segunda-feira, 25 de Agosto de 2008

Não podemos esquecer...

Dai-lhe Senhor o Eterno descanso entre os esplendores da Luz perpétua. Descanse em Paz.
































O funeral realiza-se no próximo Domingo, 24 de Agosto, às 13h30 na Igreja Paroquial da Camacha seguida de procissão para o cemitério da Camacha. Preside o Sr. Bispo D. António Carrilho.

domingo, 24 de Agosto de 2008

Recomenda-se uma visita neste Site









http://www.monteiro2009.com/

sábado, 23 de Agosto de 2008

Dá que pensar... III

Dá que pensar... II

Dá que pensar... I

Dá que pensar...

Subiu...



















Pequim, 21 Ago (Lusa) - "É bom poder dar esta alegria aos portugueses", foi com esta frase e com a bandeira portuguesa aos ombros que Nélson Évora, o quarto português a conquistar uma medalha de ouro olímpica, saiu hoje da pista de Pequim.

Desceu....



























30 milhões suspeitos


O Processo determinou já várias buscas por suspeita de comissões.

NEGÓCIO. dois submarinos por milhões de euros.

CONTRATO. Assinado por Paulo Portas em 2004.

SUSPEITAS. Comissões de 30 milhões de euros pagas pelo consórcio alemão GSC à Escom UK.

Fonte: Revista Sábado 21 de Agosto de 2008

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Asneira do dia

"Oposição através do PSD-Madeira"
Jardim defende que apenas PSD-M tem combatido o Governo de Sócrates















Fonte: LUSA

Cartoon do dia

Recomenda-se uma Leitura

Ao blog - http://pravdailheu.blogs.sapo.pt/

Dedicatória

Frase dedicada... Alberto João Jardim, ao ainda, Presidente do Governo Regional da Madeira


















"Se o que tens a dizer não é mais belo que o silêncio, então cala-te."
(Pitágoras)

Pensamento do dia

"A vergonha de confessar o primeiro erro leva a cometer muitos outros"


















Jaen de la Fontaine

Foto do dia

Pergunta do dia

















Alberto João jardim vai coarctando sucessivamente os direitos da oposição na Assembleia regional da Madeira- a culpa é do Partido Nova Democracia?

Uma obra de arte
































Agradecemos estas fotos cedidas gentilmente pelo Sr. JF.

Relembrar a visita de João Paulo II










































































Agradecemos estas fotos cedidas gentilmente pelo Sr. J
F.

Despedida pintada de azul e branco











A criança que foi picada por um enxame de vespas no início de Agosto e acabou por morrer na segunda-feira passada foi ontem a enterrar no cemitério de São Martinho, no Funchal, numa cerimónia que reuniu mais de uma centena de pessoas.

Conhecidos, amigos, familiares e simples anónimos despediram-se de Luís Miguel Sousa cumprindo a vontade da mãe, Ana Teresa Sousa, que na véspera tinha pedido a quem fosse ao funeral, para não usar luto, mas sim vestir cores azuis ou brancas. Quem morreu, disse ao DIÁRIO, não foi uma pessoa, foi um anjo.

O caso chocou a sociedade madeirense, não só pela trágica morte de um menino de apenas oito anos mas também pelas grandes dificuldades financeiras da família, que não tem possibilidades para pagar as despesas do funeral. Por isso, várias pessoas decidiram ajudar Ana Teresa Sousa, não só no pagamento do funeral mas também atenuando a dor dos próximos tempos. Muitos já o fizeram, alguns anonimamente, outros pensando em iniciativas para angariar fundos, e quem pretender seguir estes exemplos pode fazê-lo directamente para a conta de Ana Teresa Sousa, cujo Número de Identificação Bancária (NIB) é: 0035 0395 00003175000 33.

O Luís Miguel caiu a 1 de Agosto sobre um vespeiro, enquanto brincava nos arredores de casa, no Bairro das Romeiras, em Santo António. Hospitalizada de urgência nesse mesmo dia, a criança passou 15 dias internada nos Cuidados Intensivos, onde viria a morrer. Tinha mais quatro irmãos, duas raparigas que estão aos cuidados de uma instituição, e dois rapazes, todos com idades compreendidas entre os nove e os 14 anos. A mãe, que vive separada do marido, sobrevive, com dificuldades, de uma pensão de invalidez.

Fonte: Diário de Noticias, 22 de Agosto de 2008

quinta-feira, 21 de Agosto de 2008

D. Ivan Dias na Madeira




































































Ivan Dias (Mumbai, 14 de abril de 1936) é um cardeal indiano, prefeito da Congregação para a Evangelização dos Povos.

Foi ordenado sacerdote em 8 de dezembro de 1958. Eleito arcebispo titular de Rusubisir e nomeado pró-núncio em Gana, Togo e Benin, em 8 de maio de 1982. Ordenado bispo em 19 de junho de 1982, no Vaticano pelo Cardeal Agostino Casaroli, Secretário de Estado na época. Foi núncio apostólico na Coréia do Sul, em 20 de junho de 1987; núncio apostólico na Albânia, em 28 de outubro de 1991.

Foi Administrador apostólico da Administração Apostólica da Albânia do Sul, de 1992 a 1996 e depois transferido para a sé metropolitana de Bombaim em 8 de novembro de 1997. Em 21 de fevereiro de 2001 foi criado cardeal , com o título da Igreja do Espírito Santo na Ferratella.

No dia 20 de maio de 2006, Papa Bento XVI, o nomeou prefeito da Congregação para a Evangelização dos Povos. Também é Gran-Chanceller da Pontifícia Universidade Urbaniana.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ivan_Dias

Dá que pensar... III















































































































































































Dá que pensar... II





























Dá que pensar... I



















Dá que pensar...

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Recomenda-se uma Leitura

"Até parece que não somos gente do Funchal"

Em Dia de festa, habitantes das zonas altas pedem atenção, ajuda e soluções.






















A mão confiante abre a porta da casa onde viveu 38 anos sem água, nem luz, até há bem pouco tempo. "Isto agora está melhor", confessa Maria Camacho. Do lado de lá, três pequenos espaços constituem o lar de cinco pessoas, no Caminho da Ribeira Grande. "Vivo à rasca", conta, mostrando um frigorífico despido de alimentos. A poucos quilómetros do centro do Funchal, o DIÁRIO testemunhou cinco casos de famílias que resistem às contrariedades do tempo, da vida, da sociedade. Maria é um dos exemplos.

No Caminho da Ribeira Grande, para além da falta de condições na habitação - feita com madeira, zinco e pedra -, os autocarros 'resistem' em não subir a difícil estrada que esconde, até ao final, dezenas de casas. "É uma vida difícil", garante Maria, que sobrevive à custa de algum dinheiro que o marido traz para casa, fruto de alguns trabalhos que consegue. Também desempregada, conta que já lhe falaram que devia pedir ajuda à Cruz Vermelha Portuguesa. "Mas tenho vergonha, menina", confessa, com os olhos forrados de tristeza.
Nos quartos amontoam-se coisas, o espaço é exíguo. "A casinha é assim, mas está fresquinha", reforça, abrindo caminho no espaço estreito e garantindo que já viveu pior.
Mesmo ao lado, outra família em situação quase idêntica. Fernanda Freitas vive com mais sete filhos e o companheiro à conta do Rendimento Social de Inserção. A conversa é interrompida por instantes devido ao barulho ensurdecedor de dois camiões que sobem, a bom ritmo, o Caminho da Ribeira Grande. "Tem ocasiões em que, às cinco ou seis horas da manhã, os camiões passam para cima e para baixo", aponta. Há tempos cortaram-lhe a água, por falta de pagamento. "Vamos vivendo com o que se consegue", continua, explicando que não há dinheiro nem para pagar uma creche. Falta dinheiro para quase tudo.
Fernanda Freitas garante que já está inscrita na Investimentos Habitacionais da Madeira (IHM) há algum tempo, mas a resposta que recebe é sempre a mesma. "Dizem que, para mim, não há casa", afirma. "As zonas altas são sempre esquecidas, até parece que não somos gente do Funchal", reforça, enquanto aprecia, na pequena entrada da porta de casa, a passagem de mais um camião.
A ausência de transportes públicos na zona é algo que Fernanda reclama. No cimo da Rua do Campo do Andorinha, o DIÁRIO encontrou uma criança que desabafou ter de percorrer um beco, até ao Lombo dos Aguiares, para chegar à escola. No local, o carteiro da zona faz a distribuição a pé. "Aqui não dá para levar a mota", sublinhou, em andamento.

Esperanças na Cota 500

O carro 'arranha' a primeira velocidade ao percorrer, estrada acima, o Caminho da Cova, em São Roque. Após a subida íngreme, já muito afastada da estrada principal e quase a 'bater no céu', no final da estrada e na última casa, Maria Gouveia, de 86 anos, borda para ganhar algum dinheiro para as despesas da casa ou, se calhar, para o próximo táxi que necessitar. "Aqui já vêm táxis e ambulâncias, mas um autocarro ajudava", explica, retirando os óculos e a atenção do bordado.
A estrada é quase a pique e a casa de Maria Gouveia é praticamente a última. O caminho termina poucos metros acima. No alto dos seus 86 anos já feitos, confessa que gostava de ver o lugar onde mora suportado por transportes públicos. Assim, sempre poupava os 15 euros de viagem, ida e volta, quando vai 'à cidade'. "E este é o táxi mais barato", sublinha, frisando que a esperança está depositada na construção da Cota 500. "Sempre que vêm aqui tirar medidas, medem dali para cima", afirma, apontando para uns terrenos em cima. "Enquanto eu podia, saía do autocarro lá em baixo e vinha a pé, mas agora não posso", acrescenta, confessando, no entanto, que gosta da zona onde vive. "Aqui sinto-me bem, isto antes era uma vereda e agora até já vem carros", recorda.
No Caminho da Ribeira de Santana, também em São Roque, o arruamento afunila-se à medida que se vai subindo. Casas não faltam, umas melhores que outras. A custo, Maria Sousa chega ao beco que dá acesso à casa onde mora há mais de 30 anos, depois de ter trocado a terra natal, o Estreito de Câmara de Lobos, por São Roque.
A ausência de transportes públicos faz com que tenha de andar bastante a pé. "Eu ando um bocadinho e já fico cansada", confessa, com visível enfado. A falta de iluminação no local e a pobreza que a rodeia são os problemas que foca 'estarem a mais'. De resto, tudo se suporta. "Até hoje, nunca aconteceu nada nesta zona, mas de vez em quando passa por aqui acima uns carros loucos e até grito de medo", desabafa.
Na porta ao lado, e com olhar atento, José (nome fictício) garante não ter motivos para festejar. "Parece-me que já houve seis dias da cidade este ano", graceja, apontando que as entidades deviam preocupar-se com o preço dos bens essenciais, cada vez mais caros. A casa onde José habita com a esposa é feita de pedra, zinco e madeira, com condições de habitabilidade forçadas. Dezenas de pedras seguram as folhas de zinco que compõem o telhado, não vá o vento trair. "Isto está tudo malfeito, mas foi construído pela minha mão e assim vamos vivendo mesmo reles", sublinha.
O tom de voz denuncia desagrado, tristeza, marca de uma vida nada fácil. "Eu era ajudante de pedreiro, mas agora vivo da reforma", conta. Com 350 euros tem de gerir despesas da casa, de saúde e alimentação. "Não temos dinheiro, o que vamos fazer?", questiona.
Para além do peso da idade, quando sai de casa tem de andar a pé até apanhar um autocarro. "Há vezes em que desço e depois subo com chuva", recorda. Com as comemorações dos 500 anos do Funchal, José não quer nada. "Deviam preocupar-se com outras coisas", remata.

5 Problemas identificados nas zonas altas

Pobreza

As reformas são míseras e as famílias grandes. Os salários dos agregados familiares são, em média, baixos, e insuficientes para fazer face às despesas.

Acessibilidades
Muitas das ruas, íngremes e estreitas, terminam em becos e travessas. O táxi é alternativa face à ausência de transportes públicos e de viatura particular.

Habitação
Há casas, como a de Maria Camacho, na Ribeira Grande, que só 'recebeu' água e luz este ano. Foram 38 anos de dificuldades que ainda persistem.

Desemprego
Aflige sobretudo os casais com vários filhos. O subsídio de desemprego e o Rendimento Social de Inserção vão ajudando a sobreviver.

Salubridade
Há ainda muitas casas e barracas sem acesso à rede pública de saneamento básico. O problema da salubridade agrava-se com o surgimento das pragas.


Por: Zélia Castro

Fonte: Diário de Noticias, 21 de Agosto de 2008

Cartoon do dia

Dedicatória

Frase dedicada ao... Miguel Albuquerque, Presidente da Câmara Municipal do Funchal













"Se não queres que ninguém saiba, não o faças."
(Provérbio chinês)

Pensamento do dia
















" O mundo não está ameaçado pelas más pessoas, mas sim por aqueles que permitem a maldade."
(Alber Einstein)

Foto do dia

















"O meu maior sonho é ser pobre um dia" ( Porque ser todos os dias, é lixado! )

Pergunta do dia

















O PROJECTO DO TOCO

O investimento privado de 370 milhões de euros previa uma marina, hotéis e habitação. Entraves jurídicos levaram os empresários a desistir do projecto. Porque razão a CMF negoceia com o Governo nacional uma solução?

quarta-feira, 20 de Agosto de 2008

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Cartoon do dia

Recomenda-se uma Leitura

"Brincadeira" no Parlamento Regional afasta jovens da política."








A “brincadeira” e a forma pouco séria como alguns partidos executam os seus trabalhos parlamentares, bem como as medidas que o Governo Regional “pratica contra a juventude” são algumas das razões que as juventudes partidárias dizem afastar os jovens da política.








Para Nelson Mendonça....blá, blá, palhaçada Blá, blá, blá,....








A líder da Juventude Social Democrata
(JSD), também, blá, blá, palhaçada Blá, blá, blá...










JCP: Manifestações pelos direitos provam interesse pela política, mas...

As medidas qu
e o Governo Regional “pratica contra a juventude”, nomeadamente “a privatização das praias e da educação, bem como o não incentivo ao desporto federado e não federado”, são, no entender de Elisa Mendonça, as principais razões que explicam esse afastamento. Mesmo assim, apesar desta ‘força maior’, a líder da Juventude Comunista Portuguesa (JCP) afirma que a participação em iniciativas em prol dos direitos que consideram violados, como é o caso dos exames nacionais, provam que ainda existem jovens que se interessam por questões desta natureza. “Todos estes actos sindicalistas são a prova de que se querem integrar na vida política, o que acontece é que na Região não há condições para que tal aconteça”, lamenta.







MPT: Solucionar problemas junto da política


Se por um lado os jovens não se identificam com a política madeirense, por outro todos os problemas que lhes afectam, isto no que toca à educação, emprego e habitação, acabam por aproximá-los da actividade. Pois, de acordo com Raquel Pereira, do departamento de juventude do Movimento Partido da Terra (MPT), esta é uma forma de tentarem encontrar soluções para as lacunas existentes nas áreas apontadas.


















JS: Mais espaços de participação política para os jovens a nível local

A Juventude Socialista da Madeira (JS-M) vai mais longe e diz que a participação dos jovens madeirenses na política não é diferente das outras gerações. Tendo em conta o factor proximidade e o interesse de cada um, Orlando Fernandes defende, no entanto, que é necessária
“a criação de mais espaços de participação política para os jovens a nível local”. O líder da JS-M quis por isso destacar a criação dos Concelhos Municipais de juventude, por parte do Governo
da República, visto ser, a seu ver, uma medida que vem criar um espaço de participação mais activa na política local.


Fonte: Diário Cidade, 19 de Agosto de 2008

Dedicatória

Frase dedicada... José Manuel Coelho, Deputado do PND/Madeira

















"Não devemos dar demasiada atenção ao que os críticos dizem. Nunca foi erguida uma estátua em honra de um crítico."
(Siberlius)

Pensamento do dia

"A natureza concedeu aos grandes homens a faculdade de fazer e aos outros a de julgar."
(Vauvenargues)

Foto do dia

Pergunta do dia


















Alberto João jardim tem cada vez mais votos e a oposição menos -
a culpa é do PND ?

segunda-feira, 18 de Agosto de 2008

Dá que pensar... III

José Manuel Coelho acusa alguns dirigentes do PSD de se aproveitarem da Fundação Social Democrata













Agradecemos estas fotos cedidas gentilmente pelo Sr. JF.

Dá que pensar... II

José Manuel Coelho acusa alguns dirigentes do PSD de se aproveitarem da Fundação Social Democrata

















Agradecemos estas fotos cedidas gentilmente pelo Sr. JF.

Dá que pensar... II

José Manuel Coelho acusa alguns dirigentes do PSD de se aproveitarem da Fundação Social Democrata

















Agradecemos estas fotos cedidas gentilmente pelo Sr. JF.

Dá que pensar...

José Manuel Coelho acusa alguns dirigentes do PSD de se aproveitarem da Fundação Social Democrata.













Agradecemos estas fotos cedidas gentilmente pelo Sr. JF.

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Asneira do dia

"Jardim ameaça fazer um novo partido"

















Fonte: Diário de Noticias - Lisboa, 18 de Agosto de 2008

Cartoon do dia

Recomenda-se uma Leitura

Ao Blog de Rui Caetano













http://urbanidades-madeira.blogspot.com/

Dedicatória

Frase dedicada ao... CDS-Partido Popular Madeira














"Quando não puderes elogiar, cala-te."

(Beato Josemaría Escrivá)

Pensamento do dia

"O poder só é limpo quando se traduz em serviço."
(Francisco de Juanes)

Foto do dia

Pergunta do dia


















Porque razão o Partido Nova Democracia, causa tanta inveja, nervoso, problemas e insónias aos partidos da oposição?

sábado, 16 de Agosto de 2008

Dá que pensar... III

Os bolseiros da Fundação Social Democrata são obrigados a se inscreverem na Juventude Social Democrata. A denúncia partiu do deputado do PND, José Manuel Coelho, que esta manhã esteve na 'casa-mãe' da Fundação Social Democrata em Santo António.














Agradecemos estas fotos cedidas gentilmente pelo Sr. JF.

Dá que pensar... II

Os bolseiros da Fundação Social Democrata são obrigados a se inscreverem na Juventude Social Democrata. A denúncia partiu do deputado do PND, José Manuel Coelho, que esta manhã esteve na 'casa-mãe' da Fundação Social Democrata em Santo António.












Agradecemos estas fotos cedidas gentilmente pelo Sr. JF.

Dá que pensar... I

Os bolseiros da Fundação Social Democrata são obrigados a se inscreverem na Juventude Social Democrata. A denúncia partiu do deputado do PND, José Manuel Coelho, que esta manhã esteve na 'casa-mãe' da Fundação Social Democrata em Santo António.














Agradecemos estas fotos cedidas gentilmente pelo Sr. JF.

Dá que pensar...

Os bolseiros da Fundação Social Democrata são obrigados a se inscreverem na Juventude Social Democrata. A denúncia partiu do deputado do PND, José Manuel Coelho, que esta manhã esteve na 'casa-mãe' da Fundação Social Democrata em Santo António.



















Agradecemos estas fotos cedidas gentilmente pelo Sr. JF.

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Asneira do dia

"JS vai continuar a defender a "bandeira" do casamento homossexual"

















Duarte Cordeiro


Fonte: http://www.dnoticias.pt/default.aspx?file_id=dn01013208160808

Cartoon do dia

Recomenda-se uma Leitura

Ao blog - http://apontamentossemnome.blogspot.com/

Dedicatória

Frase Dedicada ao... CDS/Partido Popular - Madeira














"Quando não puderes elogiar, cala-te.

(Beato Josemaría Escrivá)

Pensamento do dia

"O maior prazer que alguém pode sentir é o de causar prazer aos amigos."

(Voltaire)

Foto do dia

Pergunta do dia


















Será que é hoje a partir do Porto Santo que o Dr. Alberto João Jardim vai responder ao Deputado do PND?

sexta-feira, 15 de Agosto de 2008

Dá que pensar... II

PND questiona acção das autoridades face ao aterro da Fundação Social Democrata













Agradecemos estas fotos cedidas gentilmente pelo Sr. JF.

Dá que pensar... I

PND questiona acção das autoridades face ao aterro da Fundação Social Democrata













Agradecemos estas fotos cedidas gentilmente pelo Sr. JF.

Dá que pensar...

PND questiona acção das autoridades face ao aterro da Fundação Social Democrata.













Agradecemos esta foto cedida gentilmente pelo Sr. JF.


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Cartoon do dia

Asneira do dia

Câmara do Funchal "inunda casa com esgoto há dois anos que a senhora de 78 anos está a pagar renda, água e luz sem estar a usar a casa.














Diário de Noticias, 15 de Agosto de 2008

Recomenda-se uma Leitura

Um pais quase imaculado













Nunca tive ilusões sobre isto: a discussão sobre quais são os povos mais ou menos racistas é no mínimo um equívoco, e nos casos extremos tão preconceituosa como o racismo. Franceses e ingleses acusam-se mutuamente de racismo. No Brasil, crê-se que há muito racismo nos EUA, mas evita-se comparar a realidade dos negros em ambos os países. E Portugal, evidentemente, considera-se naturalmente não-racista: seremos talvez uma raça superior a quem falta o gene do preconceito?
Esta discussão pueril esquece duas coisas. A primeira, que o racismo pode andar na cultura e na sociedade, mas cabe ao indivíduo não ser racista. Não é coisa de povos; é responsabilidade de cada um. A segunda, que a coisa não é estática: uma comunidade profundamente racista pode deixar de sê-lo se indivíduos suficientes se forem levantando contra o racismo. Para que isso aconteça, ser não-racista é insuficiente; é mesmo preciso ser anti-racista. Também nunca tive ilusões sobre outra coisa: em Portugal, a comunidade que é vista com mais preconceito, há mais tempo e de forma mais consistente, é a dos ciganos. O preconceito anticigano agarra-se a tudo e pode fugir ao controlo. Uma sondagem no Expresso dá os ciganos como a comunidade mais detestada no país. No mesmo jornal, Miguel Sousa Tavares prega um sermão aos líderes da comunidade para que abandonem uma vida de crime e tráfico de droga. E claro: Paulo Portas logo veio sugerir que há um Portugal que trabalha para que os ciganos vivam do rendimento mínimo. Neste país onde os bancos “arredondaram” os empréstimos à habitação e meteram ao bolso uma média de cinco mil euros por família, os ciganos são ladrões. Neste país onde a Operação Furacão encontrou fraude empresarial de grande escala mas não chegará a lado nenhum, os ciganos é que são os dissimulados. Neste país onde Paulo Portas ainda não explicou quem é o famoso Jacinto Leite Capelo Rego que generosamente deu dinheiro ao seu partido (nem explicou o “caso sobreiros”, nem o “caso submarinos”, nem o “caso casino”), os ciganos é que são os malandros. Ainda se vai descobrir que os ciganos é que raptaram Maddie ou atrapalharam as brilhantes investigações policiais. Ainda se vai descobrir que, afinal, os ciganos estão por detrás do escândalo Casa Pia. Ainda se vai descobrir que são os ciganos quem monta as empresas manhosas onde os nossos jovens licenciados trabalham a recibos verdes. Ainda se vai descobrir que os ciganos é que estacionam os nossos carros em cima dos passeios. Mas, até lá, tenhamos sentido das proporções. Ou então chegaremos ao ponto a que agora chegou a Itália. Em Itália, todos os ciganos e apenas os ciganos (estrangeiros ou italianos, menores ou adultos, meros suspeitos ou completamente inocentes) estão a ser identificados compulsivamente pela polícia, algo que não acontecia na Europa Ocidental desde o nazismo. No outro dia, duas meninas ciganas morreram afogadas numa praia de Nápoles e os seus corpos estiveram ali expostos sem que isso incomodasse os banhistas. A Itália dá-se a este luxo: está agora obcecada com os ciganos, como se de repente os seus políticos fossem incorruptos, já não houvesse italianos mafiosos nem pilhas de lixo para apanhar nas ruas. Eu estou certo de que os italianos não são racistas; mas pelos vistos faltaram-lhes anti-
-racistas em número suficiente no momento certo.

Por Rui Tavares

Fonte: Publico, 5 de Agosto de 2008

Dedicatória

Frase dedicada ao Sr. Jaime Ramos, Líder parlamentar do PSD - Madeira












"Muito dinheiro e pouca educação é a pior combinação"
(Valentín Moragas Roger)

Pensamento do dia

" A civilização é uma ilimitada multiplicação de necessidades desnecessárias"
(M.Twain)

Foto do dia

José Manuel Coelho quer saber de onde vieram os 140 mil euros , com que a Fundação Social-democrata comprou a casa da mãe de Alberto João Jardim, no Funchal.











































Agradecemos estas fotos cedidas gentilmente pelo Sr. JF.

Pergunta do dia


















As eleições ganhas à porta da igreja, nas tascas, no conctacto directo, não fazem à custa de um défice democrático?

quinta-feira, 14 de Agosto de 2008

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Asneira do dia

Impunidade continua na ribeira do Faial.































As denúncias sucedem-se, mas pelos vistos ninguém consegue parar a extracção ilegal de pedra na Ribeira do Faial. Se há fiscalização, ela não está a ser eficaz.

Fonte: Diário de Noticias, 14 de Agosto de 2008

Cartoon do dia

Recomenda-se uma leitura

PND quer saber de onde vem o dinheiro


















O deputado do PND, José Manuel Coelho, desafiou, ontem, o PSD e a Fundação Social-Democrata a revelarem como foi financiada a aquisição do seu vasto património imobiliário, num convite extensivo a alguns partidos da oposição que recebem verbas de grupos económicos.
O PND realizou a conferência de imprensa às portas do Centro de Conferências e Exposições da Madeira (CEMA), junto ao MadeiraShopping, propriedade da Fundação Social-Democrata que José Manuel Coelho descreveu como "um edifício imponente, que parece a Igreja do Reino de Deus e que deve estar avaliado em mais de três milhões de euros". "Como é que a Fundação adquire fundos para ter aquele património?", questionou o parlamentar, que logo de seguida desafiou "o dr. Alberto João Jardim, que se reclama ser um homem honestíssimo, a informar os madeirenses da proveniência do dinheiro". Coelho já deu algumas respostas às suas próprias questões: "É claro que sabemos que estes grande grupos económicos que laboram na Madeira em regime de monopólio, protegidos pelo jardinismo, dão dinheiro à Fundação Social-Democrata, nomeadamente os Sousas dos Portos e os Pestanas dos hotéis". O PND considera que os partidos da oposição devem também dar sinais de transparência e revelar os seus financiadores, pois alguns recebem verbas dos grupos do regime.


Fonte: Diário de Noticias, 14 de Agosto de 2008

Dedicatória

Frase dedicada... Dr. Miguel Mendonça, Presidente da ALRAM







"Podemos converter alguém pelo que somos, nunca pelo que dizemos"

(H. Rohden)

Pensamento do dia

"É calando que se aprende a ouvir; é ouvindo que se aprende a falar; depois , é falando que se aprende a calar "

(Autor desconhecido)

Foto do dia

Pergunta do dia

















Acha que a Região Autónoma da Madeira tem autonomia que chegue?

quarta-feira, 13 de Agosto de 2008

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Asneira do dia







"Com a queda previsível da maioria absoluta do PS nas próximas legislativas, Cavaco Silva equaciona um novo quadro político em que ele, de facto, passa a ser o árbitro supremo de um sistema político partidário esgotado e cada vez menos credível."


Fonte: Jornal da Madeira, 13 de Agosto de 2008

Cartoon do dia

Hoje Recomenda-se duas leituras

Funchal deveria ser património mundial











O advogado e escritor Rui Nepomuceno considera que as entidades regionais e municipais deveriam empenhar-se junto da UNESCO para que a zonas históricas da cidade do Funchal fossem classificadas de Património Histórico da Humanidade.
O advogado funchalense, de 72 anos de idade, t
ambém conhecido pela sua intervenção política e pela sua ligação à cultura regional - já publicou alguns livros de cariz histórico -, é da opinião que o Funchal tem condições para ser nomeado e classificado pela UNESCO.
Rui Nepomuceno lembra que a cidade de Angra do Heroísmo, capital da ilha açoriana da Terceira, já obteve essa classificação há algum tempo, e não tem em termos históricos e monumentais a mesma importância do Funchal. "Temos mais pergaminhos históricos", reforça.
"Fomos o primeir
o porto atlântico e foi no Funchal que os europeus construíram a primeira cidade fora do continente" recorda o advogado, que acrescenta as razões que contribuem para esse raciocínio, nomeadamente o facto do porto ter sido uma plataforma importante de apoio à saga dos Descobrimentos Portugueses. "Até no turismo fomos pioneiros no País... mas antes tivemos o maior Arcebispado do mundo", destaca Rui Nepomuceno entre os pontos que serviriam de referência para uma decisão da UNESCO.
"Essa seria uma excelente saída para as comemorações dos 500 Anos da fundação da cidade do Funchal, e seria um passo muito importante, projectando-lhe o futuro", reforça o advogado e escritor.
Para que essa ideia possa continuar a ser perseguida e alimentada, o nosso entrevistado considera que os funchalenses devem cuidar melhor do seu património histórico e do que resta do património ambiental, procurando proteger as zonas históricas da cidade, aquelas com maior interesse, onde a intervenção do homem se deu há mais tempo
e por onde se pode contar a nossa História.
Rui Nepomuceno concorda que a cidade mudou bastante e no aspecto social refere que o Funchal sempre teve uma vida interessante e intensa. No século XIX era famosa a actividade no Palácio de São Lourenço, onde decorriam as festas fechadas, que se abriram depois para outros sítios. Nos últimos anos alargaram-se também os conhecimentos dos funchalenses, o seu nível cultural, e a cidade cresceu também nesse aspecto, embora Rui Nepomuceno considere que ainda se poderá fazer mais. A propósito sugere que as escolas da Região Autónoma lutem por um programa próprio de História e de Geografia Política. "É preciso ensinar aos jovens da hoje a História da sua terra, é preciso ensinar-lhes para qu
e tenham orgulho do que aqui foi feito, da intervenção e projecção da ilha no mundo", propõe Rui Nepomuceno.
Sobre a proliferação de cidades na ilha, que de certo modo retiraram protagonismo ao Funchal, o advogado é da opinião que foi o rasgar dos acessos, das vias rápidas e das novas estradas que aproximaram as pessoas e criaram outros pólos de desenvolvimento. A capital poderá ter perdido algum protagonismo, admite, mas não a importância que sempre teve e terá na vida pública e social do arquipélago.
Sobre o Funchal de alguns anos passados recorda com saudade alguns movimentos culturais existentes, como o Cine Fórum do Funchal e outros grupos de teatro e de música, que envolviam muitas pessoas. Tempos de grande actividade cultural, em que os eventos eram falados até fora da Região. Agora são outros tempos, as circunstâncias e a
s condições de trabalho mudaram. Os paradigmas também. Rui Nepomuceno diz que está satisfeito: na semana passada assistiu a um espectáculo do Grupo Experimental de Teatro do Funchal. Recordou-lhe a animação de outros tempos, em que os funchalenses se interessavam pelas coisas das Belas Artes. A cidade volta a ganhar espaços e eventos culturais. Os funchalenses voltam a mostrar empenho pelas coisas menos mercantis, por aquelas que satisfazem o espírito e pelas quais se destaca na sociedade madeirense.

Fonte: Diário de Noticias, 13 de Agosto de 2008


Governo fingido












Eu já tinha avisado que uma demissão não é uma reforma. Na verdade, como é habitual, o Governo Regional finge que governa e desata a tomar medidas insignificantes ou mesmo inócuas do ponto de vista dos resultados, e, neste caso, demitiu toda a administração da APRAM e não explicou porquê. Fica a dúvida se por causa dos mais de 200 milhões de dívidas; se o monopólio "de favor político/partidário" era sustentado por aquela administração; se aquela administração tinha ideias diferentes do Governo; se não tinham competência; se eram fiéis ao Secretário Santos Costa, ou mesmo, e porque não, se a pressão contra a escandalosa situação no porto do Funchal/Caniçal começa a ter efeitos... Enfim, nada se sabe ou, pelos vistos, não se saberá (porque o PSD - como sempre - votou contra a audição parlamentar à Secretária e à anterior administração).
Mas a actual responsável pelo sector veio dar uma resposta: não muda o modelo de licenciamento e "coloca a hipótese" (imaginem, só coloca a hipótese!!!) de a OPM (grupo Sousa) pagar pelos licenciamentos! A pergunta é: vão negociar(?) com que base, com que legitimidade legal; talvez ao longo de uma viagem no Lobo Marinho!? Mas, em boa verdade, para que existam contrapartidas é preciso um concurso para concessão. Em alternativa, era fundamental que as barreiras à entrada colocadas pelo Senhor Governo (imagina-se porquê?!) sejam retiradas. Mas sobre isto a Secretária já disse que não actua. No essencial não pretende fazer nada.
Além disso, importa reflectir sobre o sentido reformador da responsável pelo turismo na Madeira: não está preocupada com o planeamento, já pensou não ser presidente da Associação de Promoção (!?); e fez contas (incluindo as "festas" à moda de Jardim) e acha que a promoção aumentou, mas esqueceu-se de sublinhar que foi com o dinheiro do governo da República e dos privados... Sobre a liberalização, a Senhora Secretária não disse quanto custou para atrair a Easy Jet e se pretende continuar a pagar para ter concorrência. Bonito, não?.



Fonte: Diário de Noticias, Cartas do Leitor, 13 de Agosto de 2008


Dedicatória

Frase dedicada... José Manuel Rodrigues, Líder do CDS/ Partido Popular













" A coisa mais difícil do mundo é conhecermo-nos a nós mesmos, e o mais fácil é falar mal dos outros."


(Tales de Mileto)

Pensamento do dia

"Discordo daquilo que dizes, mas defenderei até à morte o teu direito de o dizeres."
(Voltaire)

Foto do dia

Pergunta do dia


















Será que falta mesmo 1145 dias para Alberto João jardim abandonar à Presidência do Governo Regional da Madeira?

terça-feira, 12 de Agosto de 2008

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Asneira do dia














" Praia Formosa ainda à espera da Bandeira Azul"


Diário de Noticias de 12 de Agosto de 2008

Cartoon do dia

















Fonte: Diário de Noticias, 12 de Agosto de 2008

Recomenda-se uma leitura

Artigo de opinião. Intitulado "Jardim, Cavaco e Democracia", da autoria de Alfredo Barroso.


http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Opiniao/Interior.aspx?content_id=90411

Fonte: Semanário o Sol, 23 de Abril de 2008

Dedicatória


Frase dedicada... Nivalda Gonçalves










"As crianças têm mais necessidades de modelos do que críticas."
(Joubert)

Pensamento do dia

"Nada de desgosto nem de desânimo; se acabas de fracassar, recomeça."

(Marco Aurélio)

Foto do dia

Pergunta do dia

















Será que o Grupo Sousa vai mesmo processar, em tribunal o deputado José Manuel Coelho do PND?

segunda-feira, 11 de Agosto de 2008

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Asneira do dia

"MPT quer ser o segundo maior partido na Madeira"

Capa do Diário Cidade de 11 de Agosto de 2008

Recomenda-se a Leitura


"Por qué no te callas"

Fernão Freitas fala da fragilidade do PS. Contudo, quando era líder do grupo parlamentar, o PS atingiu o mais baixo nível da degradação política, em que o líder parlamentar, num autêntico clima de "guerra civil" interna, fazia combate à liderança do seu partido em vez de fazer oposição ao PSD. Fernão Freitas foi deputado na legislatura anterior, prematuramente dissolvida. Não se deu pela sua presença, como também ninguém dá pela sua ausência, a não ser quando aparece para combater o PS. Fernão Freitas continua a ter da Autonomia uma concepção, admitindo que tem alguma, que se aproxima da do PSD - a do conflito e não a da estruturação democrática e social da Autonomia.Por comparação, a actual liderança parlamentar tem apresentado propostas que vão ao encontro dos cidadãos e da classe média, dando conteúdo social e democrático à Autonomia, que só não vê quem não quer, ou porque anda distraído ou porque quer fazer de conta que não vê.Fernão Freitas, tal como outros políticos da oposição actualmente aposentados, fala da situação política regional de cátedra, mas sem a necessária legitimidade política para o fazer, visto que falhou redondamente enquanto esteve no activo.

Por Miguel Fonseca

Diario de Noticias,Cartas do Leitor, 11 de Agosto de 2008

Dedicatória

Frase dedicada... Jaime Ramos, Lider do Grupo Parlamentar do PPD/PSD.

"O mais rico não é o que mais tem, mas o que necessita de menos"
(Autor desconhecido)

Pensamento do dia

"Para a nossa avareza, o muito é pouco; para a nossa necessidade, o pouco é muito."
(Séneca)

Foto do dia


Pergunta do Dia

Será que o João Isidorio estava sobrio quando discursou ontem no Chão dos Louros?

domingo, 10 de Agosto de 2008

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Asneira do dia












Episódios que considera serem um "vilipêndio abjecto do que é a política minimamente séria". Para Fernão Freitas, a solução para este problema era simples: expulsão de José Manuel Coelho, não sendo necessário alterar qualquer regra regimental.

Diário de Noticias 10 de Agosto de 2008

Cartoon do dia

Recomenda-se uma leitura

Anti-Situacionistas

Mendo Castro Henriques

EURONOTÍCIAS, 2 de Março de 2001

Bem-vindos das férias do Carnaval... embora as máscaras continuem à solta.

No século passado, bastava alguém dizer-se de Esquerda ou de Direita, progressista ou conservador, oposicionista ou situacionista, para se saber quais as suas opiniões sobre Religião, Estado, Educação, Guerra, Paz, e impostos.

A razão pela qual isso mudou tem vindo a ser indicada de muitas maneiras e há mais de vinte anos como sendo o fim da ideologia, o fim da história, e outros veredictos penúltimos.

Os veredictos intelectuais viraram clichés e foram repetidos por jornalistas radicais e copiados por políticos moderados. O fim da ideologia traria o termo de conflitos políticos graves nas sociedades pós-industriais; significaria a ausência de novos movimentos sociais, o aviso definitivo contra as perigosas utopias sobre as possibilidades humanas. Seria o triunfo da política de compromisso e diálogo e, no pior dos casos, traria reformas às pinguinhas, objectivos a curto prazo e manobras para as próximas eleições.

Assim foi o fim da história planeado como uma chumbada em todo o Ocidente pós-Guerra Fria. O resto do mundo, onde ainda há restos de história violenta, forneceria episódios excitantes para a televisão. O burguês empantufado e empanturrado ver-se-ia acometido pelo situacionismo da terceira via, a única ideologia política admitida.

A explicação mais rápida para o triunfo do situacionismo foi dada inevitavelmente por um professor, embora americano, ao afirmar que "a Direita ganhou a guerra económica, a Esquerda ganhou a guerra cultural e o Centro a guerra política." Impressiona, mas é uma meia- verdade. Parece verdade, mas é uma meia-mentira. As sociedade são construídas por pessoas e só depois por abstracções.

Basta olhar para quem pode ser anti-situacionista.

O primeiro anti-situacionista, chamemos-lhe Ricardo, teve todas as opiniões correctas de esquerda como adolescente dos anos 70. Foi a Vilar de Mouros, fumou erva, teve sexo livre, rock & pop, gostava de Che Guevara e do marxismo proletário. Em suma, estava mal informado. Ainda hoje desconfia absolutamente da autoridade, a Igreja, os ricos, a tradição, as grande empresas. Quando pronuncia "direita”, subentende “fascista”. É um delírio, mas defende o populismo, o “small is beutiful”, os toques identitários. A religião do Ricardo é uma combinação hiper-activa de ateísmo e misticismo ecológico. Defende uniões de facto e droga despenalizada por razões de coerência. Se aderisse a um grupo religioso chamar-lhe-ia “oportet haereses”. Alberto Caeiro é o único profeta que admite e Eduardo Prado Coelho o seu talmudista preferido: considera-o demasiado gordinho para rebelde, mas resume livros agnósticos semi-indispensáveis que ninguém mais teria paciência para ler.

O Henrique é um socialista muito moderado. Votou sempre PS - excepto para a Junta de Freguesia onde concorria “um tipo porreiro”. É dos que sabe que, em Portugal, é mais difícil ser senhor do que ser doutor. É útil, inteligente e sincero na sua devoção ao serviço público. Trabalhou no privado (com sucesso) e depois passou, por concurso, para a Administração Pública, conhecendo a pente fino as inconsistências entre políticas públicas e respectivos Livros Brancos. Detesta extremos de paixão pessoal ou ideologia. Quando muito, revolta-se contra o estilo filisteu de Alberto João e o estilo fariseu de Fernando Rosas: “agarrem-me senão rasgo as vestes”. Abstém-se nas novas questões sociais das uniões de facto e aborto; acha que são problemas a resolver em casa. O Henrique é um católico de trazer por casa, ou seja, acredita que Deus é um ser que deve ter algum sentido porque há pessoas estimáveis que acreditam.

A Paula gosta dos centros aritméticos. Talvez por causa do nome associam-na ao PP mas é mais nova e mais previsível; nunca deixa dúvidas a ninguém que é uma mulher e que vota no PSD. Toda a gente partilha as suas arremetidas e gracejos sobre socialistas. Já se deu bem em empresas de informática, onde parecia perpetuamente em estado de beatitude, mas agora passou para a Bolsa onde fará o negócio da sua vida. A magia dos números repercute-se no seu interesse pelas combinações eleitorais. Acha que encontrou o candidato certo para o lugar certo mas o interessado ainda não deu por isso, bloqueado como está por ambições na Europa. A Paula nunca falha uma missa de domingo mas jamais a apanhariam numa missa de semana. A religião deve ser como os números; conta, peso e medida.

O João, muito conservador, bombardeia as pessoas com estatísticas sobre crime violento, violação, pedofilia, drogas, e outras actividades similares das classes involuntariamente ociosas, como os aristocratas ingleses chamavam aos desempregados. Preocupa-se que a percentagem de casamentos que termina em suicídio conjugal se aproxime dos 40%. Sabe que estamos perante a primeira geração da história portuguesa em que a educação é para (quase) todos e o emprego certo para uma parcela. Desconfia muito do clero católico que considera infiltrado pela maçonaria e pela confusão do peixinho vermelho entre preocupações sociais e socialismo. O seu máximo de tolerância religiosa é ouvir o Rão Kyao. Mas apesar de considerar o mundo quase perdido, o João tem sentido de humor, compaixão genuína, e honestidade total em todas as nobres causas em que se empenha.

Aparentemente, a mão invisível que tutela a sociedade encarregou-se de repartir as virtudes políticas por todos estes anti-situacionistas. Não deu tudo a todos mas entregou-lhes uma dose suficiente de bom senso para que resistam às consignas da classe política que faz figura triste perante um eleitorado cada vez mais consciente dos benefícios...da abstenção.

Acorrentados, estes anti-situacionistas iriam cheirar-se como cães desconfiados e ladrar sinais de aviso. Mas conversados, começariam a ver que partilham opiniões que transcendem o “situacionismo: a cultura de massas, ao contrário da exploração económica ou do desrespeito pelos direitos, não é susceptível de correcção por meios políticos; a suspeita de que há Estado a mais e sociedade civil a menos tem de ser completada por uma paixão pelas causas cívicas; o interesse em preservar o ambiente, o património, o consumo, exige muitas espécies de comunitarismos; não vale a pena discriminar entre o Ocidente e o resto do mundo porque, como disse a Madre Teresa em Harvard, nunca se sabe bem quem são os pobres.

Acorrentados, os anti-situacionistas descobririam mais do que um jogo de preferências. Talvez encontrassem uma afinidade psicológica, e talvez mesmo espiritual, por debaixo das profundas diferenças políticas e filosóficas. Tornar-se-ia óbvio para os quatro a espécie de divisão espiritual entre “eles” e os situacionistas; a política começa pelas pessoas enfiadas na Centro, na Direita e na Esquerda, antes de continuar pelas respectivas abstracções.

BEM COMUM DA SEMANA

“As únicas boas notícias foram os anúncios”. Adaptado de Marshall McLuhan

MAL COMUM DA SEMANA

“Se o público quer m...., dê-se-lhe m....” Adaptado de Manuel Subtil, de Anónimo Americano, do Secretário de Estado da Comunicação Social, e dos Directores de Canais TV em Portugal.

Dedicatória

Dedicado... Dr. Brasão de Castro, Secretario dos Recursos Humanos







"Quando falares, procura que as tuas palavras sejam melhores que o teu Silêncio."

(Provérbio indiano)

Pensamento do dia

"Quem procura a verdade deve estar disposto a sacrificar tudo pela verdade"

(Gandhi)

Foto do dia

Pergunta do dia


















A Fundação do PSD Nacional foi condenada a devolver 80 mil euros ao Estado.
E a Fundação do PSD Madeira?

sábado, 9 de Agosto de 2008

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Vénia: http://melhor-do-que-o-teu.blogspot.com/

Asneira do dia

"a revisão constitucional de 2004 manteve restrições ilegítimas e ridículas ao direito do povo madeirense ser livre de regular a sua vida, no quadro da unidade nacional".

Dr. Alberto João Jardim

Fonte: Diário de Noticias - Lisboa, 6 de Agosto de 2008

Recomendasse uma leitura







Maximiano Martins

A Carochinha e outras 'estórias'
.

O Verão é excelente para revisitar o nosso quotidiano recente com outros olhares. Essa é também uma forma de estar… em férias.
Ora quando olho para combates políticos recentes verifico uma forte tendência para ficcionar, manipular… para contar ao povo histórias da Carochinha. Ou seja: encantar e enganar. E, com forte poder de propaganda, o poder instalado lá vai passando incólume à sua responsabilidade pelos resultados de 30 anos de governação. Perante dificuldades ou sinais de crise, nunca é o responsável. Governar é optar, é tomar decisões, é assumir e responder pelos resultados… mas não na Madeira 'laranja'. Ser autónomo é ser responsável… mas não aqui.
1. Foi assim com a Lei das Finanças Regionais. Plebiscitou-se um protesto contra um pseudo-roubo e um alegado garrote financeiro. Qual a verdade hoje? As transferências totais da República não baixaram. Recentemente, a maioria PSD retirou da agenda da Assembleia da República a apreciação potestativa do assunto. Ou seja, reconhecem que o assunto não tem afinal pertinência nem urgência e, em vez de preparar e negociar a revisão da lei, nos termos que ela própria prevê para meio-percurso, fazem das finanças regionais mera 'arma de arremesso'. Lamentável e pouco sério!
2. Poderá ser assim com as próximas eleições legislativas nacionais. De novo, em vez de discutir opções de governo e de políticas nacionais - que é o que estará em causa nessas eleições -, o PSD-M quer fazer delas… um referendo sobre a Constituição! Ou seja, quer manobrar no seu terreno de eleição, que é o da demagogia e da manipulação. Vamos ter, de novo, bons e maus madeirenses, heróis e traidores… 3. Está a ser assim com os transportes aéreos. O Governo, tal como os meios hoteleiros madeirenses, quis o processo, pediu a abertura de negociações com Bruxelas e saudou o seu resultado como 'histórico'. Depois, quando verificaram que não tinham acautelado o período de transição e a situação específica dos residentes e estudantes desdisseram-se. Pura irresponsabilidade. Sacudiram a água do capote e não responderam à simples questão de saber porque entrou em vigor o novo regime agora e não em Outubro com o calendário IATA e a entrada de novos concorrentes?
4. No Chão da Lagoa falou-se de que "quem quer ilhas no Atlântico tem de pagá-las". No passado já disseram e escreveram "querem ou não querem a Madeira?". É um absurdo colocar as coisas nestes termos. A relação entre a Madeira e a Pátria Portuguesa não passa por pagar luxos ou 'meninas'… Passa por princípios e valores. Por estas e por outras é que aquela festa já não tem eco no país. Mais uma prova da irrelevância actual do PSD-M.
5. De seriedade falou Manuela Ferreira Leite. Ela não veio ao Chão da Lagoa e mandou, dos Açores, recados ao estilo de governação jardinista. Ao contrário de festanças, falou da necessidade de "rigor, seriedade, sobriedade e capacidade para fazer bem sem alarido". Que tiro certeiro! O 'poder laranja' fez que não percebeu… 6. Fez também que não percebeu Cavaco Silva. Este vetou matéria autonómica. Viu-se, agora, que afinal o PSD Partido da Autonomia é mais uma história da Carochinha. Jardim meteu 'a viola no saco' e prepara-se para calar e congelar os tão proclamados avanços autonómicos.
7. Finalmente, uma Carocha… movida a gasolina. No dia em que se iniciava o Rally Vinho Madeira (mera coincidência!), o Governo Regional pôs fim à liberalização da venda de combustíveis. Ao optar por preços administrados fá-lo com legitimidade. Mas… Terá de assumir no futuro o ónus directo das subidas de preços. Veremos então que 'estórias' nos contarão!.

Fonte: Diário de noticias, 9 de Agosto de 2008

Dedicatória

Frase dedicada... João Isidoro, Deputado do Partido da Terra

"Um fracassado é um homem que cometeu um erro e não é capaz de transformar um experiência."
(E Hubrard)

Pensamento do dia

"O maior erro que um homem pode cometer é viver com medo de cometer um erro."
(Hebbard)

Foto do dia

Pergunta do dia


















Porque grupo do Partido Social Democrata só agora visitou a SPAD ?

quinta-feira, 7 de Agosto de 2008

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Asneira do dia







"Esta primeira sessão da legislatura 2007/2011 ficou marcada por incidentes que em nada dignificaram nem prestigiaram este primeiro órgão da autonomia e da democracia, a Assembleia Legislativa da Madeira.
Pela nossa parte, Partido da Terra, não há nenhum registo em que tenhamos posto em causa este órgão legislativo."

João Isidoro, Deputado do Partido da Terra

Fonte: Diário de Noticias, 7 de Agosto de 2008


Recomendasse uma leitura

Muito Lixo

É impressionante a quantidade de lixo que se encontra por tudo quanto é sítio, mas muito em especial em duas situações. A primeira, verifica-se nos locais onde passa o pessoal da pesca. Desde as rochas onde praticam a pesca, a espécies quase de aquário, aos portos que utilizam, isto é, tanto os amadores como os profissionais. Imagina-se o que farão ao largo.
A segunda, em tudo o que é local de piquenique. Este povo, dito superior quiçá na estupidez, não é capaz de petiscar sem conspurcar. Não é capaz de voltar com o lixo acondicionado nas suas viaturas até ao próximo local onde possa depositá-lo. Aliás, para mostrar, porque, no contexto em que vivemos, é mais importante mostrar que ser, que se é limpo, que sabemos viver a meio dos ar condicionados e gravatas da terra, lava-se o carro até brilhar, deixando muitas vezes o lixo que lá estava na rua para os outros.
São impressionantes as 9 toneladas de lixo removidas pela Direcção Regional das Florestas, após o Rali Vinho Madeira. É nefasta a ligação desta conspurcação ao turismo e porque não, ao vinho Madeira.
E isto não irá ao seu lugar só com repressão, mas também sê-la-á necessária. Recordo-me de há alguns anos estarmos a preparar um churrasco num espaço público e chegar a guarda-florestal que muito delicadamente nos deu instruções sobre o lixo e sobre o fogo. Não tenho verificado se tal continua a acontecer. Esta conduta é correcta. Deveria ter continuidade, autoridades marítimas inclusive. Mas também nas escolas que já têm um papel fundamental, mas talvez temporário, no sentido de que é rapidamente esquecido. Tem de ser continuamente relembrado. Mas muito mais será necessário! Por exemplo, um pacto entre partidos para, sempre que façam intervenções, sublinhar esta necessidade. Nos arraiais e festas partidárias ou não, para que a componente ambiental substitua a estupidez do ruído e do lixo. Na igreja, dando alguma utilidade às praxes religiosas.
Com o lixo existente no litoral, nos miradouros, levadas e veredas; com a conspurcação sonora em bares, cafés e restaurantes com música ao gosto de quem tem acesso aos aparelhos, televisão bem alta para a telenovela ou o programa de baba e ranho poder ser seguido na cozinha; com o tradicional escarro na rua, qualquer investimento em promoção constitui investimento sem retorno que o justifique. E todos sabemos como a promoção da região tem atingido valores significativos do erário público. É como vender puro-sangue em cavalariças infestadas de moscas e porcaria de meses. É vender Rolls Royce brilhantes em stand conspurcado. É gastar dinheiro chamando clientes em vez de empregá-lo na limpeza e na formação. Os milhões que se gastam para trazer turistas que ficarão com uma impressão negativa, previsivelmente transmitida boca a boca, teriam um melhor resultado se parte fosse para a educação e para a informação ao nível interno.
Sem que os que ocupam lugares de responsabilidade e decisão se apercebam, quiçá porque viajam dentro dos seus automóveis de vidros fumados, entre os seus condomínios fechados e os gabinetes de ar condicionado e os clubes e bares de gente apenas da sua classe, aparente, toda esta poluição, quer visual, do nosso litoral, dos locais de espairecimento na Natureza, agravadas por uma poluição urbanística de excesso de betão armado, de poluição sonora, destrói a qualidade de vida dos que cá vivem ou nos visitam.

Manuel M.

Fonte: Cartas do leitor, Diário de Noticias, 7 de Agosto de 2008

Dedicatória

Frase dedicada... Dr. Alberto João Jardim

"Para tornar a verdade mais verosímil, precisamos necessariamente de lhe adicionar a mentira."
Fiódor Dostoiévski

Pensamento do dia

"Para ensinar uma formalidade a cumprir: saber "
Eça de Queiroz

Foto do dia

Pergunta do dia


















Porque será que o CDS/Partido Popular emprestou ou alugou 61 "placards" ao Partido da Terra ?

quarta-feira, 6 de Agosto de 2008

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Asneira do dia

"Não estamos subordinados a ninguém"
Leonel Freitas, Director da RTP - Madeira
Fonte: Jornal da Madeira 6 de Agosto de 2006

Recomendasse uma leitura

Ao blogue
http://apontamentossemnome.blogspot.com/


De Carlos Pereira, Deputado do PS na Assembleia Legislativa Regional da Madeira.

Dedicatória

Frase dedicada... Dr. Alberto João Jardim
"Sê justo com alguém e acabarás por o amar; mas, se fores injusto com ele, acabarás por odiar."
(John Ruskin)

Pensamento do dia

" As tristezas não foram feitas para os animais, mas para os homens; mas se os homens as sentem muito, tornam-se animais."
(Miguel Cervantes)

Foto do dia

Pergunta do dia


















Porque é que só agora a JSD-Madeira quer inovação nos espaços culturais?

terça-feira, 5 de Agosto de 2008

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Asneira do dia

"Portanto, em 2010, é absolutamente necessária uma revisão constitucional, ao menos no tocante aos direitos do povo madeirense".
Comunicado do PPD/PSD- Madeira - 5 de Agosto de 2008

Recomendasse uma leitura
















O CALOR


O Verão é uma época perigosa não só pelas consequências
da elevada exposição aos raios solares,
mas sobretudo pelo mal que o Sol em demasia faz à
cabeça de alguns.
Ainda não temos as pérolas que o calor no areal
do Porto Santo vai produzir e já temos pérolas
de nível mundial e nacional produzidas na força da
época estival.
Ainda há dias o Presidente dos EUA sem saber que estava a ser filmado (ver You-
Tube) deu uma explicação estranha sobre a crise dos mercados financeiros.
Enquanto especialistas se desdobram para explicar a crise mundial, Bush disse
que a razão está em Wall Street, a principal bolsa de valores do mundo, ter apanhado
“uma bebedeira e agora está de ressaca”.
Com esta explicação é caso para perguntar se a origem da crise não está nele próprio...
A nível nacional podiamos encontrar pérolas semelhantes. Mas há uma que não
quero deixar passar.
O CDS/PP vive uma situação difícil com a liderança de Paulo Portas a ser posta
em causa. Há dias Carlos Dantas, Presidente da CDS/PP de Setúbal, abandonou o
Partido seguido de 30 militantes.
O curioso está na explicação – segundo eles a crise reside no facto do CDS/PP não
ter um modus operandi Bloquista.
Só o calor em excesso para confessar querer imitar a actuação do BE...
Porque sem o dizer, há quem imite sempre que pode.

Fonte: Diário Cidade - 5 de Agosto de 2008

Dedicatória

Frase dedicada... Dr. Alberto João Jardim
"Os lugares-comuns, as frases feitas, os bordões, os narizes-de-cera, as sentenças de almanaque, os rifões e provérbios, tudo pode aparecer como novidade, a questão está só em saber manejar adequadamente as palavras que estejam antes e depois."
(José Saramago)

Pensamento do dia

"É pior cometer uma injustiça do que sofrê-la, porque quem a comete transforma-se num injusto e quem a sofre não."
(Socrates)

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Pergunta do dia


















Na Madeira, parece que os políticos quanto piores são mais votos têm.
Porque?

Recomendasse

A leitura deste artigo de opinião








Pobres e mal-agradecidos

... 2 O Estado assistencial deu mais 256 milhões de euros à Região Autónoma da Madeira, nisso gastando 80% das verbas disponíveis no programa 'Pagar a Tempo e Horas', o qual visa contemplar as dívidas das duas Regiões Autónomas e de todos os 310 concelhos do país. A Madeira levou 80% de todo esse dinheiro e com isso o Governo de José Sócrates passou uma esponja sobre o 'endividamento zero' da Região, que havia sido instituído por Manuela Ferreira Leite e jamais cumprido pela Região. Já Guterres, no seu tempo, tinha posto a zeros a dívida acumulada pelo Governo de Jardim, contra a solene promessa de vida nova daí em diante. Mas, de cada vez que o Estado cobre as dívidas de Jardim, sucedem imediatamente duas coisas: ele desata a gastar dinheiro à tripa forra outra vez e renova os seus insultos ao governo que lhe perdoou a dívida. De cada vez que Lisboa paga, Jardim vê isso como um acto de fraqueza e a promessa de que Lisboa pagará sempre, por mais que ele gaste e por mais que ele insulte.
Desta vez, porém, parece que Jardim foi estranhamente brando, na ocasião daquela fantochada alcoólicodegradante que é o Chão de Lagoa, e, por isso, inventou mais um comício para Porto Santo onde promete então soltar a sua verborreia toda. Anunciou-o mesmo em comunicado oficial, onde mostra a sua irritação por o 'continente' não ter prestado a devida atenção às palavras de sua eminência no Chão de Lagoa. Mas já aquela inqualificável figura chamada Jaime Ramos, n.º 2 da coisa, não se coibiu de nos dizer que 'quem quer ilhas no Atlântico, tem de pagá-las'.
A questão é justamente essa: é que ninguém nos perguntou se queremos ilhas no Atlântico, sobretudo uma ilha que o sr. Jardim em tempos classificou como "uma prostituta cara". Uma ilha no Atlântico que seja, para todos os efeitos legais, território nacional, que possa beneficiar da solidariedade da nação que o seu isolamento justifica, isso eu não me importo de ter. Mas uma prostituta cara à deriva no Atlântico, sempre a morder a mão que lhe dá de comer, eu não quero. Quem é que quer pagar impostos para o sr. Jaime Ramos e essa gente?...

Fonte: Expresso

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Asneira do dia

"Nós, aqui,na Madeira, estamos fartos deste Estado central, ou vamos encontrar novas soluções de articulação da Madeira no quadro da unidade nacional, ou, então, alguém, em Lisboa, está a querer estabelecer um clima de choque permanente entre os direitos do povo madeirense e o Estado central"

Dr. Alberto João Jardim, Diário de Noticias, 4 de Agosto de 2008

segunda-feira, 4 de Agosto de 2008

Recomenda-se

A leitura do seguinte artigo de opinião.


António José Seguro - António José Seguro


Um país, dois sistemas?



A realização periódica de eleições competitivas e a liberdade de expressão não garantem, por si, a existência de democracia. Sem aqueles dois requisitos fundamentais não há democracia, mas esta vai mais além, designadamente através de um estruturado processo de fiscalização dos poderes executivos e de práticas políticas norteadas por valores e princípios democráticos.

Na Madeira, há eleições periódicas para os órgãos próprios da região e existe liberdade de expressão, embora a sua difusão esteja fortemente condicionada e limitada.

Desde as primeiras eleições regionais que tem existido uma maioria absoluta de um só partido e esse mesmo partido, o PSD/Madeira, governa, actualmente, as 11 autarquias da região.

Uma realidade com estas características exigiria ao partido ultramaioritário um comportamento político respeitador dos direitos da oposição e uma cultura de transparência, de modo a que os poderes executivos pudessem ser controlados e fiscalizados.

Infelizmente a prática é bem diversa!

O presidente do Governo regional raramente presta contas ao Parlamento; o mesmo acontece com os membros do Executivo quanto à apresentação das suas iniciativas legislativas ou a sua ida às comissões para responderem a perguntas dos deputados.

Qualquer debate ou presença de um membro do Governo ou da administração regional tem que ser aprovado pela maioria do PSD/Madeira, o que dificilmente acontece.

Os deputados do maior partido da oposição não podem requerer a criação de uma comissão de inquérito.

Na prática, o Parlamento protege o Governo em vez de o fiscalizar e este não sente o dever de prestar contas.

Recuámos 350 anos, aos tempos em que o príncipe era detentor de uma autoridade absoluta!

Esta realidade, de Governo à solta e sem controlo, introduz um forte cariz autoritário no sistema político madeirense, dificulta a alternância democrática e viola princípios essências do Estado democrático.

Confesso que tenho reduzidas expectativas quanto à alteração dos comportamentos políticos dos principais dirigentes do PSD/Madeira, em particular quando estes beneficiam de um certo silêncio e, nalguns casos, até do apoio expresso por parte de titulares de órgãos de soberania da República.

Pelo que me interrogo se, à semelhança do que a Constituição já estabelece para a Assembleia da República e na linha de dignificação das assembleias legislativas regionais, não deverá ser definido (através de lei) um quadro mínimo de garantias e direitos potestativos para os deputados da oposição nos parlamentos das regiões autónomas, independentemente das maiorias que se apuram após cada eleição.

Em democracia, o direito das minorias contribui fortemente para a limitação do poder das maiorias. Quando esses direitos não podem ser exercidos, dado que estão sempre dependentes da disponibilidade da maioria (como é o caso na Madeira), a democracia está amputada.

Dedicatória

Frase dedicada ao... Dr. Alberto João Jardim

"Depressa se arrepende aquele que julga apressadamente"
(Pablio Siro)

Pensamento do dia

"A verdade nunca é injusta; pode magoar, mas não deixa ferida"
(Eduardo Girão)

Foto do Dia


domingo, 3 de Agosto de 2008

Dedicatória

Frase dedicada ao... Dr. Alberto João Jardim

" A Criança que vive com a verdade aprende a ser justa."
Ronal Russel

Asneira do dia

" Sem mais autonomia andaremos de rastos em Lisboa a resolver a nossa vida. "

Prof. Virgílio Pereira
Tribuna da Madeira - 25 de Julho de 2008

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Pergunta do dia












Porque é que época balnear não está correr bem?



Foto do dia





















sábado, 2 de Agosto de 2008

Pergunta do dia



















O Estatuto tem inovações de que cavaco não gosta. Pelas suas explicações, estou com ele. Mas então porque não o vetou logo á primeira?

PROCURA-SE LEGENDA PARA ESTA FOTO

Foto do dia