quinta-feira, 8 de outubro de 2009
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Confusão e violência física com elementos do PND após inauguração de Jardim
Funchal, 07 Out (Lusa) - Uma das inaugurações de hoje do presidente do Governo Regional da Madeira no Funchal acabou em confusão, ânimos exaltados e violência física após a chegada de dirigentes do PND, já depois de Alberto João Jardim ter abandonado o local.
O acto oficial de Alberto João Jardim, a inauguração da conclusão da terceira fase das infra-estruturas gerais do Madeira Tecnopolo, aconteceu com a presença de segurança por parte de uma empresa privada, que vedou todo o perímetro da área da iniciativa para impedir a presença de elementos da Nova Democracia que têm perturbado algumas destas acções do presidente do executivo madeirense.
A chegada de Jardim ao local, a sua habitual "marcha inaugural" acompanhada por populares e outras entidades regionais até ao palco dos discursos, as intervenções oficiais decorreram de forma pacífica.
Esta situação levou mesmo o líder madeirense a "pedir desculpa por isto não ter sido tão animado como há dias", numa alusão aos incidentes ocorridos sexta-feira com dirigentes do PND, após a inauguração da nova ligação ao porto do Funchal.
Hoje, cinco minutos após Jardim ter abandonado o local, e numa das vias de acesso à zona do palco, a cerca de 500 metros, chegou uma delegação de dirigentes do PND que pretendiam manifestar-se contra as "inaugurações eleitoralistas" de Alberto João Jardim e o alegado "desrespeito pelo principio da neutralidade e imparcialidade em época de eleições", cuja entrada foi negada por vários elementos da segurança privada.
Após várias tentativas para penetrarem na zona, o dirigente Eduardo Welsh (PND) aproveitou uma brecha, correu para o local, tendo sido agarrado e colocado fora das barreiras de forma violenta, assim como o deputado Baltasar Aguiar que acabou por ser agredido por um individuo que estava junto dos seguranças.
O parlamentar insurgiu-se ainda, reivindicando que "dado o seu estatuto de deputado tinha direito a entrar naquele espaço".
Durante a inauguração alguns jovens entre o grupo de populares, intitulando-se como "cidadãos da Madeira Livre" exibiram cartazes, com a autorização expressa de Alberto João Jardim, com dizeres contra a dirigentes do PND.
"Canha (candidato à câmara do Funchal) foge para o Brasil, a Justiça venezuelana te procura", "Canha, Baltasar e Welsh, os três artistas do circo fascista", "Fábrica do Hinton explorou o povo", "abaixo os herdeiros o Hinton, do Baltasar e padre Lopes", "abaixo os fascistas da Madeira Velha" eram algumas das frases inscritas nos cartazes.
Hoje Jardim presidiu à inauguração de três infra-estruturas na região, duas privadas e uma pública, que representaram um investimento total na ordem dos seis milhões de euros.
EC/AMB
Lusa/fim
(Com a devida vénia à Agência Lusa)
terça-feira, 6 de outubro de 2009
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
domingo, 4 de outubro de 2009
sábado, 3 de outubro de 2009
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Louçã «sugere» à justiça que procure contrato dos submarinos nos documentos confidenciais de Portas

Francisco Louçã aconselha a justiça portuguesa para que procure o contrato dos dois submarinos comprados por Portugal à Alemanha durante o Governo PSD/CDS-PP «nas 61 mil fotocópias» que Paulo Portas «levou para casa» quando abandonou a pasta da Defesa. Francisco Louçã dispara e lembra que «há três anos a justiça portuguesa anda à procura de um contrato da compra dos submarinos, que já vai em mais de mil milhões de euros, já disparou o seu preço, e não encontram o raio do contrato».
Por isso, o líder bloquista deixa a sugestão: «É irresponsabilidade, como o doutor Paulo Portas, que foi ministro da Defesa, quando saiu levou para casa 61 mil fotocópias de documentos confidenciais, talvez lho pudessem pedir, ele que anda desaparecido há dois dias».
Numa resposta, à Agência Lusa o Ministério Público admitiu não conseguir prever a conclusão do processo que investiga a compra destes dois submarinos, argumenta com a complexidade do processo e com a necessidade de efectuar diligências no estrangeiro.
PND contra «terrenos expropriados e não pagos»
O PND marcou ontem presença em mais uma inauguração no Funchal pelo presidente do Governo Regional. Segundo Eduardo Welsh, “foi mais uma inauguração eleiçoeira ao estilo do Estado Novo”, isto porque considerou que a mensagem “era exactamente a mesma daquele tempo”. “É que o partido do governo tem obra e o resto não vale nada e não conta para nada. É mais um resquício desses velhos tempos de má memória, pois esta rua passa por cima de vários terrenos que foram expropriados e não pagos”, sublinhou, a propósito da inauguração, ontem, pelo Presidente do Governo Regional da nova ligação entre os Viveiros e o Complexo Escolar e Desportivo Bartolomeu Perestrelo. Eduardo Welsh referiu que a candidatura do PND o que pretende “é uma democracia decente, que respeite as pessoas e que respeite os direitos das pessoas e para acabar com este estado novismo da Madeira Nova”.
Fonte:http://www.jornaldamadeira.pt/not2008.php?Seccao=14&id=134721&sup=0&sdata=
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