terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

ACÇÃO PND-M CONFLITOS DE INTERESSE RICARDO VIEIRA

Ricardo Vieira











Ouvi Ricardo Vieira dizer num programa de rádio moderado por Leonel de Freitas que para ele o limite de actuação de um vereador é determinado (apenas) pela lei. Ou seja se querem que Ricardo Vieira não faça o que faz, façam uma lei que impeça. Não estou surpreendido mas lamento que este tipo de pessoas continuem a prejudicar uma mudança séria na governação da Madeira.Resta, a título de balanço, fazer três perguntas:1. que ganharam os munícipes do Funchal com a eleição de Ricardo Vieira? Nada, tendo sido prejudicados pelo sistemático branqueamento da governação camarária do PSD.

2. O que ganhou o PSD com a sua eleição? Muito porque impediu a entrada de mais um vereador do PS, capaz de fazer oposição séria e consistente, e branqueou toda a actuação da actual vereação do PSD envolvendo-se directamente enquanto advogado e vereador (confundindo deliberadamente) na resolução de problemas da responsabilidade do PSD, alguns deles de legalidade muito duvidosa;

3. O que ganhou Ricardo Vieira?

Pelos vistos muito...

Com a devida venia : Apontamentos sem nome

Tribunal condena artigo pago de Jardim em O Diabo




ATENÇÃO


























sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Este senhor do CDS/PP é Vereador do povo ou do sistema?

Vários Casos



















O advogado vereador do PP tem intervindo em vários processos polémicos para a cidade, ligados ao Urbanismo.O caso do CS Madeira foi um dos primeiros a ser conhecido.

Também implicou cedências e contrapartidas ao município.

O hotel da Rua da Carreira, dos irmãos Chaves, é outro que tem como representante Ricardo Vieira.

O caso das Moradias VIP agora também conta com os serviços do vereador do PP, para tentar encontrar uma solução.

Há ainda outros pequenos casos, de menor impacto. Nada que, até agora, tenha tirado ao PP a vontade de voltar a contar com Ricardo Vieira como vereador. o próprio é que anunciou em 2007 que não se recandidatava.

Com a devida vénia DIÁRIO DE NOTÍCIAS DA MADEIRA

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Coelho candidata-se a Câmara de Lobos

























O ex-deputado do Partido da Nova Democracia, José Manuel Coelho, apresentou ontem a sua candidatura pelo partido às autárquicas no concelho de Câmara de Lobos. “Uma exigência” dos muitos moradores que se sentem lesados pelas práticas da actual vereação, afirmou. Acrescentando que “os munícipes acusam os autarcas de terem empresas de construção civil e através dessas empresas fazerem todas as obras da câmara municipal e juntas de freguesias”. Até mesmo os pequenos empresários queixam-se que não ganham nada e têm as empresas quase em situação de falência. A candidatura vem responder também à “falta de confiança que as pessoas têm na oposição”. O candidato do MPT é um dos exemplos por agir como “uma quinta coluna do Governo do PSD” e, por outro lado, até o antigo vereador socialista, Nilson Jardim, se bandeou para os lados dos sociais democratas, observou.
TC

Com a devida vénia ao Diário Cidade

Descubra diferença






































Presidente da Assembleia Legislativa da Região Autónoma esteve recentemente em Lisboa a tratar do seu visual. Foi acompanhado do seu indefectivel chefe de gabinete (Luís Filipe Malheiro). Primeiro foi falar com Jaime Gama para pedir legislação adequada para disciplinar deputados com comportamento desviante como era o caso do deputado Coelho.

Depois o nosso Presidente da Assembleia foi a uma clínica especializada da capital fazer uma operação plástica ao rosto para ficar mais rejuvenescido sempre acompanhado do seu assessor Filipe Malheiro. Está no seu pleníssimo direito de tratar da imagem pessoal. Isso promove a sua auto-estima como é óbvio. Digamos que é uma manifestação de narcisismo talvez exacerbado. É o sindroma Lili Caneças da quimérica visão da beleza física; e o elixir da eterna juventude!

o pravda ilhéu

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

É esta a CRISE?

Procura-se legenda para esta foto


A Doença do PPD/PSD - MADEIRA




















Miguel Mendonça foi a Lisboa falar com as instituições de soberania nacional e não destoou do seu PSD Madeira: disse estar preocupado com Portugal (nunca com a Madeira!). Está certo. Continuem assim que vão ver onde isto vai bater....

Com a devida venia :
Apontamentos sem nome

Um Munícipe muito atento. Um luxo em Câmara de Lobos













Alguém pode divulgar esta vergonha?
Isto acontece na Madeira!!!

A 01-01-2008 as taxas eram as seguintes:
Tarifa mensal de ligação 2.50 euros (taxa substituída pelo antigo aluguer, que por lei é proibido).
Tarifa saneamento 1.00 euro
Tarifa de lixo 1.00 euro

A 01-02-2009
Tarifa mensal de ligação 3.00 euros (ilegal)
Tarifa saneamento 3.80 euro
Tarifa de lixo 4.30 euro
Pois é, em tempo de crise os nossos vereadores acham por bem AUMENTAR, E QUE RICO AUMENTO AS REFERIDAS TAXAS!
E ainda por cima num concelho com muitos problemas sociais.

Com a devida vénia DIÁRIO DE NOTÍCIAS DA MADEIRA

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Governo anti-social



Nesta ilha está um governo cada vez mais ditador dos próprios madeirenses. As pessoas residentes são totalmente ignoradas e discriminadas, para não dizer que são tratadas abaixo de cão. O governo do PSD-M é tão autoritário que se porventura alguém nalguma frase menos agradável para eles, é logo posto a contas com a justiça. E dou um exemplo. Na Assembleia Regional os deputados da oposição não podem fazer valer o seu direito de expressão a favor da população votante e alguns estão estranhamente bem vincados neste aspecto, com algumas coimas não muito agradáveis. E ainda vêm dizer que há democracia ou liberdade de expressão na Madeira. É falso, totalmente falso, pois ninguém se pode manifestar contra estas políticas do bota-abaixo. Os governantes dizem que têm a Madeira evoluída com túneis, estradas e tantas trapalhadas que andam por aí. Ora, no meu entender, não está nada evoluído. Continuamos na mesma. Estes senhores do PSD andam sempre a se gloriar com as obras que executam, sempre à custa de expropriações de quem trabalha uma vida inteira para, de um momento para outro, ficar sem nada. Andam a enganar as pessoas há 30 anos. Ora, a população não tem carros topo de gama como vossas excelências. Este governo regional é completamente anti-social, o que fazem é para proveito próprio e pouco ou nada para a população. E com isto ganham eleições. As pessoas querem outra política social, nomeadamente a classe pensionista com pensões de miséria que este governo insiste em não aprovar um complemento. Os governantes nunca se interessam em melhorar as condições de vida dos madeirenses. O povo só interessa na hora do voto porque vai mantê-los na bancada do poder. Mas este povo é tão inculto que vai atrás das falsas promessas como os túneis, as estradas e outras palhaçadas. É só isto as políticas sociais deste governo mal agradecido, convincente e enganador. Porque nada de social sai deste governo regional. Mas a população em geral vai, uma vez mais, se enterrar dando a vitória a um partido que anda há 30 anos a fazer a vida negra a toda a população. É com estas pessoas humildes que o PSD-M ganha a maioria. Quanto à restante população intelectual, essa já lhe deu cartão vermelho há muito tempo.
Com a devida vénia DIÁRIO DE NOTÍCIAS DA MADEIRA

domingo, 8 de fevereiro de 2009

PAULO PORTAS. Visto através de Ana Gomes.

Artigo de Ana Gomes no Blog de comissários políticos do PS chamado Causa-Nossa. Em circunstâncias normais não mandaria ligação para este sítio absolutamente detestável, cheio de propaganda política pró governo, quase toda ela idiota e demagógica.

Mas o conteúdo do artigo da senhora bate no ponto: qual é a estranha imunidade de que goza o senhor Paulo Portas, que lhe permite fazer todo o tipo de asneiras e vigarices e passar sempre incólume?

O artigo da senhora Gomes surge à propósito da recente polémica entre o senhor Paulo Portas e o senhor anónimo ministro da Agricultura e Pescas, duas actividades económicas que não existem em Portugal, embora tenham ministro atribuido. Transcrição completa.

Olha, olha! Uma espécie rara: um ministro de um Governo PS sem medo de denunciar de forma contundente a impunidade - política e criminal - de que há muito tempo, escandalosamente, vem beneficiando o Dr. Paulo Portas! Um Paulo Portas que se refina na rábula e agora ameaça o ministro com a justiça, por ofensa ao bom nome. Isto do bom nome é relativo, como com toda a gente - e este Portas chama-se Paulo.
O ministro Jaime Silva tem o meu apoio e aplauso. Mas vai precisar de muito mais do que isso. É que no PS há gente com velhas e enraízadas cumplicidades com o Dr. Paulo Portas, como se percebeu no derrube da direcção Ferro Rodrigues/Paulo Pedroso. Como se percebe nas escutas do processo Portucale - que agora o novo Código de Processo Penal, muito oportunamente, impede a imprensa de transcrever. Gente que quando vê Paulo Portas em apuros, seja no tribunal da Moderna, nas investigações do Portucale, ou de fortuita passagem por alguma esquadra de bairro, sempre dá um jeito, discreto, de lhe estender a mão.
Para não falar de quem assistiu, impávido, sem mexer um dedo, à gestão ruinosa de Paulo Portas no Ministério da Defesa, deitando-nos abaixo os aviões A400-M, levando-nos ao fundo nos submarinos e arranjando-nos um inferno às ordens de Rumsfeld - que hoje persiste no esforço de encobrimento dos “voos da tortura”. E de quem, com altas responsabilidades estatais, hoje guarda silêncio e nada faz diante das notícias do frenético fotocopianço das horas da despedida de Paulo Portas pelo Restelo, em despudorada violação das mais elementares normas de segurança do Estado.
Ministro Jaime Silva, olhe que quem se mete com o Dr. Paulo Portas, tal como com um certo PS, leva. Costuma levar. Mais tarde ou mais cedo. Eu, se fosse a si, começava a cuidar da retaguarda.

A gestão ruinosa do senhor Portas manifestou-se em várias áreas.






















1.

Entre escolher aviões de nova geração produzidos na Europa, optou-se por ir fazer um favor aos nossos aliados norte americanos comprando o equivalente americano ao A-400. Pelo meio das negociatas vieram mais 12 caças de combate F-16 em segunda mão - preço unitário, se bem me recordo, 20 milhões de dólares para dotar a força aérea portuguesa de uma dupla esquadrilha. Saber se existia dinheiro e pilotos em número suficiente para os aviões não se soube, apenas se comprou. Daí os rumores de “comissões” pagas por fora. O governo PS devolveu à procedência vários do aparelhos logo a seguir a ter tomado posse.

2.

Com os submarinos existia um problema semelhante. Era necessário substituir a actual força submarina, que já estava a chegar aos 50 anos de serviço ( o tempo útil apontado é de 40 anos). A escolha oscilava entre o Scorpene francês e o novo modelo alemão. A compra inicial previa 3 unidades. Porquê 3?

Porque para os submarinos serem eficazes em combate tem que treinar aos pares. Como existem folgas de tripulação, descanso do material, manutenção, conclui-se que enquanto dois estão em treinos, o terceiro está ou em manutenção ou em folga. E rodam entre si os 3 barcos/tripulação.

Com o magnífico negócio Portas, 30 a 40% do tempo não é aproveitado porque é necessário por tripulações e barcos a descansar e fazer operações de manutenção. Falta o 3º barco para dar plena efectividade à flotilha.

Após a compra o senhor Portas vangloriou-se que “poupou 100 milhões de euros e além disso comprou em Leasing”.

3.

Os voos da CIA que nunca passaram por Portugal, mas afinal passaram. O nosso “aliado” pediu (deu uma ordem) e passaram. Agora cobre-se a história. Ela começou com o senhor Portas à frente do ministério da defesa.

4.

Ferro Rodrigues/Paulo Pedroso: foram as “orientações emanadas” daqueles lados que levaram as investigações e o lançamento de lama para cima da então direcção do PS em 2003. Isto, independentemente, obviamente de o Senhor Pedroso ser ou não ser culpado. O assunto, como percebemos, não está resolvido mais de 4 anos após ter começado.

5.

A fortuita passagem pela esquadra de Bairro deriva de uma história que se conta em Blogs, mas não só. Parece que às 4 horas da madrugada de um determinado dia, o senhor Portas andava pelo parque Eduardo sétimo em Lisboa, conhecida zona de prostituição masculina no engate, com uma cabeleireira loura enfiada na cabeça. Daí a alcunha de “Catherine Deneuve”.

Foi detido pela polícia por comportamentos impróprios e levado para uma esquadra. Lá dentro, ao que se conta, telefonou para o seu grande amigo Jorge Coelho - membro do PS. Este apareceu, quando era ministro num governo Guterres e safou o senhor Portas da situação.

6.

O caso Portucale - empreendimento agro-turístico em Benavente feito pela empresa Portucale, ao que me lembro, pertencente ao Banco Espírito Santo. Construção a ser feita em área protegida para a qual surgiram uns convenientes despachos a reformular a lei que impedia essa mesma construção. Pelo meio abateram-se imediatamente 1000 sobreiros classificados como sendo protegidos. O caso está actualmente em investigação. Lá para 2050 sairá a conclusão.

7.

No caso Moderna e na empresa de sondagens que liderava e que deu depois o resultado na Universidade que deu, Portas conseguiu o milagre de não ser constituido como arguido. Porquê? Pergunte-se ao juiz que analisou o caso. Critique-se e exija-se o fim do principio da inamovibilidade dos juízes e do principio da irresponsabilidade dos Juízes pelas decisões que tomam.

8.

Ao sair do governo, e ao que julgo ter lido, Portas mandou fotocopiar 60 mil documentos do ministério para sair de lá com as cópias. Numa empresa privada ou pública isto é crime, excepto se for Portas a fazer tal.

Citação parcial, Blog Macroscópio 23 Julho de 2003

Doravante, os problemas recomeçam com base nesta investigação que remonta ao passado recente - em que o dito PPortas teve responsabilidades no ministério da Defesa - que hoje diz processar por causa das fugas de informação, pasme-se, sobretudo vindo isto de quem vem, o campeão dessas mesmas fugas de informação em Portugal e até fautor e dinamizador de um jornalismo político verdadeiro assassino de personalidades então ligadas ao cavaquismo - quando aquele era director do Indy - entretanto extinto por rejeição do mercado.

A 15 de Abril de 2003, um ano após a tomada de posse do Governo PSD/CDS-PP, Durão Barroso assinou uma resolução que iria provocar uma reviravolta completa no negócio dos submarinos: em Julho de 2001 a francesa Direction des Constructions Navales International (DCN-I) tinha a melhor proposta, com um preço inferior em 32,8 milhões de euros, mas em Novembro de 2003, com a mudança nos métodos de análise das propostas, o Governo adjudicava ao German Submarine Consortium (GSC), por proposta de Paulo Portas, a compra dos navios, com o argumento de que o consórcio alemão tinha uma proposta inferior à francesa em 106 milhões de euros.

Fonte : http://dissidentex.wordpress.com

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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

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PND sensibiliza turistas para ‘atentado urbanístico’ no Savoy


O PND esteve, na manhã de ontem, junto ao Hotel Savoy, no Funchal, para sensibilizar os turistas, e demais população, para “a violação do planeamento urbano no concelho do Funchal e, essencialmente, para os favores que são feitos a certos empresários do regime”.
Com a devida vénia ao Diário Cidade

Segundo Eduardo Welsh, porta-voz da iniciativa, se a construção do Savoy for licenciada, com os 16 andares previstos, deixa de haver “regra que possa ser aplicada ao urbanismo no Funchal, porque fica tudo ao sabor do que o Dr. Miguel Albuquerque decide junto dos amigos”.

E mais, acrescentou, tal como o presidente da Câmara Municipal do Funchal disse, na defesa da auditoria, foi obrigado a aprovar planos que violavam o Plano Director Municipal (PDM) porque já havia outros prédios, ao lado, que também violavam o PDM. O que demonstra, claramente, a ausência de regras urbanísticas.

Por isso, o alerta deixado junto dos turistas. “Muitos deles vêm à Madeira repetidamente, têm um grande amor para com a Região e podem, por seu turno, sensibilizar a Secretaria Regional do Turismo e Transportes para o que está a ocorrer”.

T.C

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Novo logotipo na Sigla, Símbolo e Bandeira da NOVA DEMOCRACIA





















Maria Augusta Montes foi eleita presidente do Partido da Nova Democracia













Maria Augusta Montes, de Lisboa, acabou por concorrer sozinha à liderança do PND, uma vez que o advogado Franclim Ferreira retirou a candidatura, alegando "uma grande aproximação" de pontos de vista com a nova líder.

"Queremos acabar com aquela jardinagem antidemocrática", insistiu Maria Augusta Montes, referindo-se ao ambiente político que, em sua opinião, se vive na Madeira, governada PSD de Alberto João Jardim.A dirigente, que sucede a Manuel Monteiro, acredita que o PND "vai melhorar a sua representação" na Madeira e em Portugal continental. As suas atenções viram-se para Braga, distrito pelo qual Manuel Monteiro vai procurar ser eleito deputado nas próximas eleições legislativas.

O anterior líder do PND é o rosto do chamado Movimento Missão Minho, que tem como objectivo "a eleição de deputados pelo círculo de Braga"."Essa é, ou deve ser, no que ao distrito de Braga diz respeito, a prioridade da Nova Democracia", considera Manuel Monteiro na resolução que apresentou ao congresso do partido e que foi aprovada por maioria.

Monteiro pediu ao 4º Congresso do PND e aos cerca de 80 delegados presentes "um voto de inequívoca confiança" para a sua estratégia e para formar a lista eleitoral.A ex-líder acrescentou que a candidatura assenta em "três princípios mínimos", que disse serem são "não- aceitação do casamento entre pessoas do mesmo sexo, o combate ao aborto e o combate à corrupção".

Maria Augusta Montes diz que o Missão Minho "é um movimento de cidadãos de causas, do Portugal profundo, da aldeia e de um lugar de que se ouve falar de cinco em cinco anos, porque é bonito, jeitoso e fica bem na fotografia e que nós queremos colocar no mapa diário".

"Estou francamente convencida que vamos eleger Manuel Monteiro", afirmou a nova líder do PND, que disse ser essencial haver "uma voz diferente" na Assembleia da República.Para além da Madeira e da forte aposta em Braga, "pessoalmente, gostaria de ver revitalizado Aveiro e Porto, onde já tivemos de facto uma representação", acrescentou a dirigente, que "até 2003, e desde 1974", fez parte do PSD.

"O PND pelo menos tem uma voz e talvez possa com uma representação parlamentar ter um dedo permanentemente esticado e apontado a determinadas pessoas e obrigá-las a discutir", concluiu.

Os delegados presentes no congresso, entretanto, aprovaram ainda a alteração do símbolo do PND, que era uma andorinha e passa a ser "um coração estilizado".Segundo Manuel Monteiro, a andorinha tem "uma conotação abstracta e o coração é visto como "símbolo de muita coisa".

(Com a devida vénia ao Jornal Expresso)

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

O PND recorre ao sarcasmo para desvalorizar "nota mínima" do PSD para entrar na ALM












A oposição política regional mostra-se algo indignada com a intenção do PSD de impor um mínimo de cinco por cento de votação aos partidos, para terem acesso à Assembleia Legislativa. Indignação que não corresponde a preocupação. Ou por os partidos estarem acima de tal patamar, ou por confiarem no que consideram direitos constitucionalmente garantidos. A reacção mais incisiva neste sentido é a do líder do PP. José Manuel Rodrigues diz que o PSD esquece-se do princípio da representação proporcional. O líder 'popular' lembra que um dos limites materiais da revisão da Constituição é "o sistema de representação proporcional", consagrado na alínea h) do artigo 288.º da Constituição. Além disso, José Manuel Rodrigues discorda politicamente da proposta. Perseguir partidosLonge dos cinco por cento está o PS. Isso não impede João Carlos Gouveia de se insurgir contra a intenção/proposta social-democrata, por considerar ter uma "intenção clara de perseguir partidos e deputados. "Expulsar o PND e causar graves problemas de consolidação eleitoral ao PCP e ao PP". Tudo na linha de uma "democracia sistematicamente violada" pelo PSD, como o provam as questões da vice-presidência da ALM, a interdição de deputados de entrarem no Parlamento, o financiamento "escandaloso do PSD-M", entre outros.Gouveia compromete-se a "accionar todos os mecanismos do PS-Madeira para que a iniciativa não tenha acolhimento a nível Regional e Nacional. E não vai ter", diz convicto. Edgar Silva utiliza outra terminologia, mas também enquadra a iniciativa como de combate aos partidos da oposição regional. "É uma forma de chantagem já muito antiga por parte do PSD. Nada que atemorize os comunistas, por duas razões. Por estarem "acima dessa quota" e porque "há muitos anos que se repete (a intenção) sem qualquer efeito prático". O líder do PCP na Região diz tratar-se de uma forma "vulgar de pressão", sobre os partidos, que "nem constitucional nem politicamente tem possibilidade de concretização (...). Não passa de uma forma vulgar e inconsequente de chantagem política". Uma das forças políticas que ficaria de fora, caso vingasse a intenção do PSD e se repetisse o resultado eleitoral de 2007, seria o BE.Roberto Almada afirma que a proposta do PSD não é mais do que "querer limitar e restringir a presença das minorias no parlamento". A explicação será por os social-democratas "saberem que são essas minorias quem lhes dá forte e faz frente". É uma proposta "manifestamente inconstitucional" que visa consagrar na lei o que o PSD "não consegue pela força", afastar partidos e deputados da Assembleia.Almada diz haver um entendimento entre o PSD e João Carlos Gouveia nesta matéria, que, de acordo com o dirigente do BE, afirmou recentemente na comunicação social, estar aberto a este tipo de proposta. "Só espero que o PSD e o PS, que sempre afirmam as suas diferenças, para lixar os mais pequenos, não se entendam". A proposta é vista como dando razão ao BE que afirma vivermos numa "democracia ferida de morte". Mas se ainda assim vingar, "estaremos para lutar por uma expressão" eleitoral que permita a continuidade no Parlamento. Despreocupação e sarcasmo João Isidoro também recorda que a proposta do PSD "não é uma questão nova, já se falou mais do que uma vez nisso. Não é nenhum drama se isso se verificar". O líder do MPT, partido que em princípio também ficaria de fora, diz exactamente ao contrário. Não se preocupa por tencionar obter uma percentagem muita acima do patamar do cinco por cento, nas próximas legislativas regionais. "Neste momento há uma profunda convicção da direcção, de que, em 2011, vamos ultrapassar os cinco por cento, por isso não nos preocupa". Além disso, afirma Isidoro, o MPT é mais do que parlamento. É também uma componente de cidadania que não deixaria de existir se o MPT perdesse a representação na Assembleia. Por sua vez, o dirigente regional do PND, partido especialmente visado pela ideia/proposta social-democrata, diz, com uma pitada de sarcasmo, que cinco por cento "é pouco. Deveria ser uns 10 a 15, no mínimo". Por isso, acrescenta Baltasar Aguiar, se a proposta do PSD "tem em vista o PND, é incompetente. O partido vale muito mais do que os cinco por cento, garante e desafia quem tem dúvidas a fazer um estudo de opinião. A proposta social-democrata, quanto muito, "é para afastar o PS, não o PND (...). O PND é a Madeira livre".

Élvio Passos

Com a devida vénia DIÁRIO DE NOTÍCIAS DA MADEIRA