segunda-feira, 27 de abril de 2009

FLAMA - quem a explorou?


Este 25 de Abril foi pródigo em acontecimentos e dado que o regime aqui em vigor nada quis de festejos e comemorações outros trataram do assunto.

É sinal que há ainda quem pense. Louvados sejam! O teatro montado pelo PND à porta da Qta Vigia foi brilhante!

Concorde-se ou não com a sua política de colocar tudo em causa sem ao mínimo apresentar ideias, temos todos de considerar que a forma de dar nas vistas foi original e a todos os títulos brilhante.

Parabéns ao Sr. Coelho e Companhia. Não há dúvida que a brincar se consegue transmitir mensagens muito profundas e o PND conseguiu. O Poder ainda não conseguiu encontrar formas de lidar com estes processos.

Quanto à FLAMA , francamente e honestamente senti pena de tantos amigos que infelizmente já cá não se encontram e que tanto fizeram e acreditaram neste Movimento e por um lado ainda bem que já se foram. Não foi para isto que tanto deram da sua vida . A FLAMA foi explorada.

Alguém de bom senso acredita que só queremos a Independência porque somos governados por um Senhor qualquer que se acusa que é corrupto? Isto é brincar com a memória de todos quantos, embora por métodos condenáveis, lutaram pela FLAMA. E com aqueles que ainda hoje acreditam que o futuro da Madeira passa pela Independência. Porque não é proibido pensar. Mas a quem serve este discurso e a justificação idiota?

Veja-se os discursos dos últimos tempos e encontre-se o denominador comum, que até é fácil. Querem dizer que todos os males desta Região é por causa do Sócrates, tudo bem, vão dizendo.

Não se escondam por detrás da FLAMA porque só estão a denegrir a sua imagem. Sejam sérios e assumam-se.

Resta um aplauso ao PND porque com a sua celebração retirou visibilidade aos que servindo-se da FLAMA queriam dar nas vistas.

Honório Teixeira

Com a devida vénia do DIÁRIO DE NOTÍCIAS DA MADEIRA

domingo, 26 de abril de 2009

Simulacro provoca novo 25 de Abril e "rendição" de Jardim às forças democrática





















O PND-M realizou hoje um simulacro de rendição do presidente do Governo Regional, Alberto João Jardim, há 31 anos no poder, como forma de chamar a atenção para o regime político na Madeira e de comemorar o 25 de Abril.

Quatro viaturas militares incluindo um blindado posicionaram-se à frente da porta de entrada da Quinta Vigia, sede da presidência do Governo Regional, juntamente com os respectivos "militares" (dirigentes do PND-M disfarçados) e exigiram a rendição de Alberto João Jardim à democracia e ao 25 de Abril de 1974.

De megafone na mão e interpretando Salgueiro Maia, o ex-deputado do PND-M, José Manuel Coelho, apelava ao inquilino há 31 anos da Quinta Vigia para se render "às forças democráticas" e ao 25 de Abril.

A "coluna militar" atraiu a curiosidade de muita gente sobretudo de turistas que desciam a Avenida do Infante em direcção à festa da flor, que eram surpreendidos com a oferta de cravos vermelhos, ao mesmo tempo que era entoada músicas de Zeca Afonso, em especial a "Grândola Vila Morena".

Depois de tantos apelos, Alberto João Jardim, interpretado por Eduardo Welsh, acabou por se render à "coluna militar".

"Nós quisemos de certo modo simular aquilo que se passou no dia 25 de Abril - um conjunto de forças blindadas e armadas partiram em direcção ao centro de Lisboa e cercaram o Palácio do Carmo", explicou o deputado do PND-M, Baltasar Gonçalves.

"O que nós fizemos, aqui, na Madeira, foi exactamente isso, trouxemos as nossas forças armadas, um blindado desactivado até à porta da residência oficial do homem mais poderoso da Madeira, que governa a Madeira há 35 anos, o homem que move tudo o que acontece na Região", continuou o deputado.

Baltasar Gonçalves salientou haver coisas que "aconteceram hoje que têm uma mão comprida por detrás", numa alusão à exibição de bandeiras da FLAMA - Frente de Libertação do Arquipélago da Madeira, pela cidade do Funchal.

"Viemos, aqui, dizer: renda-se senhor presidente, permita que haja na Madeira uma sociedade, alegre, livre, responsável e arejada", concluiu.

Baltasar Gonçalves revelou ainda que esta iniciativa resultava do facto do 25 de Abril não ser solenemente comemorado na Madeira e da recusa do presidente da Assembleia da República, Jaime Gama, ter declinado um pedido do PND-M no sentido de facultar um espaço no parlamento nacional para um debate sobre a situação política na Madeira.

"Estamos, aqui, para mostrar ao presidente da Assembleia da República e a todos os portugueses que vivem no continente que, na Madeira, há gente que não recua perante as dificuldades e que dá a cara por valores da liberdade, da justiça e do direito", salientou.

"Peço às instituições da soberania portuguesa e em especial ao Presidente da República para vir cá e ver aquilo de muito grave, de muito especial e de muito estranho se está a passar na Madeira", disse ainda.

"Queremos que seja implementado na Madeira um verdadeiro regime de liberdade em que as pessoas possam dar a cara pelas ideias em que acreditam sem medo de serem perseguidas, etiquetadas ou, de qualquer maneira, ostracizadas por um poder político forte", finalizou.

"Liberdade", "Direito e Justiça", "Renda-se e festeje o 25 de Abril" e "Abaixo a tirania do insulto" eram as palavras de ordem de alguns cartazes que acompanharam esta iniciativa do PND-M, ou seja, pelo "Movimento Democrático de Libertação da Madeira", como se intitularam os protagonistas do simulacro.

(Com a devida vénia à Agencia Lusa )

Jardim é 'preso' e obrigado a comemorar o 25 de Abril

PND-Madeira recria a Revolução de Abril com um carro blindado, quatro jipes, e um pelotão de 20 homens, cercando a Quinta Vigia e distribuindo cravos vermelhos pelas principais avenidas e ruas do Funchal















O presidente do Governo Regional da Madeira, Alberto João Jardim , foi 'preso' e obrigado a comemorar o 25 de Abril durante a 'Operação Liberdade', que decorreu durante a manhã de hoje, em frente à residência oficial do governante.

Um carro blindado coberto de cravos vermelhos, quatro jipes e um 'pelotão' de 20 homens cercaram a Quinta Vigia, num simulacro levado a cabo pelo PND-Madeira . De megafone na mão, José Manuel Coelho, ex-deputado do PND, interpretava o papel de Salgueiro Maia e exigia a rendição de Jardim à democracia e à Revolução de Abril.

A 'revolução' avançou a passos largos até o momento em que o inquilino da Quinta Vigia foi 'detido' pelos 'militares' e obrigado a comemorar a Revolução dos Cravos. Mas não tardou para que a Polícia de Segurança Pública chegasse ao local e confiscasse o blindado, especialmente encomendado ao Continente para recriar o espírito da Revolução na Madeira, uma região que não comemora o '25 de Abril' há vários anos.

Mesmo sem o blindado, a coluna militar do PND continuou. Percorreu as principais avenidas e ruas da cidade do Funchal, distribuiu vermelhos e explicou à população o significado da revolução. Muitos curiosos paravam para ver e ouvir, outros emocionados recordavam "o espírito, a essência do 25 de Abril", criticando o Governo regional por não comemorar uma data tão importante como aquela. "Quando vi a coluna militar e os capitães emocionem-me. Quase que me vinham as lágrimas aos olhos, porque, ao que parece, o Governo não percebe a real importância do 25 de Abril.

Sara Moura, correspondente na Madeira

Com a devida vénia ao http://expresso.clix.pt/

Comentário no Expresso "A Policia do Funchal"



















O abreu dá cá o meu, 1 ponto , hoje às 0:00

Observei, por mero acaso, a actuação da policia hoje de manhã. Contei algumas dezenas nas redondezas dos manifestantes, como se de criminosos se tratasse. Não eram, eram apenas gente do PND. Como não podiam deter aqueles foliões do 25 Abril, desataram a autuar as viaturas. Contudo, afastaram os condutores como que a escondê-los dos turistas, e meio à sucapa, autuaram-nos. Não sei porquê. Tentaram daquele modo, um pouco cobardolas pressionar e impedir os pacíficos manifestantes. Uma má imagem da policia, prepotente, comandada por gente imberbe, que não perdeu a oportunidade de, mais uma vez, prestigiar a farda que veste.

Com a devida vénia ao Expresso

Fotos da acção do 25 de Abril levada a cabo pelo PND-M em frente à Quinta Vigia e outras.










sexta-feira, 24 de abril de 2009

"uma boa oportunidade para explicar o 25 de Abril aos mais pequenos".



















Com a devida vénia ao Diário de Notícias

O PND anunciou que vai comemorar o 25 de Abril com uma manifestação contra a câmara do Funchal por esta não ter autorizado o partido a efectuar uma exposição com viaturas militares em frente ao parlamento madeirense.

Dirigentes do partido adiantaram à agência Lusa que pretendiam realizar naquele local uma exposição com seis viaturas militares, música alusiva ao 25 de Abril, numa iniciativa que contaria com a presença de algumas figuras que participaram na coluna de Salgueiro Maia e elementos que pertenceram à Escola Prática de Infantaria de Mafra.

Garantem que entre o material militar que pretendiam mostrar "está o primeiro blindado que desembarcou na Madeira, emprestado ao PND para a realização desta acção por coleccionadores simpatizantes da causa do 25 de Abril".

"Como a CMF não nos autoriza a fazer a exposição com a justificação de que o Largo António José de Almeida iria estar ocupado com iniciativas do programa da Festa da Flor que decorre no Funchal, decidimos fazer uma manifestação junto do edifício do município funchalense", anunciaram.

Instados a comentar o facto deste local estar igualmente ocupado com a construção do simbólico "muro da esperança", o que representa uma grande concentração de crianças que vão ali depositar uma flor, o PND considerou ser "uma boa oportunidade para explicar o 25 de Abril aos mais pequenos".

O 25 de Abril não é comemorado com sessão solene no parlamento madeirense visto que a maioria do PSD/Madeira considera que esta data deve ser celebrada na Assembleia da República.

Os sociais democratas insulares não programaram qualquer iniciativa para assinalar os 35 anos da Revolução dos Cravos.

Quanto ao PS/M realiza um jantar-comício no Madeira Tecnopolo onde espera reunir 1100 militantes e simpatizantes, contando com a presença do cabeça de lista do partido às Eleições Europeias, Vital Moreira.

O PCP/M volta a promover uma festa-comício, transformando a artéria onde está a sua sede no Funchal na "Rua de Abril".
O Bloco de Esquerda efectua igualmente um jantar que conta com a presença do dirigente nacional, Fernando Rosas, e o MPT realiza um almoço com militantes.

O grupo de "Cidadãos por Machico, Terra de Abril" também promove uma iniciativa evocativa desta efeméride, com uma exposição documental "Imagens e Poemas do 25 de Abril" e uma difusão de música alusiva.

Será que ele vai aparecer a bordo do navio espanhol da 'Naviera Armas'. Sábado, às 10 horas, no porto do Funchal."







quinta-feira, 23 de abril de 2009

Plágio democrata-cristão















[Publicado por Vital Moreira] [Permanent Link]

Na sequência do escandaloso plágio cometido por um dirigente da juventude do CDS da Madeira no Diário de Notícias do Funchal, copiando textos publicados no Causa Nossa, a direcção do DN publica na edição de hoje uma nota cujos pontos decisivos são os seguintes:

«3 - A propósito de um escrito de opinião do Sr. Roberto Rodrigues (publicado na edição de 5 de Janeiro de 2005, com o título "O fim do ano político de 2004") fomos alertados pelos senhores Vicente Jorge Silva e professor Vital Moreira que textos deles anteriormente publicados haviam sido copiados pelo Sr. Roberto Rodrigues naquele seu escrito.
4 - Tendo a oportunidade de poder reconhecer e rectificar o seu erro, o Sr. Roberto Rodrigues não o fez, e, em resposta a uma carta de Vicente Jorge Silva (publicada no DIÁRIO a 8 de Janeiro de 2005), sugeriu que não plagiou mas que teria sido plagiado.
5 - Feitas averiguações, o DIÁRIO concluiu que os senhores Vicente Jorge Silva e professor Vital Moreira foram efectivamente plagiados pelo Sr. Roberto Rodrigues.
6 - O DIÁRIO, como qualquer jornal sério e credível, não pode tolerar, nem tolerará que, com o seu conhecimento, as suas páginas sejam utilizadas para actos de plágio.
7 - Face à situação descrita, o DIÁRIO apresenta pedido de desculpas aos seus leitores e, em especial, aos senhores Vicente Jorge Silva e professor Vital Moreira.
8 - Finalmente, o DIÁRIO informa que o Sr. Roberto Rodrigues foi excluído do seu painel de colaboradores.»

Só posso dar-me por satisfeito pela justa decisão que o diário funchalense tomou (depois de inadvertidamente ter dado guarida a uma canhestra tentativa de desmentido do criminoso, ainda por cima a tentar virar a acusação contra as vítimas), denunciando o malfeitor e punindo com a expulsão a aleivosia cometida nas suas páginas. Era também o seu bom nome e reputação e o respeito para com os seus leitores que estavam em causa. A nota hoje publicada só o prestigia.

Como funciona o regime "ditaturial"

Chaimite na Madeira?

































"O Chaimite (viatura blindada celebrizada nas operações da revolução de 1974), deverá seguir a bordo do navio espanhol da 'Naviera Armas'. O 'ferry-boat' é aguardado sábado, às 10 horas, no porto do Funchal."

A edição de ontem do DIÁRIO DE NOTÍCIAS DA MADEIRA veja tudo

quarta-feira, 22 de abril de 2009

GUILHERME SILVA DIZ QUE DIÁRIO DE NOTICIAS É MENTIROSO!

Guilherme Silva nega ter feito declaração sobre quotas de deputadas ao DN da Madeira

Guilherme Silva, deputado do PSD e representante de Alberto João Jardim no Conselho Nacional do partido, nega ter feito a declaração ao "Diário de Notícias da Madeira" sobre a saída de duas candidatas ao Parlamento Europeu como condição para o líder regional ter aceite o oitavo lugar para o candidato por si proposto.Essas afirmações foram reproduzidas no PÚBLICO de hoje e motivaram já uma reacção do PS. “Falei ao Diário de Notícias do Funchal, mas não fiz aquela declaração”, disse hoje ao PÚBLICO, referindo-se a uma das afirmações publicadas na edição de sábado do Diário de Notícias da Madeira. Guilherme Silva explica que essa declaração até seria contraditória com outra que está reproduzida na mesma notícia. “Eu digo também que conhecendo a capacidade negocial de Alberto João Jardim é possível que tenha conseguido outras contrapartidas fora das listas para o Parlamento Europeu”, esclareceu Guilherme Silva, lamentando que ontem o PÚBLICO não o tenha contactado para confirmar as suas declarações ao jornal madeirense.
Com venia do Publico

terça-feira, 14 de abril de 2009

Carlos Pereira reclama plano anti-crise para combater o flagelo















O economista diz que o Governo de Alberto João Jardim é insensível e incapaz de apresentar soluções para minimizar os efeitos nefastos do flagelo social. E, mesmo assim, nem um orçamento rectificativo “foi capaz de apresentar”, tendo o “descaramento” de votar contra a proposta do PS-M, “obrigando os madeirenses a passar mais dificuldades”, critica, lamentando, contudo, que a Madeira seja a única região do mundo que não tem um plano anticrise. Para Carlos Pereira, os governantes, todos eles, na conjuntura actual têm dois níveis de responsabilidade: em primeiro lugar assumir as consequências das suas opções de política económica do passado; e em segundo lugar demonstrar capacidade para apresentar medidas que minimizem os efeitos das dificuldades
nas famílias e empresas. No entender do economista, o Governo Regional (GR) do PSD falhou nestes dois aspectos, algo que já não é novo, nem consequência da crise internacional, mas que se arrasta desde 2004. “Por um lado, as decisões dos últimos anos conduziram a Madeira para um beco cada vez mais estreito ao nível da sustentabilidade do seu desenvolvimento onde as pessoas vivem pior que em outras regiões do país, onde o desemprego não pára de crescer, onde a pobreza cresce, onde as falências são devastadoras, onde o investimento privado arrefeceu em virtude de políticas erradas na (ausência) dinamização da competitividade do sector privado, onde a distribuição de rendimento é desajustada, onde as famílias pagam mais impostos que noutras partes do país e em que têm menos rendimento disponível e onde as empresas têm menos apoios que no continente”, disse, indignado. A verdade, no entanto, é que “tudo piora” agora porque o Governo de Alberto João Jardim “mostra uma insensibilidade e uma incapacidade” para apresentar soluções para inverter os indicadores da actual conjuntura económica. Aliás, prosseguiu, a Madeira deve ser “a única região no mundo que não tem um plano anti-crise” e, mesmo assim, nem um orçamento rectificativo “o PSD-M foi capaz de apresentar”, tendo o “descaramento”, como fez questão de referir, de votar contra a proposta do PS-M, “obrigando os madeirenses a passar mais dificuldades”. “O que se passou é que o contexto internacional colocou a nu todos os erros de política do PSD: endividamento excessivo e irresponsável, investimentos errados, desperdício intolerável e defesa de interesses particulares penalizando a população em geral (continuamos a pagar os impostos mais caros, porque Jardim não quer acabar com o monopólio do Porto, perdemos 500 milhões de euros porque o presidente do GR não quer um novo modelo de exploração da Zona Franca)”, reforçou.
Dívida “catastrófica”
Carlos Pereira aproveitou as críticas para recordar que a dívida da Região ascende a 5.000 milhões. Ou seja, avançou, superior ao próprio PIB (Produto Interno Bruto) da RAM. A situação que denominou “catastrófica” e outras acima mencionadas pelo economista levam-no a dizer que a solução da Madeira passa “ou por uma mudança séria e consistente na política económica” do Governo do PSD-M, algo que, na sua opinião, é “muito difícil de acontecer face à intransigência e incapacidade demonstrada”, ou por uma mudança de governo com novos paradigmas e novas opções. Face ao rol de inaugurações que ultimamente tem ocorrido em força, Carlos Pereira disse que o chefe do executivo madeirense tem um problema que não é capaz de disfarçar: “sem obra física não sabe o que fazer e, como diz o povo, anda às aranhas”. “Essa é a razão pelo qual a exaltação de supostos demónios que perseguem a Madeira está ao rubro, de modo a desviar as atenções da sua medíocre governação. O meu único conselho a Jardim é como não tem nada de verdadeiramente estruturante para mostrar aos madeirenses, inaugure a pobreza, o desemprego, as falências, a miséria, o descalabro urbanístico, na verdade, tudo isto é da sua responsabilidade”, rematou.
S.G


Com a devida vénia (Diário Cidade)

Procura-se legenda para esta fotos.










sexta-feira, 10 de abril de 2009

PÁSCOA FELIZ



















Paz, união, amor... procurarei construir com estas palavras as minhas acções. Um pouco hoje, mais um o pouco sobre este pouco amanhã e continuarei a cadeia... por mim, por nós e por Aquele que deu a vida por nós...

Para todos os Leitores deste blog uma Santa Páscoa.

quinta-feira, 9 de abril de 2009

"Está concluída, mas está fechada e vai continuar assim até Outubro, altura das eleições”

PND - MADEIRA DENUNCIA REDE DE INTERESSES PRIVADOS

Um ano depois, PND faz balanço negativo do "negócio" CS Madeira Hotel
























O PND-M acusou hoje as autoridades regionais de "privilegiarem" interesses privados, referindo-se à autorização do aumento de volumetria do Hotel CS Madeira, inaugurado em 2008.

No passeio frente ao Hotel, na Estrada Monumental, a Câmara e o Governo seriam ressarcidos desse aumento de volumetria.

"Hoje, o que se vê, é um aumento despropositado do passeio, alguns edifícios em vidro sem qualquer utilidade, tudo votado ao abandono, para permitir a construção de um Centro de Congressos e do aumento da volumetria do Hotel", acusou o dirigente do PND, Eduardo Welsh.

"O projecto foi alvo de queixa-crime, a Câmara exigiu terrenos em contrapartida para o alargamento da estrada, mas esses terrenos não ficaram para a Câmara, ficaram com a empresa proprietária", disse.

"Estamos aqui perante clara violação dos índices de construção, que esteve para ser sujeito a alvo de embargo. Na altura, o doutor Jardim disse que estávamos contra o progresso, por intentarmos acções populares, o que não fizemos", disse.

Mas, hoje, "está provado que nada do que foi prometido foi cumprido e que o que está em causa é uma rede de interesses privados", ", afirmou.

LAR. Lusa
(Com a devida vénia à Agencia Lusa )