sexta-feira, 27 de Fevereiro de 2009
quinta-feira, 26 de Fevereiro de 2009
Adivinha

Sabem quem foi o advogado do hotel da Rua da Carreira que andou na berlinda?
Sabem quem foi o advogado das residências VIP? Sabem quem foi o advogado do Hotel CS (que preparou o contrato para a CMF assinar)?
Sabem quem foi o advogado do hotel Savoy?
Sabem quem foi o advogado,...podem acrescentar mais se quiserem. Para não falharem deixo duas pistas:
1. o advogado teve sempre informação privilegiada da origem dos problemas com a CMF
2. o advogado passou a ser advogados dos assuntos supra apresentados depois dos problemas aparecerem (na maior parte dos casos)
Com a devida venia : Apontamentos sem nome
quarta-feira, 25 de Fevereiro de 2009
domingo, 22 de Fevereiro de 2009
É preciso ter uma granda LATA!!
| Críticas no 'caso Savoy' despertam em Vieira o desejo de renovar mandato na CMF "Sei que conto com o apoio dos militantes e dirigentes do meu partido", diz Vieira ![]() Pode ser o recuo de Ricardo Vieira no anúncio de abandonar a vida política no final do seu mandato como vereador da Câmara do Funchal. O advogado anunciou, ontem, que vai repensar a decisão. A possibilidade de se manter na vida política activa é uma das ideias a reter da conferência de imprensa promovida, na manhã de ontem, no Gabinete de Apoio ao Munícipe. Ricardo Vieira foi à Rua do Bispo prestar esclarecimentos à população do Funchal sobre o 'caso Savoy' - depois de o ter feito recentemente no Conselho Regional do CDS/PP - e deixou três garantias: o projecto de construção do novo hotel está em conformidade com a lei, os assuntos respeitantes ao investimento não foram votados pelo vereador 'popular' na CMF e a sua construção é uma mais-valia para a capital madeirense. "Não participei nem votei, não foi por que estivesse a ser tratado algum assunto meu, mas antes porque eu tinha profissionalmente participado na elaboração do respectivo contrato", vincou, ontem, Ricardo Vieira, assegurando, contudo, que "se não tivesse sido advogado no processo votaria a favor do projecto". Munido de documentos como a planta e o regulamento do Plano de Urbanização do Infante (PUI), o vereador do CDS-PP rebateu todas as acusações de conflito de interesses, considerando ainda que "o empreendimento garante contrapartidas visíveis e transparentes para a cidade". No que concerne à dimensão do projecto, Ricardo Vieira argumentou que o facto de ser "obviamente maior do que existe", não o chocou como também "não chocou outros vereadores da oposição que tiveram oportunidade de ver a maqueta". Desconfiado em relação às "opiniões feitas públicas de quem tem interesses na hotelaria madeirense", o advogado rejeita qualquer irregularidade na ligação entre a sociedade à qual pertence o projecto 'Savoy', regozijando-se por contar com a solidariedade dos colegas vereadores na Câmara Municipal do Funchal. "Na última reunião camarária (...) fui alvo de manifestações de apoio à minha conduta por todos os vereadores dessa Câmara, quer fossem da maioria do PSD quer do PS ou da CDU", sublinhou ontem Ricardo Vieira. Com o apoio do Conselho Regional Outros dos motivos de satisfação expressos pelo 'popular', durante a conferência na Rua do Bispo, foi a "total solidariedade" do Conselho Regional do CDS/PP para com a sua "conduta". O apoio manifestado pelo partido e pelos respectivos militantes terá despontado no vereador a vontade de renovar o mandato na Câmara liderada por Miguel Albuquerque, contrariamente ao que já tinha tornado público. "Senti muito apoio nos últimos dias por parte dos militantes do partido, se eu quisesse continuar recandidatando-me", adiantou o advogado, acrescentando estar a sentir "um secreto desejo desse desafio, de ir novamente à luta. Para provar "às más-línguas" que não sai "por ser empurrado", "nem de cabeça baixa ou com a consciência pesada", Ricardo Vieira deixa a porta entreaberta para um novo mandato, prometendo dar notícias no tempo certo. "Sei que conto com o apoio dos militantes e dos dirigentes do meu partido e sei que essa hipótese de continuidade está apenas centrada na minha disponibilidade pessoal", afirma o vereador do PP. |
| Patrícia Gaspar Com a devida vénia DIÁRIO DE NOTÍCIAS DA MADEIRA |
Comentarios ao artigo do DN sobre as declarações do Ricardo Vieira
| Anónimo : Actualizado: 22-02-2009 13:08:48 |
| Anónimo : Actualizado: 22-02-2009 11:58:22 |
Com a devida vénia DIÁRIO DE NOTÍCIAS DA MADEIRA
O que ele disse no passado...
sábado, 21 de Fevereiro de 2009
sexta-feira, 20 de Fevereiro de 2009
quinta-feira, 19 de Fevereiro de 2009
Homossexualidade "não é normal", diz cardeal D. José Saraiva Martins

O cardeal D. José Saraiva Martins indicou ontem que a "homossexualidade não é normal" e reiterou que as mulheres que pensem casar com muçulmanos precisam de ter "muita cautela", manifestando-se "totalmente de acordo" com um aviso idêntico feito há um mês pelo Cardeal Patriarca de Lisboa.
"A homossexualidade não é normal, temos que dizê-lo (...) Não é normal no sentido de que a Bíblia diz que quando Deus criou o ser humano, criou o homem e a mulher. É o texto literal da Bíblia, portanto esse é o princípio sempre professado pela igreja", defendeu."[Os homossexuais] não podem providenciar a formação das crianças, porque uma criança para ser formada normalmente precisa de um pai e de uma mãe e não de dois pais ou de duas mães", indicou ontem à noite D. José Saraiva Martins, durante a tertúlia "125 minutos com Fátima Campos Ferreira", no Casino da Figueira da Foz.
O religioso argumentou que o pai e a mãe "são diferentes, têm diferentes qualidades, completam-se mutuamente de uma maneira maravilhosa".
Apesar de concordar que o eventual "casamento" entre pessoas do mesmo sexo é uma questão de direitos e de leis, fora da alçada da Igreja, D. José Saraiva Martins ressalvou, porém, que numa situação "ideal", a Igreja e o Estado deveriam colaborar. "Nestes casos, neste sector em concreto, é absolutamente necessária uma colaboração sincera, autêntica e eficaz entre o Estado e a Igreja". "E pode-se chegar a um acordo, cedendo um bocadinho dos dois lados. Não é opondo-se, é colaborando, é o diálogo", acrescentou.
"Cautela e prudência" no casamento com muçulmanos
D. José Saraiva Martins, Prefeito Emérito da Congregação para as Causas dos Santos e que reside em Roma há mais de 50 anos referiu-se ainda aos casamentos entre jovens portuguesas e muçulmanos. "Estou de acordo que é preciso muita cautela e muita prudência. Estou totalmente de acordo", disse o religioso, em concordância com D. José Policarpo que, há cerca de um mês, alertou as jovens portuguesas para o "monte de sarilhos" que representa o casamento com muçulmanos.
"É absolutamente necessário que antes de uma senhora casar com um muçulmano, tenha a certeza de que vai poder continuar depois do matrimónio a professar a sua fé cristã", disse o cardeal Saraiva Martins.
"Tenha a certeza de que vai poder decidir o tipo de educação a dar aos próprios filhos", acrescentou, defendendo que as mulheres "não casem com muçulmanos" enquanto não tiverem essas certezas.
Defendeu ainda que uma mulher católica que contraia matrimónio com um muçulmano "não deve ser abandonada pelos membros da comunidade eclesial" a que pertence.
"Ela continua a ser membro da igreja e precisa, mais do que nunca, da assistência dos seus irmãos na fé. Mais do que nunca vai precisar de ajuda, de gente que a aconselhe e ilumine", frisou.
Diálogo com muçulmanos moderados é inevitável e urgente
D. José Saraiva Martins afirmou ainda que o diálogo com os muçulmanos moderados, em contraste com os fundamentalistas, "é muito mais fácil", classificando-o de "inevitável, necessário e urgente". "É inevitável porque encontramo-los no nosso caminho. Eu encontro muçulmanos na rua, talvez no meu bairro, na fábrica, na universidade, não podemos ignorar esta realidade", defendeu o cardeal.
Já com os muçulmanos fundamentalistas o cardeal Saraiva Martins frisou que o diálogo "é muito mais difícil". Na base da dificuldade no entendimento com os muçulmanos fundamentalistas está a "concepção teocrática" da sociedade que aqueles possuem, argumentou. "Eles concebem uma sociedade em que a religião é inseparável da política e a política da religião", sustentou, afirmando que não existe espaço para a laicidade.
"Nesta concepção muçulmana da sociedade é muito fácil que a política instrumentalize a religião e a religião instrumentalize a política. É evidente que [o diálogo] é muito mais difícil, mas devemos distinguir os dois tipos de muçulmanos", avisou.
Com a devida vénia Público
quarta-feira, 18 de Fevereiro de 2009
O horror do vazio
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Depois de em Outubro ter morto o casamento gay no parlamento, José Sócrates, secretário-geral do Partido Socialista, assume-se como porta-estandarte de uma parada de costumes onde quer arregimentar todo o partido.
Almeida Santos, o presidente do PS, coloca-se ao seu lado e propõe que se discuta ao mesmo tempo a eutanásia. Duas propostas que em comum têm a ausência de vida. A união desejada por Sócrates, por muitas voltas que se lhe dê, é biologicamente estéril. A eutanásia preconizada por Almeida Santos é uma proposta de morte. No meio das ideias dos mais altos responsáveis do Partido Socialista fica o vazio absoluto, fica "a morte do sentido de tudo" dos Niilistas de Nitezsche. A discussão entre uma unidade matrimonial que não contempla a continuidade da vida e uma prática de morte, é um enunciar de vários nadas descritos entre um casamento amputado da sua consequência natural e o fim opcional da vida legalmente encomendado. Sócrates e Santos não querem discutir meios de cuidar da vida (que era o que se impunha nesta crise). Propõem a ausência de vida num lado e processos de acabar com ela noutro. Assustador, este Mundo politicamente correcto, mas vazio de existência, que o presidente e o secretário-geral do Partido Socialista querem pôr à consideração de Portugal. Um sombrio universo em que se destrói a identidade específica do único mecanismo na sociedade organizada que protege a procriação, e se institui a legalidade da destruição da vida. O resultado das duas dinâmicas, um "casamento" nunca reprodutivo e o facilitismo da morte-na-hora, é o fim absoluto que começa por negar a possibilidade de existência e acaba recusando a continuação da existência. Que soturno pesadelo este com que Almeida Santos e José Sócrates sonham onde não se nasce e se legisla para morrer. Já escrevi nesta coluna que a ampliação do casamento às uniões homossexuais é um conceito que se vai anulando à medida que se discute porque cai nas suas incongruências e paradoxos. O casamento é o mais milenar dos institutos, concebido e defendido em todas as sociedades para ter os dois géneros da espécie em presença (até Francisco Louçã na sua bucólica metáfora congressional falou do "casal" de coelhinhos como a entidade capaz de se reproduzir). E saiu-lhe isso (contrariando a retórica partidária) porque é um facto insofismável que o casamento é o mecanismo continuador das sociedades e só pode ser encarado como tal com a presença dos dois géneros da espécie. Sem isso não faz sentido. Tudo o mais pode ser devidamente contratualizado para dar todos os garantismos necessários e justos a outros tipos de uniões que não podem ser um "casamento" porque não são o "acasalamento" tão apropriadamente descrito por Louçã. E claro que há ainda o gritante oportunismo político destas opções pelo "liberalismo moral" como lhe chamou Medina Carreira no seu Dever da Verdade. São, como ele disse, a escapatória tradicional quando se constata o "fracasso político-económico" do regime. O regime que Sócrates e Almeida Santos protagonizam chegou a essa fase. Discutem a morte e a ausência da vida por serem incapazes de cuidar dos vivos.
Afinal de que lado esta o vereador da CMF do Partido Popular? O Empresário Joe Berardo saberá responder?
terça-feira, 17 de Fevereiro de 2009
Ricardo Vieira

Ouvi Ricardo Vieira dizer num programa de rádio moderado por Leonel de Freitas que para ele o limite de actuação de um vereador é determinado (apenas) pela lei. Ou seja se querem que Ricardo Vieira não faça o que faz, façam uma lei que impeça. Não estou surpreendido mas lamento que este tipo de pessoas continuem a prejudicar uma mudança séria na governação da Madeira.Resta, a título de balanço, fazer três perguntas:1. que ganharam os munícipes do Funchal com a eleição de Ricardo Vieira? Nada, tendo sido prejudicados pelo sistemático branqueamento da governação camarária do PSD.
2. O que ganhou o PSD com a sua eleição? Muito porque impediu a entrada de mais um vereador do PS, capaz de fazer oposição séria e consistente, e branqueou toda a actuação da actual vereação do PSD envolvendo-se directamente enquanto advogado e vereador (confundindo deliberadamente) na resolução de problemas da responsabilidade do PSD, alguns deles de legalidade muito duvidosa;
3. O que ganhou Ricardo Vieira?
Pelos vistos muito...
Com a devida venia : Apontamentos sem nome
segunda-feira, 16 de Fevereiro de 2009
sábado, 14 de Fevereiro de 2009
sexta-feira, 13 de Fevereiro de 2009
Este senhor do CDS/PP é Vereador do povo ou do sistema?


O advogado vereador do PP tem intervindo em vários processos polémicos para a cidade, ligados ao Urbanismo.O caso do CS Madeira foi um dos primeiros a ser conhecido.
Também implicou cedências e contrapartidas ao município.
O hotel da Rua da Carreira, dos irmãos Chaves, é outro que tem como representante Ricardo Vieira.
O caso das Moradias VIP agora também conta com os serviços do vereador do PP, para tentar encontrar uma solução.
Há ainda outros pequenos casos, de menor impacto. Nada que, até agora, tenha tirado ao PP a vontade de voltar a contar com Ricardo Vieira como vereador. o próprio é que anunciou em 2007 que não se recandidatava.
Com a devida vénia DIÁRIO DE NOTÍCIAS DA MADEIRA
quinta-feira, 12 de Fevereiro de 2009
Coelho candidata-se a Câmara de Lobos
O ex-deputado do Partido da Nova Democracia, José Manuel Coelho, apresentou ontem a sua candidatura pelo partido às autárquicas no concelho de Câmara de Lobos. “Uma exigência” dos muitos moradores que se sentem lesados pelas práticas da actual vereação, afirmou. Acrescentando que “os munícipes acusam os autarcas de terem empresas de construção civil e através dessas empresas fazerem todas as obras da câmara municipal e juntas de freguesias”. Até mesmo os pequenos empresários queixam-se que não ganham nada e têm as empresas quase em situação de falência. A candidatura vem responder também à “falta de confiança que as pessoas têm na oposição”. O candidato do MPT é um dos exemplos por agir como “uma quinta coluna do Governo do PSD” e, por outro lado, até o antigo vereador socialista, Nilson Jardim, se bandeou para os lados dos sociais democratas, observou.
TC
Com a devida vénia ao Diário Cidade
Descubra diferença


Presidente da Assembleia Legislativa da Região Autónoma esteve recentemente em Lisboa a tratar do seu visual. Foi acompanhado do seu indefectivel chefe de gabinete (Luís Filipe Malheiro). Primeiro foi falar com Jaime Gama para pedir legislação adequada para disciplinar deputados com comportamento desviante como era o caso do deputado Coelho.
Depois o nosso Presidente da Assembleia foi a uma clínica especializada da capital fazer uma operação plástica ao rosto para ficar mais rejuvenescido sempre acompanhado do seu assessor Filipe Malheiro. Está no seu pleníssimo direito de tratar da imagem pessoal. Isso promove a sua auto-estima como é óbvio. Digamos que é uma manifestação de narcisismo talvez exacerbado. É o sindroma Lili Caneças da quimérica visão da beleza física; e o elixir da eterna juventude!
quarta-feira, 11 de Fevereiro de 2009
A Doença do PPD/PSD - MADEIRA

Miguel Mendonça foi a Lisboa falar com as instituições de soberania nacional e não destoou do seu PSD Madeira: disse estar preocupado com Portugal (nunca com a Madeira!). Está certo. Continuem assim que vão ver onde isto vai bater....
Com a devida venia : Apontamentos sem nome
Um Munícipe muito atento. Um luxo em Câmara de Lobos

Alguém pode divulgar esta vergonha?
Isto acontece na Madeira!!!
A 01-01-2008 as taxas eram as seguintes:
Tarifa mensal de ligação 2.50 euros (taxa substituída pelo antigo aluguer, que por lei é proibido).
Tarifa saneamento 1.00 euro
Tarifa de lixo 1.00 euro
A 01-02-2009
Tarifa mensal de ligação 3.00 euros (ilegal)
Tarifa saneamento 3.80 euro
Tarifa de lixo 4.30 euro
Pois é, em tempo de crise os nossos vereadores acham por bem AUMENTAR, E QUE RICO AUMENTO AS REFERIDAS TAXAS!
E ainda por cima num concelho com muitos problemas sociais.
Com a devida vénia DIÁRIO DE NOTÍCIAS DA MADEIRA
terça-feira, 10 de Fevereiro de 2009
segunda-feira, 9 de Fevereiro de 2009
Governo anti-social

Nesta ilha está um governo cada vez mais ditador dos próprios madeirenses. As pessoas residentes são totalmente ignoradas e discriminadas, para não dizer que são tratadas abaixo de cão. O governo do PSD-M é tão autoritário que se porventura alguém nalguma frase menos agradável para eles, é logo posto a contas com a justiça. E dou um exemplo. Na Assembleia Regional os deputados da oposição não podem fazer valer o seu direito de expressão a favor da população votante e alguns estão estranhamente bem vincados neste aspecto, com algumas coimas não muito agradáveis. E ainda vêm dizer que há democracia ou liberdade de expressão na Madeira. É falso, totalmente falso, pois ninguém se pode manifestar contra estas políticas do bota-abaixo. Os governantes dizem que têm a Madeira evoluída com túneis, estradas e tantas trapalhadas que andam por aí. Ora, no meu entender, não está nada evoluído. Continuamos na mesma. Estes senhores do PSD andam sempre a se gloriar com as obras que executam, sempre à custa de expropriações de quem trabalha uma vida inteira para, de um momento para outro, ficar sem nada. Andam a enganar as pessoas há 30 anos. Ora, a população não tem carros topo de gama como vossas excelências. Este governo regional é completamente anti-social, o que fazem é para proveito próprio e pouco ou nada para a população. E com isto ganham eleições. As pessoas querem outra política social, nomeadamente a classe pensionista com pensões de miséria que este governo insiste em não aprovar um complemento. Os governantes nunca se interessam em melhorar as condições de vida dos madeirenses. O povo só interessa na hora do voto porque vai mantê-los na bancada do poder. Mas este povo é tão inculto que vai atrás das falsas promessas como os túneis, as estradas e outras palhaçadas. É só isto as políticas sociais deste governo mal agradecido, convincente e enganador. Porque nada de social sai deste governo regional. Mas a população em geral vai, uma vez mais, se enterrar dando a vitória a um partido que anda há 30 anos a fazer a vida negra a toda a população. É com estas pessoas humildes que o PSD-M ganha a maioria. Quanto à restante população intelectual, essa já lhe deu cartão vermelho há muito tempo.
domingo, 8 de Fevereiro de 2009
PAULO PORTAS. Visto através de Ana Gomes.
Artigo de Ana Gomes no Blog de comissários políticos do PS chamado Causa-Nossa. Em circunstâncias normais não mandaria ligação para este sítio absolutamente detestável, cheio de propaganda política pró governo, quase toda ela idiota e demagógica.
Mas o conteúdo do artigo da senhora bate no ponto: qual é a estranha imunidade de que goza o senhor Paulo Portas, que lhe permite fazer todo o tipo de asneiras e vigarices e passar sempre incólume?
O artigo da senhora Gomes surge à propósito da recente polémica entre o senhor Paulo Portas e o senhor anónimo ministro da Agricultura e Pescas, duas actividades económicas que não existem em Portugal, embora tenham ministro atribuido. Transcrição completa.
Olha, olha! Uma espécie rara: um ministro de um Governo PS sem medo de denunciar de forma contundente a impunidade - política e criminal - de que há muito tempo, escandalosamente, vem beneficiando o Dr. Paulo Portas! Um Paulo Portas que se refina na rábula e agora ameaça o ministro com a justiça, por ofensa ao bom nome. Isto do bom nome é relativo, como com toda a gente - e este Portas chama-se Paulo.
O ministro Jaime Silva tem o meu apoio e aplauso. Mas vai precisar de muito mais do que isso. É que no PS há gente com velhas e enraízadas cumplicidades com o Dr. Paulo Portas, como se percebeu no derrube da direcção Ferro Rodrigues/Paulo Pedroso. Como se percebe nas escutas do processo Portucale - que agora o novo Código de Processo Penal, muito oportunamente, impede a imprensa de transcrever. Gente que quando vê Paulo Portas em apuros, seja no tribunal da Moderna, nas investigações do Portucale, ou de fortuita passagem por alguma esquadra de bairro, sempre dá um jeito, discreto, de lhe estender a mão.
Para não falar de quem assistiu, impávido, sem mexer um dedo, à gestão ruinosa de Paulo Portas no Ministério da Defesa, deitando-nos abaixo os aviões A400-M, levando-nos ao fundo nos submarinos e arranjando-nos um inferno às ordens de Rumsfeld - que hoje persiste no esforço de encobrimento dos “voos da tortura”. E de quem, com altas responsabilidades estatais, hoje guarda silêncio e nada faz diante das notícias do frenético fotocopianço das horas da despedida de Paulo Portas pelo Restelo, em despudorada violação das mais elementares normas de segurança do Estado.
Ministro Jaime Silva, olhe que quem se mete com o Dr. Paulo Portas, tal como com um certo PS, leva. Costuma levar. Mais tarde ou mais cedo. Eu, se fosse a si, começava a cuidar da retaguarda.

1.
Entre escolher aviões de nova geração produzidos na Europa, optou-se por ir fazer um favor aos nossos aliados norte americanos comprando o equivalente americano ao A-400. Pelo meio das negociatas vieram mais 12 caças de combate F-16 em segunda mão - preço unitário, se bem me recordo, 20 milhões de dólares para dotar a força aérea portuguesa de uma dupla esquadrilha. Saber se existia dinheiro e pilotos em número suficiente para os aviões não se soube, apenas se comprou. Daí os rumores de “comissões” pagas por fora. O governo PS devolveu à procedência vários do aparelhos logo a seguir a ter tomado posse.
2.
Com os submarinos existia um problema semelhante. Era necessário substituir a actual força submarina, que já estava a chegar aos 50 anos de serviço ( o tempo útil apontado é de 40 anos). A escolha oscilava entre o Scorpene francês e o novo modelo alemão. A compra inicial previa 3 unidades. Porquê 3?
Porque para os submarinos serem eficazes em combate tem que treinar aos pares. Como existem folgas de tripulação, descanso do material, manutenção, conclui-se que enquanto dois estão em treinos, o terceiro está ou em manutenção ou em folga. E rodam entre si os 3 barcos/tripulação.
Com o magnífico negócio Portas, 30 a 40% do tempo não é aproveitado porque é necessário por tripulações e barcos a descansar e fazer operações de manutenção. Falta o 3º barco para dar plena efectividade à flotilha.
Após a compra o senhor Portas vangloriou-se que “poupou 100 milhões de euros e além disso comprou em Leasing”.
3.
Os voos da CIA que nunca passaram por Portugal, mas afinal passaram. O nosso “aliado” pediu (deu uma ordem) e passaram. Agora cobre-se a história. Ela começou com o senhor Portas à frente do ministério da defesa.
4.
Ferro Rodrigues/Paulo Pedroso: foram as “orientações emanadas” daqueles lados que levaram as investigações e o lançamento de lama para cima da então direcção do PS em 2003. Isto, independentemente, obviamente de o Senhor Pedroso ser ou não ser culpado. O assunto, como percebemos, não está resolvido mais de 4 anos após ter começado.
5.
A fortuita passagem pela esquadra de Bairro deriva de uma história que se conta em Blogs, mas não só. Parece que às 4 horas da madrugada de um determinado dia, o senhor Portas andava pelo parque Eduardo sétimo em Lisboa, conhecida zona de prostituição masculina no engate, com uma cabeleireira loura enfiada na cabeça. Daí a alcunha de “Catherine Deneuve”.
Foi detido pela polícia por comportamentos impróprios e levado para uma esquadra. Lá dentro, ao que se conta, telefonou para o seu grande amigo Jorge Coelho - membro do PS. Este apareceu, quando era ministro num governo Guterres e safou o senhor Portas da situação.
6.
O caso Portucale - empreendimento agro-turístico em Benavente feito pela empresa Portucale, ao que me lembro, pertencente ao Banco Espírito Santo. Construção a ser feita em área protegida para a qual surgiram uns convenientes despachos a reformular a lei que impedia essa mesma construção. Pelo meio abateram-se imediatamente 1000 sobreiros classificados como sendo protegidos. O caso está actualmente em investigação. Lá para 2050 sairá a conclusão.
7.
No caso Moderna e na empresa de sondagens que liderava e que deu depois o resultado na Universidade que deu, Portas conseguiu o milagre de não ser constituido como arguido. Porquê? Pergunte-se ao juiz que analisou o caso. Critique-se e exija-se o fim do principio da inamovibilidade dos juízes e do principio da irresponsabilidade dos Juízes pelas decisões que tomam.
8.
Ao sair do governo, e ao que julgo ter lido, Portas mandou fotocopiar 60 mil documentos do ministério para sair de lá com as cópias. Numa empresa privada ou pública isto é crime, excepto se for Portas a fazer tal.
Citação parcial, Blog Macroscópio 23 Julho de 2003
Doravante, os problemas recomeçam com base nesta investigação que remonta ao passado recente - em que o dito PPortas teve responsabilidades no ministério da Defesa - que hoje diz processar por causa das fugas de informação, pasme-se, sobretudo vindo isto de quem vem, o campeão dessas mesmas fugas de informação em Portugal e até fautor e dinamizador de um jornalismo político verdadeiro assassino de personalidades então ligadas ao cavaquismo - quando aquele era director do Indy - entretanto extinto por rejeição do mercado.
Fonte : http://dissidentex.wordpress.com
sábado, 7 de Fevereiro de 2009
sexta-feira, 6 de Fevereiro de 2009
PND sensibiliza turistas para ‘atentado urbanístico’ no Savoy
| O PND esteve, na manhã de ontem, junto ao Hotel Savoy, no Funchal, para sensibilizar os turistas, e demais população, para “a violação do planeamento urbano no concelho do Funchal e, essencialmente, para os favores que são feitos a certos empresários do regime”. |
| Com a devida vénia ao Diário Cidade Segundo Eduardo Welsh, porta-voz da iniciativa, se a construção do Savoy for licenciada, com os 16 andares previstos, deixa de haver “regra que possa ser aplicada ao urbanismo no Funchal, porque fica tudo ao sabor do que o Dr. Miguel Albuquerque decide junto dos amigos”. E mais, acrescentou, tal como o presidente da Câmara Municipal do Funchal disse, na defesa da auditoria, foi obrigado a aprovar planos que violavam o Plano Director Municipal (PDM) porque já havia outros prédios, ao lado, que também violavam o PDM. O que demonstra, claramente, a ausência de regras urbanísticas. Por isso, o alerta deixado junto dos turistas. “Muitos deles vêm à Madeira repetidamente, têm um grande amor para com a Região e podem, por seu turno, sensibilizar a Secretaria Regional do Turismo e Transportes para o que está a ocorrer”. T.C |
quarta-feira, 4 de Fevereiro de 2009
terça-feira, 3 de Fevereiro de 2009
Maria Augusta Montes foi eleita presidente do Partido da Nova Democracia

Maria Augusta Montes, de Lisboa, acabou por concorrer sozinha à liderança do PND, uma vez que o advogado Franclim Ferreira retirou a candidatura, alegando "uma grande aproximação" de pontos de vista com a nova líder.
"Queremos acabar com aquela jardinagem antidemocrática", insistiu Maria Augusta Montes, referindo-se ao ambiente político que, em sua opinião, se vive na Madeira, governada PSD de Alberto João Jardim.A dirigente, que sucede a Manuel Monteiro, acredita que o PND "vai melhorar a sua representação" na Madeira e em Portugal continental. As suas atenções viram-se para Braga, distrito pelo qual Manuel Monteiro vai procurar ser eleito deputado nas próximas eleições legislativas.
O anterior líder do PND é o rosto do chamado Movimento Missão Minho, que tem como objectivo "a eleição de deputados pelo círculo de Braga"."Essa é, ou deve ser, no que ao distrito de Braga diz respeito, a prioridade da Nova Democracia", considera Manuel Monteiro na resolução que apresentou ao congresso do partido e que foi aprovada por maioria.
Monteiro pediu ao 4º Congresso do PND e aos cerca de 80 delegados presentes "um voto de inequívoca confiança" para a sua estratégia e para formar a lista eleitoral.A ex-líder acrescentou que a candidatura assenta em "três princípios mínimos", que disse serem são "não- aceitação do casamento entre pessoas do mesmo sexo, o combate ao aborto e o combate à corrupção".
Maria Augusta Montes diz que o Missão Minho "é um movimento de cidadãos de causas, do Portugal profundo, da aldeia e de um lugar de que se ouve falar de cinco em cinco anos, porque é bonito, jeitoso e fica bem na fotografia e que nós queremos colocar no mapa diário".
"Estou francamente convencida que vamos eleger Manuel Monteiro", afirmou a nova líder do PND, que disse ser essencial haver "uma voz diferente" na Assembleia da República.Para além da Madeira e da forte aposta em Braga, "pessoalmente, gostaria de ver revitalizado Aveiro e Porto, onde já tivemos de facto uma representação", acrescentou a dirigente, que "até 2003, e desde 1974", fez parte do PSD.
"O PND pelo menos tem uma voz e talvez possa com uma representação parlamentar ter um dedo permanentemente esticado e apontado a determinadas pessoas e obrigá-las a discutir", concluiu.
Os delegados presentes no congresso, entretanto, aprovaram ainda a alteração do símbolo do PND, que era uma andorinha e passa a ser "um coração estilizado".Segundo Manuel Monteiro, a andorinha tem "uma conotação abstracta e o coração é visto como "símbolo de muita coisa".
(Com a devida vénia ao Jornal Expresso)
segunda-feira, 2 de Fevereiro de 2009
O PND recorre ao sarcasmo para desvalorizar "nota mínima" do PSD para entrar na ALM

A oposição política regional mostra-se algo indignada com a intenção do PSD de impor um mínimo de cinco por cento de votação aos partidos, para terem acesso à Assembleia Legislativa. Indignação que não corresponde a preocupação. Ou por os partidos estarem acima de tal patamar, ou por confiarem no que consideram direitos constitucionalmente garantidos. A reacção mais incisiva neste sentido é a do líder do PP. José Manuel Rodrigues diz que o PSD esquece-se do princípio da representação proporcional. O líder 'popular' lembra que um dos limites materiais da revisão da Constituição é "o sistema de representação proporcional", consagrado na alínea h) do artigo 288.º da Constituição. Além disso, José Manuel Rodrigues discorda politicamente da proposta. Perseguir partidosLonge dos cinco por cento está o PS. Isso não impede João Carlos Gouveia de se insurgir contra a intenção/proposta social-democrata, por considerar ter uma "intenção clara de perseguir partidos e deputados. "Expulsar o PND e causar graves problemas de consolidação eleitoral ao PCP e ao PP". Tudo na linha de uma "democracia sistematicamente violada" pelo PSD, como o provam as questões da vice-presidência da ALM, a interdição de deputados de entrarem no Parlamento, o financiamento "escandaloso do PSD-M", entre outros.Gouveia compromete-se a "accionar todos os mecanismos do PS-Madeira para que a iniciativa não tenha acolhimento a nível Regional e Nacional. E não vai ter", diz convicto. Edgar Silva utiliza outra terminologia, mas também enquadra a iniciativa como de combate aos partidos da oposição regional. "É uma forma de chantagem já muito antiga por parte do PSD. Nada que atemorize os comunistas, por duas razões. Por estarem "acima dessa quota" e porque "há muitos anos que se repete (a intenção) sem qualquer efeito prático". O líder do PCP na Região diz tratar-se de uma forma "vulgar de pressão", sobre os partidos, que "nem constitucional nem politicamente tem possibilidade de concretização (...). Não passa de uma forma vulgar e inconsequente de chantagem política". Uma das forças políticas que ficaria de fora, caso vingasse a intenção do PSD e se repetisse o resultado eleitoral de 2007, seria o BE.Roberto Almada afirma que a proposta do PSD não é mais do que "querer limitar e restringir a presença das minorias no parlamento". A explicação será por os social-democratas "saberem que são essas minorias quem lhes dá forte e faz frente". É uma proposta "manifestamente inconstitucional" que visa consagrar na lei o que o PSD "não consegue pela força", afastar partidos e deputados da Assembleia.Almada diz haver um entendimento entre o PSD e João Carlos Gouveia nesta matéria, que, de acordo com o dirigente do BE, afirmou recentemente na comunicação social, estar aberto a este tipo de proposta. "Só espero que o PSD e o PS, que sempre afirmam as suas diferenças, para lixar os mais pequenos, não se entendam". A proposta é vista como dando razão ao BE que afirma vivermos numa "democracia ferida de morte". Mas se ainda assim vingar, "estaremos para lutar por uma expressão" eleitoral que permita a continuidade no Parlamento. Despreocupação e sarcasmo João Isidoro também recorda que a proposta do PSD "não é uma questão nova, já se falou mais do que uma vez nisso. Não é nenhum drama se isso se verificar". O líder do MPT, partido que em princípio também ficaria de fora, diz exactamente ao contrário. Não se preocupa por tencionar obter uma percentagem muita acima do patamar do cinco por cento, nas próximas legislativas regionais. "Neste momento há uma profunda convicção da direcção, de que, em 2011, vamos ultrapassar os cinco por cento, por isso não nos preocupa". Além disso, afirma Isidoro, o MPT é mais do que parlamento. É também uma componente de cidadania que não deixaria de existir se o MPT perdesse a representação na Assembleia. Por sua vez, o dirigente regional do PND, partido especialmente visado pela ideia/proposta social-democrata, diz, com uma pitada de sarcasmo, que cinco por cento "é pouco. Deveria ser uns 10 a 15, no mínimo". Por isso, acrescenta Baltasar Aguiar, se a proposta do PSD "tem em vista o PND, é incompetente. O partido vale muito mais do que os cinco por cento, garante e desafia quem tem dúvidas a fazer um estudo de opinião. A proposta social-democrata, quanto muito, "é para afastar o PS, não o PND (...). O PND é a Madeira livre".
Élvio Passos
Com a devida vénia DIÁRIO DE NOTÍCIAS DA MADEIRA





























