivos, ausência total d cuidados médicos. Os que escaparam destes campos de morte lenta calculam que 14000 dos seus companheiros de cativeiro lá morreram entre 1944 e 1945. Ao cabo de longas negociações, 1500 prisioneiros foram libertados e repatriados para Argel, no Verão de 1944. Se Tambov foi o campo onde esteve internado um maior número de alsacianos-lorenos, outros existiram onde estes últimos estiveram retidos em cativeiro, desenhando assim uma espécie de sub-arquipélago especial para estes franceses que n~o puderam combater pela libertação do seu país.

In O Livro Negro Do Comunismo, 1998, Quetzal Editores

Os Crimes do comunismo I




Os inimigos prisioneiros

A URSS não tinha ratificado as Convenções Internacionais sobre os prisioneiros de guerra (Genebra, 1929). Em teoria, os prisioneiros estavam protegidos pela convenção, mesmo no caso de o seu país não a Ter assinado. Na URSS, esta disposição não tinha qualquer valor. Vitoriosa, conservava três a quatro milhões de prisioneiros alemães. Entre eles, contavam-se soldados libertados pelas potências ocidentais que, uma vez regressados à zona soviética, tinham sido deportados para a URSS.
Em Março de 1947, Viatcheslav Molotov declarou que um milhão de alemães (exactamente 1003974) tinham sido repatriados, restando ainda 890532 nos campos do seu país. Estes números foram contestados. Em Março de 1950, a URSS declarou que o repatriamento dos prisioneiros estava concluído. No entanto, as organizações humanitárias advertiram de que pelo menos 300000 prisioneiros tinham ficado retidos na URSS, bem como 100000 civis. A 8 de Maio de 1950, o governo Luxemburguês protestou contra o encerramento das operações de repatriamento, uma vez que 2000 cidadãos seus continuavam retidos na Rússia. Destinar-se-ia a ocultação de informações sobre esta questão a esconder a triste verdade sobre o destino destes prisioneiros? Podemos admiti-lo, considerando a mortalidade existente nos campos.
Uma estimativa feita por uma comissão especial (a Comissão Maschke) revelou que um milhão de soldados alemães presos na URSS morreram nos campos. Assim, dos 100000 prisioneiros feitos pelo Exército Vermelho em Estalinegrado, só sobreviveram cerca de 6000.
Ao lado dos Alemães, em Fevereiro de 1947 estavam vivos cerca de 60000 soldados italianos, O governo italiano informou que apenas 12513 destes prisioneiros a Itália até aquela data. É preciso igualmente assinalar que os prisioneiros romenos e húngaros que tinham combatido na frente russa conheceram situações análogas. Em Março de 1954, foram libertados cem voluntários da divisão espanhola «Azul». Esta visão geral não ficaria completa se não referíssemos os 900000 soldados japoneses feitos prisioneiros na Manchúria, em 1945.

In O Livro Negro do Comunismo. 1998, Quetzal Editores

Os crimes do comunismo




Nos séculos antecedentes poucos povos e poucos Estados ficaram totalmente isentos de violência infligida e sofrido o uma escale mundial. As principais potências europeias estiveram envolvidas no tráfico de negros, o republica francesa praticou uma colonização que, a despeito de certos contribuições positivas, ficou marcada, até ao fim, por um grande numero de episódios repugnantes. Os EUA continuam impregnados de uma certo cultura da violência que mergulha os suas raízes em dois crimes maiores: a escravatura dos negros e o extermínio dos índios.
            Mas o século XX foi o século das grandes catástrofes humanas - duas guerras mundiais; o império Otomano dedicou-se ao genocídio dos Arménios; a Alemanha ao dos Judeus e dos Ciganos e a Itália de Mussolini chacinou os Etíopes.
            Os regimes comunistas cometeram inúmeros crimes, crimes contra o espírito artes de mais nada, crimes contra a cultura universal e racional, e pior, assassínio em massa de homens, mulheres e crianças. Aqui vão alguns números;
-          URSS, 20 milhões de mortos:
-          China, 65 milhões de mortos:
-          Vietname, 1 milhões de mortos:
-          Coreia do Morte, 2 milhões de mortos;
-          Camboja, 2 milhões de mortos:
-          Europa oriental 1 milhões de mortos:
-          Américo Latina, 150000 mortos:
-          África, 17 milhões de mortes

   Afeganistão, 1,5 milhões de mortos.O  total aproximo-se da fasquia dos cem milhões de mortos. Foram crimes de guerra e compreendem: o assassínio, os maus tratos ou a deportação para trabalhos forçados; o assassínio, os maus tratos infligidos a prisioneiros de guerra ou a pessoas no mar; execução de reféns; tortura...


O  total aproximo-se da fasquia dos cem milhões de mortos. Foram crimes de guerra e compreendem: o assassínio, os maus tratos ou a deportação para trabalhos forçados; o assassínio, os maus tratos infligidos a prisioneiros de guerra ou a pessoas no mar; execução de reféns; tortura...

In O Livro Negro do Comunismo, 1998, Quetzal Editores

Que palhaçada!!

Julgo que não é com 4,5 milhões que o PPD/PSD vai ganhar a câmara de Santa Cruz!


As três Encíclicas de Bento XVI.