terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Jovem atira-se da ponte de João Gomes



Um homem com 36 anos de idade ter-se-à atirado da ponte sobre a Ribeira de João Gomes, esta manhã, pelas 10 horas.
Segundo fonte dos Bombeiros Voluntários Madeirenses, o jovem conduzia uma carrinha da empresa, no sentido Funchal-Santa Cruz, abandonou-a subitamente a meio do viaduto e atirou-se.
Natural do Caniçal e residente no Funchal, o indivíduo tinha uma profissão indiferenciada e era trabalhador por contra de outrem.
Para o local, os bombeiros mobilizaram quatro elementos e uma viatura. O cadáver está à guarda da PSP até que seja autorizada a sua remoção pela autoridade de saúde.
Fonte: DN Madeira

O quê?


sábado, 8 de dezembro de 2012


...O problema, é que o Jornal da Madeira mesmo oferecido, é muito caro !!

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Dá-lhe duro que eles merecem! lol

CMF pode vir a gerir parques de estacionamento. Equipa de Albuquerque pediu tempo para analisar proposta de Gil Canha.



A Câmara Municipal do Funchal poderá passar a explorar, a partir de Fevereiro, os parques de estacionamento que actualmente são geridos pela empresa SEP- Sociedade de Exploração de Parques de Estacionamento. Uma proposta neste sentido foi apresentada na reunião camarária de ontem pelo vereador Gil Canha (PND), que recorda que a concessão termina dentro de dois meses e não pode ser renovada.
O texto da iniciativa lembra que o contrato de concessão dos parques de estacionamento à SEP foi celebrado a 16 de Fevereiro de 1993 e que foi então previsto que a exploração era "atribuída pelo prazo de dez anos, renovando-se automaticamente por períodos de cinco anos se não for por qualquer das partes comunicada a não renovação nos noventa dias anteriores ao fim do prazo da exploração". E que "em caso algum o prazo de exploração poderá ultrapassar os vinte anos".
Ora este limite do actual contrato acontece já dentro de dois meses e o vereador do PND propõe que a Câmara do Funchal não faça novas concessões destas infraestruturas e que "seja o próprio município a promover e a dirigir a lucrativa exploração destes auto-silos, aliás como se comprometeu em fazer, quando assinou o Programa de Apoio à Economia Local (PAEL), Lei n.º 43/2012".
Gil Canha solicita ainda a abertura urgente de um concurso interno na Câmara para formar um encarregado e demais funcionários, necessários à gestão dos parques. A ideia é que a partir de 21 de Janeiro de 2013 este pessoal "tenha formação técnica, à responsabilidade da actual concessionária, para uma boa passagem de testemunho e no sentido de não afectar o serviço nem a boa administração dessas infra-estruturas". Por fim, a edilidade deve "informar o actual concessionário, com carta registada e aviso de recepção, das deliberações tomadas por esta Câmara" no sentido da caducidade do contrato.
Aparentemente, a equipa de Miguel Albuquerque não estava ciente da proximidade do prazo definido no contrato de exploração e pediu algum tempo para analisar a proposta do PND.

'Brigada' para retirar placas rejeitada



A proposta do  deputado do PND para criação de 'brigada' para retirar as placas das inaugurações de Alberto João Jardim e vender a sucateiros, foi rejeitada, ontem, pela Comissão Parlamentar de Economia, Finanças e Turismo da Assembleia Legislativa da Madeira.
Hélder Spínola pretendia que a receita desta acção deveria serviria para pagar às farmácias ou o telefone e o papel higiénico das escolas. O projecto de resolução foi rejeitado com os votos do PSD e do CDS-PP como informou Jaime Filipe Ramos (PSD), presidente da comissão.
O deputado do PND recordou que o presidente do Governo Regional, em 32 anos que Alberto João Jardim fez, "ao longo destes 32 anos, terá feito cerca de 2.500 inaugurações a que corresponderão cerca de 2.000 placas metálicas.
A comissão também rejeitou outro projecto de resolução do PND, que recomendava ao Governo Regional o apoio à instalação, na Região, de um posto de abastecimento para veículos movidos a gases de petróleo liquefeito (GPL).
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Fonte: DN Madeira

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

A minha homenagem ao vulto da arquitetura mundial do séc. XX, Óscar Niemeyer, estudado por tantos outros arquitetos, dos quais se tornou Mestre, faz-se pela publicação do conjunto hoteleiro (casino e hotel), edificado no Funchal (fotos do proprietário):


Frases do dia!


"Mantemos mordomias, como o estacionamento gratuito, água engarrafada à borla, um bar a preços sociais ainda mais baixos do que nas escolas, assessores para levar a toalha e o sabonete aos senhores deputados" 
- Hélder Spínola (PND).

"É fundamental fazer boicote. mesmo de graça não queremos [o JM] porque lê-lo é ser cúmplice"
 - Hélder Spínola (PND).

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Manuel Monteiro duvida que coligação chegue ao fim


O antigo líder democrata-cristão Manuel Monteiro disse ontem, em Coimbra, que tem "muitas dúvidas" de que a atual coligação PSD/CDS que governa o país chegue ao fim do mandato.
"Acho que o CDS tem aguentado estoicamente algumas desconsiderações políticas e que há-de chegar o momento, por certo, em que terá de tomar uma posição firme, se não quiser ser arrastado para uma situação na qual, eventualmente, não quer estar", afirmou, em declarações à agência Lusa.
Manuel Monteiro, que falava à margem de uma tertúlia sobre a "Direita e Esquerda", no Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Coimbra, onde participou juntamente com José Manuel Pureza, do Bloco de Esquerda, disse esperar que a coligação chegue ao fim, "o que seria bom", mas disse "ter dúvidas".
O antigo presidente do CDS-PP, actualmente afastado da vida político-partidária, considerou que existe hoje uma classe política no poder e na oposição "mais preocupada com a sua sobrevivência do que com a construção de soluções nacionais que a todos nos retirem do naufrágio para que estamos a caminhar".
"Assisto em silêncio, cada vez mais, a uma coisa que para mim é tão grave quanto a crise financeira, que é a ausência de valores, até de valores ideológicos no combate político, e isso parece-me que é grave, porque quando os partidos perdem o norte em termos de referências, depois dificilmente se entendem em termos de propostas de resolução", sublinhou.
Sobre a actuação do Governo, o antigo dirigente do CDS considerou que teve "uma desilusão muito profunda, por ter sido dos portugueses que acreditou que as coisas iam mudar", nomeadamente em coisas simples, como a "composição das assessorias".
"Tenho uma desilusão muito profunda porque acho que o Governo para exigir aos portugueses aquilo que provavelmente tem de exigir devia dar o exemplo. Eu esperava que a composição de assessorias, entre outras, tão arduamente, e bem, criticada em relação ao anterior Governo tivesse mudado, mas infelizmente não vi isso", frisou.
As críticas de Manuel Monteiro estendem-se também ao Presidente da República, que considera estar a ser um elemento "muito passivo" na situação actual do país, quando tinha "o dever de chamar os intervenientes políticos e de os sentar à mesma mesa no sentido da conversação".
"É grave e preocupante ver que temos um chefe de Estado, independentemente de sabermos se envia ou não o Orçamento para o Tribunal Constitucional, que deveria ser um elemento activo e nunca passivo", disse o antigo líder do CDS-PP, partido que liderou entre 1992 e 1998.
Manuel Monteiro entende que Cavaco Silva devia, à semelhança de anteriores presidentes da República, "juntar as pessoas e dizer aos partidos políticos da oposição e do poder, principalmente os mais relevantes, que têm necessariamente de se entender, porque o país se afunda todos os dias".
"O doutor Jorge Sampaio, em determinados momentos, chamava os líderes políticos, da esquerda e da direita, e pedia-lhes, em Belém, convergência em relação a determinados assuntos que eram transversais e nacionais", recordou o antigo deputado, salientando que "é isso que se espera e se exige de um chefe de Estado".
"E isso eu infelizmente não tenho visto", concluiu.
Fonte LUSA

Rodolfo Abreu Rodrigues amigo intimo de "mijinhas-mor" perde eleições na Casa da Madeira de Coimbra




terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Lista da Associação de caridade do povo "muito" superior


Jardim de novo em Bruxelas! Só ou acompanhado... da... família, claro?


Atalaia Living Care por:Leitor devidamente identificado



Sr.º Presidente do Governo Regional da Madeira, Dr.º Alberto João Jardim. Vimos por este meio demonstrar a nossa indignação perante o desenrolar de acontecimentos no Atalaia Living Care. Permita-nos a ousadia de publicamente lhe direccionar esta humilde carta com a esperança de motivar a sua intervenção afincada na resolução deste problema.
Consideramos que esta situação ultrapassou todos os limites do socialmente aceitável. Não se trata mais de um "simples" jogo de poder entre Egos que não pretendem ser feridos, mas sim da manutenção dos direitos humanos de centenas de pessoas, quer sejam funcionários, quer sejam utentes, nesta instituição colocados através de um acordo de uma secretaria da sua  dependência.
Ora, permita-me que questione. Tem conhecimento do objectivo da administração desta instituição? Que tipo de cooperação existe entre esta instituição e o IA Saúde que permite a transferência de quantias avultadas de "dinheiro público" sem o que o mesmo seja adequadamente monitorizado e utilizado para o seu propósito? Qual o papel da SRAS que tendo conhecimento de uma situação desta dimensão, não toma as devidas providências?
E por fim, qual será a sua intervenção? Continuará confortavelmente sentado a assistir ao desmoronamento daquelas pessoas que ajudaram a construir a Ilha da Madeira que temos hoje? A compactuar com a violação dos direitos laborais de dezenas de pessoas e eminente aumento da taxa de desemprego que tanto você critica? De pessoas que cuidam de pessoas para pessoas que podem ser cuidadas por pessoas, aqui fica o apelo! É urgente humanizar…é urgente a sua actuação. A ruptura é eminente, não podemos contar por tempo indeterminado com a boa vontade dos profissionais que lá trabalham. De uma familiar para outros peço-vos que se manifestem junto das entidades competentes em prol dos interesses dos vossos entes queridos. Com a esperança que esta solicitação atinga um bom porto e na expectativa de uma atitude positiva por parte de vossa excelência. Daqueles que votaram em si…
Fonte: DN Madeira

O candidato de Alberto João Jardim e Jaime Ramos já pegou nos remos, mas a situação ameaça complicar-se.

Procura-se o nome do "mijinhas-mor" nesta longa e extensa lista.


segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Fala de Alberto João Jardim a uma nação chorosa

Não quero saber nem do FMI nem da troika nem de nenhum desses senhores que nos vêm dizer o que temos de fazer. Ninguém me diz o que fazer. Governo esta terra há décadas, sou eleito pelo povo. Quem vai dizer que o povo não tem razão? Ele nunca se engana. Se eu decido pelo povo e ele me reelege em democracia, e se a democracia é o regime em que o povo mais manda, então as minhas decisões são democraticamente corretas e nem eu nem ninguém tem o direito de as censurar. O FMI é que é ditador, porque vem mandar em nós sem ser eleito.
 Alguém elegeu esta gente? 
Não.
 Então porque devemos aceitar que mandem em nós?
 Se eu quero desviar sete milhões de uma empresa falida para outra para construir um campo de golfe, com que autoridade me vêm dizer que não o posso fazer? 
Onde é que estavam eles quando a minha ilha foi inundada e tivemos de reconstruir tudo, tudo? 
O campo vai trazer turistas, que vão trazer dinheiro. Vou construí-lo e trazer fortuna para todos os meus eleitores. Eu próprio cavo os 18 buracos, se for preciso! E na inauguração, quando todos estiverem a olhar para mim, se me apetecer baixar as calças e me cagar no FMI e na troika e no Governo central, me cagarei. Porque, se o povo me reelege continuamente, é porque todas as minhas decisões são democraticamente corretas – e essa também será.

O fascismo de Cunhal continua vivinho da silva. lol

PS: para quem desejar rir-se um pouco, aconselho a leitura do panegírico de São José de Almeida no Público de hoje. No Avante não haverá artigo de opinião mais favorável ao PCP do que esse.

domingo, 2 de dezembro de 2012

GR dá mais 4 milhões para obras da Marina



Paulo Atouguia explica que a verba irá pagar trabalhos feitos até Março de 2012

O Governo Regional prepara-se para transferir uma verba superior a quatro milhões de euros com vista a pagar alguns trabalhos, executados entre 2011 e Março de 2012, destinados à reconstrução dos paredões da Marina do Lugar de Baixo, no concelho da Ponta do Sol.
A resolução da Presidência do Governo Regional para a transferência de pouco mais de 4 milhões e 230 mil euros para a Ponta do Oeste - Sociedade de Promoção e Desenvolvimento da Zona Oeste da Madeira, SA, foi publicado no Jornal Oficial (JORAM) da passada segunda-feira. As verbas a transferir resultam da Lei de Meios, que suportam a reconstrução da Madeira na sequência da intempérie de 20 de Fevereiro de 2010.
O presidente das quatro sociedades de desenvolvimento, Paulo Atouguia, esclareceu ao DIÁRIO que o montante que resulta deste contrato-programa destina-se a pagar os trabalhos já efectuados nos referidos paredões, que tiveram início em 2011 mas acabaram por ser suspensos em Março de 2012.
Obra em causa está suspensa
Só que, entretanto, enquanto se espera pela decisão do Governo Regional sobre a prioridade de continuar, ou não, com esta obra, em função da verba disponível no Orçamento Regional para 2013, torna-se necessário proceder à regularização da dívida em relação  àquilo que já foi executado.
O concurso para esta empreitada, recorde-se, foi lançado em Fevereiro de 2011, com o valor base de 23,6 milhões de euros, então ainda sobre a gestão de Paulo Sousa e tutela da Vice-presidência do Governo Regional.
Cerca de 100 milhões já gastos
Em termos globais, o custo da Marina do Lugar de Baixo já deverá rondar os 100 milhões de euros, se tivermos em conta os sucessivos contratos de construção e de reparação daquela infra-estrutura.
Este total inclui não só as obras da responsabilidade da Ponta do Oeste, mas também a intervenção levada a cabo na escarpa, da responsabilidade da extinta Secretaria Regional do Equipamento Social.
Recorde-se que a estimativa para o custo global de construção da Marina do Lugar de Baixo cifrava-se, inicialmente, nos 78,9 milhões de euros. Os trabalhos de reparação que se têm prolongado no tempo fizeram disparar este valor até os referidos 100 milhões de euros.

sábado, 1 de dezembro de 2012

Apenas alguns dos mais significativos passeios, digo viagens de trabalho, listados no site BASE, onde constam as adjudicações directas (ou seja falta tudo o resto...)