sábado, 23 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Um teólogo incontornável, um intelectual respeitado, um alemão que levou a cabo um pontificado de quase oito anos carregado de discursos marcantes e sérias polémicas. A 16 de Abril de 2013 Bento XVI celebra 86 anos, mas já não será o chefe supremo da Igreja Católica. A 11 de Fevereiro, dia em que apresentou a resignação como Papa, a Renascença estreia um web-documentário, que abre as portas ao lado íntimo de um "servo de Deus" fascinado por música e gatos.
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
São os jogos de alecrim e manjerona que a injustiça tuga, à semelhança da classe politica, gosta de fazer! Porque, objetivamente, NINGUÉM no seu juízo perfeito acha que o Estado português vai fazer o que seja ao Palhaço da Madeira, a não ser dar-lhe uma comenda, honrarias várias e uma bela reforma! Este Estado caracterizado pela AUSÊNCIA de Justiça, seria PATÉTICO se não fosse um Estado CRIMINOSO que ajuda à festa de inocentar em Tribunal gente culpada e 'culpar' inocentes na Praça pública. E esta sensação que se cria é sintoma da TOTAL CORRUPÇÃO do Estado!
Ex-bispo de Lisboa nega acusação de assédio Bispo "envolvido em acusações de comportamentos impróprios" conta com solidariedade
O ex-bispo auxiliar de Lisboa Carlos Azevedo, suspeito de assédio sexual a membros da Igreja, segundo uma investigação da revista Visão, negou ontem a acusação e disse nunca ter sido contactado pela Nunciatura Apostólica para depor.
"Nego totalmente a acusação de assédio sexual", afirmou o actual membro do Conselho Pontifício da Cultura do Vaticano, em declarações à SIC, confrontado com a suspeita de assédio sexual ontem noticiada pela revista Visão, à qual disse desconhecer as alegações.
Os alegados casos de assédio a membros da Igreja Católica Portuguesa, relatados na íntegra na edição em papel de hoje, remontam aos anos 80 e terão sido conhecidos após uma denúncia feita em 2010 ao núncio apostólico em Portugal.
O representante da Santa Sé terá recebido uma queixa de um sacerdote e actual coordenador nacional das capelanias hospitalares, validando-a e desencadeando um inquérito realizado pela Nunciatura que, segundo a Visão, permitiu referenciar outros casos suspeitos.
"A Nunciatura nunca me contactou sobre esse processo, nunca me chamou a depor sobre qualquer processo, nunca nenhuma pessoa me chamou, me convocou, me repreendeu por qualquer atitude nesse sentido", garantiu ontem à SIC Carlos Azevedo.
Para o religioso, "remexer em assuntos de há 30 anos (...) não serve de modo ético a informação mas visa meramente sensacionalismo para destruir pessoas".
Carlos Azevedo contou que, quando conheceu a "pessoa em causa", ela "era já adulta e grande" e que o contacto com a mesma "foi só um acompanhamento" no Seminário do Porto.
"De maneira nenhuma tive qualquer relação com essa pessoa. Não há atitude de assédio para com ninguém nem nunca ninguém teve qualquer reparo nesse sentido comigo", frisou.
Admitiu, porém, ter voltado a contactar a pessoa em causa depois de 2010 (data da denúncia) em Fátima, escusando-se porém a entrar "em pormenores" sobre a conversa que decorreu numa atitude descrita como de director espiritual e confessor.
"As pessoas que acolhi, que me procuraram, feridas na sua história e que eu entendia, não as excluo do meu amor e da minha dedicação se me contactam. E conviver, estimar, sem exclusões, procurar caminhos de vivência feliz para quem experimentou limites dramáticos da condição humana, quaisquer que sejam, tem trazido suspeita e atitudes de ambiguidade que me fazem objecto de má-língua", disse Carlos Azevedo.
A revista revela ainda que a investigação foi efectuada com conhecimento e colaboração de sectores da hierarquia católica.
O resultado das diligências por parte da Nunciatura não é conhecido, mas, em Novembro de 2011, aquele que era apontado como possível sucessor do cardeal-patriarca José Policarpo acabou por rumar subitamente para Roma, ao ser nomeado delegado do Conselho Pontifício da Cultura.
Fonte: DN Madeira
Hélder Spínola defende bolsa de terrenos
Uma bolsa de terrenos para evitar a construção em zonas de risco. Esta é uma das propostas que Hélder Spínola direcciona para a prevenção e o colmatar dos efeitos das catástrofes naturais.
Três anos passados sobre o temporal de '20 Fevereiro', o investigador e deputado considera que pouco ou nada foi feito para prevenir os fenómenos naturais.
Orador convidado pela escola básica dos 2.º e 3.º ciclos do Caniço, Spínola alertou para a importância de manter a florestação das serras, para as consequências dos incêndios e para os "erros" repetidos nas obras de recuperação após o '20 de Fevereiro'.
O parlamentar considerou ainda que as entidades regionais devem criar condições para travar a construção em zonas de risco. Hélder Spínola considera que são as famílias mais carenciadas as mais afectadas pelas catástrofes naturais, uma vicissitude que pode estar associada à edificação de residências em áreas inseguras.
Para contrariar esta tendência, Spínola sugere a criação de mecanismos, nomeadamente de uma bolsa de terrenos, ficando o Governo Regional incumbido de seleccionar e lotear terrenos destinados à construção com preços sociais.
Fonte: DN Madeira
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Frase do dia.
"Como é possível financiar clubes de futebol e ter bombeiros com salários em atraso?"
- Hélder Spínola (PND).
"Em silêncio"
Inquietam-me e inquietam-nos os meios de comunicação social que nos gritam notícias, debates e opiniões sobre a resignação de Bento XVI e sobre o novo Papa.
Porquê um tal ruído que tanto nos distancia do mais essencial?
Consciente da ação do Espírito, também eu quero orar por Bento XVI, pela Igreja, por todo o nosso mundo.
Que o meu dia seja a minha prece e que nesta primeira quarta-feira de Quaresma eu me deixe conduzir pelo dom do silêncio.
Não será difícil desligar radios e televisões e em silêncio, despojada de mim, sem razões e sem perguntas,
entregar-me confiante ao Amor com que a todos acolhes.
Em silêncio, hei-de concretizar as tarefas quotidianas e vulgares
e olhar todos os rostos.
Em silêncio,
hei-de escutar os Teus sinais
e as Tuas palavras
que, bem sei, hão-de surgir
num lugar inesperado, num momento qualquer.
Seja, Senhor, o silêncio o santuário onde hoje habitas.
Maria Teresa Frazão
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
Processos de João Machado 'agitam' o plenário Hélder Spínola e José Prada trocam acusações
"A Madeira está a ser governada pela pouca-vergonha", afirmou Hélder Spínola, na primeira intervenção política da sessão plenária de hoje. O deputado do PND justificou a acusação com a situação do director regional dos Assuntos Fiscais, João Machado, que se mantém em funções, depois de ter sido acusado de crimes de fuga ao fisco e branqueamento de capitais, num processo que envolve o CD Nacional e que terá custado mais de um milhão de euros à Região.
Hélder Spínola envolveu na acusação José Prada, deputado do PSD-M, que disse ser advogado de João Machado, pago pelo Governo Regional.
A acusação levou a que José Prada pedisse a palavra para acusar o deputado do PND de ser um "mentiroso compulsivo", garantindo que foi advogado de João Machado noutro processo, que durou três anos e pelo qual pediu, apenas, 2.800 euros , "ainda não pagos".
Fonte: DN Madeira
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
domingo, 17 de fevereiro de 2013
Com esta gente não era de esperar outra coisa...
Dirigente bateu com a porta, tal como todos os órgãos sociais da moribunda ADM
Menos de dois meses depois de terem tomado posse, a 17 de Dezembro do ano passado, os recém-eleitos órgãos sociais da Associação de Desportos da Madeira (ADM) apresentaram a demissão em bloco, tal como o DIÁRIO avançou na edição de ontem.
"Se o arrependimento matasse não estaríamos mortos mas, se soubéssemos o que sabemos hoje, certamente que teríamos pensado duas vezes antes de nos metermos nisto. Apresentamos uma equipa nova com o objectivo de não deixar morrer a Associação de Desportos da Madeira, com a prioridade de reorganizarmos financeiramente a instituição, para depois começarmos com uma prática desportiva mais coesa e forte. Mas mal metemos mãos à obra tivemos a noção de que o cenário com que nos deparamos não era de todo aquele que era expectável e não tivemos outra solução senão apresentar a demissão em bloco", começou por explicar o presidente demissionário, Marco Freitas, que não teve pejo em afirmar que "a Associação de Desportos da Madeira é um caso de polícia". "E perante um caso de polícia somos impotentes e por muito que quiséssemos salvar a ADM, que era o nosso objectivo, com todas as situações jurídicas e judiciais, é-nos impossível levar o mandato até ao fim", justificou.
Marco Freitas sente que não há salvação para a Associação de Desportos da Madeira e que o pedido insolvência requerido pela empresa 'Prestipneu Comércio Pneus Lda.' apenas irá apressar um duro processo. "Por isso, até para nos salvaguardarmos a nós próprios, para não sermos responsabilizados por dívidas, erros ou negligências cometidas no passado, foi decidida a demissão em bloco. Esta é uma situação muito complicada e não se poderia exigir às pessoas que desempenhavam funções de dirigentes na forma de puro voluntariado qualquer tipo de responsabilidade. Perdoem-me a expressão mas não estamos a fugir com o rabo à seringa, é uma questão de coerência e a bem da verdade", avisou.
A demissão em bloco aconteceu no dia 1 de Fevereiro, mesmo antes de Marco Freitas ter recebido em casa o pedido de insolvência da ADM. "Fizemos uma reunião alargada com todos os órgãos sociais, na qual transmiti o real estado da Associação de Desportos e vi alguns dirigentes de boca aberta por causa da situação. Só eu é que não apanhei grande surpresa porque já estava a receber, quase diariamente, cartas e notificações de advogados e de empresas de execução fiscal com cobranças de dívidas. Ninguém estava à espera de tanto e perante o cenário apresentado, as evidências de alegada prática criminosa que houve, a situação financeira, os processos judiciais e actual conjuntura foi decidido unanimemente a demissão em bloco", registou o presidente demissionário.
Apesar de estar na presença de um cenário financeiro dantesco, a direcção demissionária não teme que possa vir a ser chamada a prestar contas. "Demarcámos-nos de toda a situação financeira existente, ainda para mais no tempo em que durou o nosso mandato não fizemos qualquer transacção financeira, não mexemos em dinheiro nenhum, até porque não havia. Aliás, consta da acta de demissão que iremos facultar toda a documentação que temos em nossa posse ao Ministério Público, a quem demostraremos total disponibilidade para sermos ouvidos na investigação caso assim entendam as entidades competentes", disse Marco Freitas.
As dívidas, os processos judiciais e pedido de insolvência resultam dos mandatos da direcção liderada por Alfredo Heinz, com quem a direcção demissionária nunca teve contactos. "Recebi apenas uma mensagem do antigo presidente a desejar votos de um bom mandato e muito sucesso. De resto, fiz questão de manter o distanciamento em relação aos antigos dirigentes da ADM porque tínhamos de ser isentos, porque precisávamos de começar do zero, apurar primariamente a dívida e toda a situação existente. Não quero com isto estar a menosprezar os antigos dirigentes, limitamos-nos apenas a seguir um código de ética que julgámos ser o adequado, para fazermos um trabalho isento", explicou.
A finalizar, Marco Freitas frisou que deseja, acima de tudo, que se faça justiça, a bem do desporto regional e a bem da verdade desportiva. "Espero que a investigação que está ser feita prossiga sem grandes distúrbios externos e que os agentes políticos que têm feito do 'caso ADM' um circo, parem de o fazer e deixem a justiça trabalhar. Só estão a prejudicar a investigação que está a ser feita", destacou.
Direcção demissionária iliba governo
Perante tamanhas dívidas, como é que o Governo Regional continuou a assinar e a pagar os respectivos contratos-programa? Marco Freitas iliba o erário público neste particular, até porque ao antigo IDRAM sempre chegou contabilidade organizada, a que apurámos pela empresa Profisco, algo que não acontece há dois anos.
"Não sei como mas a ADM sempre apresentou contabilidade organizada e relatórios de contas e actividade em dia, sem dívidas ao fisco e segurança social. As verbas foram sendo transferidas, exceptuando nos últimos dois anos, em que foram canceladas as transferências, porque começaram a aparecer dívidas à segurança social e Finanças", explicou o presidente demissionário.
Fonte: DN Madeira
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