sexta-feira, 7 de setembro de 2012
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Email gentilmente cedido por um leitor do blog.
Segue em anexo fotos dos vossos gémeos preferidos, residentes no centro da cidade da Ribeira Brava e parasitas da sociedade. Ambos são tachistas profissionais e se forem a ver bem e investigarem, ambos estiveram sempre por detras de todas as guerras que aconteceram na JSD, ora vejam:
- mandato de Nivalda Gionçalves - chama os gémeos para trabalharem com ela e o Hernani Gomes, vai trabalhar para o secretariado. Ambos julgam ter uma oportunidade e veem uma janela que lhes pode vir a dar poder e controlo na JSD. Armam toda uma cabala contra a nivalda, levantando ondas, lançando boatos e especulações, o que leva a um final de mandato turbulento e com criticas internas, que por vezes passaram os limites do democraticamente aceitável.
- Martinho Gouveia vs Vânia Jesus - confundem ambos, com apoios aos dois e promessas aos dois. Vendem "banha de cobra" a ambos, conquistando assim a confiança.
- mandato de Vania Jesus - são chamados novamente a colaborar com esta, e volta-se a repetir a história -deja vu- de intrigas, boatos, criticas, conflitos ..., enfim, mais do mesmo. Criam movimentos e grupinhos e conseguem balcanizar a JSD e ter algum poder e protagonismo. São postos a andar da JSD novamente.
- Aliança com José Pedro Pereira - criam relaçao de amizade com o mijinhas e toda aquela corja de imcopetentes e interesseiros - Rómulo Coelho, Gustavo Coelho, João Abreu, Marco Freitas, Nuno Martins (mais conhecido por Tanas), André Candelária ... entre outros. Estes burros, não se apercebem do golpe, e integram estas duas "aves raras gémeas" no seu grupo e confiam-lhes segredos e planos. Estes aproveitam-se e lubridiam a seu belo prazer os recem amigos. Entram no projecto dop mijinhas e sao chamados a integrar a lista e comissao de candidatura do mijinhas. O Mijinhas ganha as eleiçoes e leva-os novamente para a JSD.
- Mandadto o mijinhas - fazem do mijinhas marioneta e começam a planear a queda deste e ascensao ao poder. São 2 dos 3 "cranios" por detras do assalto ao poder na JSD, que levam à demissao do mijinhas. Escolhem o Romulo Coelho para ser Presidente e agora sim, tem tudo nas maos. Romulo é completamente mandado e manipulado por estes gemeos. O Hernani Gomes conseguiui ser Secretário Geral controlando assim toda a logistica, concelhias e base de dados da JSD, o outro, Helder Gomes, trata dos contactos com as concelhias e da parte politia (LOL, nao sei bem como, pois é um BURRO PROFISSIONAL que nem consegue dizer batata duas vezes) ...
* veremos agora no que estes dois vão dar e fazer!? ... Talvez comam-se os 2! - LOL, politicamente é claro, LOL - ou não!
* Locais de Trabalho:
- Hernani Gomes - Funcionário do Grupo Parlamentar do PSD, destacado para a JSD Madeira, mas segundo consta ainda faz meio-tempo no Governo, só não descobri onde ainda - investiguem e saberão rapidamente
- Helder Gomes - trabalha para a Academia de Informática na Ribeira Brava - o Hernani tmb ja la trabalhou
sao ambus piratas informáticos e deliquentes que sempre tentaram fazer a vida negra a vocez nas eleiçoes, mas nunca dao a cara. refugiam-se atras dos outros.
* sou um ex-militante da JSD, que sabe muito e continuarei a denunciar a vocez o que sei. Investiguem essas duas lmas e saberao muito mais.
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
Banho de cerveja é resultado do "discurso de ódio" feito por Jardim
O banho de cerveja que o presidente do Governo Regional teve no passado fim-de-semana na Festa da Uva, no Porto da Cruz, é a consequência "natural" do "discurso de medo e ódio" que Alberto João Jardim tem feito ao longo de mais de 30 anos. Esta é a convicção de Eduardo Welsh, dirigente do PND, e foi manifestada numa conferência de imprensa realizada esta manhã, junto à Assembleia Legislativa da Madeira.
"O presidente do Governo, quando levou aquele banho de cerveja, achou por bem acusar o DIÁRIO de fazer um discurso de ódio, mas o discurso de ódio é ele que faz há mais de 30 anos. Ele não fala de política, fala de inimigos, traidores e sabotadores da Madeira, de estrangeiros, 'personas non gratas', que querem explorar o povo. Isto não é um discurso que se faz em democracia, é um discurso que se faz em ditaduras e tem muitas semelhanças com os discursos dos nazis. É um discurso que serve para incentivar o medo, a violência e o ódio. Esse discurso é só feito para intrujar as pessoas, para insinuar uma espécie de teoria da conspiração. Naturalmente, quando as pessoas percebem que têm sido usadas durante tanto anos, esse discurso pode se virar contra o próprio Jardim. Ele deve tomar muito cuidado", declarou o representante do PND.
terça-feira, 4 de setembro de 2012
A Madeira pode ser um bom exemplo?
Sim, pode! Não é, estamos muito longe disso, mas pode. O arquipélago da Madeira tem excelentes condições para se fazer num ótimo exemplo para o mundo. O facto de seremos um arquipélago e estarmos afastados dos grandes centros europeus e mundiais, obriga-nos a procurar soluções próprias. Nessa necessidade de fazermos o nosso próprio caminho podemos dar um exemplo ao mundo com soluções de sustentabilidade ambiental, económica e social. Claro que para isso será necessário termos governantes, e mesmo cidadãos, com visão e coragem para construir esse projeto. Claro que não podemos continuar a alimentar o facilitismo da imitação das “soluções” que nos vendem de fora. Claro que teremos de voltar muito atrás nas opções que têm sido tomadas nas últimas décadas. Mas é certo que é a única forma de sair desta armadilha desenvolvimentista em que nos meteram e da qual só sairemos com uma visão diferente daquela que nos trouxe até aqui. Com a crise financeira, volta a ser sublinhada a importância de produzir e, nesse contexto, a necessidade de apostar numa economia verde como fonte de rendimento e de criação de emprego.
O arquipélago da Madeira, se não quiser passar completamente ignorado nos mapas mundiais e europeus, tem de começar a apostar na excelência num conjunto importante de setores. A energia é um desses setores. Somos dependentes em 90% da importação de combustíveis fósseis e os únicos projetos que se conhecem para mitigar esta situação é ao nível da produção elétrica por fontes endógenas. A geração elétrica tem de ser trabalhada, em particular com novas soluções de armazenamento de energia para o sistema elétrico, mas é a mobilidade de pessoas e bens que é responsável por cerca de 60% dos combustíveis que importamos (é dinheiro da nossa economia que sai para o exterior, não cria nem riqueza nem emprego cá). E na mobilidade é o automóvel que é rei e senhor. Os transportes públicos da Madeira são caríssimos e não respondem às necessidades dos madeirenses. É preciso fazer uma revolução ao nível da mobilidade coletiva.
O turístico é o nosso principal setor económico mas, infelizmente, continuamos a perder a nossa autenticidade devido à destruição da nossa paisagem e da nossa cultura. Num contexto de recuperação dos valores que temos vindo a degradar e a perder, é essencial estancar esse processo de degradação que continua a acontecer (basta recordar os exemplos que ainda vêm aí como a criação do cais de acostagem na zona do aterro em plena baía do Funchal, as obras de canalização das ribeiras ou mesmo as “estabilizações” de encostas, tudo intervenções que viram do avesso a Madeira que delicia quem nos visita). Para além de estancar este processo de descaraterização, é essencial ainda requalificar a paisagem no sentido de corrigir ou minimizar alguns dos erros que foram cometidos. A qualidade que temos de defender para o turismo não se coaduna com uma ilha cimentada e onde o nosso litoral foi transformado em escombros.
Outra área da maior importância neste desafio é a produção alimentar por via da agricultura, pecuária e pequena indústria de transformação alimentar. Não podemos continuar com o grau de dependência do exterior que temos atualmente em matéria alimentar. Quanto mais prevenirmos a importação menos a pouca riqueza que produzimos se irá perder para o exterior e, consequentemente, terá efeitos multiplicadores na nossa economia insular.
É que o desenvolvimento sustentável não é apenas um chavão. É acima de tudo uma prática que tem de ser concretizada no terreno. Mas para isso são necessárias as pessoas certas a governar o arquipélago da Madeira e uma outra atitude por parte dos madeirenses.
Hélder Spínola
publicado na Revista Saber, Julho de 2012
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
domingo, 2 de setembro de 2012
Fascista-mor leva `banho de cerveja´ na Festa da Uva e do Agricultor
O fascista,do Alberto João Jardim, participava no cortejo de abertura da Festa da Uva e do Agricultor, na freguesia de Porto da Cruz em Machico, quando foi abordado por um cidadão descontente que lhe atirou cerveja para a cara.
O popular aproximou-se de Jardim com um copo cheio de cerveja, que despejou na cara do presidente do Governo Regional, gerando algum burburinho na cerimónia de abertura da Festa da Uva e do Agricultor.
Após o incidente, o cidadão foi rapidamente abordado pelos seguranças do líder madeirense, que o obrigaram a abandonar o local.
sábado, 1 de setembro de 2012
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
Sentença de morte
A decisão tomada pelo Governo de privatizar a ANA em bloco, é a assinatura da sentença de morte do aeroporto Sá Carneiro. Será uma morte lenta por definhamento, que começará a partir de agora.
Em bom rigor, não é nada que o Porto e o Norte não mereçam. É o preço que pagam pela sua passividade, pela abulia da sua sociedade civil, pela gritante falta de líderes que saibam corporizar os verdadeiros interesses da região.
Infelizmente, isto não ficará por aqui. Em breve, a gestão de Leixões será telecomandada de Lisboa.
O que são relíquias?
Os santos são aqueles que partilharam de maneira intensa a santidade de Deus. Pela sua proximidade com Ele, são considerandos intercessores privilegiados. Daqui nasce uma das nossas devoções como cristãos que é o culto aos santos e a veneração das suas imagens e relíquias, para estímulo da nossa fé e santidade. As relíquias são porções de objecto (preciosidades) de um santo, devidamente protegidos.
Quem é São João Bosco?
Foi um santo sacerdote italiano que, entregando a sua vida a Deus, dedicou-se totalmente à evangelização e educação dos jovens. Inspirado pelo Espírito Santo deu origem à Família Salesiana, um vasto movimento de pessoas que perpetua o seu legado.
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