segunda-feira, 27 de abril de 2009
FLAMA - quem a explorou?
domingo, 26 de abril de 2009
Simulacro provoca novo 25 de Abril e "rendição" de Jardim às forças democrática
O PND-M realizou hoje um simulacro de rendição do presidente do Governo Regional, Alberto João Jardim, há 31 anos no poder, como forma de chamar a atenção para o regime político na Madeira e de comemorar o 25 de Abril.
Quatro viaturas militares incluindo um blindado posicionaram-se à frente da porta de entrada da Quinta Vigia, sede da presidência do Governo Regional, juntamente com os respectivos "militares" (dirigentes do PND-M disfarçados) e exigiram a rendição de Alberto João Jardim à democracia e ao 25 de Abril de 1974.
De megafone na mão e interpretando Salgueiro Maia, o ex-deputado do PND-M, José Manuel Coelho, apelava ao inquilino há 31 anos da Quinta Vigia para se render "às forças democráticas" e ao 25 de Abril.
A "coluna militar" atraiu a curiosidade de muita gente sobretudo de turistas que desciam a Avenida do Infante em direcção à festa da flor, que eram surpreendidos com a oferta de cravos vermelhos, ao mesmo tempo que era entoada músicas de Zeca Afonso, em especial a "Grândola Vila Morena".
Depois de tantos apelos, Alberto João Jardim, interpretado por Eduardo Welsh, acabou por se render à "coluna militar".
"Nós quisemos de certo modo simular aquilo que se passou no dia 25 de Abril - um conjunto de forças blindadas e armadas partiram em direcção ao centro de Lisboa e cercaram o Palácio do Carmo", explicou o deputado do PND-M, Baltasar Gonçalves.
"O que nós fizemos, aqui, na Madeira, foi exactamente isso, trouxemos as nossas forças armadas, um blindado desactivado até à porta da residência oficial do homem mais poderoso da Madeira, que governa a Madeira há 35 anos, o homem que move tudo o que acontece na Região", continuou o deputado.
Baltasar Gonçalves salientou haver coisas que "aconteceram hoje que têm uma mão comprida por detrás", numa alusão à exibição de bandeiras da FLAMA - Frente de Libertação do Arquipélago da Madeira, pela cidade do Funchal.
"Viemos, aqui, dizer: renda-se senhor presidente, permita que haja na Madeira uma sociedade, alegre, livre, responsável e arejada", concluiu.
Baltasar Gonçalves revelou ainda que esta iniciativa resultava do facto do 25 de Abril não ser solenemente comemorado na Madeira e da recusa do presidente da Assembleia da República, Jaime Gama, ter declinado um pedido do PND-M no sentido de facultar um espaço no parlamento nacional para um debate sobre a situação política na Madeira.
"Estamos, aqui, para mostrar ao presidente da Assembleia da República e a todos os portugueses que vivem no continente que, na Madeira, há gente que não recua perante as dificuldades e que dá a cara por valores da liberdade, da justiça e do direito", salientou.
"Peço às instituições da soberania portuguesa e em especial ao Presidente da República para vir cá e ver aquilo de muito grave, de muito especial e de muito estranho se está a passar na Madeira", disse ainda.
"Queremos que seja implementado na Madeira um verdadeiro regime de liberdade em que as pessoas possam dar a cara pelas ideias em que acreditam sem medo de serem perseguidas, etiquetadas ou, de qualquer maneira, ostracizadas por um poder político forte", finalizou.
"Liberdade", "Direito e Justiça", "Renda-se e festeje o 25 de Abril" e "Abaixo a tirania do insulto" eram as palavras de ordem de alguns cartazes que acompanharam esta iniciativa do PND-M, ou seja, pelo "Movimento Democrático de Libertação da Madeira", como se intitularam os protagonistas do simulacro.
(Com a devida vénia à Agencia Lusa )Jardim é 'preso' e obrigado a comemorar o 25 de Abril
PND-Madeira recria a Revolução de Abril com um carro blindado, quatro jipes, e um pelotão de 20 homens, cercando a Quinta Vigia e distribuindo cravos vermelhos pelas principais avenidas e ruas do Funchal
O presidente do Governo Regional da Madeira, Alberto João Jardim , foi 'preso' e obrigado a comemorar o 25 de Abril durante a 'Operação Liberdade', que decorreu durante a manhã de hoje, em frente à residência oficial do governante.
Um carro blindado coberto de cravos vermelhos, quatro jipes e um 'pelotão' de 20 homens cercaram a Quinta Vigia, num simulacro levado a cabo pelo PND-Madeira . De megafone na mão, José Manuel Coelho, ex-deputado do PND, interpretava o papel de Salgueiro Maia e exigia a rendição de Jardim à democracia e à Revolução de Abril.
A 'revolução' avançou a passos largos até o momento em que o inquilino da Quinta Vigia foi 'detido' pelos 'militares' e obrigado a comemorar a Revolução dos Cravos. Mas não tardou para que a Polícia de Segurança Pública chegasse ao local e confiscasse o blindado, especialmente encomendado ao Continente para recriar o espírito da Revolução na Madeira, uma região que não comemora o '25 de Abril' há vários anos.
Mesmo sem o blindado, a coluna militar do PND continuou. Percorreu as principais avenidas e ruas da cidade do Funchal, distribuiu vermelhos e explicou à população o significado da revolução. Muitos curiosos paravam para ver e ouvir, outros emocionados recordavam "o espírito, a essência do 25 de Abril", criticando o Governo regional por não comemorar uma data tão importante como aquela. "Quando vi a coluna militar e os capitães emocionem-me. Quase que me vinham as lágrimas aos olhos, porque, ao que parece, o Governo não percebe a real importância do 25 de Abril.
Sara Moura, correspondente na MadeiraCom a devida vénia ao http://expresso.clix.pt/
Comentário no Expresso "A Policia do Funchal"

O abreu dá cá o meu, 1 ponto , hoje às 0:00
Com a devida vénia ao Expresso
sexta-feira, 24 de abril de 2009
"uma boa oportunidade para explicar o 25 de Abril aos mais pequenos".

Com a devida vénia ao Diário de Notícias
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Plágio democrata-cristão

[Publicado por Vital Moreira] [Permanent Link]
Na sequência do escandaloso plágio cometido por um dirigente da juventude do CDS da Madeira no Diário de Notícias do Funchal, copiando textos publicados no Causa Nossa, a direcção do DN publica na edição de hoje uma nota cujos pontos decisivos são os seguintes:
«3 - A propósito de um escrito de opinião do Sr. Roberto Rodrigues (publicado na edição de 5 de Janeiro de 2005, com o título "O fim do ano político de 2004") fomos alertados pelos senhores Vicente Jorge Silva e professor Vital Moreira que textos deles anteriormente publicados haviam sido copiados pelo Sr. Roberto Rodrigues naquele seu escrito.
4 - Tendo a oportunidade de poder reconhecer e rectificar o seu erro, o Sr. Roberto Rodrigues não o fez, e, em resposta a uma carta de Vicente Jorge Silva (publicada no DIÁRIO a 8 de Janeiro de 2005), sugeriu que não plagiou mas que teria sido plagiado.
5 - Feitas averiguações, o DIÁRIO concluiu que os senhores Vicente Jorge Silva e professor Vital Moreira foram efectivamente plagiados pelo Sr. Roberto Rodrigues.
6 - O DIÁRIO, como qualquer jornal sério e credível, não pode tolerar, nem tolerará que, com o seu conhecimento, as suas páginas sejam utilizadas para actos de plágio.
7 - Face à situação descrita, o DIÁRIO apresenta pedido de desculpas aos seus leitores e, em especial, aos senhores Vicente Jorge Silva e professor Vital Moreira.
8 - Finalmente, o DIÁRIO informa que o Sr. Roberto Rodrigues foi excluído do seu painel de colaboradores.»
Chaimite na Madeira?


"O Chaimite (viatura blindada celebrizada nas operações da revolução de 1974), deverá seguir a bordo do navio espanhol da 'Naviera Armas'. O 'ferry-boat' é aguardado sábado, às 10 horas, no porto do Funchal."
A edição de ontem do DIÁRIO DE NOTÍCIAS DA MADEIRA veja tudo
quarta-feira, 22 de abril de 2009
GUILHERME SILVA DIZ QUE DIÁRIO DE NOTICIAS É MENTIROSO!
Guilherme Silva, deputado do PSD e representante de Alberto João Jardim no Conselho Nacional do partido, nega ter feito a declaração ao "Diário de Notícias da Madeira" sobre a saída de duas candidatas ao Parlamento Europeu como condição para o líder regional ter aceite o oitavo lugar para o candidato por si proposto.Essas afirmações foram reproduzidas no PÚBLICO de hoje e motivaram já uma reacção do PS. “Falei ao Diário de Notícias do Funchal, mas não fiz aquela declaração”, disse hoje ao PÚBLICO, referindo-se a uma das afirmações publicadas na edição de sábado do Diário de Notícias da Madeira. Guilherme Silva explica que essa declaração até seria contraditória com outra que está reproduzida na mesma notícia. “Eu digo também que conhecendo a capacidade negocial de Alberto João Jardim é possível que tenha conseguido outras contrapartidas fora das listas para o Parlamento Europeu”, esclareceu Guilherme Silva, lamentando que ontem o PÚBLICO não o tenha contactado para confirmar as suas declarações ao jornal madeirense.
quinta-feira, 16 de abril de 2009
terça-feira, 14 de abril de 2009
Carlos Pereira reclama plano anti-crise para combater o flagelo

O economista diz que o Governo de Alberto João Jardim é insensível e incapaz de apresentar soluções para minimizar os efeitos nefastos do flagelo social. E, mesmo assim, nem um orçamento rectificativo “foi capaz de apresentar”, tendo o “descaramento” de votar contra a proposta do PS-M, “obrigando os madeirenses a passar mais dificuldades”, critica, lamentando, contudo, que a Madeira seja a única região do mundo que não tem um plano anticrise. Para Carlos Pereira, os governantes, todos eles, na conjuntura actual têm dois níveis de responsabilidade: em primeiro lugar assumir as consequências das suas opções de política económica do passado; e em segundo lugar demonstrar capacidade para apresentar medidas que minimizem os efeitos das dificuldades nas famílias e empresas. No entender do economista, o Governo Regional (GR) do PSD falhou nestes dois aspectos, algo que já não é novo, nem consequência da crise internacional, mas que se arrasta desde 2004. “Por um lado, as decisões dos últimos anos conduziram a Madeira para um beco cada vez mais estreito ao nível da sustentabilidade do seu desenvolvimento onde as pessoas vivem pior que em outras regiões do país, onde o desemprego não pára de crescer, onde a pobreza cresce, onde as falências são devastadoras, onde o investimento privado arrefeceu em virtude de políticas erradas na (ausência) dinamização da competitividade do sector privado, onde a distribuição de rendimento é desajustada, onde as famílias pagam mais impostos que noutras partes do país e em que têm menos rendimento disponível e onde as empresas têm menos apoios que no continente”, disse, indignado. A verdade, no entanto, é que “tudo piora” agora porque o Governo de Alberto João Jardim “mostra uma insensibilidade e uma incapacidade” para apresentar soluções para inverter os indicadores da actual conjuntura económica. Aliás, prosseguiu, a Madeira deve ser “a única região no mundo que não tem um plano anti-crise” e, mesmo assim, nem um orçamento rectificativo “o PSD-M foi capaz de apresentar”, tendo o “descaramento”, como fez questão de referir, de votar contra a proposta do PS-M, “obrigando os madeirenses a passar mais dificuldades”. “O que se passou é que o contexto internacional colocou a nu todos os erros de política do PSD: endividamento excessivo e irresponsável, investimentos errados, desperdício intolerável e defesa de interesses particulares penalizando a população em geral (continuamos a pagar os impostos mais caros, porque Jardim não quer acabar com o monopólio do Porto, perdemos 500 milhões de euros porque o presidente do GR não quer um novo modelo de exploração da Zona Franca)”, reforçou.
Dívida “catastrófica”
Carlos Pereira aproveitou as críticas para recordar que a dívida da Região ascende a 5.000 milhões. Ou seja, avançou, superior ao próprio PIB (Produto Interno Bruto) da RAM. A situação que denominou “catastrófica” e outras acima mencionadas pelo economista levam-no a dizer que a solução da Madeira passa “ou por uma mudança séria e consistente na política económica” do Governo do PSD-M, algo que, na sua opinião, é “muito difícil de acontecer face à intransigência e incapacidade demonstrada”, ou por uma mudança de governo com novos paradigmas e novas opções. Face ao rol de inaugurações que ultimamente tem ocorrido em força, Carlos Pereira disse que o chefe do executivo madeirense tem um problema que não é capaz de disfarçar: “sem obra física não sabe o que fazer e, como diz o povo, anda às aranhas”. “Essa é a razão pelo qual a exaltação de supostos demónios que perseguem a Madeira está ao rubro, de modo a desviar as atenções da sua medíocre governação. O meu único conselho a Jardim é como não tem nada de verdadeiramente estruturante para mostrar aos madeirenses, inaugure a pobreza, o desemprego, as falências, a miséria, o descalabro urbanístico, na verdade, tudo isto é da sua responsabilidade”, rematou.
S.G
Com a devida vénia (Diário Cidade)
segunda-feira, 13 de abril de 2009
sexta-feira, 10 de abril de 2009
PÁSCOA FELIZ
quinta-feira, 9 de abril de 2009
PND - MADEIRA DENUNCIA REDE DE INTERESSES PRIVADOS
No passeio frente ao Hotel, na Estrada Monumental, a Câmara e o Governo seriam ressarcidos desse aumento de volumetria.
"Hoje, o que se vê, é um aumento despropositado do passeio, alguns edifícios em vidro sem qualquer utilidade, tudo votado ao abandono, para permitir a construção de um Centro de Congressos e do aumento da volumetria do Hotel", acusou o dirigente do PND, Eduardo Welsh.
"O projecto foi alvo de queixa-crime, a Câmara exigiu terrenos em contrapartida para o alargamento da estrada, mas esses terrenos não ficaram para a Câmara, ficaram com a empresa proprietária", disse.
"Estamos aqui perante clara violação dos índices de construção, que esteve para ser sujeito a alvo de embargo. Na altura, o doutor Jardim disse que estávamos contra o progresso, por intentarmos acções populares, o que não fizemos", disse.
Mas, hoje, "está provado que nada do que foi prometido foi cumprido e que o que está em causa é uma rede de interesses privados", ", afirmou.
LAR. Lusa













