quinta-feira, 19 de março de 2009

Porque é que Arlindo Gomes não quis prestar declarações a Agencia LUSA?

A Madeira vai receber um...

Espero que tudo seja diferente mas desconfio...Muito!














O Sr. Dr.Jaime Gama chega amanhã à Madeira numa insólita visita mas com um absurdo programa. Alguém me explica o que faz um Presidente da Assembleia da República em reunião com um governo executivo?

Alguém me explica porque razão este senhor nem se digna a ir à Assembleia da Madeira (pois, pois, já sabemos que não foi convidado para isso, mas e depois?)?

Alguém me explica que consideração merece um Presidente destes que ainda por cima dá para o peditório de AJJ, branqueando um governo medíocre, pouco transparente, apático e persecutório?

Alguém me explica como se compreende que, num quadro institucional, não num ambiente informal de "jantarinhos" privados entre amiguinhos recentes (sim porque essas coisas a existir, os seus protagonistas até deviam ter vergonha e algum pudor em divulgá-las), que um Presidente da Assembleia da República pode contribuir para aquilo que descaradamente o PSD e Miguel Mendonça e AJJ (caladinho mas a querer facturar!) afirmam como facilitador dos problemas de relacionamento com Lisboa.

Então agora é o Dr. Gama, Presidente da AR, que vai resolver a falta de tacto político e de diplomacia adequada no dialogo executivo com Lisboa, a ausência de educação, a arrogância e maledicência de um partido e de um homem que ainda por cima já foi Bokassa mas agora é o supremo da democracia?

Mas afinal o que é que o Presidente da AR tem a ver com o poder executivo regional e nacional? Não brinquem comigo?

Não brinquem com os madeirenses?

Não conheço Jaime Gama, não sei quais as verdadeiras razões do Senhor ter mudado de opinião sobre AJJ, dado que este não mudou. Mas de uma coisa garanto, não mudei de opinião sobre Jaime Gama, mantenho tudo o que escrevi aqui a 28 de Março de 2008, passado um ano.

Espero não ter de voltar a fazer o mesmo!

Com a devida venia : Apontamentos sem nome

Câmara de Lobos obrigada a devolver 2,5 milhões

Arlindo Gomes ainda não sabe onde irá buscar o dinheiro a devolver à UE

A má notícia para a Câmara chegou no início deste mês. É preciso devolver dois milhões de euros, mais 300 mil de juros, ao gestor do programa de financiamento europeu FEOGA. É um montante equivalente a quase dez por cento do orçamento camarário anual, o que está a deixar a autarquia liderada por Arlindo Gomes numa situação muito delicada.

Em causa está o valor total do financiamento para a construção de um caminho agrícola entre o Garachico e a Ribeira da Caixa, na freguesia de Câmara de Lobos.O projecto, explica o presidente da Câmara, já existia quando chegou ao município e o financiamento já estava garantido, através do FEOGA - Fundo Europeu de Orientação e Garantia Agrícola. Entretanto foi executada a primeira fase da infra-estrutura. A segunda está a decorrer e tem outro tipo de financiamento, que resulta de um contrato-programa com o Governo Regional.

Quando a obra "estava praticamente concluída", na sua primeira fase, a autarquia recebeu a informação do gestor madeirense do programa de financiamento a dizer que a estrada não cumpria os requisitos para ser considerada caminho agrícola.

A Câmara terá argumentado que estava a executar o projecto aprovado e pediu que fossem dadas indicações sobre que correcções havia a fazer, que seriam acatadas, no pressuposto de que "demolir era impensável".

No início deste mês, chega a informação da desaprovação do projecto. Foram dados 30 dias para a restituição do montante recebido ou para a apresentação de uma solução. É o que a Câmara está a fazer.

Certo é que a solução não passa por uma alteração à obra. Essencialmente está em causa a largura da via, 5 metros, mais meio de valeta. Um metro a mais do que podia ter. Arlindo Gomes argumenta que, de facto, a nova via vem servir uma extensa zona agrícola, apesar de estarem a surgir algumas moradias, o que resulta de pedidos pontuais de donos de terrenos.

O DIÁRIO constatou que a infra-estrutura tem rede de esgotos e de iluminação pública.

"Situação bastante preocupante"

Em termos financeiros, esta é para a Câmara Municipal de Câmara de Lobos "uma situação bastante preocupante". O presidente admite que ainda não sabe como é que o assunto vai ser resolvido, mas pondera bater à porta de Jardim. a Câmara "deverá pedir ajuda ao Governo Regional, só não tem hipótese". Arlindo Gomes lembra que se trata de uma obra que fazia parte do Programa de Governo.

Se ficar sozinha na devolução, a autarquia ficará numa situação "muito, muito delicada", tendo em conta que todos os seus recursos financeiros já estão afectados. Mesmo o empréstimo recentemente contraído já está destinado a um conjunto de obras que estão em curso.

Na pior das hipóteses, a autarquia deverá solicitar ao ex-IFADAP que seja considerado um plano de restituição faseado, de valores parciais que se enquadrem na capacidade de pagamento da Câmara.

A hipótese de novo empréstimo está também em análise, mas não estará a mostrar-se viável.

Muito concretamente, em termos de devolução, está em causa um montante 2.048 mil euros e 295 mil a título de juros compensatórios.
Com a devida vénia DIÁRIO DE NOTÍCIAS DA MADEIRA

quarta-feira, 18 de março de 2009

Coelho denuncia governantes vigaristas

"Atentado ambiental na Quinta do Lorde"


























































































O Partido da Nova Democracia acusou, ontem, o empreendimento Quinta do Lorde de constituir um atentado ambiental à natureza do Parque Natural da Madeira, ainda para mais numa zona protegida pelo Plano de Ordenamento Turístico aprovado pelo Governo Regional e pela Rede Natura 2000.
Segundo José Manuel Coelho, os governantes violando as próprias leis que aprovaram, violando os planos directores municipais, concretamente o Plano Director Municipal do concelho de Machico permitiram a construção naquela área protegida.
Houve mesmo, como fez questão de denunciar, a encomenda de um novo plano director municipal ao presidente da Câmara Municipal de Machico. “E a autarquia subserviente ao Governo Regional do PSD aprovou as alterações”, sem o conhecimento atempado dos vereadores da oposição, permitindo um enclave.
No entanto, e porque o Procurador do Ministério Público já pediu documentação à Câmara que comprove a legalidade da obra, o porta-voz do PND disse também que é no tribunal que vão “aproveitar para denunciar os governantes vigaristas”.

(Com a devida vénia ao Diário Cidade)

Recomenda-se uma leitura.

O medo e a esperança

Os sinos da Sé não deixaram de tocar convidando os crentes ao culto. Nem sequer o pastor daquela comunidade eclesial terá dito algo, na homilia da missa dominical, que grande
parte da população da cidade do Funchal ignorasse de forma vivida ou próxima, porque todos a sentem e vêem nas suas dramáticas consequências – a pobreza.
O Cónego Manuel Martins, com a frontalidade que lhe é habitual, alertou os fiéis, para a responsabilidade de toda a sociedade madeirense, não só do Estado, mas também do Estado, para as dificuldades porque passam, nos tempos que correm, muitas famílias, por causa da actual crise económica e social que varre toda a Região.
O estranho fora as reacções de sectores da sociedade onde este apelo incomoda porque fere como facas o egocentrismo de alguns e a indiferença de outros tantos.
As palavras do Cónego da Sé chegavam assim não só aos crentes ali presentes, mas a muitos outros que no seu dia-a-dia se arrastam na roda do infortúnio e onde o caminho da Esperança não se vislumbra e por isso a necessidade de receberem força, coragem, serenidade, fé e esperança nos momentos tão dramáticos das suas vidas.
A riqueza espiritual de um verdadeiro mestre que nos guia, dia após dia, na travessia da existência referiu neste contexto que “a esperança não se faz só de qualidades pessoais ou bens materiais”, faz-se também na recusa em aceitar falsos valores o que não são soberba nem egoísmo, nem tão pouco obstinação: são prova, pelo contrário, de total adesão a um ideal.
Faz-me muita impressão o ambiente de medo que por aí se vive.
No emprego, na rua, no hospital. “É melhor, não dizeres nada”, “não assines que ainda vais para a rua”,”faz de conta que ninguém ouve”. Toda a gente sabe aonde levam os regimes de escuta e repressão que não aceitam opinião e vivem obcecados em impor a sua. Mas os que mandam têm medo de quem? Aquilo que Cristo mais repetiu foi: “Não temais”. Sobretudo não temais aqueles
que vos podem tirar o emprego e a casa, mas não vos podem tirar a consciência nem a honra.
É preciso também reagir contra o descontentamento. Deprimir e baixar os braços não adianta. “Mas que podemos fazer quando odesemprego, sobretudo dos mais jovens, é cada vez maior, quando sobe o preço do pão e da água, daquilo que é de primeira necessidade, contra todas as promessas? ”, perguntam as pessoas. O que as pessoas sentem e vêem é que os ricos estão mais ricos e os pobres mais pobres. É preciso, como fez o Cónego Manuel Martins, denunciar.
E depois ver que há muita gente nova e bem formada desiludida com os políticos, mas que acredita no serviço e promoção dos mais necessitados. Isto, podem crer é que é politica!
Com o respeito e a admiração que tenho pelo Cónego Manuel Martins penso que a nossa sociedade não vive “uma crise de esperança”.
A Igreja que amo, a Igreja que amamos, ensinou-nos que a esperança cristã imprime um grande impulso ao compromisso no campo social, infundindo confiança na possibilidade de construir
um mundo melhor, na consciência de que não pode existir um “paraíso terrestre”. Os cristãos, especialmente os fiéis leigos, são exortados a comportar-se de modo que a “força do Evangelho resplandeça na vida quotidiana, familiar e social. Os leigos, neste sentido, mostrar-se-ão filhos da promessa se, firmes na fé e na esperança aproveitarem bem o tempo presente”.
O poeta Charles Péguy pôs na boca de Deus as seguintes palavras:
“A fé que mais me agrada é a esperança”.

JOSÉ A. ROQUE MARTINS

"Atentado ambiental na Quinta do Lorde"















































Com a devida vénia ao Diário Cidade

Recomenda-se uma leitura.

Depois do dinheiro, o insulto!




















O dinheiro transferido não serve um proJecto de desenvolvimento da Madeira

H enry Thoreau, um escritor norte-americano do sec. XIX, escreveu que a "maioria dos homens vive uma existência de tranquilo desespero". Pois parece ser assim que a Madeira contemporânea encara o seu dia-a-dia: um afónico desespero, numa ensurdecedora tranquilidade. Há neste facto motivos de sobra para questionar o que leva uma sociedade inteira a desprezar o valor da mudança, ignorar o poder da reforma e afastar, do seu próprio imaginário, a capacidade e o potencial da alternativa.

Não sinto nenhuma motivação extra para dissertar sobre o habitual. Para me alongar em justificações sobre a passividade social que conduz à política que temos ou ao governo que temos ou, se preferirem, às soluções que não temos.

Mas, como parece ser o mais apropriado, vale a pena observar os factos e afastar, ao mesmo tempo, o ruído que Alberto João Jardim imprime no debate, esgotando-o naquilo que mais lhe interessa e desviando o resto para detalhes sem importância, quase sempre, segundo ele, consequência dos culpados que ele próprio inventa.

Ainda esta semana conhecemos mais um resultado da governação Jardinista. A Madeira pode ser a primeira região do país a entrar num processos de deflação: uma queda generalizada dos preços decorrente da redução drástica da actividade económica e da falta de poder de compra dos madeirenses. A inflação negativa verificada em Janeiro e Fevereiro deste ano na nossa Região é, porventura, um dos sinais mais preocupantes do estado depressivo e frágil em que se encontra a nossa economia. Se juntarmos a isto outros factos: desemprego que cresce desde 2004 a um ritmo alucinante (150%, em 4 anos), indicadores de conforto que colocam a Madeira no último lugar das regiões portuguesas (em 2005, em 2006 e em 2007), rendimento disponível das famílias madeirenses inferior à maior parte das regiões portuguesas, muitos pobres, falências que em 2007 já constavam das capas dos jornais, resulta num cenário desolador para a Governação do PSD.

Estes resultados, verificados antes de 2007, não são consequência da Lei das Finanças Regionais. Também não são o resultado da ausência de uma revisão da Constituição. São obviamente o efeito natural de más opções de política económica. São a síntese mais fria e dura de um mau governo. Pior é que nada disto parece ter fim à vista. Muito pelo contrário: a crise abafa de problemas a sociedade madeirense e o Governo encolhe-se, exalta demónios e refugia-se nos bodes expiatórios que surgem todos os dias sob diversas formas. Nem um plano de emergência, nem Orçamento Rectificativo. Nada. Ainda ontem ficámos a saber que o Governo da República autorizou mais 50 milhões de endividamento, depois de em 2008 ter permitido que a Madeira tenha sido a Região do pais que mais utilizou o Programa Pagar a Tempo e Horas, permitindo um endividamento de 256 milhões (que estavam escondidos em encargos assumidos e não pagos - cerca de 400 milhões - à espera que alguém socorresse esta leviana atitude). Mas, antes disso, o Governo do PSD, numa operação de titularização de créditos, já tinha furado o endividamento zero de Manuela Ferreira Leite com mais 150 milhões. Já falamos de um endividamento, em contexto de "endividamento zero", superior a 450 milhões. É muito dinheiro mas não chega, nem chegará nunca. Não apenas porque a estratégia da defesa da autonomia do PSD é assente na gritaria com Lisboa, na "diplomacia política pimba", no insulto e guerrilha institucional. Mas também porque o dinheiro transferido não serve um projecto de desenvolvimento da Madeira e do bem-estar dos madeirenses. Serve um projecto de poder.

Carlos João Pereira

Com a devida vénia DIÁRIO DE NOTÍCIAS DA MADEIRA

terça-feira, 17 de março de 2009

E o Partido da NOVA DEMOCRACIA?



















No seu habitual artigo de opinião no Jornal, que custa 10 cêntimos, só que é oferecido pelas ruas do Funchal. O homem que infelizmente nos governa deste 17 de Março de 1978, escreve sobre a oposição Madeirense.

CDS/PP - "o CDS desconhece, em absoluto, as medidas tomadas para ultrapassar a conjuntura actual, aqui na Madeira; quer medidas fiscais que, infelizmente, sabe – ou devia saber – que não são competência legal regional; apresenta sugestões inócuas, apenas representando mais dinheiro para o bolso de alguém."

PS - "o partido socialista quer expropriações mais céleres, quando é nacional a respectiva lei e à Região não é tolerado alterá-la."

PCP - "os comunistas querem, agora, que as camionetas vão a todo o lado, mesmo sem ter passageiros, ou só para atender um ou dois;"

BE - "o «bloco», antiga UDP, reivindica a reconstrução do bairro de S. Gonçalo, que sabe já estar no Programa de Governo."

MPT - "o partido da «Madeira Velha» é – e são – aquilo que se sabe... "

Porque será que o homem não se lembrou do verdadeiro partido da oposição - NOVA DEMOCRACIA?

A edição de hoje do jornal JORNAL DA MADEIRA veja tudo

A verdadeira razão para Ricardo Vieira do CDS/PP recandidatar -se a Vereador!
























Com a devida vénia DIÁRIO DE NOTÍCIAS DA MADEIRA

sexta-feira, 13 de março de 2009

Candidatura de José Manuel Coelho em Câmara de Lobos já tem Blog


















Visite e divulgue MISSÃO CÂMARA DE LOBOS

PND acusa vereadores




























































































“É um escândalo”. Foi desta forma que o PND catalogou a “mordomia das arábias” a que têm direito os vereadores da Câmara Municipal do Funchal.

“É preciso chamar a atenção dos funchalenses para o facto de vivermos num concelho onde os
vereadores que além de terem motorista privado no chamado carro preto ainda ganham 600
contos por mês fora o que ‘entra’ pela porta do cavalo”, criticou.


O porta-voz da iniciativa política do PND disse que é inadmissível existir tal situação, sobretudo
nesta altura onde existem muitos madeirenses que não têm o que comer.


Ao invés de fazerem esta “vida de luxo”, como referiu Coelho, os vereadores deveriam se preocupar em primeiro lugar com o estado da Região e as carências existentes em alguns sectores que afectam em especial os idosos.

S.G

Com a devida vénia ao Diário Cidade