quarta-feira, 31 de Dezembro de 2008

FELIZ ANO NOVO com a NOVA DEMOCRACIA


ANO NOVO = NOVA DEMOCRACIA


terça-feira, 30 de Dezembro de 2008

Madeira; Maior parte da população de Machico não sentiu sismo















A maior parte da população do Concelho de Machico não se apercebeu do sismo que hoje abalou a Ilha da Madeira, apesar do epicentro do fenómeno se ter localizado naquele Município.


O sismo teve uma intensidade de 2,9 na Escala de Richter, localizando-se o seu epicentro a oito quilómetros a Sudeste de Machico, disse à Agência Lusa fonte do Instituto de Sismologia.

A ocorrência passou despercebida à maioria da população de Machico mas o Serviço Regional de Protecção Civil ainda recebeu vários telefonemas de cidadãos que sentiram o abalo.

Nos Bombeiros Municipais de Machico a situação estava calma, não tendo sido solicitado qualquer serviço da corporação.

LAR.
Com a devida vénia Agencia Lusa

Sismos: Abalo de 2.9 na Escala de Richter na Ilha da Madeira



















Um sismo de magnitude 2.9 da Escala de Richter ocorreu às 20:01 de hoje na Ilha da Madeira com epicentro a cerca de oito quilómetros a Sudeste de Machico, anunciou o Instituto de Meteorologia.

Segundo o Instituto, o abalo, registado nas estações da Rede Sísmica do Continente, não causou danos pessoais nem materiais e foi sentido com intensidade máxima III (Escala de Mercalli Modificada) na região de Machico e com menor intensidade no Funchal.


Com a devida vénia Agencia Lusa

Curral das Freiras

















Curral das Freiras é uma freguesia portuguesa do concelho da Câmara de Lobos, com 25,07 km² de área e 1 673 habitantes (2001). Densidade: 66,7 hab/km². Localiza-se a uma latitude 32.71667 (32°42') Norte e a uma longitude 16.9667 (16°58') Oeste, estando a uma altitude de 640 metros. Curral das Freiras tem uma estrada que liga a freguesia ao Funchal. A actividade principal é a agricultura.


Origem do nome

No princípio da colonização o Curral das Freiras possuía apenas a designação de Curral ou Curral da Serra, derivando esta do facto de ser este local um centro de pastagens. A passagem da denominação de Curral ou Curral da Serra para a de Curral das Freiras terá acontecido segundo uns autores entre 1492 e 1497, a quando da passagem da propriedade dos terrenos para a posse das freiras do convento de Santa Clara, segundo outros só se tenha verificado mais tarde, em 1566 a quando do saque da cidade do Funchal por corsários franceses o que fez com que as religiosas do convento de Santa Clara, ali se refugiaram nas suas propriedades.

Criação da Freguesia do Curral das Freiras

Inicialmente centro de pastagens, frequentado unicamente por pastores com vida semi-nómada, o isolamento a que estava votada e a sua difícil acessibilidade, cedo criaram condições para refúgio não só de escravos que ali conseguiam a sua carta de aforia como ainda foragidos. Com esta gente formou-se um pequeno núcleo populacional, que nos fins do século XV já estava legalmente constituído e tinha habitantes permanentes, deixando, assim de ser um centro de foragidos e criminosos, ainda que tivesse pouco desenvolvimento, pois em 1794 era de 110 o número de habitantes. Inicialmente pertença de João Gonçalves Zarco, o Curral foi por este dado, em sesmaria, em 1462, a João Ferreira e sua mulher, Branca Dias que a 22 de Agosto de 1474 doaram-no a sua neta Branca Teixeira, mulher de Rui Teixeira, residentes no Campanário. A 11 de Setembro de 1480 foi esta propriedade vendida ao segundo Capitão Donatário, João Gonçalves da Câmara que a doou ao Convento de Santa Clara, como dote de suas filhas, D. Elvira e D. Joana que lá professavam. Fazendo parte integrante da freguesia de Santo António, passa, a partir de 1780, a ter uma vida paroquial independente, isto dado o grande isolamento a que a sua população estava votada e a distância que a separava do seu centro da freguesia. Contudo, só a 17 de Março de 1790 é que, por Carta Régia assinada pela Rainha D. Maria I, o Curral das Freiras adquire o estatuto de paróquia independente, separando-se definitivamente de Santo António.

Área, limites e organização administrativa e religiosa

A freguesia do Curral das Freiras, com 25,07 km² é a mais extensa freguesia do concelho de Câmara de Lobos, ainda que essa extensão não tenha tradução em superfície cultivável ou grandeza populacional, uma vez que é muito acidentada. Encontra-se limitada a Este e sudeste pela freguesia de Santo António, a Oeste e a sudoeste pela freguesia do Jardim da Serra e a norte pela freguesia dedo Jardim da Serra, Santana e São Vicente. Administrativamente compreende os sítios de Achada, Balceiras, Capela, Casas Próximas, Colmeal, Fajã dos Cardos, Fajã Escura, Lombo Chão, Murteira, Pico do Furão, Terra Chã e Seara Velha. Em termos religiosos a freguesia do Curral das Freiras possui uma única paróquia, dedicada a Nossa Senhora do Livramento.

Brasão de armas

Brasão: escudo de ouro, uma liteira de vermelho, com varal de azul; em chefe uma castanha de sua cor, entre duas abelhas de azul, tudo alinhado em faixa; em campanha, um vale de verde, movente dos flancos, carregado de três tiras onduladas, de prata, azul, prata, postas em pala. Coroa mural de prata de três torres. Listel branco, com a legenda a negro: "CURRAL das FREIRAS - CÂMARA DE LOBOS".

Bandeira: Azul. Cordão e bordas de ouro e azul. Haste e lança de ouro.

Selo: Nos termos da Lei, com a legenda: "Junta de Freguesia de Curral das Freiras - Câmara de Lobos".

O brasão de armas, bandeira e selo da freguesia do Curral das Freiras, foram aprovados pela Comissão de Heráldica da Associação dos Arqueólogos Portugueses em 20 de Outubro de 2004, tendo sido publicado no Diário da República III Série, n.º 26 de 7 de Fevereiro de 2005. Encontra-se registado na Direcção Geral das Autarquias Locais com o n.º 88/2005 de 2 de Março.

População

De acordo com o Censos de 1991 a população presente do Curral das Freiras atingia os 2238 habitantes distribuídos por 579 famílias e 671 alojamentos.

Património histórico

A igreja paroquial constitui hoje praticamente o único património histórico do Curral das Freiras. Da única capela que nesta freguesia há memória de ter sido fundada, a capela de Santo António, não restam hoje quaisquer vestígios. Ainda que sem a importância da igreja paroquial, não poderemos deixar de destacar a existência de duas importantes e seculares levadas com origem nesta freguesia: a Levada dos Piornais, que irriga a freguesia de São Martinho, a levada do Curral e Castelejo, a Levada Nova de Câmara de Lobos, que irriga significativa área da freguesia de Câmara de Lobos e a levada da Velha, cujos vestígios são visíveis na encosta oeste do Curral das Freiras, desde do miradouro da Eira do Serrado. Relativamente a esta última levada, que ao que parece nunca terá chegado a passar água e tanto a data da sua origem, como o seu construtor não são conhecidos, sendo por isso tema uma lenda, a chamada lenda da levada da velha.

Igrejas e capelas

O Curral das Freiras possui como edificações religiosas unicamente a sua igreja matriz. No tempo perdeu-se uma capela, em honra de Santo António e construída por volta de 1644. Serviu esta capela de sede da paróquia do Curral das Freiras a quando da sua criação em 17 de Março de 1790 e assim permaneceu até princípios do século XIX, altura em que se procedeu à edificação da actual igreja, em terrenos cedidos à Diocese, em 24 de Julho de 1784, pelo convento de Santa Clara. Entre 1916 e 1918, a igreja sofre importante obras sendo nomeadamente construídos os altares laterais que as respectivas confrarias mandaram construir em honra da Senhora do Livramento e do Sagrado Coração de Jesus, sendo a obra de talha executada ao entalhador Manuel Inocêncio de Sousa e a pintura a José Zeferino (Cirilo). Por esta ocasião é também construído, pelo mesmo entalhador, o altar-mor da igreja. Tendo como orago Nossa Senhora do Livramento a festa da paróquia e freguesia do Curral das Freiras celebra-se no último Domingo de Agosto, constituindo, ainda hoje destino obrigatório de inúmeros romeiros. Pároco, actualmente, é o Cónego padre Fiel de Sousa.

Motivos de interesse turístico

A freguesia do Curral das Freiras constitui na sua globalidade motivo de interesse, o que lhe advém do facto de se situar na profundidade de um vale, rodeado de altas montanhas. A freguesia do Curral das Freiras, a par da Baía da cidade de Câmara de Lobos, constitui uma das panorâmicas de maior beleza no total madeirense e, por esse facto uma das mais procuradas pelos turistas. Na realidade é ímpar a beleza que se desfruta do Curral, tanto a partir da freguesia do Jardim da Serra, a através da Boca dos Namorados e Boca da Corrida, como a partir da Eira do Serrado, na freguesia de Santo António e que constitui o miradouro por excelência para contemplar esta freguesia. Ainda que, a panorâmica desfrutada destas localizações seja soberba e possa eventualmente ser suficiente para dispensar aos mais apressados, um contacto mais próximo com a realidade, julgamos importante uma descida até ao centro da freguesia onde o visitante poderá apreciar a beleza da sua igreja matriz, adquirir algumas peças de artesanato ou almoçar. Essa descida poderá ser feita, para quem está na Eira do Serrado retomando a estrada de acesso ao Curral das Freiras ou, para quem estiver na freguesia do Jardim da Serra regressando ao Funchal e retomando a estrada de acesso ao Curral das Freiras, ou então percorrendo a pé a vereda existente entre a Boca dos Namorados e o Curral das Freiras. A partir do centro da freguesia do Curral das Freiras, pode o visitante ainda ter um contacto mais estreito com a natureza fazendo alguns passeios a pé, nomeadamente a caminhada até à freguesia da Boaventura. O percurso tem cerca de 16 km e demora cerca de 8 a 9 horas a ser percorrido. Um outro passeio pedestre é aquele que poderá ser feito através da levada do Curral e Castelejo. Tem uma extensão de 10 km e demora cerca de 4 a 5 horas a ser percorrido.

Gastronomia

Na freguesia do Curral das Freiras, os seus aspecto gastronómicos característicos, assentam sobretudo na utilização da castanha, que é a produção mais típica da localidade, em várias ementas, nomeadamente na confecção de sopa de castanha. Ainda que haja referência ocasionais noutras localidades, nesta freguesia a utilização do birgalhó na culinária ainda se faz com alguma frequência. O birgalhó é um tubérculo da família do inhame, que apresenta um sabor intermédio entre o inhame e a batata. Comida sem qualquer acompanhamento era outrora o alimento predominante das classes de menores recursos financeiros. Ainda que também possível de ser apreciada noutras localidades, a utilização da raiz da pimpineleira na gastronomia é aqui muito frequente.

Actividades económicas

O Curral das Freiras não possui industrias, dedicando-se a sua população sobretudo à agricultura, particularmente à horticultura. Contudo, a sua produção agrícola mais típica é a da castanha, seguindo-se a da ginja, o que faz ultimamente tenha surgida alguma produção de características artesanais de familiares de licores preparados com base nestes produtos.

Estabelecimentos de ensino, bibliotecas e complexos desportivos

A freguesia do Curral das Freitas possui duas escolas de ensino Básico, uma situada na Seara Velha e outra no sítio das Casas Próximas, estando ambos os estabelecimentos de ensino dotados de polivalentes desportivos.

Festividades e iniciativas de interesse cultural

Aproveitando a típica produção de castanhas, foi introduzido, a partir de 1983, uma festividade que procura servir de veículo de divulgação daquela freguesia, das suas actividades e produções, denominada de Festa da Castanha. Este certame tem lugar anualmente no dia 1 de Novembro. A semana do Turismo, com um conjunto de iniciativas recreativo-culturais constitui também um momento de lazer e um veículo importante de promoção da freguesia. Para além desta festividade, assume particular importância, a festividade em honra da padroeira da paróquia, Nossa Senhora do Livramento, festividade que caracteristicamente ainda hoje atrai inúmeros romeiros, chegando outrora a ser uma das mais importantes festividades da Madeira, pelo número de forasteiros, que deslocando-se a pé, a ela afluíam. Associado a este movimento de romeiros, era antigamente frequente a realização de outras duas autênticas festas em dois dos mais importantes pontos de confluência e acesso pedestre ao Curral das Freiras, na Boca dos Namorados, onde muita muitos populares afluíam na Segunda-feira seguinte ao dia da festa afim de presenciarem o regresso dos romeiros e onde eram armadas barracas de comes e bebes.

Colectividades Desportivas e Recreativo-Culturais

Possui a freguesia do Curral das Freiras uma associação desportiva denominada de Clube Desportivo do Curral das Freiras e uma associação cultural e ambientalista, denominada de Refúgio da Freira. Possui também, o Curral das Freiras, uma Casa do Povo, criada em 1973 e um Grupo Folclórico, denominado de Grupo de Folclore da Casa do Povo do Curral das Freiras, fundado no dia 1 de Novembro de 1986, apresentando-se contudo, em público pela primeira vez um ano depois, no dia 1 de Novembro de 1987.

Saúde, Segurança Social e Protecção Civil

Possui a freguesia do Curral das Freiras um centro de saúde e uma delegação da Direcção Regional de Segurança Social, estando a protecção civil sob a responsabilidade da polícia de Segurança de Câmara de Lobos e dos Bombeiros Voluntários de Câmara de Lobos, que tem um corpo permanentemente destacado nesta freguesia, pese do facto de ser mais rápido o acesso de tais entidades a partir do Funchal.

Fonte: http://pt.wikipedia.org

Factos que marcaram a política na região em 2008


A visita do Presidente da República à Madeira em Abril e a polémica em torno do deputado do PND que desfraldou uma bandeira nazi no parlamento foram alguns dos factos que marcaram a política na região em 2008.Cavaco Silva fez uma visita oficial à Madeira em Abril que ficou marcada pelas críticas em torno da não realização de uma sessão solene na Assembleia Legislativa (ALM). Quanto ao episódio com o deputado único da Nova Democracia, José Manuel Coelho, gerou outros acontecimentos que colocaram a ALM em polvorosa, como a suspensão ilegal do mandato e a proibição de entrada nas instalações do parlamento, casos que originaram queixas em tribunal e puseram mesmo em cheque o presidente do principal órgão de governo próprio da região. O PND protagonizou ainda outros episódios polémicos, como no dia em que José Manuel Coelho apareceu de relógio de cozinha ao pescoço, da distribuição de 7500 euros a idosos contestando o aumento das subvenções aos partidos aprovado na ALM, a afixação de cartazes a denunciar a alegada corrupção nos portos da Madeira e outro colocando Jardim como o "padrinho" da máfia. O presidente do Governo Regional, Alberto João Jardim, que completou três décadas à frente do governo madeirense, esteve igualmente em foco, começando o ano com a recusa em aplicar a Lei do Tabaco na região e fazendo aprovar um diploma menos rígido.O mau relacionamento entre os executivos regional e central foram mote para várias acusações do líder madeirense ao executivo de José Sócrates ao longo do ano.Jardim foi também notícia quando negou o apoio à candidatura de Manuela Ferreira Leite para a liderança nacional do PSD, dizendo ser "um general sem tropas" chegou mesmo a perfilhar-se como candidato. No Verão avançou com a ideia de criação de um novo projecto político, mas acabou dando como prazo o primeiro trimestre de 2009 para a actual presidente social democrata "mostrar do que é capaz". A nível interno, Jardim procedeu a alterações na comissão política do PSD-M, afastou os 'delfins' e confirmou a sua liderança num congresso regional que decorreu à porta fechada.No parlamento insular, após quatro eleições, a bancada do PS continua a não conseguir colocar na Mesa como vice-presidente o deputado Bernardo Martins, porque João Isidoro Gonçalves do MPT, expulso pelos socialistas, recusa votar neste candidato.O PS-M declara-se "magoado" com a falta de apoio da estrutura nacional do partido e aponta que o secretário-geral José Sócrates ainda não fez qualquer visita à Madeira.O ano ficou ainda marcado pela liberalização da linha aérea entre a Madeira e o continente, o chumbo na Assembleia da República à primeira revisão da Lei de Finanças Regionais, as comemorações do 500 anos do Funchal, um processo resolvido em tribunal, envolvendo Edite Estrela e Alberto João Jardim, em que este foi condenado a apagar uma indemnização cível de 20 mil euros à eurodeputada pelo crime de difamação.
Lusa

Com a devida vénia Agencia Lusa

segunda-feira, 29 de Dezembro de 2008

Dá que pensar...


























































Tempo de antena do PND. Hoje após o telejornal da noite da RTP-Madeira











Tempo de Antena (Segunda-feira, 29/12/2008) após o Telejornal da Noite (RTP-Madeira)

Na próxima segunda-feira, 29 de Dezembro de 2008, após o telejornal da noite da RTP-Madeira (por volta das 21:30), não perca o tempo de antena do deputado único do PND-Madeira.

domingo, 28 de Dezembro de 2008

O melhor Deputado Madeirense de 2008


















José Manuel Coelho

O melhor Político Madeirense de 2008



















Dr. Baltasar Aguiar

sábado, 27 de Dezembro de 2008

Afinal o PND-Madeira tinha razão!

Recomenda-se o tal canal

Tempo de antena do PND - Madeira (Segunda-feira,29/12/2008)









Tempo de Antena (Segunda-feira, 29/12/2008) após o Telejornal da Noite (RTP-Madeira)

Na próxima segunda-feira, 29 de Dezembro de 2008, após o telejornal da noite da RTP-Madeira (por volta das 21:30), não perca o tempo de antena do deputado único do PND-Madeira.

Representante da República envia lei do "jackpot" da Assembleia Legislativa para o TC













O Representante da República para a Madeira requereu hoje ao Tribunal Constitucional a apreciação preventiva de normas do decreto legislativo regional que alterou a lei orgânica do parlamento madeirense aprovado a 16 de Dezembro.
O diploma denominado por “jackpot” tem sido criticado pelos partidos da oposição política regional e veio aumentar as subvenções dos diversos partidos com assento parlamentar na região. Monteiro Diniz pediu ao TC a apreciação preventiva da constitucionalidade das normas anteriormente especificadas, designadamente os artigos 1.º e 2.º do diploma. Segundo o Representante da República, o artigo 1º, para além de alterar o título do capítulo que passou a referir “Apoios aos partidos“ em lugar da antecedente denominação “Apoio aos partidos e grupos parlamentares“, estabelece uma nova redacção para o artigo 47 relacionado com as “subvenções dos partidos”. Entre outros aspectos, determina que “as contas relativas à subvenção, são entregues pelos Grupos Parlamentares às respectivas direcções regionais dos Partidos a fim de serem anexas às que a estrutura regional elabora, para integrarem as contas nacionais a apresentar, anualmente, ao Tribunal Constitucional.”. Aponta que, numa disposição transitória, a subvenção tem como unidade de referência para cálculo o valor do salário mínimo nacional fixado para a Região no ano 2008. Monteiro Diniz sustenta que “as dotações a que se referem aqueles artigos, tanto a devida aos grupos parlamentares como a destinada directamente aos partidos, são ambas subvenção pública de financiamento partidário, matéria que é da competência da Assembleia da República. “A matéria do financiamento dos partidos políticos e das actividades das campanhas eleitorais, entre estas se incluindo as respeitantes às Assembleias Legislativas das Regiões Autónomas, integra obrigatoriamente a reserva absoluta da competência legislativa da Assembleia da República, impõe-se concluir ser vedado às regiões autónomas legislar sobre esta matéria”, argumentou Monteiro Diniz. O Representante da República para a Madeira defende que o diploma viola também o principio da igualdade e proporcionalidade, pois estipula uma “diferenciação retributiva considerável, por confronto com o montante devido por aplicação das regras em vigor em matéria de subsidiação dos grupos parlamentares da Assembleia da República, órgão de soberania”. Monteiro Diniz considera ainda que esta constitui uma “diferenciação injusta e desequilibrada e um tratamento legislativo desigualitário com o que vigora no plano nacional” “O sistema que agora se pretende instituir através da nova redacção que o decreto em crise confere aqueles preceitos, muito em especial, ao artigo 47º, quando confrontado com a redacção vigente, vem agravar manifestamente a diferenciação actual”, argumenta Monteiro Diniz no requerimento. Especifica que “no sistema regional em vigor o montante global dos subsídios atribuídos aos gabinetes dos partidos e dos grupos parlamentares (decorrente das eleições para a Assembleia Legislativa em Outubro de 2004, as representações parlamentares, num universo de 68 deputados, ficaram assim constituídas: PSD - 44; PS - 19; PCP - 2; CDS/PP - 2; BE - 1), é de cerca de 3.000.000 euros. “Por força da nova redacção dada ao artigo 46º, em apreço, passa para cerca de 5.500.000 euros, sendo que de tal acréscimo corresponderá ao PSD (cerca de 1.900.000, cabendo-lhe um total anual de 3.500.000 euros) e ao PS (cerca de 600.000, cabendo-lhe um total anual de 1.500.000 euros), mantendo os demais partidos políticos (PCP, CDS-PP e BE) os subsídios previstos na lei em vigor, respectivamente, de cerca de 160.000, 160.000 e 80.000 Euros”, menciona. AMB

Com a devida vénia Agencia Lusa

sexta-feira, 26 de Dezembro de 2008

O senhor que se segue em Câmara de Lobos










José Manuel da Mata Vieira Coelho (1952/07/22 - ) deputado que substituiu o Dr. Baltasar Aguiar nas funções de deputado da Nova Democracia. José Manuel Coelho apesar de comunista decidiu pertencer às listas do PND para as eleições da Região Autónoma da Madeira a 6 de Maio de 2006. Para surpresa de todos o PND consegue eleger um deputado, na qual Baltasar Aguiar toma o seu lugar. Todavia na ida à Madeira do Presidente da República - Cavaco Silva, o Presidente do Governo Regional - Alberto João Jardim chama os deputados da oposição da Assembleia Legislativa da Madeira de "bando de loucos". Perante estas palavra o único deputado do PND decide suspender o seu mandato e assim a 5 de Maio de 2008, José Manuel Coelho toma o seu lugar.

Desde aí o deputado da Nova Democracia tem se tornado o deputado com mais visibilidade a nível nacional. Desde que a Madeira se tornou autónoma nunca houve um deputado que usasse a mesma arma que o seu segundo presidente - Alberto João Jardim.

José Manuel Coelho não é um político, políticamente correcto e não está com meias medidas, pois já foi uma vez julgado em tribunal pelo crime de difamação do ex-autarca de Santa Cruz e agora deputado do PSD-M - Savino Correia, por esse crime cumpriu trabalho comunitário.

José Manuel Coelho é sem dúvida o ponto de viragem na democracia na Madeira. Com os seus discursos politicamente incorrectos tem tornado o PSD-M a tomar medidas ilegais na Assembleia Legislativa Regional para o fazer calar.

Mas desde o relógio de parede que levou ao pescoço para protestar contra o alteração do Regimento, passando pela proposta da apresentação de uma estátua para o Dr. Alberto João Jardim e no dia 5 de Novembro de 2008 a chamar a bancada social-democrata de fascista e a oferecer uma bandeira nazi ao líder parlamentar Jaime Ramos e no dia seguinte 6 de Novembro 2008 ter sido impedido pelos seguranças privados da Assembleia Legislativa de entrar na Assembleia, fez com que tivesse uma enorme visibilidade no país inteiro, sendo abertura de todos os telejornais. Perante a situação vivida à entrada da ALRAM, o deputados da Assembleia da República interromperam a discussão do Orçamento de Estado 2009 para discutir a democrácia na Madeira.

Fonte: José Manuel da Mata Vieira Coelho - Wikipédia, a enciclopédia livre

O BANQUEIRO ANARQUISTA














Há coisas, como a tal bebida, que primeiro estranham-se e depois entranham-se. Ser banqueiro deve começar por ser muito estranho. Lidar com dinheiro que nunca se vê deve fazer confusão. Mas depois deve entranhar-se: com a habituação torna-se familiar.

Deve ser pelo que está a passar José Sócrates. Isto é: uma fase difícil. Desde que o socialista Sócrates desatou a avalizar, nacionalizar e intervir em bancos o espírito entranhou-se-lhe rápido. Tão rápido que na sua mensagem de Natal não hesitou em rejubilar com um feito do Governo de que ainda ninguém se tinha dado conta, nem provavelmente o próprio.
“Criámos as condições para que baixassem os juros com a habitação”, disse, sem tremelique de vergonha nem pudor, o Primeiro-Ministro. Ora, isto deve ter uma explicação. Sócrates vê-se banqueiro pela força dos convívios recentes e por segundos natalícios imaginou-se ou o Deus do mercado, ou, mais provável, o Presidente do Banco Central Europeu para quem com gáudio, felicidade e voto transferiu o poder de comandar a moeda e o crédito em Portugal nos idos de 1992. Está finalmente decifrado o Código Sócrates: ele é o verdadeiro banqueiro anarquista. Expliquem-lhe que é só uma boa e prodigiosa história de Fernando Pessoa e não se conhece exemplo concreto, por favor. Poupe-nos, Sr. Engenheiro, às patranhas da propaganda barata.

Jorge Ferreira

Com a devida vénia
Democracia Liberal

Papa - Homossexualidade e a transexualidade são «destruição da obra de Deus»




















Vaticano – O Papa, Bento XVI, apelou ontem em discurso na Cúria, a uma «ecologia do homem», mais necessária do que «As florestas tropicais merecem a nossa protecção. Mas os homens não merecem menos do que isso», frisou, aludindo a homossexualidade e transexualidade.

No discurso, de balanço à Cúria, a administração central do Vaticano, Sala Clementina no Palácio apostólico do Vaticano, Bento XVI, defendeu que a Igreja, além da natureza, «também deve proteger o homem da destruição de si próprio», referindo que os comportamentos que vão além das relações heterossexuais são «a destruição do trabalho de Deus».
«Não é metafísica superada se a Igreja fala da natureza do ser humano como homem e mulher e pede que esta ordem da criação seja respeitada», afirmou o Sumo Pontífice, defendendo o direito de a Igreja «falar sobre a natureza humana como homem e mulher, e pedir que esta ordem da criação seja respeitada».

O líder dos católicos criticou as teorias do género que se impuseram nas ciências sociais na Europa e nos EUA e estabelecem uma diferença entre a pertença a um determinado sexo, a identidade biológica, e o papel que a sociedade atribui aos indivíduos, a forma como cada um vive. São, segundo o Papa teorias que aceitam a homossexualidade e a transcendentalidade e, assim, afastam os homens da «obra do criador».

As declarações de Bento XVI acontecem após a recusa do Vaticano de se associar à petição pela descriminalização universal da homossexualidade lançada no dia 18 de Dezembro por 66 países na ONU.

Em Outubro um alto responsável da Igreja Católica classificou a homossexualidade como «um desvio, uma irregularidade, uma ferida».

Com a divida vénia - http://www.jornaldigital.com

MISSA DA MEIA NOITE - SOLENIDADE DO NATAL DO SENHOR





HOMILIA DO SANTO PADRE BENTO XVI

Basílica Vaticana
25 de Dezembro de 2008


«Quem se compara ao Senhor, nosso Deus, que tem o seu trono nas alturas e Se inclina lá do alto a olhar os céus e a terra?» Assim canta Israel num dos seus Salmos (113/112, 5s.), onde exalta simultaneamente a grandeza de Deus e sua benigna proximidade dos homens. Deus habita nas alturas, mas inclina-Se para baixo… Deus é imensamente grande e está incomparavelmente acima de nós. Esta é a primeira experiência do homem. A distância parece infinita. O Criador do universo, Aquele que tudo guia, está muito longe de nós: assim parece ao início. Mas depois vem a experiência surpreendente: Aquele que não é comparável a ninguém, que «está sentado nas alturas», Ele olha para baixo. Inclina-se para baixo. Ele vê-nos a nós, e vê-me a mim. Este olhar de Deus para baixo é mais do que um olhar lá das alturas. O olhar de Deus é um agir. O facto de Ele me ver, me olhar, transforma-me a mim e o mundo ao meu redor. Por isso logo a seguir diz o Salmo: «Levanta o pobre da miséria…» Com o seu olhar para baixo, Ele levanta-me, toma-me benignamente pela mão e ajuda-me, a mim próprio, a subir de baixo para as alturas. «Deus inclina-Se». Esta é uma palavra profética; e, na noite de Belém, adquiriu um significado completamente novo. O inclinar-Se de Deus assumiu um realismo inaudito, antes inimaginável. Ele inclina-Se: desce, Ele mesmo, como criança na miséria do curral, símbolo de toda a necessidade e estado de abandono dos homens. Deus desce realmente. Torna-Se criança, colocando-Se na condição de dependência total, própria de um ser humano recém-nascido. O Criador que tudo sustenta nas suas mãos, de Quem todos nós dependemos, faz-Se pequeno e necessitado do amor humano. Deus está no curral. No Antigo Testamento, o templo era considerado quase como o estrado dos pés de Deus; a arca santa, como o lugar onde Ele estava misteriosamente presente no meio dos homens. Deste modo sabia-se que sobre o templo, escondida, estava a nuvem da glória de Deus. Agora, está sobre o curral. Deus está na nuvem da miséria de uma criança sem lugar na hospedaria: que nuvem impenetrável e, no entanto, nuvem da glória! De facto, de que modo poderia aparecer maior e mais pura a sua predilecção pelo homem, a sua solicitude por ele? A nuvem do encobrimento, da pobreza da criança totalmente necessitada do amor, é ao mesmo tempo a nuvem da glória. É que nada pode ser mais sublime e maior do que o amor que assim se inclina, desce, se torna dependente. A glória do verdadeiro Deus torna-se visível quando se abrem os nossos olhos do coração diante do curral de Belém.

A narração do Natal feita por São Lucas, que acabámos de ouvir no texto evangélico, conta-nos que Deus levantou um pouco o véu do seu encobrimento primeiro diante de pessoas de condição muito humilde, diante de pessoas que habitualmente eram desprezadas na grande sociedade: diante dos pastores que, nos campos ao redor de Belém, guardavam os animais. Lucas diz-nos que estas pessoas «velavam». Nisto podemos ouvir ressoar um motivo central da mensagem de Jesus, na qual volta, repetidamente e com crescente urgência até ao Jardim das Oliveiras, o convite à vigilância, a permanecer acordados para nos darmos conta da vinda do Senhor e estarmos preparados para ela. Por isso, também aqui talvez a palavra signifique algo mais do que o simples estar externamente acordados durante as horas nocturnas. Eram pessoas verdadeiramente vigilantes, nas quais estava vivo o sentido de Deus e da sua proximidade; pessoas que estavam à espera de Deus e não se resignavam com o aparente afastamento d’Ele na vida de cada dia. A um coração vigilante pode ser dirigida a mensagem da grande alegria: esta noite nasceu para vós o Salvador. Só o coração vigilante é capaz de crer na mensagem. Só o coração vigilante pode incutir a coragem de pôr-se a caminho para encontrar Deus nas condições de uma criança no curral. Peçamos ao Senhor para que nos ajude, a nós também, a tornarmo-nos pessoas vigilantes.

São Lucas narra-nos ainda que os próprios pastores ficaram «envolvidos» pela glória de Deus, pela nuvem de luz, encontravam-se dentro do resplendor desta glória. Envolvidos pela nuvem santa ouvem o cântico de louvor dos anjos: «Glória a Deus no mais alto dos céus e paz na terra aos homens por Ele amados». E quem são estes homens por Ele amados senão os pequenos, os vigilantes, aqueles que estão à espera, esperam na bondade de Deus e procuram-No olhando para Ele de longe?

Nos Padres da Igreja, é possível encontrar um comentário surpreendente ao cântico com que os anjos saúdam o Redentor. Até àquele momento – dizem os Padres – os anjos tinham conhecido Deus na grandeza do universo, na lógica e na beleza do cosmos que provêm d’Ele e O reflectem. Tinham acolhido por assim dizer o cântico de louvor mudo da criação e tinham-no transformado em música do céu. Mas agora acontecera um facto novo, até mesmo assombroso para eles. Aquele de quem fala o universo, o próprio Deus que tudo sustenta e traz na sua mão, Ele mesmo entrara na história dos homens, tornara-Se um que age e sofre na história. Do jubiloso assombro suscitado por este facto inconcebível, por esta segunda e nova maneira em que Deus Se manifestara – dizem os Padres – nasceu um cântico novo, tendo o Evangelho de Natal conservado uma estrofe para nós: «Glória a Deus no mais alto dos céus e paz na terra aos homens». Talvez se possa dizer, segundo a estrutura da poesia hebraica, que este versículo nas suas duas frases diz fundamentalmente a mesma coisa, mas duma perspectiva diversa. A glória de Deus está no alto dos céus, mas esta sublimidade de Deus encontra-se agora no curral, aquilo que era humilde tornou-se sublime. A sua glória está sobre a terra, é a glória da humildade e do amor. Mais ainda: a glória de Deus é a paz. Onde está Ele, lá está a paz. Ele está lá onde os homens não querem fazer, de modo autónomo, da terra o paraíso, servindo-se para tal fim da violência. Ele está com as pessoas de coração vigilante; com os humildes e com aqueles que correspondem à sua elevação, à elevação da humildade e do amor. A estes dá a sua paz, para que, por meio deles, entre a paz neste mundo.

O teólogo medieval Guilherme de S. Thierry disse uma vez: Deus viu, a partir de Adão, que a sua grandeza suscitava no homem resistência; que o homem se sente limitado no ser ele próprio e ameaçado na sua liberdade. Portanto Deus escolheu um caminho novo. Tornou-Se um Menino. Tornou-Se dependente e frágil, necessitado do nosso amor. Agora – diz-nos aquele Deus que Se fez Menino – já não podeis ter medo de Mim, agora podeis apenas amar-Me.

É com tais pensamentos que, esta noite, nos aproximamos do Menino de Belém, daquele Deus que por nós quis fazer-Se criança. Em cada criança, há o revérbero do Menino de Belém. Cada criança pede o nosso amor. Pensemos, pois, nesta noite de modo particular também naquelas crianças às quais é recusado o amor dos pais; nos meninos da rua que não têm o dom de um lar doméstico; nas crianças que são brutalmente usadas como soldados e feitas instrumentos da violência, em vez de poderem ser portadores da reconciliação e da paz; nas crianças que, através da indústria da pornografia e de todas as outras formas abomináveis de abuso, são feridas até ao fundo da sua alma. O Menino de Belém é um renovado apelo que nos é dirigido para fazermos tudo o que for possível a fim de que acabe a tribulação destas crianças; para fazermos tudo o que for possível a fim de que a luz de Belém toque os corações dos homens. Somente através da conversão dos corações, somente através de uma mudança no íntimo do homem se pode superar a causa de todo este mal, pode ser vencido o poder do maligno. Somente se mudarem os homens é que muda o mundo e, para os homens mudarem, precisam da luz que vem de Deus, daquela luz que de modo tão inesperado entrou na nossa noite.

E falando do Menino de Belém, pensemos também na localidade que responde ao nome de Belém; pensemos naquela terra onde Jesus viveu e que Ele amou profundamente. E peçamos para que lá se crie a paz. Que cessem o ódio e a violência. Que desperte a compreensão recíproca, se realize uma abertura dos corações que abra as fronteiras. Que desça a paz que os anjos cantaram naquela noite.

No Salmo 96/95, Israel e, com ele, a Igreja louvam a grandeza de Deus que se manifesta na criação. Todas as criatura são chamadas a aderir a este cântico de louvor, encontrando-se lá também este convite: «Alegrem-se as árvores da floresta, diante do Senhor que vem» (12s.). A Igreja lê este Salmo também como um profecia e simultaneamente uma missão. A vinda de Deus a Belém foi silenciosa. Somente os pastores que velavam foram por uns momentos envolvidos no esplendor luminoso da sua chegada e puderam ouvir uma parte daquele cântico novo que brotara da maravilha e da alegria dos anjos pela vinda de Deus. Esta vinda silenciosa da glória de Deus continua através dos séculos. Onde há fé, onde a sua palavra é anunciada e escutada, Deus reúne os homens e dá-Se-lhes no seu Corpo, transforma-os no seu Corpo. Ele «vem». E assim desperta o coração dos homens. O cântico novo dos anjos torna-se cântico dos homens que, ao longo de todos os séculos, de forma sempre nova cantam a vinda de Deus como Menino e, a partir do seu íntimo, tornam-se felizes. E as árvores da floresta vão até Ele e exultam. A árvore na Praça de São Pedro fala d’Ele, quer transmitir o seu esplendor e dizer: Sim, Ele veio e as árvores da floresta aclamam-No. As árvores nas cidades e nas casas deveriam ser algo mais do que um costume natalício: indicam Aquele que é a razão da nossa alegria – o próprio Deus que por nós Se fez menino. O cântico de louvor, no mais fundo, fala enfim d’Aquele que é a própria árvore da vida reencontrada. Pela fé n’Ele, recebemos a vida. No sacramento da Eucaristia, dá-Se a nós: dá uma vida que chega até à eternidade. Nesta hora, juntamo-nos ao cântico de louvor da criação e o nosso louvor é ao mesmo tempo uma oração: Sim, Senhor, fazei-nos ver algo do esplendor da vossa glória. E dai a paz à terra. Tornai-nos homens e mulheres da vossa paz.

Amen.

Fonte: http://www.vatican.va

quinta-feira, 25 de Dezembro de 2008

MENSAGEM DE NATAL DO PAPA E BÊNÇÃO "URBI ET ORBI"












Cidade do Vaticano, 25 dez (RV) –
Dia de Natal, memorial do nascimento de N.S.J.C.! Neste dia maravilhoso para todos os cristãos e para toda a humanidade, Bento XVI apareceu ao balcão central da Basílica Vaticana, para transmitir a sua Mensagem de Natal a todos os homens de boa vontade, seguida da sua Bênção “Urbi et Orbi” à Cidade de Roma e ao mundo inteiro. A Praça São Pedro estava repleta de peregrinos, fiéis e turistas, provenientes de várias partes da Itália e do mundo, que acolheram com fé a mensagem do Santo Padre. Estavam presentes também, entre outros, as bandas musicais do Corpo da Guarda Suíça Pontifícia e dos Carabineiros da Itália, que executaram, respectivamente, o hino Pontifício e o hino Nacional da Itália. O Santo Padre iniciou sua longa e densa Mensagem de Natal, com as seguintes palavras: Amados irmãos e irmãs: ‘manifestou-se a todos os homens a graça de Deus, nosso Salvador’. Com estas palavras do apóstolo Paulo, eu renovo o jubiloso anúncio do Natal de Cristo! Ele se manifestou! Eis o que a Igreja celebra hoje. A graça de Deus, rica em bondade e ternura, não está mais oculta, mas se manifestou na carne, mostrou o seu rosto. E o Papa perguntou: "onde" isto aconteceu? Em Belém. "Quando"? Sob o império de César Augusto, durante o primeiro recenseamento. "Quem" revelou a graça de Deus? Um recém-nascido, o Filho da Virgem Maria. Nele manifestou-se a graça de Deus, nosso Salvador. Eis porque o recém-nascido se chama “Jehoshua” (“Jesus”), que significa “Deus salva”. A graça de Deus manifestou-se! Eis o verdadeiro significado de Natal: festa de luz. Não uma luz total, como aquela que envolve todas as coisas em pleno dia, mas um clarão na noite, que se difunde de um ponto concreto do universo: a gruta de Belém, onde o Deus Menino veio à luz. Na verdade, disse o Pontífice, Ele a luz que se propaga, que dissipa as trevas e nos permite compreender o sentido e o valor da nossa existência e da história. Todo presépio é um convite simples e eloqüente a abrir o coração e a mente ao mistério da vida. É um encontro com a Vida imortal, que se fez mortal na mística cena do Natal: uma cena que podemos admirar também aqui, nesta Praça, como em inumeráveis igrejas e capelas do mundo inteiro e em toda a casa onde é adorado o nome de Jesus. No casebre humilde e pobre de Belém, poucas pessoas encontraram o recém-nascido, mas ele veio para todos: judeus e pagãos, ricos e pobres, de perto e de longe, cristãos e não cristãos… Os que acolheram o Verbo encarnado, naquela noite fria de Belém foram Maria e José, que o esperavam com amor, e os pastores, que vigiavam durante a noite. Portanto, uma pequena comunidade acorreu para adorar o Menino Jesus; uma pequena comunidade que representa a Igreja e todos os homens de boa vontade. Também hoje, aqueles que o esperam e procuram, encontram Deus, que por amor se fez nosso irmão: os pobres em espírito, os aflitos, os mansos, os famintos de justiça, os misericordiosos, os puros de coração, os artesãos da paz, os perseguidos por causa da justiça. Estes reconhecem em Jesus o rosto de Deus e, como os pastores de Belém, regressam às suas casas, renovados no coração pela alegria do seu amor. Irmãos e irmãs que me escutam. A todos os homens se destina o anúncio de esperança que constitui o coração da mensagem de Natal. Jesus nasceu para todos. E, como em Belém, Maria o ofereceu aos pastores, neste dia também a Igreja o apresenta à humanidade inteira, para que possa transformar o mal em bem e mudar o coração do homem, tornando-o oásis de paz. Que todos possam experimentar a força da graça salvadora de Deus, sobretudo as numerosas populações que vivem ainda nas trevas e nas sombras da morte. E o Papa acrescentou: Que a Luz divina de Belém se difunda na Terra Santa, onde o horizonte parece tornar-se obscuro para israelenses e palestinos; difunda-se no Líbano, no Iraque e todo o Oriente Médio; torne fecundos os esforços dos que não se resignam com a lógica perversa do conflito e da violência; pelo contrário, privilegiam o caminho do diálogo e das negociações para se harmonizar as tensões internas nos diversos países e encontrar soluções justas e duradouras para os conflitos que atormentam a região. Por esta Luz, que transforma e renova, continuou o Papa, anelam os habitantes do Zimbábue, na África, oprimidos há tanto tempo por uma crise política e social, que, infelizmente, continua a agravar-se; como também os homens e as mulheres da República Democrática do Congo, especialmente na martirizada região do Kivu, do Darfour, no Sudão, e da Somália, cujos infinitos sofrimentos são uma trágica conseqüência da falta de estabilidade e de paz. Por esta Luz, enfim, esperam, sobretudo, as crianças destes países e de tantos outros em dificuldade, a fim de que lhes seja restituída a esperança de um futuro melhor: Que a Luz do Natal resplandeça e encoraje todos a agirem com espírito de autêntica solidariedade, especialmente onde a dignidade e os direitos da pessoa humana são espezinhados; onde os egoísmos pessoais ou de grupo prevalecem sobre o bem comum; onde se corre o risco de se acostumar ao ódio fratricida a à exploração do homem pelo homem; onde as lutas internas dividem grupos e etnias e dilaceram a convivência; onde o terrorismo continua a atacar; onde falta o necessário para a sobrevivência; onde se olha com apreensão para um futuro que se vai tornando cada vez mais incerto, mesmo nas nações do bem-estar”. Enfim, hoje “se manifestou a graça de Deus Salvador” neste nosso mundo, com as suas potencialidades e as suas fragilidades, com os seus progressos e as suas crises, com as suas esperanças e as suas angústias. Por isso, o Pontífice exortou os fiéis a adorar o filho de Maria em cada ângulo da terra. Ele veio mostrar-nos o caminho da paz. E o Papa concluiu: Deus veio ao nosso encontro e mostrou-nos o seu rosto, rico em misericórdia! Que a sua graça não seja vã para nós! Procuremos Jesus, deixemo-nos atrair pela sua luz, que dissipa a tristeza e o medo do coração do homem. Aproximemo-nos dele com confiança e humildade, e prostrados, o adoremos. Após esta sua Mensagem natalina, Bento XVI passou a expressar seus votos de Feliz Natal, aos milhares de presentes na Praça São Pedro e ao mundo inteiro, em 64 línguas. Iniciando com a língua italiana e concluindo com o latim, o Santo Padre fez as suas felicitações natalinas em português. Ao término concedeu a todos a sua Bênção “Urbi et Orbi” à Cidade de Roma e a ao mundo inteiro. Vamos ouvi-lo: “Feliz Natal para todos! O nascimento do Menino Jesus ilumine de alegria e paz vossos lares e nações”! (MT) BENEDIZIONE “URBI ET ORBI”

"vou assentar arraiais em Câmara de Lobos para combater esse inimigo infiltrado, a bengala do PSD, que domina metade do PS (...)"



















O famoso deputado do Assembleia Legislativa da Madeira eleito pelo Partido da Nova Democracia, José Manuel Coelho (na imagem, ao seu mais alto nível), anunciou que vai arrumar as botas. A partir de 1 de Janeiro, cessa funções. É pena. Mas o homem diz-se "fatigado das grandes lutas que o PND travou nos últimos tempos". Coitado. É tempo do seu merecido descanso. Que descanse bem, pois a Democracia na Madeira e em Portugal - e, porque não, no Mundo - precisa dele activo e interveniente. Ele, de resto, como é seu apanágio, não foge com o peito às balas: "vou assentar arraiais em Câmara de Lobos para combater esse inimigo infiltrado, a bengala do PSD, que domina metade do PS (...)". O futuro ex-deputado não se coíbe de chamar as coisas pelos nomes, e fá-lo com um palavreado que importa reter. Na verdade, importa também observar-lhe a figura, o semblante, reparar no nariz, na careca, na estatura; e ouvir-lhe a voz, especialmente o tom, o sotaque; e conhecer-lhe as acções de protesto no parlamento madeirense, desde o relógio de cozinha à bandeira nazi. Porque cada uma destas particularidades, por si ou em conjunto, fazem com que seja muitíssimo difícil levar este senhor Zé Manel a sério (o próprio nome presta-se a isso).
Mas que importam a sua fraca figura, o folclore rasco do seu discurso, o dramatismo exagerado dos seus protestos? Importam, digo eu, muito pouco - se lhes extraírmos (ao discurso e aos protestos me refiro) aquilo que de valor lhes está subjacente; por exemplo: "defendemos uma alternância democrática de poder na Madeira porque temos um governo com 30 anos, como nos países africanos"; "dos tribunais não podemos esperar nada e o Ministério Público é outra desgraça que arquiva tudo o que a Polícia Judiciária investiga contra o regime"; "[temos de combater os] patos bravos que estão a destruir o património natural, os responsáveis municipais que estão feitos com os empreiteiros que constroem indiscriminadamente, verificando-se uma anarquia completa da paisagem"; "[queremos incentivar] as pessoas a deixarem de ter medo e a dizerem o que realmente pensam".
Será certamente muito difícil desmentir a pertinência e validade disto que aqui se cita. De resto, já há muito que se tornou comum associar o Governo Regional da Madeira a atentados contra a liberdade na ilha e o novo democrata pouco acrescenta a isso.
Além disso, a urgência dalguns destes assuntos é igualmente verificável em Portugal continental, particularmente no que diz respeito ao ordenamento de território e à impotência da justiça. Quanto à alternância no poder, enfim, a diferença não é abismal, mas será concerteza muito rebuscado comparar a situação que cá se vive à de alguns países africanos eleitos democraticamente (ou não?); quanto ao sentimento de medo, enfim, sempre vamos presenciando algumas situações preocupantes, mas parecem nunca ser suficientes para que nos revoltemos definitivamente.
Logo, qualquer sinal de inconformismo e luta são bem-vindos. Dará o futuro ex-deputado eco perfeito à voz popular? Talvez sim. E, se sim, estará a cumprir (coisa rara entre os membros desta classe) a sua função.
Por tudo isto, volto ao princípio: é pena que o deputado José Manuel arrume as botas.
Mas, enfim, nada mais.

A distribuição do PND













O Partido da Nova Democracia (PND) distribuiu hoje 7500 euros pelos reformados madeirenses. Como protesto pelo novo sistema de financiamento dos Grupos Parlamentares e partidos aprovado no dia 16 na Assembleia Legislativa da Madeira, o Partido da Nova Democracia distribuiu hoje 7500 euros pelos reformados madeirenses. Claro que é uma medida populista, como tudo o é na Madeira do Rei do Populismo. Mas até há uma certa coerência no populismo do PND; como votaram contra decidiram doar o que recebem a mais. Para o ano, se a lei continuar em vigor, a distribuição continua e em sacos. Os reformado agradecem, por muito pouco que seja, para um reformado será sempre bem-vindo.

Com a devida vénia - http://notasaocafe.wordpress.com/

“as pessoas a deixarem de ter medo e a dizerem o que realmente pensam”.
















- O deputado único do PND, José Manuel Coelho, que exibiu a bandeira nazi no parlamento madeirense anunciou hoje que vai abandonar as funções parlamentares a partir de 01 de Janeiro.
“Estou fatigado das grandes lutas que o PND travou nos últimos tempos que causaram um grande desgaste psicológico e emocional, pelo que preciso de mudar”, declarou à agência Lusa. José Manuel Coelho acrescentou que partido resolveu dar assim “um presente de Natal aos deputados da maioria do PSD e da restante oposição na Assembleia Legislativa da Madeira”. “Vou dar um descanso aos deputados madeirenses que estão ofendidos e fartos de mim porque pensam que vou roubar-lhes votos”, diz. O polémico parlamentar madeirense destaca que aquilo que o move “não é a conquista de votos mas a restauração da democracia na Madeira que o PSD depois do 25 de Abril meteu no bolso”. Salienta que a sua actuação teve como objectivo incentivar “as pessoas a deixarem de ter medo e a dizerem o que realmente pensam”. “Embora saia da Assembleia Legislativa não vou ficar parado, vou é actuar noutra frente porque sou um revolucionário profissional”, noticiou. Adiantou que a sua próxima batalha será no concelho de Câmara de Lobos, onde será o cabeça de lista às próximas eleições autárquicas, com o objectivo de “desmistificar o submarino jardinista perigoso para a democracia, que é o deputado do MPT, João Isidoro Gonçalves”. “Defendemos uma alternância democrática de poder na Madeira porque temos um governo com 30 anos, como nos países africanos”, aponta. “Vou assentar arraiais em Câmara de Lobos para combater esse inimigo infiltrado, a bengala do PSD, que domina metade do PS, partido que conhece muito bem, naquele concelho e como está ressabiado quer fazer tudo para descredibilizar o antigo partido”, destaca. José Manuel Coelho acrescenta que outro alvo a combater naquela localidade é os “patos bravos que estão a destruir o património natural, os responsáveis municipais que estão feitos com os empreiteiros que constroem indiscriminadamente, verificando-se uma anarquia completa da paisagem”. “Quero desmistificar o deputado João Isidoro, ajudar o PS a ser alternância ao PSD na Madeira e impedir que destruam o concelho de Câmara de Lobos, o que está a acontecer com a conivência do Ministério Público e dos juízes. Dos tribunais não podemos esperar nada e o Ministério Público é outra desgraça que arquiva tudo o que a Polícia Judiciária investiga contra o regime. Então a luta tem de ser política”, argumenta. José Manuel Coelho assumiu as funções de deputado no parlamento madeirense em Abril de 2008, substituindo Baltasar Aguiar que suspendeu o mandato por razões profissionais e pessoais e regressa agora à ALM.. Desde então a sua postura controversa e irreverente tem marcado os trabalhos plenários, começando com o episódio em que colocou um relógio de cozinha ao pescoço, passando pelas acusações directas a alegadas situações de corrupção dirigidas ao líder da bancada parlamentar do PSD, Jaime Ramos, e ao seu “filhote”. O mais mediático foi o exibir uma bandeira nazi em protesto pelo “regime fascista e totalitário” do PSD, que gerou polémica porque ilegalmente suspenso pela Mesa da ALM e impedido de entrar nas instalações do parlamento, situação que gerou queixas junto das autoridades judiciais. José Manuel Coelho diz que “fez nestes últimos meses um trabalho positivo”, sustentando que “foi uma experiência enriquecedora, mas provocou um grande desgaste porque o inimigo é muito forte, é uma pessoa só contra todas”.
AMB

Com a devida vénia Agencia Lusa

quarta-feira, 24 de Dezembro de 2008

FELIZ NATAL

terça-feira, 23 de Dezembro de 2008

Madeira: PND-M distribuíu 7.500 euros aos reformados em protesto contra sistema de financiamento dos partidos

video

Com a devida vénia Agencia Lusa

segunda-feira, 22 de Dezembro de 2008

Nem sede...









Nem sede tem, Nem sede tem, Nem sede tem, Nem sede tem, Nem sede tem, Nem sede tem, Nem sede tem, Nem sede tem, Nem sede tem, Nem sede tem, Nem sede tem, Nem sede tem, Nem sede tem, Nem sede tem, Nem sede tem, Nem sede tem, Nem sede tem, Nem sede tem, Nem sede tem, Nem sede tem... Blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá

Realmente a dor de corno é uma coisa terrível!

E hoje deve ter recebido instruções de AJJ... Estava a ser muito brando...


Com a devida vénia à A Cagarra

Idosos fazem fila na Rua da Alfândega





PND distribui 7.500 euros aos reformados
Centenas de idosos fizeram fila, esta manhã, junto ao número número 71 da Rua da Alfândega. No segundo andar, José Manuel Coelho acompanhado por Baltasar Aguiar, distribuiu envelopes contendo 30 euros aos idosos com mais de 70 anos que se deslocaram à sede parlamentar do PND. A iniciativa tem por objectivo protestar contra o aumento das subvenções aos partidos. Os 7.500 euros serão distribuídos aos primeiros 250 idosos que se deslocarem à sede parlamentar do partido.Artigos relacionados:
Ofertas do PND fora do 'trabalho parlamentar'O PND vai dar 30 euros a cada idoso mas o Tribunal pode ordenar a reposiÇão da verba
Com a devida vénia ao Diário de Notícias - Madeira

Dá que pensar...














































PND-M distribuíu 7.500 euros aos reformados em protesto contra sistema de financiamento dos partidos







O Partido da Nova Democracia (PND) distribuiu hoje 7.500 euros pelos reformados num gesto de protesto pelo sistema de financiamento dos Grupos Parlamentares e partidos aprovado no dia 16 na Assembleia Legislativa da Madeira. O deputado José Manuel Coelho e o presidente do PND-M, Baltasar Aguiar, distribuíram envelopes contendo 30 euros cada destinados aos primeiros 250 primeiros reformados que se dirigissem à sede da sua representação parlamentar. Às 09:00 da manhã uma fila de 71 pessoas aguardava que a porta abrisse para subir ao segundo andar do edifício 71 da Rua da Alfândega, na cidade do Funchal. Em declarações à Agência Lusa, Baltasar Aguiar condenou o actual modelo de financiamento dos grupos parlamentares e partidos e referiu que o PND-M quer acabar com a “manjedoura pouco honesta dos partidos políticos”. “Os contribuintes da Madeira têm na nossa representação parlamentar um aliado. Todo este dinheiro, enquanto este sistema continuar, que vier para o nosso partido e que for excessivo vamos devolvê-lo aos contribuintes”, referiu. Baltasar Aguiar avisou ainda que se a lei de financiamento dos partidos e dos grupos parlamentares não for revogada, o PND-M irá distribuir no próximo ano dinheiro em sacas em frente à porta da Assembleia Legislativa. A Assembleia Legislativa da Madeira votou no dia 16 a sua nova Lei Orgânica que contempla para 2009 uma verba de 5,1 milhões de euros para os grupos parlamentares. O projecto de decreto legislativo regional foi votado pelos deputados do PSD-M e teve a abstenção do MPT-M e o chumbo dos restantes partidos (CDS/PP-M, PS-M, PCP-M, BE-M e PND-M) que consideraram a proposta "inoportuna" face à crise económica e financeira do país e da região. A verba de 5,1 milhões de euros deverá ser, assim, repartida caso não seja chumbada pelo Representante da República: 3,6 milhões de euros para o PSD-M, 754 mil euros para o PS (que nesta legislatura tem menos 12 deputados), 216 mil para o CDS/PP-M e PCP-M e 108 mil euros para os partidos com deputados únicos (BE-M, MPT-M e PND-M). A Assembleia Legislativa passou, em 2007, de 68 para 47 deputados. A nova Lei estabelece um novo cálculo de aferição substituindo o referencial do Salário Mínimo Nacional pelo do Indexante de Apoios Sociais (equivalente à taxa de inflação), passando cada deputado a valer cerca de 108 mil euros/ano. Na ocasião, o deputado do PSD-M Élvio Encarnação defendeu a necessidade desta alteração por ser "importante adoptar como unidade de referência para o cálculo da subvenção pública o I.A.S já que o Salário Mínimo vem sofrendo aumentos significativos, prevendo-se que se mantenha tal tendência, o que elevaria, de forma excessiva, a subvenção pública de financiamento partidário, incompatível com as actuais dificuldades financeiras do Estado e a crise que o País atravessa". "Os partidos com representação parlamentar dispõem, para utilização de gabinetes constituídos por pessoal da sua livre escolha, nomeação e exoneração, de uma verba anual calculada nos seguintes termos: 4 x 14 I.A.S (Indexante de Apoios Sociais/mês/número de deputados)", refere a nova Lei Orgânica, que tem carácter retroactivo a 06 de Maio de 2007, data das últimas eleições legislativas regionais.

Com a devida vénia Agencia Lusa

domingo, 21 de Dezembro de 2008

Dá que pensar...








sexta-feira, 19 de Dezembro de 2008

Um exemplo a seguir ....





















O PND/Madeira vai distribuir, segunda-feira, um envelope com 30 euros, num total de cinco mil euros, aos idosos com setenta ou mais anos de idade que se apresentem nas suas instalações na Assembleia Legislativa da Madeira (ALM), refere a Lusa.
O gesto foi anunciado pelo deputado único do PND, José Manuel Coelho, e surge como forma de reacção «ao escandaloso e vergonhoso jackpot para os partidos que o PSD/M fez aprovar na Assembleia». O PND e toda a oposição, à excepção do MPT, que se absteve, votaram contra a alteração da Lei Orgânica da ALM que prevê um aumento de 16 por cento nas subvenções aos partidos com assento parlamentar, proposta pelo PSD. Com esta medida, a ALM vai destinar 5,1 milhões de euros aos partidos para 2009, dos quais 3,7 milhões são para o PSD, 840 mil euros para o PS e 108 mil para os partidos com um só deputado, casos do PND e MPT. No próximo ano vai distribuir sacos de dinheiro à população José Manuel Coelho manifestou ainda a sua «indignação» por esta proposta «prever retroactivos desde 2007» e referiu que, caso estes retroactivos sejam aprovados, «o PND, no próximo ano, vai estar à porta do parlamento a distribuir sacos de dinheiro à população». «Não se compreende este jackpot milionário aos partidos à custa dos contribuintes. É escandaloso, perante o número de desempregados e os pensionistas que recebem reformas miseráveis, que nem sequer dão para os medicamentos», disse. Na segunda-feira, a partir das 09:00 horas da manhã, serão distribuídos os respectivos envelopes com os 30 euros na sede do PND Madeira, na Rua da Alfândega, 71, 2º andar.


Com a devida vénia ao IOL Portugal Diário

quinta-feira, 18 de Dezembro de 2008

AR: PCP volta a terceira força política com “perda” de deputado do CDS-PP


















O PCP voltou hoje a ser a terceira força parlamentar com a passagem de José Paulo Carvalho à condição de deputado não inscrito, depois de ter perdido o “lugar” em 2007 para o CDS-PP. A bancada comunista passara, em Dezembro de 2007, de terceira a quarta força por ter 11 deputados, menos um que o CDS-PP, após a saída de Luísa Mesquita, que se tornou “deputada não-inscrita”. ´
Hoje, com a passagem de José Paulo Carvalho a deputado não inscrito, a mesa da Assembleia da República informou a bancada do PCP de que era, de novo, a terceira força na Assembleia e até fez uma emenda ao boletim informativo do dia.
PCP e CDS-PP têm ambos 11 deputados cada, mas os comunistas, que concorreram coligado com o PEV na CDU, tiveram mais votos (433.369) do que os democratas-cristãos (416.415) nas eleições legislativas de 2005. Em 2007, a decisão de a bancada comunista passar de terceira a quarta força passou por uma conferência de líderes parlamentares, que decidiu também que o PCP manter-se-ia como terceira força para efeitos de representação externa.
NS.
Com a devida vénia Agencia Lusa

quarta-feira, 17 de Dezembro de 2008

Dá que pensar...





























Fotos cedida gentilmente por M. A

HAJA MEMÓRIA














"Porque é munto fraca a memória na política e nos políticos", aqui deixo um texto de 31 de Janeiro de 2003, altura em que alguns já percebiam o que muitos outros têm percebido nos anos seguintes. E ainda hoje...


CARTA ABERTA AO CDS


1.Decidimos deixar o CDS e a razão é muito simples: continuamos a acreditar nos mesmos valores, nas mesmas ideias e nos mesmos pressupostos, que nos levaram um dia a querer intervir politicamente. Mas isso é hoje, na nossa opinião, incompatível com a manutenção neste partido.


Estar na Juventude Centrista, organização que nos recebeu quando ainda nem idade para votar tínhamos, depois no CDS e posteriormente no Partido Popular que ajudámos, com empenho e dedicação, a fundar, foi sempre sinónimo para nós de liberdade e diferença. Liberdade face ao sistema instituído e diferença face a uma prática política dominante, com a qual nunca nos quisemos identificar. Teve custos esta atitude!

Vimos muitos dos nossos concorrentes saltitarem de posição em posição, para, em nome de uma coerência muito privada, conquistarem o poder a qualquer preço; vimos ainda muitos outros atravessarem a fronteira da dita sociedade civil, para procurarem no mundo da política não os meios de defesa de um mundo melhor, mas apenas as condições para uma promoção social, profissional ou mesmo económica ou até por uma necessidade de imunidade; vimos também ser repetidamente confundida a política dos negócios, com os negócios da política, mas nenhuma destas circunstâncias nos demoveu, do caminho que tínhamos escolhido.

Não nos arrependemos! A política é, sempre foi e sempre será, para cada um de nós, um exercício de competição empenhado, mas ao mesmo tempo descomprometido. Empenhado, na medida em que nenhum combate pode ser travado sem ânimo e sem fé, descomprometido porque sendo o poder uma legítima meta a alcançar, ele não é em si mesmo nem o fim da política, nem o fim para aqueles que nela se movimentam. Esgotar a política, toda ela, na pura conquista do poder é resumi-la, uma vez alcançado esse poder, a toda a espécie de compromissos e jogos que conduzam à sua manutenção. Ora, olhando à nossa volta, sabemos ser isso que se passa, razão que leva aos sucessivos aumentos de abstenção e ao crescente desinteresse pela actividade dos políticos e dos partidos.

O que é verdade e lei na oposição, torna-se incómodo e esquecido no governo, o que é ponto de honra quando se está de fora do sistema não é mais do que uma questão a remeter para o esquecimento do passado, quando se alcança o poder e se é investido em funções governativas.

Acresce a estes factos, que a política perdeu alma, perdeu autenticidade e a crença em ideais foi substituída por um combate publicitário, em que tudo vale desde que útil à vitória.

O Povo, esse desconhecido útil no momento do voto, torna-se então dispensável, sendo imprescindível que a argumentação da conjuntura, dos meios encontrados e das condições adversas surja torrencial para calar críticas, para apagar reivindicações ou até para abafar perguntas sobre promessas que tardam em ser cumpridas. Tudo em nome do país ou até, para que a pompa seja mais conforme com a indumentária, em nome do Estado, precisamente para que quem ouse discordar sinta o peso da sua imensa responsabilidade.


2. Acontece que tendo o CDS chegado ao governo, o panorama não mudou. Um partido que lutou durante anos, ininterruptamente, pela mudança do sistema e pela afirmação livre de princípios políticos que sempre o autonomizaram, simplesmente soçobrou na exacta hora de demonstrar coerência na acção.

No plano das ideias políticas, nomeadamente na questão concreta do modelo de evolução da União Europeia, rendeu-se ao modelo do bloco burocrático de Bruxelas. É certo que pode ser conveniente, sob o ponto de vista táctico, que os seus mais empenhados dirigentes, à pressa, apareçam a jurar o contrário, mas a realidade não admite dúvidas. O bloco burocrático de Bruxelas viu aumentar, formalmente, a lista dos seus apoiantes;

No plano ideológico, ao nível nacional, quando se esperava que o CDS fosse no governo, a alavanca das verdadeiras mudanças, o que se assiste é tão só a uma acomodação perante o sistema, esquecendo-se que as mudanças não se alcançam pelo anúncio, pela mera propaganda ou pela intenção, mas pela sua efectiva concretização.

No plano da prática, face ao Estado e ao seu aparelho, quando se esperava, e até exigia, total diferença, a desilusão não pode ser maior. O CDS entrou no sistema, vive no e do sistema e como se isso não fosse já grave, degladia-se internamente na disputa de lugares e na distribuição de postos políticos.


Por último, no plano interno o CDS deixou de ser um espaço de liberdade. A democracia interna funciona apenas quando se está de acordo com a Direcção. Perseguem-se militantes disciplinarmente por delito de opinião. O CDS é hoje um partido que pratica dentro de casa o contrário do que defende para o Estado e para os outros.

Eis pois o cenário em que se realizará o próximo Congresso, ou melhor dizendo, a festa comício para aclamar o poder, só o poder, nada mais do que o poder.

Respeitamos que assim seja. A liberdade de que não abdicamos para discordar e sair é a mesma que assiste a quem desta forma hoje dirige o partido, e nele assim quer estar e continuar.

Registamos apenas que o espaço político que existe no país para a diferença deixou de existir e de estar no CDS.

Só que para nós esta hora chegou ao fim e é tempo de partir. Somos movidos pela mesma fé, pela mesma vontade, pela mesma coragem, pela mesma determinação com que lutámos no Partido Popular. Não prescindimos de lutar por Portugal, defendendo para ele e para quantos nele queiram viver, os ideais de Liberdade e de Justiça que orientam as nossas mais firmes convicções. Não cedemos, não recuamos, não desistimos. E por isso mesmo não confundimos os meios ou os instrumentos, com a própria ideia que temos da actividade política. É que enquanto para uns a política serve os Partidos, para nós os partidos estão ao serviço da Política.

Só assim vale a pena e porque assim é queremos começar já hoje a construir um novo futuro.


Lisboa, 31 de Janeiro de 2003


Francisco Peixoto

Gonçalo Ribeiro da Costa

Jorge Ferreira

Nuno Correia da Silva


Com a devida vénia TOMAR PARTIDO

terça-feira, 16 de Dezembro de 2008

Pequeno líder














Paulo Portas foi reeleito presidente do CDS – era o candidato único e obteve 95% dos votos. Quem estiver distraído pode julgar que se trata de uma grande vitória – mas não o é. Para além do resultado ‘norte-coreano’, aquilo que sobressai é a ausência de debate e de diferença.

Ser do CDS, hoje em dia, é estar integrado num culto de personalidade que não admite a menor divergência com o pensamento oficial. Todos os que revelam ideias próprias são esmagados pela lógica do ‘leninismo’ popular. Até Nobre Guedes, a quem Portas tudo deve, foi humilhado nas eleições para delegados ao Congresso.

Tentando legitimar-se fugir ao êxito do seu isolamento, Portas equiparou-se à vitória de Sócrates no PS – mas é como comparar a avenida da Boavista com a viela do Anjo.

Carlos de Abreu Amorim

Com a devida vénia Correio da Manhã

Ponto de não regresso














Caso Manuel Alegre faça a ruptura, pouca coisa ficará na mesma no sistema político português. A renovação da maioria absoluta do PS desvanecer-se-á.

A liderança, quase indisputada, de José Sócrates ficará periclitante. E se o PSD retomar a lucidez política, ou seja, caso prescinda da actual liderança (que cai a pique nas sondagens semana após semana), até a questão do vencedor das próximas Legislativas poderá estar em jogo.

Alegre divergiu de Sócrates irremediavelmente. Dirigiu-se directamente aos descontentes da área do PS. Alegre pode corporizar a insatisfação generalizada que se sente em toda a parte mas que não tem quem apoiar e transformá-la em votos. Então, a teimosia de Sócrates perderá os trunfos que a Oposição lhe tem ofertado.

Carlos de Abreu Amorim

Com a devida vénia Correio da Manhã

Paulo Portas e o seu partido é um bunker fechado sobre si próprio, de ar viciado, que não permite que alguém respire"













...Inconformado com a ausência de uma alternativa credível à direita, Manuel Monteiro lançou ontem um apelo público à convergência, desafiando Nobre Guedes, mas também personalidades como Ribeiro e Castro, Luís Mota Campos, Nogueira de Brito, ou Jaime Nogueira Pinto e Pedro Ferraz da Costa para, "num clima de liberdade", organizarem um Fórum das Direitas."Se as esquerdas são capazes de o fazer, seria grave que a direita não o conseguisse. Paulo Portas e o seu partido é um bunker fechado sobre si próprio, de ar viciado, que não permite que alguém respire", acusa.E considera mesmo que aquilo que aconteceu com Nobre Guedes mostra que o CDS se tornou "num partido de talibans, não de gente livre".O ainda líder da Nova Democracia garante que não procura protagonismo e defende a urgência de se organizar "uma casa comum da direita" que se afirme perante o PS. "O problema da direita é o de estar presa dos pés à cabeça em processos de suspeição e corrupção. Enquanto José Sócrates tiver os seus principais dirigentes nas mãos, eles nunca serão a verdadeira alternativa", vaticina...

Com a devida vénia Publico

CDS-PP: José Paulo Carvalho, Mota Campos e ex-deputada Tábita Mendes demitem-se



Um grupo de militantes do CDS-PP, entre os quais o deputado José Paulo Carvalho, Mota Campos e a ex-deputada Tábita Mendes vai desfiliar-se do partido em ruptura com a direcção de Paulo Portas, confirmou à agência Lusa fonte democrata-cristã. Às demissões de José Paulo de Carvalho, Mota Campos e João Anacoreta Correia, avançadas hoje pelo Público, soma-se a desfiliação de Tábita Ferreira Mendes, antiga deputada centrista por Bragança, que foi mandatária da candidatura de José Ribeiro e Castro à liderança do partido, disse à Lusa fonte do CDS-PP. A mesma fonte disse que "perto de uma centena" de militantes e dirigentes devem apresentar a demissão do partido nas próximas semanas, por “não acreditarem na capacidade de regeneração” do CDS-PP. Contactado pela Lusa, o ex-secretário de Estado João Luís Mota Campos afirmou que “a gota de água” para a sua desfiliação após 25 anos de militância foi o ponto sobre a estratégia política que consta do documento de orientação apresentado por Paulo Portas na sua recandidatura à liderança partidária. "Divergências profundas com a estratégia da actual direcção e em particular um aspecto da moção de estratégia que é a tese da equidistância. O dr. Paulo Portas, tal como eu, combateu profundamente a tese da equidistância. Ele mudou de opinião, eu não". No documento de orientação política da sua recandidatura à liderança do partido, Paulo Portas, eleito sábado com 95,1 por cento dos votos, defende que PS e PSD formam um "bloco central" e são demasiado parecidos para serem verdadeira alternância. Afastando cenários de "coligações ou acordos parlamentares", Paulo Portas situa o CDS-PP como o partido que pode contribuir para a estabilidade. O ex-secretário de Estado João Luís Mota Campos criticou ainda a "inutilidade completa" do CDS-PP, afirmando que entregará o cartão "desiludido e decepcionado". Aquele grupo de militantes convocou uma conferência de imprensa para terça-feira, na qual explicarão as razões da ruptura com a estratégia de Paulo Portas.

SF.

Com a devida vénia Agencia Lusa

Dá que pensar...



















































Fotos cedida gentilmente por JF

segunda-feira, 15 de Dezembro de 2008

EU SEI DE UM ASSUNTO QUE O MALHEIRO NÃO TEM OPINIÃO

domingo, 14 de Dezembro de 2008

Há coisas Fantásticas





















Na análise da semana, a desta semana, como se esperava, foi meter tudo no mesmo saco. O DN Madeira, não conseguiu observar nenhuma razão suficiente para colocar AJJ nos baixos do seu elevador. Diga-se que é obra!!!

Com a devida vénia Apontamentos sem nome (Carlos Pereira)

Parabéns, Professor Marcelo















Aniversário.
Marcelo Rebelo de Sousa faz hoje 60 anos. Uma data como as outras? Não. O 'enfant terrible' do PSD chegou à idade da razão presidencial. Se Cavaco Silva recusar um segundo mandato, é Marcelo que estará na primeira linha de uma candidatura de direita. O homem que já foi quase tudo em Portugal, simultaneamente actor político e comentador político em permanência, falhou vários combates, da presidência da Câmara de Lisboa à malsucedida liderança do PSD. Prepara-se há anos para o topo do regime. Já nem esconde em público que esse é o caminho Marcelo faz 60 anos. Chega, enfim, à idade presidenciável Por motivos inexplicáveis, o vox populi nacional só regista dois "professores" na política activa: o "prof." Cavaco Silva e o "prof." Marcelo Rebelo de Sousa. Hoje, o professor Marcelo, que sonha substituir o professor Cavaco Silva, chega à idade em que, em Portugal, se pode pensar com realismo no topo da carreira política, a instalação no Palácio de Belém: 60 anos. Nem sempre foi assim: Ramalho Eanes tornou-se presidente da República aos 41 anos, mas também isso foi produto das contigências de uma revolução feita por homens muito jovens, na sua maioria. (E talvez seja demasiado discorrer aqui sobre a revolução que se operou na noção de idade dos anos 70 até hoje.) Marcelo já não esconde o seu desejo de poder vir a substituir Cavaco Silva - será candidato se inesperadamente o actual Presidente recusar um segundo mandato, será candidato com toda a segurança em 2014, se ninguém no PSD se atravessar no caminho: José Manuel Durão Barroso, em 2014 um ex-presidente da Comissão Europeia que não enjeitará uma proposta assim. A personagem com o sentido mais lúdico do "dever" que existe no regime, o homem antítese do formalismo de Estado, o candidato que mergulhou no Tejo numa acção de campanha para a sua (falhada) tentativa de ser presidente da Câmara de Lisboa, em 1989, o homem que segundo Paulo Portas jornalista lhe fez um relato de um jantar em que nem a vichyssoise alegadamente servida era verdade, o homem que, enquanto líder do PSD, tenta cortar com o legado cavaquista e força António Guterres a fazer o referendo à regionalização, conduzindo o PS a uma derrota (idêntica operação fez com a despenalização do aborto, conduzindo a nova derrota do PS, mas aí já não do católico António Guterres). É este o homem que falhou uma carreira de primeiro-ministro - mais uma vez os seus caminhos cruzaram-se com Portas e o desastre foi total - e que poderá ser o próximo presidente da República, se a esquerda não engendrar um candidato que o enfrente com sucesso. Marcelo Rebelo de Sousa foi tudo: director do Expresso, fundador do Semanário, membro do Governo, fazedor de reis, conspirador permanente, emérito professor de Direito, genial estratega, comentador político permanente, amante do desporto e de quase tudo. Um homem sem sono, um dos filhos mais criativos que produziu a revolução dos homens sem sono. Parabéns, professor.

ANA SÁ LOPES

Com a devida vénia: Diário de Notícias

Ficou isolado. Pior, foi desautorizado.









Com a devida vénia ao Diário de Notícias - Madeira

sábado, 13 de Dezembro de 2008

Não podemos esquecer...





















Será que o Líder do CDS/Partido Popular, José Manuel Rodrigues, já entregou
o 'boneco' que roubou ao Deputado do PND ?

Governo não ouviu Coelho. Deputado do PND chamou "medroso" a Jardim

video

Entrevista ao Dr. Carlos Pereira, Deputado do PS a RNR Dinheiro.













Participação do Governo Regional nas SAD











Marítimo da Madeira Futebol SAD - 40%










Académico Marítimo da Madeira Andebol SAD - 50%









Clube Amigos do Basquete da Madeira - 50%








Hóquei em Patins do Porto Santo SAD - 40%











Madeira Andebol SAD - 30%

Vergonhoso













PSD recebe 3,6 milhões


Fazendo as contas, é fácil concluir que o PSD irá receber um total de 3,6 milhões de euros ao ano, sendo que 2,76 milhões vão directamente para o partido e 803 mil ficam no grupo parlamentar. A manter-se a actual fórmula de cálculo das transferências - 15 salários mínimos por cada deputado, 14 vezes ao ano - o PSD-M só receberia 3,01 milhões.


Com a devida vénia ao Diário de Notícias - Madeira

Onde está situado o BANCO EFISA?














































Tranquada Gomes e Coito Pita - Soc. de Advogados

R. do Esmeraldo, 47-1.º / 9000-000 Funchal

Madeira - Funchal

Frase do dia
















"O senhor presidente do GR insultou quem quis, ofendeu toda a gente, parecia que estava em casa da sogra e a Rainha de Inglaterra não lhe disse nada" - José Manuel Coelho (PND).

sexta-feira, 12 de Dezembro de 2008

A cara diz tudo.


Entrevista do Deputado da NOVA DEMOCRACIA, José Manuel Coelho ao DNR Dinheiro














































Indigentes políticos


Jardim fez uma intervenção final de quase duas horas (1h45)













No único dia do ano em que visita o hemiciclo, Jardim chamou aos deputados da oposição "indigentes políticos".

O exemplo

















"Sou malcriado, sim senhor e serei sempre malcriado para combater os inimigos do povo madeirense" - Alberto João Jardim (Presidente do GR).

Com a devida vénia ao Diário de Notícias - Madeira

Frases do dia













"Ele (Jardim) tem é medo, ele sempre foi um medroso" - José Manuel Coelho (PND).

"Diz quanto vais ganhar com este orçamento!" - José Manuel Coelho, de pé e aos gritos.

"O juiz do tribunal popular está a dormir!" - José Manuel Coelho, apontando para Santos Costa.


Com a devida vénia ao Diário de Notícias - Madeira

"O Cromo"

"O bodião"

Porque será que o Deputado José Manuel Coelho do PND não abriu a Mala?


















Foto cedida gentilmente por JF

Afinal o que estava dentro desta mala?























Foto cedida gentilmente por JF

Era o que faltava













O Senhor Deputado e Advogado Tranquada Gomes, na sequência da Comissão de Inquérito solicitada pelo PS Madeira para averiguar o alcance, as fronteiras e os compromissos assumidos com o Banco Efisa e o envolvimento de Deputados e membros do governo, não gostou e protagonizou, ontem durante a discussão do orçamento, um dos momentos mais lamentáveis do parlamento, nesta sessão legislativa.
Vamos aos factos sobre esta matéria da Comissão de Inquérito: 1. O Banco Efisa foi um dos principais responsáveis por vários empréstimos à Madeira e ao Governo do PSD. O Tribunal de Contas alertou para a ausência de concursos em operações desta natureza. 2. O Banco Efisa não está instalado, de acordo com a lei, na sucursal financeira da Madeira 3. A Zarco Finance, entidade intermediária cujo dono é o Governo Regional, está instalada na Holanda num offf-Shore e tem margem de lucro estando, ao mesmo tempo, num regime fiscal competitivo 4. O Banco Efisa tem a sua sede no escritório de advogados de Tranquada e Coito Pita. Estes são os factos. É óbvio que devem ser explicados. É para isso que existe uma Comissão de inquérito pedida pelo PS M. O que se esperava do PSD? Uma aprovação definitiva da Comissão de Inquérito e, de uma vez por todas, a apresentação de todos esclarecimentos devidos. O que se esperava de Tranquada Gomes? Um deputado com muitos anos de experiência? Um advogado reconhecido, conforme refere uma nota no site da SDM que o apresenta como representante do banco Efisa e deputado? As explicações serenas e adequadas a esta matéria? O que aconteceu e vai acontecer? Nada disto. Em primeiro lugar o PSD vai votar contra a Comissão de Inquérito, ficando no ar a suspeita de forma definitiva. Em segundo lugar, Tranquada ataca o PS Madeira sem sequer dar qualquer explicação adequada para o seguinte:é verdade ou não que o banco efisa tem sede no seu escritório? É verdade ou não que a instalação do banco Efisa está ilegal? Porquê? Qual o envolvimento do escritório do Dr. Tranquada nas operações com a Madeira? Houve Tráfico de Influências? Houve promiscuidade? Os interesses dos Madeirenses foram salvaguardados? Nada disto foi explicado como seria devido. O que fez Tranquada? O que tem feito o PSD e o que faz normalmente AJJ? Ataca de forma vil e desproporcionada quem tem toda a legitimidade para averiguar o que se passou. Ataca de forma grosseira insolente, de quem não tem vergonha na cara, quem tem o dever (não apenas o direito) de esclarecer a verdade e averiguar os contornos de negócios que envolvem dinheiros públicos. Ataca querendo de uma forma absurda e, aparentemente, desesperada, inverter os papeis. Não vale a pena. Comigo não. Se o Senhor Deputado está a estranhar então o único conselho possível é para passar a se habituar. A fragilidade demonstrada (apesar dos gritos, raiva e rancor) pode não querer significar nada. Se calhar apenas uma errada e completamente enviesada análise da situação. Se calhar por pressão de quem está mais próximo e, mesmo assim, nada contribuiu para o necessário esclarecimento. Não sei, não quero saber, isso não é um problema meu. Como aliás, também não é um problema meu, qualquer manobra de índole jurídico que possa ocorrer na sequência de tudo isto. Mas, já é uma questão que me diz respeito, a ameaça violenta e a afronta estapafúrdia e reles de alguém que, claramente, perdeu a razão e a oportunidade para manter-se à tona de um assunto que merece sempre explicações e o povo exige-as e merece-as. A técnica da ameaça, já devia saber o Sr. Deputado e Advogado Tranquada Gomes, não cola comigo. Que fique certo de uma coisa: manterei a minha postura que tenho tido nesta parlamento e nunca hesitarei, doa a quem doer, em defender os interesses dos madeirenses. Mas aconselho-o a mudar a sua estratégia. Enganou-se no alvo e sobretudo demonstrou estar mal habituado. Não tolero ameaças venham de onde vierem, não admito provocações de baixo nível e personalizadas, venham de onde vierem. O Senhor deputado Tranquada Gomes faz o que quiser da sua vida e actua como quiser actuar mas, se quer aceitar um conselho, sugiro que evite o caminho que está a seguir parece-me, definitivamente, a direcção errada. Não tenho paciência para vitimização tola e de baixo nível. Lamento que não compreenda a importância de um Inquérito Parlamentar e lamento profundamente que tenha ousado a ameaça, a ofensa pessoal e a fulanização para me atacar pessoalmente. Não uso esses métodos, como V. Exa. sabe. A discussão política faz-se no plano dos argumentos e o Sr. deputado ultrapassou todos os limites. Há situações na vida de não retorno e, porventura, esta seja uma delas. Será assim caso não exista um pedido de desculpas pessoal claro e definitivo da parte do Senhor deputado. Mas, faça como quiser, os seus amigos estão ao seu lado, e no seu lado, são eles que devem aconselhá-lo e, eventualmente, acolhê-lo nos seus mais ínfimos e íntimos problemas.

Com a devida vénia Apontamentos sem nome (Carlos Pereira)

quinta-feira, 11 de Dezembro de 2008

O "cromo" não para de pensar e de falar da NOVA DEMOCRACIA.


Os Salteadores da Bananeira Perdida



Originariamente publicada no jornal o "Garajau", a Banda Desenhada "Os Salteadores da Bananeira Perdida", retrata uma realidade que acontece diariamente no "Reino do Trolóló", onde o rei e a sua corte são expostos de forma perturbadora e mordaz, pelo traço e texto impiedosos de Eduardo Welsh.

Com a devida vénia à A Cagarra

Frase do dia























"O senhor deputado Leonel Nunes é um hipócrita, há 10 anos que não faz uma greve e está aqui por causa da reforma" - José Manuel Coelho (PND).

quarta-feira, 10 de Dezembro de 2008

Jaime Ramos = Madame du Barry



João Cunha e Silva = Madame Pompadour


Porque será que o Dr. Alberto João Jardim não está presente na discussão do Orçamento?























- Será porque tem medo de vir ao parlamento?
- Será porque tem medo de enfrentar a oposição?
- Será porque tem medo de discutir seriamente com o bando de loucos, como ele próprio apelida a oposição?
Ao contrário da Assembleia da República onde o Primeiro-Ministro e Governantes vão de 15 em 15 dias, ao contrário de todos os parlamentos democráticos do mundo ocidental onde governantes frequentemente vão ao parlamento discutir seriamente com a oposição, na Madeira o Dr. Alberto João Jardim evita o debate.
- Será porque ele tem vergonha das asneiras que o Sr. Jaime Ramos frequentemente diz dentro desta casa?
- Será porque ele tem vergonha da iliteracia dos deputados da bancada do PPD?
- Ou Será porque ele tem vergonha dos frequentes erros jurídicos dos advogados da sua bancada laranja?
O Dr. Alberto João Jardim justificou, uma vez mais, a sua ausência no debate do orçamento da região, por ter uma agenda muito preenchida, por ter coisas muito importantes a fazer.
Eu pergunto, que coisas mais importantes serão essas?
- Será que foi passear com alguém para fora?
- Será que foi regar as flores da Quinta Vigia?
- Será que foi dar de comer ao gato do Representante da República?
- Será que foi namorar a Manuela Ferreira Leite?
- Será que foi ler o Jornal da Madeira, para preparar mais um dos seus artigos intragáveis?
- Será que foi inaugurar pela quinta vez seguida aquela mesma escola ou aquela mesma estrada?
- Ou será que foi ter umas aulas rápidas de “Como aprender bom português” num daqueles cursos intensivos de 10 dias?

terça-feira, 9 de Dezembro de 2008

A PERGUNTA QUE O DEPUTADO DA NOVA DEMOCRACIA; JOSÈ MANUEL COELHO FEZ AO SECRETÁRIO REGIONAL DAS FINANÇAS (VENTURA GARCÊS)












É já sabido que o Senhor Secretário continua a mentir aos madeirenses, pois faz um orçamento em que 1/3 (um terço) das receitas não existem, são virtuais, e por isso:

- não lhe vou perguntar – quanto deste orçamento vai para os constitucionalistas amigos;

- não lhe vou perguntar – quanto deste orçamento vai para o Jornal O DIABO;

- não lhe vou perguntar – quanto deste orçamento vai para os corruptos do futebol, os quinhentos e os areias do Nacional e do Marítimo;

- não lhe vou perguntar – quanto deste orçamento vai para as rádios do Sr. Jaime Ramos, para ele encher ainda mais a pança;

- não lhe vou perguntar, ainda, qual o valor total dos benefício fiscais atribuídos à Fundação Social Democrata da Madeira, ou seja, ao partido do Dr. Alberto João Jardim, para ele continuar a fazer negócios de prédios e para pagar bolsas exclusivamente para os meninos da JSD;

- não lhe vou perguntar – quanto deste orçamento vai para os meninos dos carros pretos, que todos os anos têm aumentos nos salários;

- não lhe vou perguntar – quanto deste orçamento vai para os carros e chauffeurs dos Secretários, para andarem a pôr os filhinhos na escola;

- e olhe, não lhe vou perguntar – quanto é que o seu governo vai gastar em brindes, lembranças e prendas de natal, para os corruptos do Governo (um verdadeiro escândalo).

Mas eu tenho uma pergunta para lhe fazer: Diga com verdade, o Senhor é sócio da sociedade anónima que comprou a Quinta Escuna?

Recomenda-se a Leitura do Vice Presidente do Governo para este Documento

PND reprova “dualidade de critérios” da Câmara do Porto Santo.

































O PND acusou ontem a Câmara Municipal
do Porto Santo de praticar duas leis no
que toca à construção de infraestruturas
abaixo da estrada, mais concretamente
nas dunas.
“A Câmara Municipal não tem o mesmo critério
para todos os cidadãos, o povo comum
não pode construir sobre as dunas,
apenas restaurar algo que já existe, mas essa
lei já não funciona para os ‘tubarões’ do
regime jardinista que podem construir seja
o que for”, acusou José Manuel Coelho.
O deputado do PND, que alertou os populares
para esta “dualidade de critérios”,
aproveitou a ocasião para distribuir exemplares
do ‘Garajau’, jornal quinzenal que,
conforme fez questão de referir, serve para
divulgar a política do seu partido, ao contrário
de alguns existentes na Região que
“hostilizam o PND”.

S.G

Com a devida vénia DIÁRIO CIDADE

O 35º Deputado do PPD/PSD - MADEIRA























Com a devida vénia TRIBUNA DA MADEIRA

PND/M contacta eleitores do Porto Santo
























O PND/M deslocou-se, ontem, à ilha do Porto Santo para contactar com a população e dar a conhecer a publicação do partido, o denominado “Garajau”. Na bagagem, o deputado do PND com assento na Assembleia Legislativa da Madeira, José Manuel Coelho levou 500 exemplares por considerar que, desta forma, é mais fácil passar a mensagem porque “há imprensa hostil, temos que ter a nossa imprensa”. Na oportunidade, José Manuel Coelho teceu algumas críticas às construções que se verificam entre a vila do Porto Santo e a Calheta, abaixo da estrada, as quais têm sido proibidas pela Câmara Municipal e pela Capitania, por forma a proteger as duas e a praia. O deputado da Nova Democracia não compreende porque esta regra não se aplica a todas as pessoas. “Há uma legislação para o povo e outra de excepção para os empresários do regime”, apontou, reafirmando que “não pode haver privilégios para quem tem poder económico”.

Élia Freitas

Com a devida vénia JORNAL DA MADEIRA

Vá mais longe para bem de todos...














LFM altera partes dos seus posts com medo dos comentários do DN Madeira. Aconselho a corrigir gralhas mais graves e sobretudo a não comentar o que não sabe, como
aqui!

Com a devida vénia Apontamentos sem nome (Carlos Pereira)


sábado, 6 de Dezembro de 2008

Quem será o próximo dirigente do PSD-M a pedir a demissão do cargo que representa?




















Miguel Mendonça 13 (38%)













Sara André 6 (17%)













Miguel Albuquerque 5 (14%)















Tranquada Gomes 4 (11%)

















Sérgio Marques 3 (8%)


















João Cunha e Silva 2 Votos ( 5 %)



















Virgílio Pereira 1 Votos (2%)















Arlindo Gomes 0 Votos (0%)


















Guilherme Silva 0 Votos (0%)

Funchal, porto de burros
















No dia 19 de Novembro, do corrente ano, iniciei um cruzeiro até ao Mediterrâneo, com saída do Funchal. Ao chegar ao porto de embarque, o agente policial, que se encontrava à entrada do mesmo, verificou se o nome constava na lista de passageiros e anotou o número de matrícula da viatura, informando que tal procedimento era devido às novas normas de segurança internacionais, o que não se discute, embora, obviamente, todos nós saibamos que, dada a inexistência de fiscalização das embarcações que entram e saem nas nossas marinas, se qualquer terrorista quisesse fazer um atentado poderia facilmente transportar um míssil e dispara-lo sem qualquer problema contra o alvo pretendido.
No decurso do cruzeiro, ao chegar a outros portos, exemplo de Civitavechia, em Itália, ou Santa Cruz de Tenerife, dispuseram, em ambos os sentidos, autocarros gratuitos para os passageiros entre o navio e a saída do porto, e em Casablanca (Marrocos), apesar de não pertencer à União Europeia, as autoridades não exigiram a titularidade do passaporte, que era o meu caso, limitando-se a cumprimentar os passageiros.
De regresso ao Funchal, onde chegámos a 30 de Novembro, no fim da Pontinha, onde o navio MSC Orchestra atracou, fomos amavelmente informados pelos funcionários alfandegários de que, segundo ordens superiores, teríamos que, tal como burros com a carga às costas, transportar as nossas bagagens até a saída do porto, pois os nossos familiares não podiam entrar, nem a pé nem de carro, para irem recolher-nos no ponto onde nos encontrávamos. No meu caso, nem explicando que sou deficiente motor, com 60% de incapacidade, serviu como excepção.
Publicamente, manifesto o meu desagrado perante a ordem dada por um "inteliburro" aos funcionários alfandegários que ali desempenhavam as suas funções e denotavam um certo constrangimento ao informarem-nos as ordens transmitidas pelo idiota que teve aquela, para nós, infeliz ideia.
São situações como esta que me fazem sentir vergonha de ter a mesma nacionalidade de alguém que é capaz de determinar factos como o atrás descrito, que fazem com que chamem-nos "portugueses de segunda" até seja um elogio, pois só na Madeira é que o pudemos verificar, visto nos outros portos terem também saído passageiros e nada disto ter sido constatado. Cada dia mais convenço-me de que nesta terra existem tantos burros mandando homens inteligentes que, certamente, a burrice é uma ciência, com doutoramento! Ainda hoje questiono para que serviram os 135 euros pagos em taxa portuária… será que foram para financiar algum doutoramento em burrice?.

José Gouveia Batista


Com a devida vénia ao Diário de Notícias - Madeira

sexta-feira, 5 de Dezembro de 2008

Pelo amor de Deus que ginstica!
















LFM anda endiabrado a mandar desmentidos para todo o lado sobre a sua eventual intervenção no sistema on-line da Assembleia. Isto é verdadeiramente insólito, foi ele que confirmou ao DN que a emissão era em diferido (5 minutos de diferença!) e que era ele próprio que assegurava essa situação. Das duas uma: ou mentiu o DN ou mentiu o LFM?

Com a devida vénia Apontamentos sem nome (Carlos Pereira)

PND - MADEIRA entregou queixa-crime contra Presidente da Assembleia Regional da Madeira

video

Com a devida vénia à SIC

PND faz queixa a PGR e pede saída de Mendonça












"Desejamos que o Presidente da Assembleia Regional da Madeira perca o mandato". Este é um dos objectivos de Baltazar Aguiar, dirigente do PND/Madeira, que ontem apresentou uma queixa-crime na Procuradoria-Geral da República contra o presidente da Assembleia Legislativa da Madeira (ALM), José Miguel Mendonça.

Na queixa orquestrada pelo advogado João Nabais, constam, segundo Baltazar Aguiar, acusações de "coacçãosobre um órgão institucional" bem como de "suspensão dos direitos, liberdades e garantias do deputado José Manuel Coelho".

Apesar das muitas querelas entre Baltazar Aguiar e o membros do PSD/M, esta queixa apenas diz respeito "à conduta criminosa nos procedimentos dos dias 5 e 6 de Novembro", no mediático "caso da bandeira nazi". Baltazar Aguiar considera que, nesses dias "a Madeira suspendeu a democracia, o que não pode acontecer em nenhuma parcela do País."

A "gravidade" do caso foi o que levou Baltazar Aguiar solicitar ao Procurador-Geral da República, Pinto Monteiro, que "nomeie um procurador especialmente para o caso". No entender de Baltazar Aguiar, o facto deste caso envolver um "crime" de uma alta figura parlamentar merece especial importância. Sem poupar críticas a Miguel Mendonça, o dirigente do PND revelou que, tendo em conta a queixa apresentada, o presidente da ALM incorre numa moldura penal "entre os dois e os oito anos de prisão."

Numa crítica ao Governo Regional da Madeira, Baltazar Aguiar defendeu que "seria útil para o País, que este caso se resolvesse para perceberem na Madeira que isto não é a lei do quero, posso e mando."

O ex-deputado do PND alertou ainda para uma certa impunidade nos episódios que se passam na Madeira. Para isso, Baltazar Aguiar fez um paralelismo com o continente: "Imaginem como era se isto se passasse aqui em Portugal (sic) e impedissem, por exemplo, Paulo Portas de entrar na Assembleia da República. Seria muito diferente".

Questionado sobre se o facto de vir até ao continente solicitar um procurador revelava falta de confiança no Ministério Público (MP) da Madeira, Baltazar Aguiar reagiu esta forma: "não é essa a questão que nos traz aqui". Porém, aproveitou a deixa para lançar mais umas farpas ao jardinismo. "Na Madeira sempre houve uma rede de pressões muito forte e, por isso, é difícil ser-se delegado do MP", acusa. O ex-deputado do PND defende que "Alberto João Jardim é um habilidoso na pressão, pressiona a justiça, o Estado português, a oposição. Assim que os delegados do MP chegam à Madeira, o regime alicia-os para as festas regionais, por isso, é difícil o MP manter a independência."

Baltazar Aguiar revelou também que tem um "total empenho" no caso, sendo esse um dos motivos que o levou a contratar João Nabais. Impaciente, Baltazar Aguiar garante que se o processo ficar parado um mês, vai requerer a aceleração ao PGR. Apesar do "empenho" na deslocação a Lisboa, a Procuradoria fez saber que o ex-deputado do PND "não requereu qualquer audiência com o PGR".|

Com a devida vénia: Diário de Notícias

quinta-feira, 4 de Dezembro de 2008

Como é que o "cromo" tem tanto tempo para escrever ?
















Cartas
Hoje o deputado transitório do PND assina uma escrita “escrita” por ele em resposta ao deputado do PT, João Isidoro, tendo ainda como pano de fundo o tal aval. Agora é a procura de explicações para os motivos pelos quais o ex-dirigente e deputado socialista obteve o aval e outros não. Pensei que iam falar de outros subsídios, para se constatar que o que não falta são os que cospem no prato onde comem...
Usei o termo "transitório" não para menorizar JMC, que é um deputado igual aos demais, com os mesmos direitos e deveres, mas porque não há maneira de lhe darem a garantia de que ficará em funções por um período de maior estabilidade do que aquele que tem acontecido. De facto, e tal como foi noticiado, Baltazar Aguiar - deputado eleito mas com mandato suspenso - pediu em Abril deste ano a suspensão do mandato por 2 meses para exercer funções no partido. Seguiu-se em Junho mais um pedido, agora por 4 meses, com a mesma justificação, exercer funções no partido, figura prevista no regimento. Finalmente em Outubro deste ano, novo pedido, uma vez mais por 32 meses e de novo para exercer funções no partido. Não acredito que Baltazar Gonçalves, nesta altura, queira regressar deixando o actual deputado do PND, JMC...pendurado.

Vénia ultraperiferias

"crimes de coacção sobre um órgão institucional e de suspensão dos direitos, liberdades e garantias do deputado José Manuel Coelho"

















O líder do PND/Madeira, Baltazar Aguiar, afirmou hoje querer "provocar a perda de mandato do presidente da Assembleia Regional" da Madeira, depois de ter apresentado uma queixa-crime contra Miguel Mendonça ao Procurador-Geral da República.
"Nós queremos que o senhor presidente da Assembleia Regional perca o seu mandato, queremos provocar essa perda de mandato", afirmou Baltazar Aguiar. O líder do PND/Madeira apresentou-se na Procuradoria-Geral da República sem audiência marcada, para entregar ao PGR, Pinto Monteiro, uma participação criminal onde acusa Miguel Mendonça dos "crimes de coacção sobre um órgão institucional e de suspensão dos direitos, liberdades e garantias do deputado José Manuel Coelho", estando estes dois crimes "previstos na lei com uma moldura penal de dois a oito anos de prisão". "Há um conjunto de crimes que poderão também ser ponderados como a possibilidade de abuso de poder agravado e, há um outro conjunto, de natureza privada, que tem a haver com ofensas muito graves dirigidas pela Assembleia Regional a deputados eleitos pelo povo madeirense", disse. "Solicitei também ao senhor Procurador-Geral da República (PGR) que designe para este processo um procurador especial considerando a delicadeza das questões que estão em jogo e considerando o facto de a participação criminal ser dirigida ao presidente da Assembleia Regional da Madeira", acrescentou. Miguel Mendonça decretou, no passado dia 5 de Novembro, a interrupção dos trabalhos da Assembleia Regional da Madeira, situação que se arrastou durante quase uma semana, e a suspensão do mandato de José Manuel Coelho, depois de este ter exibido uma bandeira com simbologia Nazi no hemiciclo parlamentar, tendo ambas as decisões sido já revogadas. "Naquela semana na Madeira suspendeu-se a democracia", denunciou Baltazar Aguiar. Sobre as razões que levaram à decisão de apresentar a queixa-crime em Lisboa, e não na Madeira, o líder do PND/M explica que o que pretende é "fundamentalmente chamar a atenção para este processo". "O que está em causa é o sinal que o Estado deve dar de que está a dar uma atenção especial a este caso e de que o quer julgar em tempo útil, para que até ao fim do mandato desta Assembleia se possa ter uma decisão sobre este caso", esclareceu. "Eu vou esperar um mês, se o processo ficar parado, vou recorrer a mecanismos de aceleração processual e vou procurar monitorizar o andamento deste processo", acrescentou.
Questionado sobre se temia pressões do governo regional caso o procurador fosse madeirense, Baltazar Aguiar garantiu que "não suspeita" dos procuradores madeirenses, apesar de "na Madeira sempre se procurar lançar sobre os procuradores ou os delegados do ministério público uma rede de pressões e de ser com grande dificuldade que os delegados resistem a essas pressões".
O processo deverá ser entregue à competência do tribunal do Funchal, sendo João Nabais o advogado encarregado de acompanhar e de representar Baltazar Aguiar ao longo do processo. JZGM.

Fonte: Lusa

04.12.2008 - 15h42 - Anónimo, Funchal










E não me venham dizer que a população apoia o regime. Tentem perceber que grande parte da população é humilde, sem grandes estudos e/ou cultura, logo facilmente manipulada por engenhosas técnicas propagandísticas, que estão em qualquer compêndio que verse sobre o tema. Caro Sr. Coelho. Não me posso identificar. Porque, caso contrário, nem como lixeiro arranjava trabalho e tratavam de destruir a vida dos meus familiares mais próximos. Mas fica o meu humilde apoio. Tenho dito

Com a devida vénia ao Jornal Público

MUITO BEM

TOMAR PARTIDO
Um diário sem periodicidade certa sobre o que acontece no mundo e os prazeres da vida. Blogue livre de condecorações presidenciais.









O PND-Madeira, entrega hoje na Procuradoria-Geral da República uma queixa contra o presidente da Assembleia Legislativa da Madeira (ALM), José Miguel Mendonça, com vista à sua destituição. Aqui está uma coisa bem feita depois das enormidades que se têm cometido na Assemleia Legislativa Regional da Madeira. É preciso que haja quem tenha a coragem de tirar todas as consequências das ilegalidades praticadas na Madeira. Sem medo.

Com a devida vénia ao TOMAR PARTIDO

Suspensão ilegal do deputado do PND chega à PGR.












Os serviços da Procuradoria-Geral da República, em Lisboa, recebem esta tarde uma queixa contra o presidente da Assembleia Legislativa da Madeira. É a confirmação das ameaças do Partido da Nova Democracia depois do incidente de 5 de Novembro, que ditou a inédita suspensão do deputado do PND, José Manuel Coelho. A queixa é apresentada às 15h00 pelo mediático advogado João Nabais, conhecido por patrocinar processos difíceis e de grande visibilidade. Na Madeira, é conhecida a sua recente participação em alguns casos, nomeadamente na defesa de um graduado da PSP. Segundo apurou o DIÁRIO, o objectivo do PND é a abertura de um processo com vista à destituição de Mendonça da presidência da Assembleia Legislativa regional. Para isso, o partido recorreu aos serviços de João Nabais que terá estudado o processo não apenas com base na descrição factual que lhe foi transmitida, mas também com base nas próprias actas da Assembleia. Reunidos os documentos das sessões, o advogado terá concluído pela existência de dois ilícitos do presidente do parlamento regional. Além do já comentado acto de suspensão ilegal de um deputado, Mendonça vai também ser acusado pelo impedimento do direito constitucional de um parlamentar no exercício das suas funções. Será este o enquadramento que o advogado de Lisboa vai dar ao processo na tentativa de levar a Procuradoria a seguir os procedimentos considerados necessários e com isso à destituição de Mendonça do cargo que exerce há várias Legislaturas. A formalização da queixa surge menos de um mês depois dos dias em que o Parlamento regional esteve sob a atenção de todo o país. O ponto alto das conhecidas divergências com o deputado do PND foi a bandeira nazi que Coelho mostrou no fim de uma sua intervenção. O deputado alega que a mostrou para condenar aquele regime, mas a maioria entendeu-o como uma provocação inaceitável. Além da suspensão dos trabalhos, foi também suspenso o deputado, que no dia seguinte foi impedido de entrar no Parlamento por vários seguranças de uma empresa privada. O caso rapidamente ganhou contornos nacionais e foi notícia de telejornais, jornais e revistas. A oposição protestou, na Madeira e na Assembleia da República. Cavaco Silva foi chamado a intervir, o representante da República explicou-se em Belém. Mais tarde, Cavaco teve de esclarecer os procedimentos adoptados num caso em que evitou actuar directamente, como reclamava a oposição regional e nacional. Nos plenários da semana seguinte a maioria aprovou nova resolução procurando anular a anterior e convidando o deputado José Manuel Coelho a regressar ao plenário. Ficaram, no entanto, muitas críticas e ameaças do processo judicial que hoje se confirma.

(Com a devida vénia ao Diário de Notícias - Madeira)

PND Madeira entregou na Procuradoria-Geral da República uma queixa contra o Presidente da Assembleia Legislativa da Madeira













O PND-Madeira, através do advogado João Nabais, entrega hoje na Procuradoria-Geral da República uma queixa contra o presidente da Assembleia Legislativa da Madeira (ALM), José Miguel Mendonça, com vista à sua destituição.A iniciativa surge na sequência dos incidentes ocorridos a 5 de Novembro, quando o deputado único do PND-M, José Manuel Coelho, viu o seu mandato suspenso, uma decisão surgida após requerimento do grupo parlamentar do PSD-M que a Mesa aceitou e que foi aprovada apenas com os votos favoráveis dos sociais-democratas e a abstenção do CDS-PP.A suspensão foi posteriormente revogada, através de novo requerimento, dada a opinião generalizada de que seria inconstitucional, mas o PND-M não se deu por satisfeito e pretende a destituição de José Miguel Mendonça.A queixa que o advogado João Nabais vai apresentar na PGR visa a abertura de um processo para a destituição do presidente da ALM, já que tanto o partido como o causídico concluíram pela existência de dois ilícitos alegadamente cometidos por José Miguel Mendonça.Suspensão ilegal de deputado e impedimento de exercício de funçõesAlém da suspensão ilegal de um deputado, o presidente do parlamento regional vai ser igualmente acusado do impedimento do direito constitucional de um parlamentar no exercício das suas funções.Tudo começou quando o deputado do Partido da Nova Democracia desfraldou uma bandeira nazi no hemiciclo, que pretendia oferecer aos “fascistas do PSD-M”.Esta acção política provocou a ira dos deputados da maioria absoluta do PSD-M, que apresentaram um requerimento para a suspensão do mandato de José Manuel Coelho – que, no dia seguinte, foi impedido de entrar na Assembleia por vários seguranças de uma empresa privada.O caso mereceu amplo debate a nível nacional e o presidente da República, Cavaco Silva, foi desafiado a intervir e, posteriormente, alcançou-se uma saída, alegadamente negociada pelo Representante da República para a Madeira, Monteiro Diniz, com o plenário a levantar a suspensão do deputado.No entanto, com esta queixa do PND na PGR e com a apresentação de uma proposta de alteração do Regimento da ALM, por parte do Grupo Parlamentar do PSD-M, em que este pretende conceder à Mesa o poder de expulsar do plenário deputados que estejam a perturbar o andamento dos trabalhos (à semelhança do que ocorre no Parlamento Europeu), o caso está longe de concluído.

Com a devida vénia ao Jornal Público

Salchichas Isidoro
















Conversa da treta

Na última carta do leitor, publicada neste espaço, o senhor deputado João Isidoro aproveitou, com a sua cartinha enovelada, para deitar areia para cima dos olhos do pessoal. O senhor tenta lavar-se e afinal enterra-se cada vez mais, como uma capivara atolada em areias movediças. Toda a gente sabe que nos tempos que o sr. Isidoro estava no Partido Socialista era como uma espécie de Jaime Ramos desse partido. Com os seus maneios e trejeitos de vendedor de banha-de-cobra foi tomando conta do aparelho e vergando os sucessivos líderes à sua vontade. Os "Pêpêdês", vendo que o sr. João Isidoro era uma figura chave, começaram a cortejá-lo e a aliciá-lo para jogadas subterrâneas, como fizeram a muitos falsos militantes do PS/Madeira que caíram na esparrela, e que por dentro, foram rebentando e sabotando o partido, como as célebres "Quintas Colunas" nazis. A tal questão do AVAL é, sem mais nem menos, um doce que meteram nos queixos do sr. João Isidoro para fazer o seu trabalhinho e ir mamando caladinho, que é assim que o jardinismo gosta. Por isso não venha com mentiras descaradas dizer que toda a gente podia beneficiar de um aval de 20 mil contos da parte do governo, quando não é verdade. Aliás, se fosse um opositor sério e destemido, o governo do dr. Jardim nem uma pimpinela grelada lhe dava, quanto mais uma garantia bancária. Depois de satisfeito, o senhor ainda tem a lata de dizer que o aval era "um simples papel". É graças a um simples papel que uma pessoa vai ao cinema, é graças a um simples papel que um tipo entra num avião, e até é graças a um simples papel verde que o regime compra os seus informadores/sabotadores. Você não se faça burro, pois é graças a "simples papéis" que o mundo vai da maneira que vai… Para terminar, não seja tão mentiroso, porque os bancos quando pedem um avalista, tanto faz que seja o
Manel, o João, o Jacinto ou o governo. Querem é alguém que se responsabilize pelo "cacau" no caso de o empréstimo dar para o torto. E no seu caso, o governo jardinista responsabilizou-se pela batatada de 20 mil mocas, para ter o sr. Isidoro sempre activo nas operações de sabotagem interna ao desgraçado do Partido Socialista.

José Manuel Coelho

Com a devida vénia: Diário de Notícias

Baltasar Aguiar apresenta queixa-crime na Procuradoria-Geral da República










Baltasar Aguiar, acompanhado pelo seu advogado, em Lisboa, vai apresentar na Procuradoria-Geral da República hoje, quinta-feira, 4 de Dezembro de 2008, pelas 15 horas, uma queixa-crime contra o Presidente da Assembleia Legislativa da Madeira, na sequência dos factos ocorridos naquele parlamento, nos dias 5 e 6 de Novembro.

No local serão prestados esclarecimentos e feitas declarações à comunicação social.

quarta-feira, 3 de Dezembro de 2008

PND - Madeira: novo Savoy «é uma monstruosidade»

O Partido da Nova Democracia exigiu, ontem, durante a reunião camarária da Câmara Municipal do Funchal, explicações sobre o projecto de construção do novo Savoy. Um projecto que, no entender de Baltazar Aguiar, “é uma monstruosidade”.























































































































As novas instalações do Savoy, a construir na Avenida do Infante, “são um monstro em forma de bacalhau”, ironizou o dirigente do Partido da Nova Democracia. Acrescentando que quando se supunha que no Funchal existiria apenas um único Funchal Centrum, por se tratar de um filme de muito má qualidade, a autarquia do Funchal decide repetir o caso com o novo projecto do Savoy. O edifício, cujo projecto conta com uma fachada de 16 andares, “vai ser encaixado num pequeno terreno” que vai ensombrar totalmente as casas de um ou dois andares da Avenida do Infante, criticou Baltazar Aguiar. Exigindo, neste sentido, que a Câmara Municipal do Funchal explicasse as contas que fez “para a permissão desta volumetria e índice de construção”, porque pelas contas do PND “nunca seria possível”, mesmo à luz do novo plano do Funchal, construir aquela “monstruosidade”. Ainda segundo este, o edifício, para além de colocar em causa a paisagem, coloca em risco a economia do Funchal, porque “este tipo de empreendimentos hoteleiros vai gerar ainda mais crise hoteleira” e “fazer concorrência desleal” com as restantes unidades. “Já sei que não vamos ganhar estas acções, porque os tribunais não vão ser suficientemente rápidos para parar esta obra”, confessou Baltazar Aguiar, afirmando, no entanto, que quando a obra começar um grupo de funchalenses, no qual se incluiu, “vai fazer tudo para que a obra não seja concluída”. T.C

Com a devida vénia ao Diário Cidade

terça-feira, 2 de Dezembro de 2008

Recomenda-se uma Leitura

Esclareça ou cale-se!















Era bom que o Senhor jornalista LFM (parece que é o que quer ser - ou então anda a dar "graxa" aos jornalistas - até porque enquanto chefe de gabinete fica muito distante do razoável) explicasse o que é que foi inventado sobre o banco Efisa (que foi vendido ao BPN) na Madeira. Tudo o que conhecemos são factos e não invenções. É verdade ou não? O banco Efisa está instalado na Sucursal Financeira Off-shore? Está. Não existe uma lei que obriga a que haja uma instalação própria, com recursos humanos, às instituições aí instaladas ? Sim. E o banco Efisa cumpre esses requisitos? Não. Portanto não percebo onde está a invenção. Além disso, a lei não obriga a existência de concurso pública para operações de crédito daquela natureza, efectuadas pelo banco Efisa? Sim. E existiram? Não. Portanto não percebo onde está a invenção. E, além disso, não é verdade que a Zarco Finance (propriedade de entidades públicas) tem previsto uma margem de lucro? Sim. E faz sentido? Não. E não é necessário esclarecer? Parece óbvio. E, finamente, não existem relações evidentes entre deputados e este banco? Parece que sim, onde até o balcão (ilegal) do banco é no escritório de uma sociedade de advogados /deputados. Não será útil esclarecer? Não considera relevante esta "descoberta" que nos surpreende a todos, mesmo um jornalista REFORMADO mas pouco defensor da investigação e fervoroso adepto da intoxicação informativa?
Portanto, diga-me Senhor jornlista LFM o que é bom para a Madeira? Manter as desconfianças, as dúvidas (ou muito mais do que isso)? Deixar tudo como está? Potenciar o eventual tráfico de influências? Manter a falta de transparência, sem nenhum reparo com prejuízo para os madeirenses? Isso é proteger a Madeira? É isso que é ético? É isso que o Senhor Jornalista LFM defende?

Com a devida vénia Apontamentos sem nome (Carlos Pereira)