terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Governo anti-social

Nesta ilha está um governo cada vez mais ditador dos próprios madeirenses. As pessoas residentes são totalmente ignoradas e discriminadas, para não dizer que são tratadas abaixo de cão. O governo do PSD-M é tão autoritário que se porventura alguém nalguma frase menos agradável para eles, é logo posto a contas com a justiça. E dou um exemplo. Na Assembleia Regional os deputados da oposição não podem fazer valer o seu direito de expressão a favor da população votante e alguns estão estranhamente bem vincados neste aspecto, com algumas coimas não muito agradáveis. E ainda vêm dizer que há democracia ou liberdade de expressão na Madeira. É falso, totalmente falso, pois ninguém se pode manifestar contra estas políticas do bota-abaixo. Os governantes dizem que têm a Madeira evoluída com túneis, estradas e tantas trapalhadas que andam por aí. Ora, no meu entender, não está nada evoluído. Continuamos na mesma. Estes senhores do PSD andam sempre a se gloriar com as obras que executam, sempre à custa de expropriações de quem trabalha uma vida inteira para, de um momento para outro, ficar sem nada. Andam a enganar as pessoas há 30 anos. Ora, a população não tem carros topo de gama como vossas excelências. Este governo regional é completamente anti-social, o que fazem é para proveito próprio e pouco ou nada para a população. E com isto ganham eleições. As pessoas querem outra política social, nomeadamente a classe pensionista com pensões de miséria que este governo insiste em não aprovar um complemento. Os governantes nunca se interessam em melhorar as condições de vida dos madeirenses. O povo só interessa na hora do voto porque vai mantê-los na bancada do poder. Mas este povo é tão inculto que vai atrás das falsas promessas como os túneis, as estradas e outras palhaçadas. É só isto as políticas sociais deste governo mal agradecido, convincente e enganador. Porque nada de social sai deste governo regional. Mas a população em geral vai, uma vez mais, se enterrar dando a vitória a um partido que anda há 30 anos a fazer a vida negra a toda a população. É com estas pessoas humildes que o PSD-M ganha a maioria. Quanto à restante população intelectual, essa já lhe deu cartão vermelho há muito tempo.
domingo, 8 de fevereiro de 2009
PAULO PORTAS. Visto através de Ana Gomes.
Artigo de Ana Gomes no Blog de comissários políticos do PS chamado Causa-Nossa. Em circunstâncias normais não mandaria ligação para este sítio absolutamente detestável, cheio de propaganda política pró governo, quase toda ela idiota e demagógica.
Mas o conteúdo do artigo da senhora bate no ponto: qual é a estranha imunidade de que goza o senhor Paulo Portas, que lhe permite fazer todo o tipo de asneiras e vigarices e passar sempre incólume?
O artigo da senhora Gomes surge à propósito da recente polémica entre o senhor Paulo Portas e o senhor anónimo ministro da Agricultura e Pescas, duas actividades económicas que não existem em Portugal, embora tenham ministro atribuido. Transcrição completa.
Olha, olha! Uma espécie rara: um ministro de um Governo PS sem medo de denunciar de forma contundente a impunidade - política e criminal - de que há muito tempo, escandalosamente, vem beneficiando o Dr. Paulo Portas! Um Paulo Portas que se refina na rábula e agora ameaça o ministro com a justiça, por ofensa ao bom nome. Isto do bom nome é relativo, como com toda a gente - e este Portas chama-se Paulo.
O ministro Jaime Silva tem o meu apoio e aplauso. Mas vai precisar de muito mais do que isso. É que no PS há gente com velhas e enraízadas cumplicidades com o Dr. Paulo Portas, como se percebeu no derrube da direcção Ferro Rodrigues/Paulo Pedroso. Como se percebe nas escutas do processo Portucale - que agora o novo Código de Processo Penal, muito oportunamente, impede a imprensa de transcrever. Gente que quando vê Paulo Portas em apuros, seja no tribunal da Moderna, nas investigações do Portucale, ou de fortuita passagem por alguma esquadra de bairro, sempre dá um jeito, discreto, de lhe estender a mão.
Para não falar de quem assistiu, impávido, sem mexer um dedo, à gestão ruinosa de Paulo Portas no Ministério da Defesa, deitando-nos abaixo os aviões A400-M, levando-nos ao fundo nos submarinos e arranjando-nos um inferno às ordens de Rumsfeld - que hoje persiste no esforço de encobrimento dos “voos da tortura”. E de quem, com altas responsabilidades estatais, hoje guarda silêncio e nada faz diante das notícias do frenético fotocopianço das horas da despedida de Paulo Portas pelo Restelo, em despudorada violação das mais elementares normas de segurança do Estado.
Ministro Jaime Silva, olhe que quem se mete com o Dr. Paulo Portas, tal como com um certo PS, leva. Costuma levar. Mais tarde ou mais cedo. Eu, se fosse a si, começava a cuidar da retaguarda.

1.
Entre escolher aviões de nova geração produzidos na Europa, optou-se por ir fazer um favor aos nossos aliados norte americanos comprando o equivalente americano ao A-400. Pelo meio das negociatas vieram mais 12 caças de combate F-16 em segunda mão - preço unitário, se bem me recordo, 20 milhões de dólares para dotar a força aérea portuguesa de uma dupla esquadrilha. Saber se existia dinheiro e pilotos em número suficiente para os aviões não se soube, apenas se comprou. Daí os rumores de “comissões” pagas por fora. O governo PS devolveu à procedência vários do aparelhos logo a seguir a ter tomado posse.
2.
Com os submarinos existia um problema semelhante. Era necessário substituir a actual força submarina, que já estava a chegar aos 50 anos de serviço ( o tempo útil apontado é de 40 anos). A escolha oscilava entre o Scorpene francês e o novo modelo alemão. A compra inicial previa 3 unidades. Porquê 3?
Porque para os submarinos serem eficazes em combate tem que treinar aos pares. Como existem folgas de tripulação, descanso do material, manutenção, conclui-se que enquanto dois estão em treinos, o terceiro está ou em manutenção ou em folga. E rodam entre si os 3 barcos/tripulação.
Com o magnífico negócio Portas, 30 a 40% do tempo não é aproveitado porque é necessário por tripulações e barcos a descansar e fazer operações de manutenção. Falta o 3º barco para dar plena efectividade à flotilha.
Após a compra o senhor Portas vangloriou-se que “poupou 100 milhões de euros e além disso comprou em Leasing”.
3.
Os voos da CIA que nunca passaram por Portugal, mas afinal passaram. O nosso “aliado” pediu (deu uma ordem) e passaram. Agora cobre-se a história. Ela começou com o senhor Portas à frente do ministério da defesa.
4.
Ferro Rodrigues/Paulo Pedroso: foram as “orientações emanadas” daqueles lados que levaram as investigações e o lançamento de lama para cima da então direcção do PS em 2003. Isto, independentemente, obviamente de o Senhor Pedroso ser ou não ser culpado. O assunto, como percebemos, não está resolvido mais de 4 anos após ter começado.
5.
A fortuita passagem pela esquadra de Bairro deriva de uma história que se conta em Blogs, mas não só. Parece que às 4 horas da madrugada de um determinado dia, o senhor Portas andava pelo parque Eduardo sétimo em Lisboa, conhecida zona de prostituição masculina no engate, com uma cabeleireira loura enfiada na cabeça. Daí a alcunha de “Catherine Deneuve”.
Foi detido pela polícia por comportamentos impróprios e levado para uma esquadra. Lá dentro, ao que se conta, telefonou para o seu grande amigo Jorge Coelho - membro do PS. Este apareceu, quando era ministro num governo Guterres e safou o senhor Portas da situação.
6.
O caso Portucale - empreendimento agro-turístico em Benavente feito pela empresa Portucale, ao que me lembro, pertencente ao Banco Espírito Santo. Construção a ser feita em área protegida para a qual surgiram uns convenientes despachos a reformular a lei que impedia essa mesma construção. Pelo meio abateram-se imediatamente 1000 sobreiros classificados como sendo protegidos. O caso está actualmente em investigação. Lá para 2050 sairá a conclusão.
7.
No caso Moderna e na empresa de sondagens que liderava e que deu depois o resultado na Universidade que deu, Portas conseguiu o milagre de não ser constituido como arguido. Porquê? Pergunte-se ao juiz que analisou o caso. Critique-se e exija-se o fim do principio da inamovibilidade dos juízes e do principio da irresponsabilidade dos Juízes pelas decisões que tomam.
8.
Ao sair do governo, e ao que julgo ter lido, Portas mandou fotocopiar 60 mil documentos do ministério para sair de lá com as cópias. Numa empresa privada ou pública isto é crime, excepto se for Portas a fazer tal.
Citação parcial, Blog Macroscópio 23 Julho de 2003
Doravante, os problemas recomeçam com base nesta investigação que remonta ao passado recente - em que o dito PPortas teve responsabilidades no ministério da Defesa - que hoje diz processar por causa das fugas de informação, pasme-se, sobretudo vindo isto de quem vem, o campeão dessas mesmas fugas de informação em Portugal e até fautor e dinamizador de um jornalismo político verdadeiro assassino de personalidades então ligadas ao cavaquismo - quando aquele era director do Indy - entretanto extinto por rejeição do mercado.
Fonte : http://dissidentex.wordpress.com
sábado, 7 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
PND sensibiliza turistas para ‘atentado urbanístico’ no Savoy
| O PND esteve, na manhã de ontem, junto ao Hotel Savoy, no Funchal, para sensibilizar os turistas, e demais população, para “a violação do planeamento urbano no concelho do Funchal e, essencialmente, para os favores que são feitos a certos empresários do regime”. |
| Com a devida vénia ao Diário Cidade Segundo Eduardo Welsh, porta-voz da iniciativa, se a construção do Savoy for licenciada, com os 16 andares previstos, deixa de haver “regra que possa ser aplicada ao urbanismo no Funchal, porque fica tudo ao sabor do que o Dr. Miguel Albuquerque decide junto dos amigos”. E mais, acrescentou, tal como o presidente da Câmara Municipal do Funchal disse, na defesa da auditoria, foi obrigado a aprovar planos que violavam o Plano Director Municipal (PDM) porque já havia outros prédios, ao lado, que também violavam o PDM. O que demonstra, claramente, a ausência de regras urbanísticas. Por isso, o alerta deixado junto dos turistas. “Muitos deles vêm à Madeira repetidamente, têm um grande amor para com a Região e podem, por seu turno, sensibilizar a Secretaria Regional do Turismo e Transportes para o que está a ocorrer”. T.C |
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Maria Augusta Montes foi eleita presidente do Partido da Nova Democracia

Maria Augusta Montes, de Lisboa, acabou por concorrer sozinha à liderança do PND, uma vez que o advogado Franclim Ferreira retirou a candidatura, alegando "uma grande aproximação" de pontos de vista com a nova líder.
"Queremos acabar com aquela jardinagem antidemocrática", insistiu Maria Augusta Montes, referindo-se ao ambiente político que, em sua opinião, se vive na Madeira, governada PSD de Alberto João Jardim.A dirigente, que sucede a Manuel Monteiro, acredita que o PND "vai melhorar a sua representação" na Madeira e em Portugal continental. As suas atenções viram-se para Braga, distrito pelo qual Manuel Monteiro vai procurar ser eleito deputado nas próximas eleições legislativas.
O anterior líder do PND é o rosto do chamado Movimento Missão Minho, que tem como objectivo "a eleição de deputados pelo círculo de Braga"."Essa é, ou deve ser, no que ao distrito de Braga diz respeito, a prioridade da Nova Democracia", considera Manuel Monteiro na resolução que apresentou ao congresso do partido e que foi aprovada por maioria.
Monteiro pediu ao 4º Congresso do PND e aos cerca de 80 delegados presentes "um voto de inequívoca confiança" para a sua estratégia e para formar a lista eleitoral.A ex-líder acrescentou que a candidatura assenta em "três princípios mínimos", que disse serem são "não- aceitação do casamento entre pessoas do mesmo sexo, o combate ao aborto e o combate à corrupção".
Maria Augusta Montes diz que o Missão Minho "é um movimento de cidadãos de causas, do Portugal profundo, da aldeia e de um lugar de que se ouve falar de cinco em cinco anos, porque é bonito, jeitoso e fica bem na fotografia e que nós queremos colocar no mapa diário".
"Estou francamente convencida que vamos eleger Manuel Monteiro", afirmou a nova líder do PND, que disse ser essencial haver "uma voz diferente" na Assembleia da República.Para além da Madeira e da forte aposta em Braga, "pessoalmente, gostaria de ver revitalizado Aveiro e Porto, onde já tivemos de facto uma representação", acrescentou a dirigente, que "até 2003, e desde 1974", fez parte do PSD.
"O PND pelo menos tem uma voz e talvez possa com uma representação parlamentar ter um dedo permanentemente esticado e apontado a determinadas pessoas e obrigá-las a discutir", concluiu.
Os delegados presentes no congresso, entretanto, aprovaram ainda a alteração do símbolo do PND, que era uma andorinha e passa a ser "um coração estilizado".Segundo Manuel Monteiro, a andorinha tem "uma conotação abstracta e o coração é visto como "símbolo de muita coisa".
(Com a devida vénia ao Jornal Expresso)
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
O PND recorre ao sarcasmo para desvalorizar "nota mínima" do PSD para entrar na ALM

A oposição política regional mostra-se algo indignada com a intenção do PSD de impor um mínimo de cinco por cento de votação aos partidos, para terem acesso à Assembleia Legislativa. Indignação que não corresponde a preocupação. Ou por os partidos estarem acima de tal patamar, ou por confiarem no que consideram direitos constitucionalmente garantidos. A reacção mais incisiva neste sentido é a do líder do PP. José Manuel Rodrigues diz que o PSD esquece-se do princípio da representação proporcional. O líder 'popular' lembra que um dos limites materiais da revisão da Constituição é "o sistema de representação proporcional", consagrado na alínea h) do artigo 288.º da Constituição. Além disso, José Manuel Rodrigues discorda politicamente da proposta. Perseguir partidosLonge dos cinco por cento está o PS. Isso não impede João Carlos Gouveia de se insurgir contra a intenção/proposta social-democrata, por considerar ter uma "intenção clara de perseguir partidos e deputados. "Expulsar o PND e causar graves problemas de consolidação eleitoral ao PCP e ao PP". Tudo na linha de uma "democracia sistematicamente violada" pelo PSD, como o provam as questões da vice-presidência da ALM, a interdição de deputados de entrarem no Parlamento, o financiamento "escandaloso do PSD-M", entre outros.Gouveia compromete-se a "accionar todos os mecanismos do PS-Madeira para que a iniciativa não tenha acolhimento a nível Regional e Nacional. E não vai ter", diz convicto. Edgar Silva utiliza outra terminologia, mas também enquadra a iniciativa como de combate aos partidos da oposição regional. "É uma forma de chantagem já muito antiga por parte do PSD. Nada que atemorize os comunistas, por duas razões. Por estarem "acima dessa quota" e porque "há muitos anos que se repete (a intenção) sem qualquer efeito prático". O líder do PCP na Região diz tratar-se de uma forma "vulgar de pressão", sobre os partidos, que "nem constitucional nem politicamente tem possibilidade de concretização (...). Não passa de uma forma vulgar e inconsequente de chantagem política". Uma das forças políticas que ficaria de fora, caso vingasse a intenção do PSD e se repetisse o resultado eleitoral de 2007, seria o BE.Roberto Almada afirma que a proposta do PSD não é mais do que "querer limitar e restringir a presença das minorias no parlamento". A explicação será por os social-democratas "saberem que são essas minorias quem lhes dá forte e faz frente". É uma proposta "manifestamente inconstitucional" que visa consagrar na lei o que o PSD "não consegue pela força", afastar partidos e deputados da Assembleia.Almada diz haver um entendimento entre o PSD e João Carlos Gouveia nesta matéria, que, de acordo com o dirigente do BE, afirmou recentemente na comunicação social, estar aberto a este tipo de proposta. "Só espero que o PSD e o PS, que sempre afirmam as suas diferenças, para lixar os mais pequenos, não se entendam". A proposta é vista como dando razão ao BE que afirma vivermos numa "democracia ferida de morte". Mas se ainda assim vingar, "estaremos para lutar por uma expressão" eleitoral que permita a continuidade no Parlamento. Despreocupação e sarcasmo João Isidoro também recorda que a proposta do PSD "não é uma questão nova, já se falou mais do que uma vez nisso. Não é nenhum drama se isso se verificar". O líder do MPT, partido que em princípio também ficaria de fora, diz exactamente ao contrário. Não se preocupa por tencionar obter uma percentagem muita acima do patamar do cinco por cento, nas próximas legislativas regionais. "Neste momento há uma profunda convicção da direcção, de que, em 2011, vamos ultrapassar os cinco por cento, por isso não nos preocupa". Além disso, afirma Isidoro, o MPT é mais do que parlamento. É também uma componente de cidadania que não deixaria de existir se o MPT perdesse a representação na Assembleia. Por sua vez, o dirigente regional do PND, partido especialmente visado pela ideia/proposta social-democrata, diz, com uma pitada de sarcasmo, que cinco por cento "é pouco. Deveria ser uns 10 a 15, no mínimo". Por isso, acrescenta Baltasar Aguiar, se a proposta do PSD "tem em vista o PND, é incompetente. O partido vale muito mais do que os cinco por cento, garante e desafia quem tem dúvidas a fazer um estudo de opinião. A proposta social-democrata, quanto muito, "é para afastar o PS, não o PND (...). O PND é a Madeira livre".
Élvio Passos
Com a devida vénia DIÁRIO DE NOTÍCIAS DA MADEIRA
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
Quem é quem na Fundação Social Democrada da Madeira


Alberto João Cardoso Gonçalves Jardim
Cargo: Presidente do Conselho de Administração

Jaime Ernesto Nunes Vieira Ramos
Cargo: Secretário-Geral do Conselho de Administração

Miguel Filipe Machado Albuquerque
Cargo: Vogal do Conselho de Administração

Luís Maurílio da silva Dantas
Cargo: Presidente do Conselho Fiscal

Miguel José Luís de Sousa
Cargo: Vogal do Conselho Fiscal

José Paulo Baptista Fontes
Cargo: Vogal do Conselho Fiscal
O bailinho da Madeira

Continuo a pensar que nos 10 milhões de habitantes que há em Portugal, há muita gente competente, honesta, mas que têm vergonha de se meterem na política.
Se tiverem paciência leiam o que abaixo transcrevo de algo que li e digam de vossa justiça. Não é pelo facto de serem militantes ou simpatizantes do PSD, mas pelo facto de serem políticos com poucos princípios de ética e moral. Isto aplica-se a todos os outros que estão ou já passaram pelo poder. O poder é uma droga que vicia e que corrompe.
1 -Alberto João Jardim - Presidente do Governo Regional
1.1 - Filha - Andreia Jardim - Chefe de gabinete do vice-presidente do Governo Regional
2 -João Cunha e Silva - vice-presidente do governo Regional
2.21 -Mulher - Filipa Cunha e Silva - é assessora na Secretaria Regional do Plano e Finanças
2.2 -Maurício Pereira (filho de Carlos Pereira, presidente do Marítimo) assessor da assessora
2.3 - Nuno Teixeira (filho de Gilberto Teixeira, ex. conselheiro da Secretaria Regional) é assessor do assessor da assessora
3 -Brasão de Castro - Secretário regional dos Recursos Humanos
3.1 -Filha 1 - Patrícia - Serviços de Segurança Social
3.2 -Filha 2 - Raquel - Serviços de Turismo
4 -Conceição Estudante - Secretária regional do Turismo e Transportes
4.1 -Marido - Carlos Estudante - Presidente do Instituto de Gestão de Fundos Comunitários
4.2 -Filha - Sara Relvas - Directora Regional da Formação Profissional
5 -Francisco Fernandes - Secretário regional da Educação
5.1 -Irmão - Sidónio Fernandes - Presidente do Conselho de administração do Instituto do Emprego
5.2 -Mulher – Directora do pavilhão de Basket do qual o marido é dirigente
6 -Jaime Ramos - Líder parlamentar do PSD/Madeira
6.1 -Filho - Jaime Filipe Ramos - vice-presidente do pai
7 -Virgílio Pereira - Ex. Presidente da C.M. Funchal
7.1 -Filho - Bruno Pereira - vice-presidente da C.M.Funchal, depois de ter sido director-geral do Governo Regional
7.2 -Nora - Cláudia Pereira - trabalha na ANAM empresa que gere os aeroportos da Madeira
8 -Carlos Castanho José - Presidente do Instituto do Desporto da Região Autónoma da Madeira
8.1 -Irmão - Leonardo Castanho – director Regional de Informática
9 -Rui Adriano - Presidente do Conselho de administração da Sociedade de Desenvolvimento do Norte e antigo membro do Governo Regional
9.1 -Filho - ???? - Director do Parque Temático da Madeira
10 -João Dantas - Presidente da Assembleia Municipal do Funchal, administrador da Electricidade da Madeira e ex. Presidente da C.M. Funchal
10.1 -Filha - Patrícia - presidente do Centro de Empresas e Inovação da Madeira
10.2 -Genro (marido da Patrícia) - Raul Caíres - presidente da Madeira Tecnopólio (sabem o que isto é?)
10.3 -Irmão - Luís Dantas - chefe de Gabinete de Alberto João Jardim
10.4 -Filha de Luís Dantas - Cristina Dantas - Directora dos serviços Jurídicos da Electricidade da Madeira (em que o tio João Dantas é administrador)
10.5 -João Freitas, marido de Cristina Dantas director da Loja do Cidadão
Acham correcto todas estas ligações? Está bem, sou eu que não gosto de políticos.
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
PND solidário com Naviera Armas
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(Com a devida vénia ao Diário Cidade)






