sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Está assim!







































O desplante, quando o feitor, o do "casal" trotskista, cá foi corrido pelo Povo nas últimas eleições...!? A verdade é que o cartaz tem a sua piada.


Este ainda acordou a tempo...


Frase do dia!

Fonte: DN Madeira

E se juiz fosse eu ?


Deputado do PTP na assembleia madeirense condenado a 18 meses de prisão com pena suspensa.

O deputado do PTP na Assembleia Legislativa da Madeira José Manuel Coelho foi hoje condenado a 18 meses de prisão, com pena suspensa, por dois crimes de difamação agravada contra o presidente e o vice-presidente do Governo Regional.

O coletivo de juízes das Varas de Competência Mista do Funchal condenou ainda o arguido a pagar 2.500 euros ao chefe do executivo insular, Alberto João Jardim, e 5.500 euros ao seu vice-presidente, João Cunha e Silva, por danos não patrimoniais.

Fonte: JM

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Sondagem - O CANDIDATO ANUNCIADO DO PARTIDO IRMÃO DO PPD/PSD M, ONDE ANDARÁ?



Numa sala de jogo   -   7 VOTOS (35%)

Com um copo do whisky na mão  -  5 VOTOS (25%)

No Casino cá da zona -  3 VOTOS (15%)

Numa tasca perto de si - 2 VOTOS (10%)

Um hotel qualquer em Lisboa ou no Funchal - 2 VOTOS (10%)

No "Cacto" - 1 VOTOS (5%)

PND acusa Governo Regional de impor isolamento ao Porto Santo. Deputado Hélder Spínola denuncia que, neste Carnaval, "é 66% mais caro ir ao Porto Santo do que a Lisboa"



O PND acusa o Governo Regional de estar a impor o isolamento ao Porto Santo, por não ter assegurado junto da empresa Porto Santo Line a colocação de um barco substituto a efectuar as ligações desde a Madeira, enquanto decorre os trabalhos de manutenção do navio Lobo Marinho.
O deputado da Nova Democracia, Hélder Spínola, argumenta que, à conta disso, as viagens para o Porto Santo estão 66% mais caras do que para Lisboa, durantes estes meses de Janeiro e Fevereiro, incluindo  a época de  Carnaval.
Esta situação, vinca o PND, resulta do facto de o Governo Regional não ter garantido junto da Porto Santo Line a colocação de uma embarcação substituta sempre que o navio Lobo Marinho esteja em docagem anual para manutenção, "tal como garantia o contrato inicial de concessão do serviço público de transporte regular de passageiros e mercadorias entre o Funchal e o Porto Santo, assinado já há 17 anos".
Hélder Spínola alega que, neste momento, a Porto Santo Line garante apenas, através da ligação aérea da SATA, "o serviço público de transporte para passageiros com residência no Porto Santo, assim como uma ligação marítima semanal para mercadorias". De resto, acrescenta, "para os madeirenses e outros potenciais turistas com destino ao Porto Santo, o custo mínimo da ligação é, neste momento, de 113, 14 euros (na SATA), em vez dos 44,3 euros que a ligação marítima em regime de serviço público deveria garantir".
Fonte: DN Madeira

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Segurança!!! Acho que é uma grande segurança para os bolsos do "jaiminho".


Pasquim do regime ditatorial do jardinismo

Descubra as diferenças...



Será que alguém acredita numa palavra deste Marco Perdigão? Duvido muito!



Críticos da JSD pedem reabertura do processo


Ausência de actas, tentativas de intimidação e cheques. Volta tudo à jurisdição


Tudo na estaca zero. É isso que desejam os antigos dirigentes e alguns militantes da JSD-M. Meses depois do congresso que garantiu a vitória de Rómulo Coelho, o actual líder, alguns dos dissidentes acabam de voltar às críticas. Formalizaram queixas que devem estar a chegar pelo menos a duas entidades: o Conselho de Jurisdição da Juventude Social Democrata e o Conselho de Jurisdição do Partido Social Democrata na Madeira.
As acusações são basicamente as mesmas que estiveram na origem dos protestos anteriores. Os jovens afectos ao anterior líder sentem-se agora excluídos, alguns mesmo perseguidos, como é o caso de Marco Perdigão, o que dá a cara pelos mais críticos. É por ele assinada a carta enviada a Carolina Silva e a José Prada (da jurisdição jovem e sénior). Na carta enviada, Perdigão contesta a resposta que obteve e recorre da decisão tomada. Pede ainda a atenção dos dirigentes do partido para a "conduta" da Comissão de Jurisdição da JSD.
A base da argumentação para esse eventual procedimento tem que ver com a resposta dada aos militantes que protestaram formalmente depois do último congresso.
A presidente da Comissão terá dito, como fez com Marco Perdigão, que tinha cinco dias para aperfeiçoar a queixa. E por aperfeiçoar, a Jurisdição da JSD entenderá o seguinte: a entrega dos cheques alegadamente mal aplicados, as datas precisas das infracções e a indicação circunstanciada dos factos. Se tudo o resto não oferece grande resistência, já a entrega dos cheques é vista como um travão à queixa. Por uma razão simples: o livro de cheques e respectivas cópias estarão com a actual direcção e não com os que saíram, alega Marco Perdigão.
Mas que o mais intriga os críticos da JSD-M é a ameaça feita pela Jurisdição. Diz assim o texto: "Advertimos, ainda, V. Exa. para o facto de este ser um processo secreto até ao despacho de arquivamento ou de acusação, sob pena de incorrer em processo disciplinar". Ou seja, entendem os jovens agora fora da máquina da JSD, que se reclamarem de um processo disciplinar... apanham outro. E perguntam como podem defender-se desta forma. "Isto é intimidação", afirma Marcos Aragão.
O jovem, que agora é apenas militante de base, diz-se desiludido com a actual liderança. Nota menor actividade na organização do que quando lá estava José Pedro Pereira e não se esquece de outras tentativas de intimidação, como quando o terão mandado ficar quieto, diz ele, durante o último congresso.
Essa lembrança, leva a outra acusação: ainda não há acta pública sobre o último congresso. Estranho, diz. Sobretudo porque também não haverá ainda relatórios de contas de 2011, nem de 2012.
Contas antigas
Além do pedido de reabertura do processo, Marco Perdigão está disposto a reiterar acusações que atingem o próprio Rómulo Coelho. Acusa-o de estar ligado à destruição de cartazes da oposição e não entende como lhe podem pedir a ele, simples militante, cópias de cheques que devem estar com a direcção.

Se as pretensões dos jovens social-democratas desavindos com a actual direcção não forem atendidas, o caso promete seguir outro curso. Além da eventual queixa para a Ordem dos Advogados (que na Madeira é liderada por José Prada, em acumulação com o Conselho de Jurisdição do PSD), os elementos agora desavindos prometem mesmo levar o caso ao Ministério Público.
Da parte da direcção da JSD, Rómulo Coelho mantém-se afastado das críticas e lembra que esses processos são matéria para o Conselho de Jurisdição.
Fonte: DN Madeira

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

O circo procura de palhaço!


Por motivo de doença, a companhia circense, instalada junto a Praia Formosa, procura palhaço substituto. 

Preferenciais:
- menos de 30 anos
- gordo
- cabeça grande
- corpo em forma de bigorna invertida e com cara boa para levar bolachas. 

Actuação simples: 
- mijar nas calças
- fazer discursos idiotas e antipatriotas em publico. 

Tel: 291696969

A canalha


A Madeira é governada pela pior espécie de quadrúpedes, que alguma vez pisou a terra. No Cabo Girão, gastaram mais de 2 milhões de euros num miradouro, situado em terrenos que foram expropriados a empresários da região. Mas queres ouvir a melhor: os empresários que foram expropriados queriam fazer a mesma obra, mas a expensas suas. 
Só que o governo gosta de banquetear as suas empresas de construção e os seus ficais, e não aceitou a proposta. Mas a canalha jardinista ainda fez pior, no antigo miradouro havia uma bela e centenária árvore, rodeada por belas bancadas de cantaria. Deram cabo da vetusta árvore e destruíram o resto. Bando de canalhas!...

Q C

Não é difícil saber a origem do falso comunicado.

Fonte: Jornal do regime ditatorial jardinista

Ex-líder da JSD julgado a 7 de Março por injúrias. José Pedro Pereira incorre numa pena que vai de 480 dias de multa a um ano de prisão.



O Tribunal Judicial do Funchal agendou para 7 de Março próximo, às 15h30, o arranque do julgamento do ex-líder da JSD-Madeira, José Pedro Pereira, acusado pelo Ministério Público (MP) da prática de dois crimes de injúria agravada.
O caso remonta à madrugada de 23 de Junho de 2011 quando, por volta das duas da manhã, dois agentes da PSP se deslocaram num veículo policial às imediações da discoteca 'O Molhe' por se verificarem distúrbios no local.
Os agentes pararam o carro e abordaram alguns dos 10 indivíduos que queriam entrar na discoteca. A maioria dispersou à excepção de José Pedro Pereira e mais três indivíduos. Ao chegarem ao carro, os agentes verificaram que alguém tinha urinado no capôt, no guarda-lamas e no pneu e jante da frente.
Os agentes indagaram quem teria urinado, ao que um dos companheiros de José Pedro Pereira respondeu positivamente. Acontece que esse amigo não tinha identificação e foi intimado a dirigir-se à esquadra da PSP. Foi nessa ocasião que José Pedro Pereira interveio e afirmou ter sido ele a urinar no carro.
Segundo o MP tal ofensa era dirigida aos agentes e não à corporação. Se fosse à corporação poderia integrar a prática de um crime de difamação a pessoa colectiva.
Os serviços do Ministério Público (MP) abriram um inquérito depois do auto de notícia da PSP e, a 16 de Julho último, arquivaram a parte do que incidiu sobre a alegada 'mijinha'.
No inquérito, o MP não conseguiu determinar qual dos dois o fez (José Pedro Pereira ou o amigo) pelo que, na dúvida, arquivou o caso quanto ao ex-líder da JSD-M.
Já quanto ao modo ("tom elevado e agressivo, aparentando estar embriagado") e às palavras que dirigiu aos polícias, o MP não tem dúvidas que há fortes indícios da prática de dois crimes de injúria agravada.
Segundo a acusação, José Pedro Pereira terá usado estas palavras: "Fui eu que mijei, sabes quem sou? Sou o presidente da JSD-Madeira e mijei nesse carro e se for preciso mijo na polícia e em todos os carros da polícia e vocês não podem fazer nada. Vou telefonar ao Oliveira Martins e vocês estão lixados".
Segundo o libelo acusatório, de que o DIÁRIO deu conta a 29 de Julho de 2012, o MP arquivou o inquérito na parte da 'mijinha' mas deduziu acusação pela prática de dois crimes de injúria agravada (referente aos alegados impropérios que o arguido terá proferido contra agentes da autoridade).
José Pedro Pereira recusou-se a prestar declarações no inquérito.
Aguarda o julgamento com a medida de coacção mais branda: Termo de Identidade e Residência (TIR).
São testemunhas de acusação os dois agentes que estiveram no local.
Nos termos do Código Penal (CP) por cada um dos crimes, José Pedro Pereira incorre numa pena que vai de 240 dias de multa a 6 meses de prisão.
Sem imunidade
Os factos passaram-se a 23 de Junho de 2011 quando José Pedro Pereira não era ainda deputado do PSD-Madeira à Assembleia Legislativa (ALM). O jovem não se escondeu na imunidade parlamentar. E mesmo que invocasse a imunidade e a comissão de regimento e mandatos a desse, essa comissão incorreria em dualidade de critérios pois tem sido 'política' da comissão de regimento e mandatos levantar imunidade a todos os deputados que sejam chamados pela Justiça (na qualidade de arguidos, testemunhas ou assistentes) se os factos em causa forem anteriores à aquisição da qualidade de deputado.


Parte do PSD corre o risco "de resvalar para a sarjeta" . Vereador diz que foram apagadas do processo as suas duas declarações de defesa



Henrique Costa Neves foi notificado, esta quarta-feira, por carta registada e com aviso de recepção, da sua expulsão do PSD/Madeira. 
A decisão de expulsão do vereador da Câmara Municipal do Funchal foi votada por unanimidade no âmbito de um processo disciplinar que lhe foi instaurado após as declarações que fez em Setembro a propósito da obra que o Governo Regional está a executar nas fozes das ribeiras de Santa Luzia e João Gomes.

Em declarações ao DIÁRIO, o vereador disse que não aceita a decisão e vai recorrer para o Conselho de Jurisdição nacional, mas também deixa claro que se o PSD mantiver a decisão vai adiar o seu regresso para uma fase "de maior iluminação e clarividência" no partido, até porque reconhece que actualmente "parte do potencial intelectual deste PSD/Madeira corre sérios riscos de resvalar para a sarjeta". Uma clara alusão a uma das facções do partido, dividido em dois após as últimas eleições internas. Facção esta que corresponde à actual liderança e que com esta decisão parece querer claramente fazer de Costa Neves a vítima e o exemplo da anunciada limpeza.
Recorde-se que este processo teve início quando Costa Neves duvidou da eficácia da intervenção do Governo Regional na Avenida do Mar, nomeadamente a junção das fozes das duas ribeiras. Considerou aterrador que o projectista da obra fosse o mesmo que projectou a marina do Lugar de Baixo e vaticinou que, com a junção das ribeiras, na maré alta, as vagas podem chegar à ponte do mercado. "Prevejo que esta obra não vai resultar. Vai redundar num fiasco. O Funchal ficará afectado irreversivelmente. Depois vai acontecer o costume: ninguém é responsabilizado, ninguém é demitido, ninguém é preso", disse, recordando um parecer desfavorável da autarquia.
Costa Neves sempre explicou as declarações no âmbito da defesa da cidade do Funchal, que é uma das suas competências como vereador eleito. Aliás, o que fez não foi mais do que repetir argumentos que já tinham sido defendidos pela própria autarquia como colectivo sobre as consequências das obras para o Funchal e sobre a sua duvidosa eficácia.
O PSD/M, contudo, não valorizou a defesa da cidade, preferindo acusar Costa Neves de ter violado os estatutos do partido e ter injuriado militantes e elementos do Governo Regional. Alberto João Jardim, João Cunha e Silva, Manuel António Correia, Francisco Jardim Ramos e Ventura Garcês são os ofendidos.
Agora, a decisão foi tomada, mas Costa Neves vai recorrer. Não só porque não concorda com a expulsão, mas também porque do relatório de condenação que lhe foi enviado foram truncadas e apagadas as declarações de defesa que fez e que deveriam estar junto ao processo.
"O relatório está truncado, truncaram as minhas declarações, apagaram parte delas, nomeadamente em áreas que julgo fundamentais e que dizem respeito a dois pareceres das secretarias do Ambiente e do Equipamento Social".
A questão, sublinha, não é o que disse, porque mantém, mas não aceita que a defesa tenha sido truncada do processo, até porque os pareceres governamentais que citou iam ao encontro das dúvidas que tem relativamente à eficácia das obras em curso.
Costa Neves citou uma declaração de impacto ambiental rubricada pelo secretário do Ambiente, Manuel António Correia, que, ao referir-se à obra do Cais Acostável, admite, na página 11,  que o efeito de clausura é alicerçado pela presença de um parque de estacionamento, incluindo autocarros, que leva à perda da qualidade visual que a obra acarretará para a cidade. "Penso que o senhor secretário também tem de ser alvo de um processo disciplinar", diz o vereador.
O segundo ponto da defesa apagado do processo, diz respeito a um parecer do Equipamento Social que referia claramente que a utilização daquela estrutura como cais acostável sem qualquer congestionamento só será possível, se e quando, no futuro, se proceder ao prolongamento do molhe da pontinha.
Costa Neves diz que o recurso que vai apresentar às instâncias do partido parte desta incongruência de terem sido levantadas dúvidas e questões quanto à mesma obra que criticou por parte de pessoas que o acusam de ter injuriado.
O vereador, que é militante do PSD/M há dois anos, não aceita a decisão de expulsão, mas se o partido entender manter o que agora decidiu, garante que vai esperar por outros tempos para regressar ao partido que escolheu pertencer. Recorda que as pessoas mudam e que a vida não pára. "Aguardarei para que o PSD entre numa fase de maior iluminação e clarividência, porque realmente reconheço que parte do potencial intelectual deste PSD/Madeira corre sérios riscos de resvalar para a sarjeta".
O que disse Costa Neves
  • "Prevejo que esta obra não vai resultar. Vai redundar num fiasco. O Funchal ficará afectado irreversivelmente. Depois vai acontecer o costume: ninguém é responsabilizado, ninguém é demitido, ninguém é preso".
  • "Não tenho qualquer receio do suposto processo que me vão instaurar e não vou perder um minuto de sono".
  • "Eu não vivo num país terceiro- mundista onde se reage à livre expressão de opinião com injúrias, ofensas e insultos".
  • "Não me preocupa, porque parto do princípio que a pessoa nasce livre para pensar e falar.  Há coisas mais importantes na vida do que fazer parte de um partido".
  • "Prezo aquela que é uma liberdade congénita do ser humano, que nasce livre de pensar e falar. Perante tudo o que seja coarctar princípios basilares, defenderei sempre a minha liberdade de pensamento e expressão."
  • "Aguardarei para que o PSD entre numa fase de maior iluminação e clarividência, porque realmente reconheço que parte do potencial intelectual deste PSD/Madeira corre sérios riscos de resvalar para a sarjeta".
Fonte: DN Madeira

A coligação JM-RTP-M é cada vez mais assumida. Pensavam é que não se descobria a verdade.

Fonte: DN Madeira

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Antigo líder da JSD/Madeira acusado pelo MP de dois crimes de injúria agravada à PSP



O antigo líder da JSD/Madeira José Pedro Pereira foi acusado pelo Ministério Público (MP) de dois crimes de injúria agravada a agentes da PSP alegadamente cometidos na madrugada de 23 de Junho de 2011.
No despacho de acusação, ao qual a agência Lusa teve acesso, lê-se que o arguido, de 25 anos, agora deputado na Assembleia Legislativa da Madeira, se encontrava naquela data na via pública, junto a uma discoteca na cidade do Funchal, com mais três pessoas.
Na ocasião, dois elementos da PSP receberam uma chamada via rádio que dava conta da existência de distúrbios junto do estabelecimento, "devido ao facto de estar a ser recusada a entrada de pessoas".
Segundo o documento, quando a PSP chegou ao local, estavam "cerca de dez indivíduos que queriam entrar na discoteca" e, depois de dada a ordem de dispersão, "os mesmos saíram". O arguido e os três acompanhantes permaneceram.
Algum tempo depois do início da intervenção, os agentes ouviram alguém dizer "o fulano não está bom da cabeça, está a mijar no carro da polícia", constatando, de seguida, que o veículo "se encontrava molhado de urina", refere a acusação.
O MP sustenta que os agentes da PSP interpelaram José Pedro Pereira e os outros três indivíduos, "indagando qual dos mesmos tinha urinado" na viatura.
Um dos presentes, também elemento da JSD, assumiu a responsabilidade e, como não tinha identificação, foi informado que se tinha de deslocar à esquadra.
Segundo o MP, ao ver que aquele estava a ser detido para identificação, o arguido "avançou na direcção dos agentes" e, "em tom elevado e agressivo, aparentando estar embriagado, proferiu as seguintes expressões: 'Fui eu que mijei, sabes quem sou? Sou o presidente da JSD/Madeira e mijei nesse carro e se for preciso mijo na polícia e em todos os carros da polícia e vocês não podem fazer nada, vou telefonar ao Oliveira Martins [comandante regional da PSP interino à data] e vocês estão lixados'".
No âmbito do mesmo inquérito, o MP determinou o arquivamento da matéria relacionada sobre quem urinou no carro da PSP.
O MP sustenta que "no local não foi possível concluir que tivesse sido" um dos amigos que acompanhava José Pedro Pereira ou este o autor dos factos e, "no decurso do inquérito, apesar das diligências efectuadas, também não foi possível determinar qual dos dois procedeu daquele modo".
À Lusa, o deputado do PSD declarou que esperava o arquivamento destes factos, dado ser "inocente".
Em relação aos crimes que lhe são imputados, cujo julgamento está previsto realizar-se a 07 de março no Tribunal Judicial do Funchal, o arguido assegurou que "não corresponde à verdade", acrescentando: "A justiça irá julgar esse caso e vamos ver quem tem razão".
 José Pedro Pereira demitiu-se da liderança da JSD/Madeira em maio de 2012, justificando a decisão com o facto de pretender ver esclarecidas duas situações sobre as quais estava a ser "injustamente acusado" - ter urinado na viatura da PSP e destruído cartazes da campanha eleitoral.
"A verdade é que fui acusado de ter urinado num carro da polícia e foi arquivado", declarou, realçando que o inquérito dos cartazes também teve igual destino.
Fonte: DN Madeira

Ser do PSD com um coração comunista.



Um simples olhar ao texto que se segue leva-nos a imaginar que este autor do ataque à 'troika' escreve os comunicados do comité central do PCP. Mas, espanto, não". A origem é.... o PSD. 


Contra a pretensão de reduzir o número de freguesias e municípios 
Considerando que a Troika estrangeira em conjunto com os que, no nosso País, subscreveram o programa de agressão e submissão, pretendem impor a redução substancial de autarquias (freguesias e municípios);
Considerando que o poder local democrático, indissociável da existência de órgãos próprios eleitos democraticamente, com poderes e competências próprias e agindo em total autonomia face a outros órgãos e, com submissão apenas à Constituição, às leis, aos tribunais em sede de aplicação dessas mesmas leis e ao povo, é parte da arquitectura do Estado Português;

Recordar o "Até amanhã, Mário!"



"Até amanhã, Mário" fez de João o Mário do filme. É por esse nome que ainda o conhecem. Gostava de ter continuado no cinema, mas foi outro o seu enredo. O amanhã de Mário está ali no Serrado do Mar, onde, sem fitas ou efeitos especiais, se cumpre a vida real: 32 anos, casado, dois filhos, pedreiro de profissão.
Aos 13 anos foi protagonista de 'Até Amanhã, Mário', a história de um miúdo de Câmara de Lobos que queria ser caçador de baleias e que pedia dinheiro aos turistas para ajudar a família.  Era quase a história de João Silva e dos seus 13 anos de menino que andava nas ruas "a pedir aos ingleses" para ajudar os pais. Mas era um filme e isso fez toda a diferença. A magia do cinema é, afinal, esse poder de inventar os dias comuns em imagens.
Hoje, com 32 anos, confessa que gostava de ter continuado "nos filmes", mas o enredo da vida real levou-o por outros caminhos. "Ao menos segui com a vida em frente", diz-nos e os olhos brilham. Ainda os mesmos olhos do miúdo do filme, quase o mesmo sorriso, que  agora se desenha no rosto de Pedro, o filho mais velho.
É Pedro que nos abre a porta do primeiro piso de um bloco de apartamentos no Serrado do Mar e é quase como se fosse possível estar ainda a olhar para o Mário do filme. Mas ali já não há sonhos, nem baleias. Há o mar em frente e os santos nas paredes, há a vida real. Assim tão simples como casar e ter dois filhos. Assim tão simples como chegar a casa do trabalho de pedreiro e falar do sonho de ter sido actor por três meses.
O amanhã de Mário ficará para sempre marcado por esse único filme do qual foi actor principal. As sessões de cinema familiar repetem-se incessantemente e 19 anos depois a memória está intacta.
Sentado na sala, com a Virgem de Fátima em pano de fundo, Mário, ou João Silva,  recorda a história do filme, a sua história. Na plateia da sala de estar estão os dois filhos, Pedro, de 11 anos, e Filipe, de nove. Estão também ali a  mulher, a sogra e a cunhada. Já conhecem o filme e todas as histórias que o acompanham. Mas ouvem atentamente, como da primeira vez, sobre o dia em que João, ou Mário, conheceu a realizadora sueca Solveig Nordlund.
"Lembro-me e muito bem", responde prontamente quando lhe perguntamos se é capaz de recordar esse dia em que foi escolhido para participar no filme, com realização de Solveig Nordlund e interpretações de Canto e Castro, Vítor Norte, Miguel Guilherme e música de Mário Branco.
Na altura, em sua casa, só havia dois rapazes: "um que era meio maluco e outro que era mais esperto, que era a minha situação". Havia também muita falta de dinheiro e essa circunstância obrigava João a pedir "dinheiro aos ingleses".
Foi numa dessas suas deambulações que conheceu "a dona Solveig". Aproximou-se com a lata dos seus 13 anos e pediu-lhe dinheiro para comprar pão. À procura de crianças reais para o filme sobre os conhecidos meninos das caixinhas que deambulava na paradisíaca e turística ilha da Madeira, Solveig não teve dúvidas: estava ali o seu Mário.
Não se sabe se foi o sorriso, o olhar profundo de longas pestanas, ou a graça que todas as crianças transportam,  mas João Silva conquistou, desde logo, a simpatia da realizadora, que lhe perguntou se gostaria de fazer um filme. O miúdo disse que sim e avisou que tinha de falar com os pais. E assim foi.
Na cena seguinte, já tinha em mãos um livro com 100 páginas e em apenas uma noite e um dia conseguiu memorizar todas as suas 'falas'.
Tinha boa memória e, ao que dizem, jeito para o cinema. Pena que foi só um filme, que lhe rendeu o nome de Mário, 200 contos, uma bicicleta, um Skate e uma televisão. Verdadeiros tesouros para um miúdo de 13 anos e uma ajuda financeira preciosa para uma família que vivia em dificuldades.
Mesmo assim, não foi o suficiente para convencer os pais de 'Mário' a deixarem-no ir com os suecos. João teria gostado de ir, queria continuar "no filme", mas não culpa os pais por o terem impedido de seguir aquele que era o seu sonho. Agora que é pai, sabe o difícil que é deixar ir um filho.  "Na altura, o meu sonho era continuar nos filmes. Não acertou, o que posso fazer agora?"
Na verdade, já pouco pode fazer. Ficou-lhe o nome de Mário, pelo qual todos o conhecem e que fez esquecer o João Silva, menino que pedia na rua "aos ingleses".
Só conseguiu ver o filme quatro anos depois da estreia. Teve de ir a Santa Cruz, a casa de um senhor que trabalhava com as máquinas de filmar. Foi ele quem lhe deu a cassete que depois viria a copiar, vezes sem conta, para vários CD's que distribuiu por toda a família.
Chegou a assistir ao filme no cinema D. João, onde reclamou o lugar que achava seu por direito. Ainda lhe quiseram cobrar bilhete, mas ele era o actor principal. "Levei a família toda e ninguém pagou", recorda.
Agora, as sessões de cinema fazem-se em casa, em família, muitas vezes a pedido dos filhos. Pedro, o miúdo mais velho, é a imagem do pai. João jura que olha para o filme e já só vê o filho. Não consegue rever-se homem naquele Mário menino. Talvez porque a vida o afastou dos filmes, da imaginação, dos sonhos e das baleias.
Depois do filme, fez um pouco de tudo para ganhar a vida. Trabalhou na Empresa de Cervejas, na banana com o pai e agora é pedreiro. Um homem tem de seguir em frente, um homem tem de sustentar a família. Sabe que é assim desde os tempos em que ainda não era homem, mas apenas um menino.
É claro que o sonho dos filmes o acompanhou durante muito tempo. Mas sabe que agora é tarde. Falta-lhe a memória de outros tempos e falta, sobretudo, aquele momento certo das oportunidades que apenas surgem uma vez na vida.
E a vez de Mário foi há 19 anos. Aí teria sido o seu momento, aí teria conseguido moldar o destino e ser uma estrela. "Os outros meninos tinham que ter sempre o livro na mão e eu, numa noite e num dia, agarrei num livro com 100 páginas e decorei todas as cenas. A dona Solveig disse que queria um actor e fui eu quem ela escolheu. Eu que só me cheguei a ela e pedir uma moeda para comprar pão."
O filme, recorda, correu-lhe muito bem. Tinha um dom natural. Só numa das cenas houve um pequeno problema. Tinha de entrar num bar, com uma bandeira na mão e gritar: "pai, pai, baleia, baleia". O senhor que fazia de seu pai devia então dar-lhe um tabefe a fingir, mas, no calor da cena, a mão acertou-lhe em cheio e a doer. João, que fazia de Mário, correu porta fora e não queria voltar. Foi preciso chamar a mãe para convencer o actor a regressar ao filme. "Eu era um pouco rabugento, tinha as minhas manias. Mas correu tudo bem."
Correu bem e foi trabalhoso. Três meses de filmagens contínuas, quase todas elas nocturnas. João feito Mário saía de casa às duas da tarde, depois da catequese do sábado e regressava às cinco da manhã.
Guarda sobretudo boas memórias e tem um desejo secreto e constante: "voltar a encontrar a dona Solveig e o Miguel". Sabe que já devem ter uns 60 anos, até já os procurou pela internet, onde encontra apenas referências ao filme, com os nomes dos adultos e dos meninos que o fizeram, com o seu próprio nome: Mário, actor de cinema, João Silva, pedreiro de profissão.
São as saudades que o fazem procurar, são as saudades que o fazem ver o filme repetidas vezes. Saudades da infância, da sua vida de actor, de uma outra Madeira, de uma Câmara de Lobos vila que agora é cidade.
E agora, Mário? Agora diz que não sonha, deixa essa capacidade para os filhos. "Da maneira que vai a vida, o sonho é incapaz de vir à minha cabeça."
E os filhos já não sonham com cinema ou baleias. Sonham antes com futebol, com o Benfica clube do coração, e com o Câmara de Lobos onde aprendem os caminhos e os truques da bola.
O pai sabe que Pedro e Filipe adoram jogar futebol e, juntamente com a mulher, decidiu colocá-los a treinar.
Os cinema é visto em casa na televisão, não há dinheiro para o grande ecrã. "Sou eu e ela a trabalhar e com dois filhos quase que não dá para a vida".
A realidade não é tão fácil como nos filmes. Mas Mário, que é João, não se arrepende de nada. Muito menos de ter casado e de ter os seus dois meninos. Se tivesse ido para o cinema, provavelmente não os teria conhecido, não desta forma. Se calhar, teria outra mulher e outros filhos, mas não estes que o trazem feliz e que são a sua reserva de sonho.
Os filhos que não quer que nunca na vida tenham "de pedir dinheiro aos ingleses" como ele fazia. "Enquanto eu tiver saúde e força para trabalhar, espero que não lhes falte nada. É isto, mais nada." E é mesmo. Até amanhã, Mário!
Fonte: DN Madeira

Ex-deputado do CDS Manuel Queiró vai ser o novo presidente da CP. Privatizar, para quê?!


Fonte: Publico

Falso comunicado das Forças Armadas divulgado na RTP e JM



Aparentemente, não houve repúdio militar à sátira do PND sobre a condecoração a Jardim


O 'comunicado' do Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA) a repudir a sátira feita pelo PND à condecoração do presidente do Governo Regional com a medalha militar da Cruz de São Jorge não é da autoria das chefias militares.
O gabinete da chefia militar disse hoje desconhecer a nota que classificava a rábula política como “uma inqualificável pantomima, em que as Forças Armadas foram ridicularizadas e difamadas de uma forma completamente insultuosa e intolerável, com o intuito de afectar a coesão, o prestígio e a honra das nossas Forças Armadas”. Este falso comunicado, cujos autores são para já desconhecidos, foi divulgado quarta-feira por alguns órgãos de comunicação social, designadamente pela RTP-Madeira e Jornal da Madeira.
Fonte: DN Madeira

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Bela sátira! Abaixo o tiranete!

PND satiriza homenagem dos militares a Jardim. Um 'porco' militar entregou a medalha a uma caricatura de Jardim



O PND recorreu à sátira para criticar a homenagem que os militares fizeram a Alberto João Jardim ao lhe atribuírem a Cruz de São Jorge.
Há pouco, junto ao Palácio de São Lourenço, uma figura representativa de um militar, com cara de porco, entregou uma medalha a uma caricatura de Jardim. Houve vénias e beijar de mão, do militar à imitação de Jardim.
Antes, Hélder Spínola, num discurso em que misturou o registo sério com o sarcástico, disse que a cerimónia, que se ia realiza, era para conferir um pouco mais de realismo à condecoração. Isto, uma vez que a condecoração de ontem, foi “um erro de casting muito grande”.
Disse o deputado do PND que os militares referiram-se ao homenageado como uma pessoa de fortes convicções patrióticas. Uma pessoa que, afirmou Spínola, apela ao separatismo. Jardim foi referido como uma pessoa de honra e de uma só palavra, quando, garantiu o deputado, ofende tudo e todos e hoje diz uma coisa e amanhã outra.
A Cruz de São Jorge deve distinguir a elevada competência, o extraordinário desempenho e qualidades pessoais que contribuam para a realização da missão das Forças Armadas, lembrou Hélder Spínola. Mas, acrescentou, a competência do agraciado foi para criar uma dívida de seis mil milhões de euros.
Ainda sobre a homenagem, o PND disse ser “importante perguntar se foi uma forma de as Forças Armadas agradecerem a Jardim o que disse, há mais de 30 anos,  que os militares estavam a ficar efeminados”.
Num registo assumidamente mais sério, Hélder Spínola disse que, se os militares pretendem manter a honra e a imagem da insígnia, deveriam pedi-la de volta.

A «caridade» dos hipócritas. POR: ALBERTO JOÃO JARDIM



Quando assumi as responsabilidades de governar a Madeira, recusei deixar-me ficar a lamentar as condições vergonhosas a que o Povo Madeirense estava sujeito.
Havia que agir.
Com ou sem dinheiro.
Revolucionariamente.
Óbvio que esta maneira de estar na vida, me acarretou ódios colonialistas externos e propósitos vingativos de áreas sociais da «Madeira Velha».
Foram os lados para onde dormi melhor...
Podia ter deixado tudo na mesma e me deslocar, com a comunicação social atrás, a dar esmolinhas aqui e acolá.
Porque tal nada resolve, antes optei por mexer estruturalmente no arquipélago, quer material, quer socialmente.
Por isso e desde essa altura, acarreto com os ódios das famílias antes senhorias do arquipélago, nomeadamente algumas de sobrenome inglês, bem como tenho de suportar uma Lisboa culturalmente colonialista que só respeita os povos quando os perde.
E porque sempre tive o maior respeito e fé na Democracia, nunca tolerei que «sociedades secretas» do mais diverso teor, pudessem influenciar ou dirigir a vida madeirense.
Todos perceberão que, com tantas e poderosas inimizades acumuladas, eu nunca pudesse ter uma vida fácil até aos dias de hoje.
Mas há riscos que nos dão gozo.
Até nos fazem felizes.
E os anos foram assim correndo, feitos de inovação e de mudanças, rosas ladeadas por espinhos.
Apesar do ladrar boçal daqueles cuja prática era o anti-poder, sem hesitarem, para o efeito, em ser contra os Direitos e interesses legítimos do Povo Madeirense.
Em circunstância alguma se usou a miséria com que nos deparámos, para exibição farisaica na praça pública.
Antes se tomaram as medidas infraestruturais ou meramente sociais para se passar da «Madeira Velha» à «Madeira Nova».
Constitucional e democraticamente fomos informando a população do que íamos fazendo com os dinheiros públicos, apesar de sermos sempre oposição ao regime político português e apesar de os nossos adversários nos pretenderem cortar tal Direito de informar.
Impotentes sobre o terreno, os grupos sociais e os partidos políticos que nos detestam, jogaram tudo por tudo na comunicação social, ao ponto de o poder político regional ter de manter um jornal diário para garantir o pluralismo da informação.
A razão porque o grupo Blandy e os partidos da oposição querem extinguir o «Jornal da Madeira», é por demais evidente. O Povo Madeirense retrocederia cinquenta anos e ficaria outra vez nas mãos dessa gente, já que RTP e RDP estão controladas pelo poder hostil de Lisboa.
Hoje, Portugal está na situação em que está.
Tal como, a tempo, sempre fomos avisando.
Fomos avisando a tempo, até na lógica de sempre nos termos declarado oposição ao regime político português.
E que vemos agora?
Os partidecos locais – que aceitam esta palhaçada de os «partidos» serem uma camuflagem, enquanto outros poderes ocultos mandam em Portugal e no mundo – os partidecos locais de repente procedem como se nada tivessem a ver com o colapso do regime que eles defenderam e defendem.
Na sua hipocrisia, ostentam pseudo-caridade.
Num reles aproveitamento de desgraças sociais, para as quais contribuíram com a sua cumplicidade situacionista.
Acusam o «Jornal da Madeira» de viver de fundos públicos, mas pagam o «diário de notícias» com os dinheiros públicos que recebem da Assembleia Legislativa da Madeira!
Opuseram-se e apagam as políticas sociais do Governo Regional, estas meramente informadas ao público, mas nunca usadas em propaganda política, apesar dos milhões de dinheiros públicos que movimentam.
Com os dinheiros públicos auferidos da Assembleia Legislativa da Madeira, só porque vão dar mil euros ali ou quinhentos acolá, os partidecos da oposição levam uma côrte de comunicação social, cúmplice ou subserviente, para lhes fazer uma propaganda que ofende.
Nunca nos viram fazer isto com os «cabazes de Natal» do PSD, por exemplo, nem com outras iniciativas de solidariedade social que assumimos.
Querem entregar a Madeira a essa gente?!...

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

PND pede ao Tribunal de Contas que chumbe obra do cais no aterro do Funchal





“Não é reconstrução, não é reposição, não é recuperação, não é prevenção. Como tal, o Tribunal de Contas não deve dar o visto.” Esta é a síntese da argumentação do PND, no que respeita à construção do cais que vai ser edificado no que se convencionou chamar aterro do Funchal e que resultou da deposição de inertes retirados das ribeiras do Funchal, no pós-20 de Fevereiro.
Hélder Spínola lembrou que a obra será realizada com dinheiros da Lei de Meios, que se destina a situações como as descritas. Logo, por não ser nelas enquadrável, deve ter o chumbo do TC.
O deputado do PND, que fala no cais da cidade, ao final da manhã de hoje, disse ainda que, se aos 18 milhões para ali previstos, se juntar o dinheiro que vai ser gasto na Marina do Lugar de Baixo e no enrocamento de protecção à praia da Calheta, estão em causa 50% das verbas da lei de meios para este ano.
Paralelamente, afiança, estão por resolver situações de famílias que perderam as habitações no 20 de Fevereiro, casos de pessoas que vivem em zonas de risco, pontes por reconstruir, estradas por reparar e erros de ordenamento do território por corrigir.


Fonte: DN Madeira

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

"O Funchal está a ser vítima de “uma pilhagem” organizada “pelo pirata que vive na Quinta Vigia”", diz o vereador do PND



O vereador do PND-M, Gil Canha, não poupa nas críticas ao Representante da República Na Madeira, Ireneu Barreto, a quem acusa de ter “lavado as mãos”, ao promulgar “um decreto vergonhoso”.
Em causa está o decreto legislativo regional que altera o estatuto de várias estradas municipais para estradas regionais. 
“No século XVI, tivemos um governador da Madeira que se disfarçou de mulher para escapar aos corsários franceses”, ironiza Gil Canha. Em jeito de comparação, o vereador diz que “temos, na Região, um Representante da República que veste umas vestes estranhas e lava as mãos ao promulgar um decreto vergonhoso”.
Para a Nova Democracia, o Funchal está a ser vítima de “uma pilhagem” organizada “pelo pirata que vive na Quinta Vigia”.

Fonte: DN Madeira

O Bispo diz que está e conta connosco? Não será com o Governo e com o PPD/PSD Madeira?


Partido Nova Democracia dá conferência no cais da cidade



Hélder Spínola, deputado da Nova Democracia, apresenta as razões pelas quais a obra de construção do novo cais de acostagem em frente à baía do Funchal não deverá merecer o visto do Tribunal de Contas. A conferência está marcada amanhã às 11h30 no antigo cais da cidade.